O mercado cinematográfico angolano está numa boa fase. Tivemos a chegada da tecnologia IMAX, bem como a possibilidade de se efectuar a compra de bilhetes online. Mas a coisas não pararam por ai.
O Cinemax torna-se-á na primeira e única rede de cinemas a estrear, em exclusivo, a tecnologia 4DX em Angola, um sistema que dispõe de mais de 20 efeitos sensoriais diferentes. A tecnologia sul coreana vem proporcionar aos utentes dos cinemas em Angola uma experiência que transcende a tradicional exibição de filmes. Movimento de cadeiras, efeitos ambientais como vento, chuva e nevoeiro, luzes e aromas, associados ao vídeo e áudio original são alguns dos mais de 20 efeitos sensoriais da nova atracção.
Qual será o preço dos bilhetes com essa nova tecnologia e quando será a estreia?
Para assistir filmes com a tecnologia 4DX, os clientes irão pagar 2500 Kz. a estreia está marcada para o dia 1 de Dezembro de 2017.
Segundo Michel Ferreira (Director Executivo do CINEMAX), a tecnologia 4DX é uma nova abordagem e reafirmação do mercado cinematográfico em Angola. Garantiu ainda que a empresa vai continuar a proporcionar cinema ainda mais imersivo e continuar a marcar a história do cinema em Angola.
Quais são as salas de CINEMAX que vão albergar a tecnologia 4DX?
Esta nova tecnologia irá inicialmente estar disponível no Cinemax Talatona, e há garantias de oportunamente levar a tecnologia na maioria das salas de cinemas do grupo, para assim proporcionar a experiência a mais pessoas.
O WhatsApp implementou um novo recurso que tem a função de travar o microfone para que o usuário continue a enviar o áudio sem segurar o botão ao mesmo tempo.
O usuário para utilizar o novo recurso do Whatsapp, deve iniciar a gravação de uma mensagem de voz no aplicativo, assim como já era feito antes. Agora, porém, um sinal de cadeado aparece no ecrã antes de iniciar a gravação.
Será possível, por exemplo, navegar pelo chat em que o usuário estiver, enquanto manda o áudio, já que não precisa segurar o botão de microfone. Isso pode ser óptimo para quando quiser responder várias mensagens enviadas pelo contacto.
Ao deslizar o dedo para cima, em direção ao cadeado, a gravação é travada e o usuário pode tirar o dedo do ecrã. Com isso, a tarefa fica mais simples, o que permite, por exemplo, que o smartphone fique apoiado sobre alguma superfície.
Quando finalizar a gravação, basta pressionar o ícone de seta para enviar, ou “Cancelar” se desistir do envio. O novo recurso só está disponível por enquanto para usuários de iPhone, e para ter o acesso é preciso actualizar o Whatsapp para nova versão.
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Dando-se ao factor de crescimento populacional que se registra a nível do continente
Africano, é de se salientar o esforço dos governos e reguladores que têm feito para o
devido enquadramento das TICs nas nossas sociedades. Em Angola há projectos de destaque, como:
Projecto Nacional de Fibra Óptica
Segundo Ponto de Ligação Internacional (WACS)
Terceiro Ponto de Ligação Angola-Brasil (SACS)
Normalização e Migração para TDT
Lançamento do 1º Satélite (AngoSat)
No entanto, tem se notado um aumento significativo dos Angolanos/Africanos na utilização das redes sociais, partilha de vídeos ou multimédia. Neste contexto, o tráfego de informações vem aumentado o que vai requerer das operadoras aumentarem a sua cobertura e investimento em infraestruturas. Em África em particular, o tipo de banda larga mais predominante é a móvel, como 3G, 4G, estas não só são as mais rápidas de se implementar(comparando com redes fixas) mas com também têm um retorno no investimento (ROI) [do inglês, Return on Investment] mais rápido.
Em um webinar organizado pela Africacom com parceria com a Xalam Analytics, foi abordado uma tecnologia particular para redes fixas de acesso à internet, assim como voz e TV – até certo ponto semelhantes as redes metropolitanas implementadas pela ZAP e TVCABO – FTTH, FTTB. Para o aumento da utilização da internet no país, bem como aumento os indicadores internacionais das TICs definidos pelo ITU-T, politicas para incentivar o aumento deste tipo de redes deveriam ser mais enfatizadas.
