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Quinta-feira, Março 26, 2026
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[Angola] Números móveis não registados serão bloqueados daqui a 48 horas

Em tempos surgiu a informação de que, números telefónicos não registados tinham os dias contados. Depois de praticamente dois anos, surge agora um novo alerta, garantido que, todos números que não foram registados serão oficialmente desconectados.

O INACOM revelou hoje que donos de mais de quatro milhões de números de telemóveis em Angola não actualizaram os seus dados na campanha de 2015 a 2017, e concedeu mais 48 horas para a sua regularização.

Durante a conferencia de imprensa sobre “Registo e actualização dos dados dos utentes dos serviços de comunicações electrónicas”, Leonel Inácio Augusto (PCA do INACOM), alertou que os números que não foram actualizados serão imediatamente bloqueados caso não sejam actualizados nesse prazo.

O responsável informou existir 14.000.000 de utentes dos serviços de comunicações electrónicas, dos quais 11.396.238 números foram registados. Salientou ainda que, com o final deste processo iniciado em 2015, já foram suspensos um 1.234.579 números, entre os quais terminais não activos que não tiveram solicitação para segunda via.

Este registo corresponde a 95% de números actualmente activos, restando 5% por registar.

O representante do Instituto Nacional de Defesa do Consumidor (INADEC), João da Silva, disse que o prazo estabelecido para a regularização da situação dos terminais obedece a todos os direitos dos utentes. Neste contexto, o que se pode exortar o consumidor é o cumprimento do prazo de 48 horas para os que ainda não efectuaram o seu registo.

Como confirmar se o seu número está registado?

Na rede Unitel: Pode verificar online, seguindo o seguinte link. Terá de inserir o seu número e receberá a resposta indicando se o registo está completo ou não.

Na rede Movicel: Dirija-se a uma loja.

Outra forma de confirmar remotamente, é enviar uma mensagem com o seu número para 19444, a resposta levou 10 minutos, mas tivemos a confirmação. Funciona para as duas redes.

Já registou o seu número?

Conheça os 20 aplicativos para iPhone mais baixados de 2017

 

Apple anunciou os aplicativos mais baixados na App Store durante o ano de 2017 pelos usuários de iPhone. No ranking figuram aplicativos do Google, Facebook, Uber e Netflix, entre outras aplicações que ainda não estão disponíveis em Angola.

Apesar de ter menos usuários activos diariamente do que o Instagram Stories, o Snapchat ainda é um dos aplicativos mais baixados nos iPhones.

Abaixo segue a lista dos 20 aplicativos para iPhone mais baixados de 2017

  1. Bitmoji
  2. Snapchat
  3. YouTube
  4. Messenger
  5. Instagram
  6. Facebook
  7. Google Maps
  8. Netflix
  9. Spotify
  10. Uber
  11. Gmail
  12. Pandora Music
  13. Amazon
  14. WhatsApp
  15. Wish
  16. Twitter
  17. SoundCloud
  18. Google Chrome
  19. Waze
  20. Lyft
A App Store é um serviço para o iPhone, iPod Touch e iPad criado pela Apple Inc., que permite aos usuários navegar e fazer download de aplicativos da iTunes Store. E depende da aplicação, ela pode ser grátis ou paga.

AngoSat-1 poderá acabar com o fenómeno “não tem sistema”

Recentemente a SISTEC, em parceria com a IBM , lançou uma plataforma que visa acabar com falta de sistema nos bancos angolanos, mas este problema continua a existir.

O lançamento do primeiro satélite angolano foi adiado recentemente, mas acredita-se que com a colocação do mesmo em órbita, haverá melhorias nos serviços de telecomunicações em Angola, garante o MTTI.

A margem de uma entrevista concedida ao Novo Jornal, Diogo de Carvalho PCE da Infrasat (empresa responsável pela comercialização de banda do AngoSat-1) está confiante na melhoria de prestação de serviços de empresas angolanas com o funcionamento do primeiro satélite angolano.

