Este é o primeiro de uma série de Podcasts onde a equipe do Tech21 África aborda os principais assuntos relacionados com a Quarta Revolução Industrial e as inovações em curso. Os principais temas abordados neste Podcast são:
Quarta Revolução Industrial – Contexto Histórico
Porquê Angola deve iniciar o debate sobre este tema com brevidade
Impulsionadores da mudança: Mundo Digital, físico e Biológico
Principais impactos da Quarta Revolução Industrial
O desafio dos empregos na Quarta Revolução Industrial
Como Angola pode tirar partido das tecnologias emergentes da Quarta Revolução industrial.
Intervenientes do 1º Episódio:
Edilson Almeida
Kiesse Canito
Alcinio Camota
António Pinto
O programa Conversas 4.0 tem ido ao ar pelas ondas da LAC, 95.5 FM, às terças feiras, das 10 ás 11 horas. Se não teve como acompanhar, ouça abaixo o programa completo:
Como Angola tem acesso à serviços via satélite actualmente?
As empresas de telecomunicações em Angola fazem contratos directos com os gigantes da indústria de satélites: Intelsat, Eutelsat, Inmarsat, Telesat… é um mercado aberto e, em princípio, as companhias angolanas podem procurar os contratos com melhor custo benefício.
O “jogo” das divisas
A “crise cambial” em Angola fez com que as empresas abrissem os olhos: não é tão simples pagar dezenas de milhares de dólares todos os anos para manter as comunicações via satélite a funcionar.
Fibra é a salvação?!
Nos acesos fóruns de debate online/tv/rádio, podemos encontrar pessoas a indicarem uma alternativa: vamos esquecer os satélites e apostar na fibra óptica em todo o país e vamos poupar dinheiro. Mas, será que pouparemos mesmo?
Ligações via fibra para as principais cidades do país, é um plano perfeitamente possível. A maior operadora de telefonia móvel em Angola conseguiu avançar bastante nesse sentido, mas os custos para a fibra na última milha (para o cliente final), pode tornar esse investimento pouco atractivo pra outras empresas.
AngoSat-1, a iniciativa certa
No dia 26 de Dezembro de 2017, o Angosat-1, o primeiro satélite angolano foi colocado em órbita a partir do cosmódromo Baikonur, no Cazaquistão (Rússia), quatro meses depois do lançamento, houve a confirmação oficial da “perda irreversível do ANGOSAT- 1” que colocaria Angola como sétimo país africano a ter um satélite próprio de comunicações em órbita. O primeiro satélite angolano contava já com 40 por cento da sua capacidade reservada para as operadoras, 10 por cento para os serviços de segurança e defesa nacionais e outros 10 por cento para acções sociais (como sectores da Educação e Saúde e pequenos negócios). Como previa o acordo, o AngoSat-2 está a ser construído, com previsão de lançamento para 2020.
Mas, voltemos ao ponto central: o que os leitores do MenosFios acham sobre o investimento no AngoSat-3?
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63.6% dos seguidores do MenosFios que responderam ai inquérito não consideram um bom investimento o AngoSat-3.
O plano de desenvolvimento nacional 2018-2022 faz várias referências ao uso de satélites para o crescimento do país. Se o plano for seguido à risca, o investimento terá retorno: garantir que as comunicações estejam disponíveis para os pontos mais recônditos do país e aplicar em educação, saúde, agricultura…
Se não participou do nosso inquérito, ainda vai a tempo de responder nos comentários: AngoSat-3, um bom investimento?
A Huawei acabou de registar a patente do seu sistema operativo com o nome HongMeng OS(que em mandarim significa “mundo primordial” ou “caos primitivo”). É importante realçar que a aplicação para esta patente foi feita já em 2018, comprova uma vez mais que a marca já estava há algum tempo a trabalhar neste sistema operativo.
É o mais recente capítulo na série de infortúnios que têm assolado a Huawei com as empresas americanas, contudo, de acordo com as informações agora avançadas, o sistema operativo da marca chinesa suportará todas as aplicações que actualmente utilizamos nos smartphones ou tablets Android.
De acordo com a Bloomberg, a Huawei entrou em contacto com desenvolvedores a fim de atrair mais aplicativos para a AppGallery: em troca, a empresa daria apoio de marketing e “exposição na loja de apps para a China”. Seria necessário apenas usar uma ferramenta simples que adapta a versão publicada na Play Store.
Apesar disto, a tecnológica chinesa já havia adiantado estar a trabalhar numa alternativa ao Android e ao Windows desde final do ano passado, pelo que tudo parece estar a progredir conforme planeado.
Por outras palavras, a fabricante chinesa certificar-se-á que o utilizador continuará a ter uma experiência muito similar ao que tem tido com o sistema Android.
A Wi-Fi Alliance anunciou a imposição de uma restrição temporária à Huawei sobre a sua participação nas discussões internas. Por outro lado, a SD Association terá excluído mesmo a fabricante chinesa da organização, impedindo a colaboração da Huawei na definições de novos standards para cartões de memória SD.