Com o satélite em orbita, como poderá ser o fim do fenómeno “não tem sistema”? 

Segundo o PCE da Infrasat, as redundâncias é que fazem não ter sistema. Temos fibra em todo país, e se houver um corte, falha a comunicação. Mas este fenómeno “não tem sistema” desaparecerá se tivermos uma redundância em satélite.

O mesmo salientou ainda que, os equipamentos actuais estão preparados para efectuarem o corte e automática comutação para o outro meio de comunicação sem que o cliente final aperceba-se. Essa é mais uma razão para dizer que, o satélite e a fibra completam-se.

Concorda com este ponto de vista?

[Entrevista] Appy Saúde, o projecto que promete revolucionar a saúde em Angola

Nos últimos anos em Angola têm surgido iniciativas empreendedoras bastante interessantes. Uns dos projectos que tem vindo a se destacar, “ataca” o problema da saúde em Angola. Falar de saúde em Angola é, até certo ponto, falar de “ausência de informação”. Sabe quantos hospitais existem em Angola? Quais são os hospitais mais próximos da sua casa? Que tipo de serviços prestam?

Há alguns meses surgiu o projecto Appy Saúde, criado uma equipe de jovens angolanos: Pedro Beirão e Jorge Cohen – fundadores da Appy – que em seguida convidaram Daniel Cohen, Mário Pinho e Clara Vieira.

Appy Saúde Team
Pedro Beirão, Clara Vieira e Daniel Cohen (da esquerda para a direita)

“É essencial continuar a providenciar informação que simplifique a vida de todos os cidadãos de Angola.” – Equipe do Appy Saúde

O projecto ganhou uma outra dimensão quando foram convidados a participar de um evento internacional, que abordaremos mais abaixo. Aproveitando essa fase de grande sucesso, a equipe do MenosFios (MF) teve a chance de conversar com a equipe do Appy Saúde (AS). Vejam como foi:

  1. [MF]: O que é o Appy Saúde?

[AS]: Appy Saúde é a maior plataforma digital de saúde de Angola. E é grátis.

O aplicativo de saúde nacional, que disponibiliza gratuitamente, informações úteis sobre os estabelecimentos de saúde existentes por toda Angola, pode ser descarregado através da App Store ou da Google Play Store. Informações que não existiam em lado nenhum, estão agora disponíveis neste aplicativo.

A Appy Saúde veio possibilitar que um dispositivo Android ou iOS se torne numa porta de entrada para informações úteis de mais de 1.800 Estabelecimentos de Saúde com fotos, endereços, direcções, contactos, horários, serviços e seguros associados, promoções comentários e avaliações dos utilizadores. Toda a informação é fornecida com base na localização do utilizador, dando a possibilidade a este de conhecer o que tem à sua volta, esteja onde estiver.

Os Estabelecimentos de Saúde disponíveis variam entre Farmácias, Hospitais Públicos, Clínicas Privadas, Centros de Saúde, Consultórios Médicos, Laboratórios de Análises Clínicas, Clínicas dentárias, Maternidades, Postos de Enfermagem, Centros de Fisioterapia, Centros de Oftalmologia, Centros de Optometria e Clínicas Veterinárias).

  1.   [MF]: Como surgiu a ideia da Appy Saúde?

[AS]: A Appy Saúde surgiu de uma necessidade de se encontrar informação de saúde pública, completa e actualizada. A falta de informação tem um impacto negativo na vida das pessoas, e no caso da saúde ter informação útil e fiável é sem dúvida fundamental. Tendo em conta este facto foi criada a Appy Saúde, com o objectivo de disponibilizar de forma intuitiva e prática informação útil para o cidadão.

A nossa visão é simplificar a vida das pessoas, através da utilização de plataformas digitais, tal como a nossa aplicação móvel, Appy Saúde, já disponível gratuitamente nas lojas de aplicativos App Store e Google Play Store.

A aplicação já é um meio prático e rápido para adesão de serviços de saúde

O que fizemos foi desenvolver esta plataforma nacional de saúde que centraliza toda a informação, permitindo a todos os utilizadores de um smartphone, consultar em tempo real e de forma gratuita (online ou offline), informações públicas sobre os estabelecimentos de saúde por todo o País. Centralizando a informação estamos a promover à descentralização da assistência, dando a conhecer aos cidadãos toda a oferta para que este possa tomar decisões mais acertadas. Ao aceder à aplicação o utilizador poderá ter, como costumamos dizer, “A Saúde na Sua Mão”, encontrando a informação útil acima citada.

Hoje em dia, mais do que um directório de informação a aplicação já é um meio prático e rápido para adesão de serviços de saúde que os estabelecimentos tenham disponíveis. Exemplo prático é o nosso Menu de Promoções, que visa listar todas as promoções de saúde do país, onde o utilizador já teve disponível um serviço de adesão com um procedimento super simples e rápido.

  1. [MF]: Qual a vantagem de usar a Appy Saúde?

[AS]:Várias vantagens, mas destacamos 4 pontos fundamentais:

  • Informação de Saúde Exclusiva e Actualizada: a informação completa e actualizada que só existe na Appy Saúde.
  • Conveniência: nenhum outro motor me permite saber qual o estabelecimento de saúde que está mesmo ao meu lado, fornecendo-me uma lista de opções à minha volta com dados completos e actualizados.
  • Acessibilidade: o usuário no conforto da sua casa ou trabalho pode aderir a um serviço que anteriormente teria que se deslocar ao estabelecimento.
  • Funcionar sem internet: o facto de o utilizador não precisar de estar ligado a internet para usufruir dos dados mais importantes

4. [MF]: Como avalia o sector da saúde em Angola e como vocês acreditam que podem agregar valor ao sector?

[AS]: Angola é um País com falta de informação acessível no sector da saúde e a Appy Saúde vem mudar este cenário. Com mais de 25 milhões de habitantes, Angola tem enfrentado, ao longo da última década, grandes desafios no sector da saúde, como, surtos de febre amarela, malária e desnutrição infantil.

A falta de informação tem um impacto na vida das pessoas e muitas vezes, é uma situação de vida ou morte.

Para além disso, o país enfrenta outro grande problema neste sector: a falta de informação. Até recentemente, as pessoas tinham de confiar em amigos ou familiares para por exemplo saber onde se dirigir para fazer um teste rápido de malária ou onde encontrar o hospital pediátrico mais próximo, ou andar às voltas à procura de Farmácias, especialmente Farmácias 24horas. A falta de informação tem um impacto na vida das pessoas e muitas vezes, é uma situação de vida ou morte.

Ao disponibilizarmos informação de saúde, actualizada e fiável, estamos já a agregar valor ao sector. Contudo, pretendemos agregar ainda mais valor, com a possibilidade de disponibilizar serviços pela plataforma.

Tendo em conta este facto, foi desenvolvida a Appy Saúde. Aplicação feita a pensar no bem-estar do cidadão, facilitando e simplificando o acesso a informação do sector da saúde em Angola, a Appy Saúde oferece “A Saúde na sua mão”. É simples! Experimentem fazendo o download GRÁTIS.

5.[MF]:Qual foi a reacção das farmácias, clinicas… quando abordadas para integrar o projecto?

[AS]: No início da recolha tivemos diferentes reacções: alguns negaram fornecer as informações, declarando que tinham que falar com o gerente, outros deram com todo o gosto e outros até, pediram para aparecer nas fotos de estabelecimentos que disponibilizamos na Appy Saúde.

Actualmente, somos frequentemente contactos por gestores de estabelecimento que solicitam a inserção dos dados na nossa plataforma. Uma vez que é um serviço gratuito para estarem integrados no projecto a adesão tem sido bastante boa.

6. [MF]: Recentemente foram convidados a participar do Web Summit em Lisboa, como foi essa experiência?