A SD Association é uma organização sem fins lucrativos que controla os padrões dos produtos SD. Isso inclui tudo, desde cartões SD padrão de tamanho normal até o cartão microSD nos smartphones. Também inclui os designs de portas que leem esses cartões. Se uma empresa não é membro da Associação, ela não pode oficialmente produzir produtos com esses padrões.
A SD Association confirmou que está a cumprir o recente pedido do Departamento de Comércio dos EUA que colocou a Huawei em uma espécie de lista negra de importação. A Huawei, por meio de um porta-voz, disse que os cartões microSD ainda funcionarão nos telemóveis da marca.
Recorde-se que, depois da inscrição da Huawei numa lista negra por parte de Donald Trump, várias empresas e fabricantes dos EUA anunciaram o corte ou suspensão de relações com a empresa chinesa.
É bem verdade que, o mercado das telecomunicações em Angola cresceu bastante comparando com o que havia nos últimos dez anos, com a instalação de redes nacionais e internacionais, acabamos por superar agora alguns os países vizinhos da SADC.
A disponibilidade de serviços de Internet da Angola Cables, desde 2012 até a presente data, cresceu dez vezes mais ao passar de 1,5 para mais de 12 Gbps de capacidade internacional de tráfego em Angola. Segundo António Nunes (PCA da Angola Cables), Com essa disponibilidade de Internet, o mercado das telecomunicações angolano tornou-se uma referência na região da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC, sigla inglesa).
António Nunes referiu que as constantes quebras que se registam no sinal de Internet no país tem a ver com a falta de entidades provedores de serviços de Internet nas comunidades e da pouca adesão aos serviços por parte de empresas que operam no sector das telecomunicações. Reconheceu ainda, por outro lado, que apesar do crescimento registado na oferta de internet, a qualidade dos serviços de telecomunicações em Angola ainda estão aquém do desejado, comparativamente aos mercados de países desenvolvidos.
Para superar esse défice, sugeriu, é necessário que os operadores nacionais adquiram capacidades suficientes de empresas como Angola Cables, que dispõe de oferta suficiente para atender a procura do mercado. Advogou também a necessidade de se potenciar o ecossistema digital, dando uma atenção especial às inovações dos agentes do sector, bem como criar uma relação de parceria/cooperação nacional, visando a melhoria dos serviços de telecomunicações no país.
Durante uma entrevista concedida ao principal arquitecto PlayStation 4 e do PlayStation Vita Mark Cerny foram revelados detalhes da PlayStation 5, que será baseado em uma arquitetura AMD como o PlayStation 4 e o PlayStation 4 Pro. A CPU customizada será baseada na linha de CPU AMD Ryzen de terceira geração. Ele contará com oito núcleos de 7nm.
Quanto à GPU, a Sony planeia usar uma versão personalizada das GPUs Navi da AMD Radeon. Embora a AMD deva revelar essa nova geração de GPUs nos próximos meses, Cerny diz que a próxima geração de GPUs do PlayStation suportará o rastreamento de raios. O PlayStation 5 também será fornecido com discos rígidos SSD por padrão. Este é um factor-chave de diferenciação entre jogos de PC e jogos de console. Discos rígidos giratórios levam a telas de carregamento infinitas.
A Cisco garantiu durante a conferência Cisco Connect, que vai continuar a reforçar o seu compromisso de apoiar a digitalização das comunidades, empresas e governos de África por meio de várias iniciativas para desenvolvimento de habilidades e talentos, inovação e criação de empregos.
Sob o tema “Diga oi para o futuro“, a conferência analisou como a tecnologia está afectar as empresas em todos os sectores, a derrubar as barreiras entre pessoas, empresas e coisas. O objectivo é trabalhar com distribuidores selecionados que irão reparar e restaurar o hardware da Cisco e tornar acessível a alta qualidade da tecnologia recondicionada, especialmente para organizações de pequeno e médio porte.
O Nosso objetivo é permitir que pequenas e médias empresas acelerem seu crescimento, ajudando-as a acessar nossa tecnologia de classe mundial- Clayton Naidoo, gerente geral da Cisco para África.
Na visão da Cisco, a tecnologia permite a inclusão e oportunidades para as pessoas. Por mais de 20 anos, a Cisco investiu na educação e requalificação de estudantes, graduados e jovens desempregados por meio de sua Networking Academy (NetAcad). A NetAcad fornece aos alunos habilidades digitais práticas para prepará-los para carreiras na economia digital. Desde seu lançamento em 1998, cerca de 700.000 estudantes participaram dos cursos da NetAcad em todo o continente africano.
A Cisco estabeleceu uma meta ambiciosa: treinar um total de 1 milhão de alunos adicionais até 2025 na África.
Durante os próximos três anos, a Cisco se concentrará no treinamento de estudantes. Isso será seguido por iniciativas de reciclagem para força de trabalho ativa e candidatos a emprego, com base no conteúdo do Cisco NetAcad.
Através da NetAcad, a Cisco pretende apoiar a criação de Digital Learning Hubs em bibliotecas públicas, acessíveis pela população local.