[AS]: A nossa experiência foi bastante proveitosa pois esteve alinhada com os nossos objectivos. O Web Summit valeu realmente o tempo e o esforço que colocamos sobre ele, desde a candidatura até ao final do evento.

…recebemos elogios pelo nosso projecto, Appy Saúde. Conseguimos validar que o que estamos a construir em Angola é o futuro.

Acreditamos que a experiência poderá ser produtiva para startups que queiram:

  • Divulgar o seu produto
  • Encontrar fornecedores de serviços e soluções inovadoras, a nível mundial
  • Angariar clientes para as suas soluções
  • Procurar investimento / investidores
  • Contactar pessoas que normalmente não poderíamos contactar
  • Aprender sobre novas tecnologias e trends mundiais (Através das palestras, encontros, etc).

Foi sem dúvida bastante útil estar um ambiente aberto no qual pudéssemos encontrar outras startups, ganhar mais experiência de falar com o público, conhecer novos clientes / parceiros, receber feedback directo e honesto para identificar as mensagens-chave que estavam em torno da nossa plataforma.

Existiam pessoas chave por lá e estávamos prontos para falar sobre o nosso produto com elas. Para além de sermos bem-recebidos, ainda recebemos elogios pelo nosso projecto, Appy Saúde. Conseguimos validar que o que estamos a construir em Angola é o futuro.

Reactivamos muita energia em termos de saber, “sim, o que temos é Bom!”

7. [MF]: Que passos devem dar as outras startups que queiram participar no Web Summit?

[AS]: Aqui vão alguns pontos que achamos importantes para quem vai participar no Web Summit:

  • Estabeleçam objectivos claros – estejam totalmente preparados! O Web Summit permite a realização de várias actividades, e é importante ter objectivos claros e concretos.
  • Planeámos com muita antecedência, acordámos cedo e não parámos nem mesmo por um segundo. Resultou!
  • Contactos antes, durante e depois do evento – o Web Summit é um festival de tecnologia. Não esperem conhecimentos profissionais profundos. Aproveitamos o evento para redes para aumentar a notoriedade da empresa ou própria, enquanto profissional! Foi crucial conversarmos com o maior número possível de pessoas, participarmos de encontros espontâneos. Nunca sabe de onde receberam informações mais importantes ou futuros parceiros / investidores. Comunicar até estar sozinho!
  • Utilizem a Web Summit app assim que ela for lançada – felizmente, o aplicativo é lançado antes do evento, o que torna mais fácil para as novas empresas se conectarem com pessoas relevantes. O aplicativo tem aspectos a melhorar, mas foi uma das melhores ferramentas gratuitas que usamos para contactar os nossos alvos e para divulgação da presença e da exposição.
  • Demonstrem o vosso produto – não basta falar sobre, mostrem às pessoas como ele funciona. Tínhamos reacções completamente diferentes quando mostrávamos a app.
  • Acompanhamento – vão obter um número extremo de novas conexões e não devem tratar a todos da mesma maneira. Assim, fizemos uma lista de prioridades e entramos em contacto com as pessoas mais importantes imediatamente a seguir! Organizar e dar seguimento todos os dias!
  • Desfrutem! – no final, não se esqueçam de aproveitar!

8. [MF]: Quais são os próximos projectos/inovações associadas ao Appy Saúde?

[AS]: Queremos ter toda a informação de saúde a nível nacional na aplicação, assim como, disponibilizar diversos serviços deste sector ao cidadão, como por exemplo, já em desenvolvimento a Marcação de Consultas e o Portal de Saúde.

Queremos também aumentar a nossa base de utilizadores, pelo que continuaremos a divulgar, de maneira mais massiva, o que é a Appy Saúde e como pode ser usada. É essencial continuar a providenciar informação que simplifique a vida de todos os cidadãos de Angola. Pretendemos continuar a melhorar a plataforma Appy Saúde, disponibilizando mais informações e mais serviços.

9. [MF]: O número actual de utilizadores está dentro dos valores que esperavam? Podem revelar alguns dados?

[AS]: Estamos com um crescimento notável! Em pouco mais de 7 meses atingimos mais de 10.000 pessoas. Recebemos sempre um feedback positivo onde comentam a facilidade de utilização da plataforma e a importância do projecto para a nossa realidade.

10. [MF]: Já podem dizer que o Appy Saúde é um aplicativo rentável? 

[AS]: Entender a importância das parcerias é um grande passo para o sucesso de qualquer empresa. As startups devem ter sempre ao seu lado parceiros de confiança e profissionais para oferecer o melhor aos seus clientes.

Nós, Appy Saúde, estamos a trabalhar com o Luanda Medical Center, Mecofarma e Entre nós e estas parcerias estratégicas são o nosso diferencial competitivo. Boas parcerias são sinal de ideias inovadoras e de credibilidade no negócio. Portanto, sim! A médio prazo, é um projecto rentável e bastante escalável.

11. [MF]: Acreditam ser possível hoje viver com os rendimentos de uma App?

[AS]: Sim. O desenvolvimento de aplicações móveis (apps) está a tornar-se um negócio de grande dimensão.  Como qualquer outro negócio será lucrativo consoante a ideia, o funcionamento, consoante a sua utilidade e o plano de negócios da empresa.


Agradecemos à equipe Appy, por dispensar este tempo à nossa equipe para partilhar as suas ideias.


 

O que é Programação Competitiva?

Artigo enviado por Hernani Neto. Quer partilhar conhecimento com os demais seguidores do MenosFios? Siga os passos.

 

Hoje, é raro encontrar alguém que nunca tenha tido contacto com algum computador ou smartphone, esses dispositivos oferecem uma série de funcionalidades para os seus usuários e facilitam de forma significativa muitas tarefas. Todas essas funcionalidade são baseadas em software. O processo pelo qual essas funcionalidades são desenvolvidas envolve a criação de software, ou seja, programação – processo de escrita de software. Isso não é novo para a realidade angolana, temos várias instituições voltadas para formação de quadros na área de programação. Contudo, a presença da Programação Completiva é relativamente nova e pouco notada por essas bandas.

Então… O que é Programação Competitiva?

De forma simples, programação competitiva é programar em um ambiente de competição. É um mind sport, realizado via internet ou rede local e envolve participantes, normalmente estudantes da área, que tentam resolver uma série de problema de acordo com alguma especificações, fazendo o uso da programação.

Uma competição de programação geralmente envolve a apresentação de um conjunto de problemas de lógica ou matemática aos competidores, e lhe é requerido que escrevam programas de computadores capazes de resolver cada problema. Vence o que mais problemas resolver e existem critérios de desempate como a velocidade de resolução e outros.

Um dos concursos mais conhecidos é o ACM-ICPC que originou-se nos anos 70 e cresceu incluindo mais de 88 países na edição de 2011. O interesse por programação competitiva cresceu extensivamente desde 2000, e atualmente é uma realidade viva nas grandes universidades a volta do mundo, em África países como África do Sul e Egito participam há quase 20 anos no ACM-ICPC. A programação competitiva desperta nos seus participantes muitas habilidades referentes a escrita de software, empresas como Google, Facebook, Amazon recrutam com frequência os melhores competidores de concursos de programação como o ACM-ICPC, pois reconhecem o potencial de um programador competitivo.

Os concursos conceituados a nível de programação competitiva normalmente contemplam estudantes universitários (ex. ACM-ICPC), do ensino médio (ex. IOI). Contudo existem também concursos abertos, onde qualquer um pode participar, como o Facebook Hacker Cup e TopCoder.

É extremamente proveitoso, durante o período de formação superior e média, participar em concursos e adquirir conhecimento de programação por meio de competições. Em Angola, desde o ano de 2016 tem se introduzido a cultura de programação competitiva, em 2016 alguns estudantes universitários participaram da fase regional sul africana do concurso ACM-ICPC, competindo com estudantes de várias instituições a nível de África. No ano presente, pela segunda vez, houve a participação de Angola. Felizmente também tem crescido o interesse em programação competitiva a nível do ensino médio onde o ITEL, tem sido os precursor da entrada do IOI (Olimpíada Internacional de Informática) em Angola.