Além disso, a Cisco planeja envolver-se activamente com os empregadores para identificar oportunidades de emprego que se alinhem às habilidades dos alunos e ex-alunos da NetAcad.
Na África do Sul, em Abril de 2019, a Cisco lançou uma plataforma de ponte de talentos voltada para pequenas e médias empresas e profissionais. O Talent Bridge ajuda a equipar a oferta, o talento dos estudantes proveniente da NetAcad, com a demanda, ou seja, empregos básicos disponíveis no ecossistema de parceiros da Cisco.
A HP anunciou uma nova linha de impressoras inteligentes projectadas especificamente para pequenas empresas. De acordo com a empresa, a nova série HP OfficeJet Pro traz mais inteligência e design inovador com a herança de desempenho e confiabilidade da marca.
A nova família HP OfficeJet Pro destaca-se pelo seu design inovador, pelo seu desempenho e fiabilidade comprovada da HP. Estas impressoras disponibilizam aos proprietários de pequenas e médias empresas uma ferramenta essencial para alcançarem o sucesso.
Recursos da HP OfficeJet Pro:
Tarefas Inteligentes que poupam tempo.
Elimina etapas em tarefas repetitivas com o Smart Tasks, a primeira solução móvel da categoria que automatiza as tarefas de verificação;
Mantêm o utilizador ligado à sua empresa e a trabalhar em qualquer lugar e em qualquer momento. Imprimem, digitalizam e copiam com facilidade a partir de um smartphone, utiliza a melhor aplicação de impressão móvel do segmento: a HP Smart.
Dispensa a necessidade de comprar tinteiros, já que a impressora os encomenda automaticamente quando está prestes a ficar sem tinta.
Com a melhor segurança do segmento para proteger a privacidade e manter o controlo, e uma ligação Wi-Fi com capacidade de autorrecuperação para uma conectividade constante
O novo hardware é concebido para ajudar a reduzir o consumo de energia, o papel provém de florestas sustentáveis e os tinteiros são reciclados facilmente.
As Smart Taks digitalizam para a nuvem, para o e-mail e outros destinos, e com apenas um toque criam documentos editáveis e pesquisáveis ao digitalizar a partir de um smartphone ou impressora. As impressoras HP OfficeJet Pro estarão disponíveis a partir deste mês para pequenas empresas ao preço de 180 dólares.
Hoje em dia contratar uma empresa para um determinado serviço, deve estar a custar caro de certeza, e na maioria das vezes procuramos por alguém que preste o mesmo serviço com uma mão de obra barata, mas com um bom serviço prestado. Mas nem sempre é fácil encontrar alguém de confiança e profissional que preste tal serviço.
Mas agora surge a plataforma BISNO, que tem como objectivo modernizar e simplificar a maneira como se contrata serviços especializados em Angola, agindo como uma ponte entre Prestadores de Serviços e Clientes, tornando-se assim num processo mais ágil e eficaz.
Segundo Pedro Andrade (fundador e director do projecto), que um dos objectivos do negócio é criar uma plataforma onde prestadores de serviços possam cobrar preços justos pelos seus trabalhos pontuais: “A ideia da criação desta plataforma vem da dificuldade que existe actualmente no mercado em Angola de localizar profissionais para micro tarefas, ou tarefas pontuais – que muitas vezes são pequenas, mas que através de uma empresa se tornam caras demais”.
É importante ainda lembrar que, a plataforma oferece uma área ampla de especializações profissionais, o que permitirá prestadores de diversos tipos de serviços promoverem-se através dele. “Estamos a falar de diversas áreas, quer sejam de profissões mais práticas, como um DJ, uma diarista ou um electricista, quer sejam das mais administrativas como serviços de contabilidade ou de programação.
A empresa de segurança cibernética A Kaspersky Lab planeja abrir um novo escritório em Kigali, Ruanda, para apoiar o rápido crescimento de seus negócios em África.
O escritório de Kigali atenderá aos requisitos do crescente número de parceiros e clientes na região. As soluções e serviços premiados da Kaspersky Lab serão oferecidos para todas as indústrias e para todos os tipos de negócios no Ruanda e na região em geral.
A decisão de abrir um novo escritório foi tomada durante a visita de Eugene Kaspersky, CEO da Kaspersky Lab ao Ruanda, onde se reuniu com o Presidente da República, Paul Kagame, no Transform Africa Summit. Durante a visita, eles discutiram como a Kaspersky Lab poderia colaborar com o governo ruandês e formas de proteger melhor o país contra ameaças cibernéticas.
“Governos e empresas em todo o continente precisam de uma abordagem integrada para detecção e resposta a ameaças complexas, pois combatem os cibercriminosos que possuem recursos financeiros significativos e estão constantemente a buscar explorar qualquer vulnerabilidade”, disse Eugene Kaspersky, CEO da Kaspersky Lab.
A Kaspersky Lab é uma empresa global que opera em quase 200 países e territórios em todo o mundo. O novo escritório em Kigali será o 36º escritório de representação da empresa tem em todo o mundo.