O ideal é que as nossas instituições quer a nível superior, como médio se interessem e envolvam os seus estudantes neste fantástico mundo da programação competitiva, visto que se tem a ganhar.

Conheça o número de usuários da telefonia fixa nos três últimos anos em Angola

Recentemente apresentamos a evolução do número de usuários da rede móvel em Angola, onde claramente nota-se que  telefonia móvel contempla mais usuários que a fixa, e os dados apresentados comprovam os factos.

Conforme mostra o gráfico acima, no ano de 2014 a rede de telefonia fixa em Angola registou cerca de 287.416 mil usuários, em 2015 registou 284.925, e por fim no ano de 2016 registou 304.493 usuários.

Efectuando um balanço, podemos notar que no de 2014 á 2015 existiu uma perda de 102.491 clientes na rede de telefonia fixa em Angola, em contrapartida, de 2015 à 2016 houve um aumento de 19.568 clientes na rede de telefonia fixa.

É importante ainda salientar que, estes números foram fornecidos oficialmente ao público pelo INACOM. Fique atento que, no próximo artigo traremos o número de usuários da telefonia móvel nos últimos três anos em Angola.

Europa formaliza plano para implementar 5G até 2025

Os ministros Europeus de telecomunicações concordaram com um roteiro conjunto para o desenvolvimento e implantação da tecnologia 5G em toda a União Europeia (UE).

5G

Em uma reunião na Estônia, os representantes dos Estados membros no Conselho de Telecomunicações concordaram com um roteiro para o lançamento de 5G nas principais cidades e rotas de transporte em toda a zona econômica até 2025, com base em um acordo inicial alcançado em Julho de 2017.

O seu plano de acção prevê as principais actividades e prazos, incluindo a atribuição de bandas de frequências destinatárias para utilização 5G em acordos anteriores.

Hoje passamos a próxima etapa importante“, disse o ministra para o Empreendedorismo e as Tecnologias da Informação da Estónia , Urve Palo

“Não é nenhum segredo que uma Europa digital é uma prioridade para a Presidência da Estônia, no entanto, uma sociedade digital não pode ser criada sem Redes 5G ” – Urve Palo

A GSMA continua a exercer pressão sobre o Conselho de Telecomunicações, reiterando a necessidade de criar uma regulamentação que incentive o investimento. A associação está a fazer pressão para que algumas medidas sejam tidas em conta, incluindo a aprovação de comprimentos de licença mínima do espectro, para fortalecer o business case para grandes investimentos de operadores em redes de próxima geração.

O acordo de roteiro 5G do Conselho de Telecomunicações ocorre semanas após a Associação de Infraestrutura 5G apoiada pela CE lançou seu último plano para testes em toda a área econômica.

Durante a Mobile World Congress 2017, viu-se o interesse das principais companhias de telecomunicações da Europa no 5G. Ninguém quer ficar de fora deste barco.

Será que é hora dos países africanos começarem a definir a regulamentação para este novo padrão?

Saiba quando começa e termina o concurso público para o quarto operador de telecomunicações

Em finais de Novembro de 2017 o Ministro das Telecomunicações e Tecnologias de Informação, José Carvalho da Rocha, informou oficialmente que, o governo vai lançar um concurso público internacional para um quarto operador de telecomunicações, que vai incluir a rede fixa, móvel e de televisão por subscrição.

A entrega de candidaturas no INACOM começa no dia 8 de Janeiro de 2018 e termina no dia 27 de Fevereiro de 2018.

Cadernos de Encargos 

Para aceder aos cadernos de encargos os candidatos deverão pagar uma caução de 5% do valor do contrato e 15% quando forem seleccionados. O valor do contrato deverá ser verificado no INACOM no momento de consulta dos cadernos de encargos.

Segundo Brício Afonso (Economista), explicou ao Jornal expansão que os procedimentos do concurso público estão em linha e obedecem aos preceitos da lei, mas assinala que, só o concurso em si, abre um novo caminho no sector das telecomunicações.

O mesmo salientou ainda que, qualquer que seja a empresa que for seleccionada, independentemente da sua infraestrutura accionista, é vantajoso para o consumidor final porque terá mais opções de escolha.

Ansioso para conhecer a quarto operador?

Benguela, Huambo e Lubango com características para se tornarem cidades inteligentes

Realizou-se recentemente em Luanda, uma conferência organizada pela Multitel com o objectivo de abordar temas relativamente a Industria 4.0 (Engenharia, Tecnologia, e Desenvolvimento Económico).

Durante o evento, foram abordados varias questões, dentre elas as cidades inteligentes em Angola, onde a cidade de Luanda foi totalmente desconsiderada na perspectiva de tornar-se uma cidade inteligente.

A cidade de Luanda foi totalmente afastada desta perspectiva, visto que foi considerada totalmente desordenada para o efeito.

Segundo o Eng.º Luis Todo Bom (PCA da Multitel) o anfitrião que abordou sobre a engenharia 4.0, garantiu que as únicas cidades em Angola que poderão ou têm potencial para tornarem-se cidades inteligentes, são as cidades de Benguela (Lobito e Catumbela), Lubango e Huambo.

O que é uma cidade inteligente?

Uma cidade avançada, com alta tecnologia que permite ligar pessoas, informação e elementos da cidade utilizando novas tecnologias. Uma cidade inteligente é baseada em trocas de informações entre os vários subsistemas.

Seis características essenciais de uma cidade inteligente

  • Economia inteligente;
  • Pessoas inteligentes;
  • Governance inteligente;
  • Mobilidade inteligente;
  • Ambiente inteligente;
  • Vida inteligente.

Durante a sua explanação, o PCA da Multitel reconheceu que algumas das cidades citadas não preenchem todas características, mas caso algumas delas forem melhoradas, de certeza que em Angola poderemos ter cidades inteligentes.

Concorda com este ponto de vista?

Veja mais fotos do evento:

Conheça o Makuta Marketplace, um shopping online nacional

Makuta Marketplace é um shopping online nacional que entrou em funcionamento nesta quarta-feira (6/12), em Luanda, permite a população comprar bens e serviços e poder efectuar o pagamento através de Xikila Money ou por internet Banking.

O marketplace é um modelo de negócio conhecido como uma espécie de shopping center virtual. É considerado vantajoso para o consumidor, visto que reúne diversas marcas e lojas em um só lugar, facilita a procura pelo melhor produto e pelo melhor preço.

Segundo o Fernando Guelengue, o responsável pela área de Comunicação e Marketing da empresa Rebento, que é a detentora do projecto, disse que o Makuta Marketplace é de direito angolano, vai congregar as mais variadas lojas online, supermercados e lojas físicas de modos que os clientes tenham acesso de bens e serviços através dos seus dispositivos electrónicos.

A maior vantagem do marketplace é a visibilidade. Quanto maior a quantidade de visitas que o site possui, mais sólido será o público atingido, o que elimina a necessidade de investimento de tempo e dinheiro para a divulgação.

Na visão do Fernando Guelengue, nesta altura estão a trabalhar com os donos de algumas lojas e superfícies comerciais para aderirem a plataforma inovadora que vai juntar clientes e as empresas num click e garantir segurança na compra e no pagamento.

O Fernando explicou que as compras serão feitas nas lojas e supermercados onde fisicamente o cliente está habituado e o Makuta servirá de intermediário, mas fiscalizará todo processo até a entrega ao cliente.

“Os supermercados e lojas compram um espaço no Shopping online e a responsabilidade do controlo com as vendas, pagamentos e confirmação de entregas é do Shopping, para dar mais confiança a quem procura os nossos serviços, tendo em conta os riscos que a internet proporciona”, disse o Fernando Guelengue.

Já testou este novo MarketPlace?