FTTH (acrônimo de Fiber-to-the-Home – Fibra para o lar) é uma tecnologia de interligação de residências através de fibra ópticas para o fornecimento de serviços de TV digital, Rádio digital, acesso à Internet e Telefonia. – in Wikipédia
Visto que é um tipo de tecnologia que requer um grande capital de investimento para a implementação da rede óptica, resultando em um prazo de implementação mais longo e um ROI a longo prazo, reguladores devem então criar estratégias como: Implementar um rede pública e operadoras apenas se responsabilizam com equipamentos para redução do CAPEX(Capital Expenditure), provavelmente assim atrairia mais operadoras.
Durante a sessão de perguntas e respostas do webinar questionei ao Director gerente da Xalam Analytics, Sr. Guy Zibia sobre qual seria então a dificuldade de reguladores africanos em criarem políticas para atrair investimento em FTTH?, ele respondeu que na verdade é uma questão directa mas difícil de responder, acredito que deve ser pelo motivo dos nossos líderes não estarem a projectar para o futuro ou com uma visão no futuro.
Uma outra questão abordada foi se FTTH/P é um luxo no mercado Africano?
Pelas pesquisas feitas pela Xalam, não é, mas, devido o custo na implementação, barreiras regulatórias, pelo facto de África ser predominantemente wireless, a demanda neste mercado não ser alta o suficiente têm sido as barreiras principais para o crescimento deste mercado.
Outros factores no meu ponto de vista são: a urbanização das cidades africanas e o custo elevado cobrado por operadoras como TVCabo ou ZAP. Normalmente apenas famílias de renda média estariam disponíveis a obter serviços destas operadoras. E operadoras são mais proeminentes a oferecerem seus serviços em zonas com maior densidade populacional, ou zonas empresariais, industriais para obter um ROI mais rápido.
Como resumo, políticas devem ser criadas para aumentar o investimento e enquanto países Africanos não aumentarem significativamente o nível de vida ou renda e os locais onde os mesmos vivem, África continuará atrás quando se refere nos níveis de penetração ao acesso à internet.
Técnicas inspiradas pela Ford estão a ser incorporadas na maior instalação de tratamento do cancro na Europa. A se concluir o projecto, doentes com cancro em todo mundo vão poder contar com um processo de tratamento revolucionado na sua plenitude.
Por hoje, a produção de veículos e o tratamento do cancro são objecto de troca de ideias, sendo que as técnicas de ‘big data’ do Centro de Oncologia Integrada (CIO), da Universidade de Colónia, na Alemanhã, estão a ajudar a Ford no desenvolvimento do veículo do futuro.
O mentor do projecto e director da fábrica de montagem de viaturas da Ford na Alemanha, Mike Butler, descobriu depois de lhe ter sido diagnosticado um cancro e ver o processo através do qual os pacientes eram tratados. Fascinando-se como o mesmo Butler viu uma oportunidade de introduzir práticas da fábrica de produção de automóveis onde trabalha que poderiam melhorar o processo.
Em colaboração com a sua equipa, pesquisaram e propuseram alterações que estão actualmente a ser implementadas naquela que se espera vir a tornar-se a maior unidade dedicada ao tratamento do cancro na Europa.
Essa “descoberta” se tornou desde então num fluxo bidireccional de ideias, já que o pessoal do reconhecido Centro de Oncologia Integrada (CIO) da Universidade de Colónia, um dos principais centros alemães de luta contra o cancro, está a passar a sua experiência de trabalhar com ‘big data’ para apoiar a investigação da Ford em veículos do futuro. No link que se segue é possível ver a actividade que a Ford desenvolve para alcançar tal proeza:
“Passei cinco anos em salas de tratamento, e pensei de que modo é que poderia tornar a vida dos pacientes mais fácil”, disse Butler, que agora está em fase de remissão de cancro do cólon.
“Acendeu-se mesmo uma lâmpada quando me dei conta que muitos dos sistemas que asseguram as fábricas de automóveis funcionam de modo fluido poderiam ser implementadas em hospitais. Agora, temos um intercâmbio de ideias de que beneficiam os pacientes actuais e poderão ajudar também no modo como nos deslocamos no futuro. Quanto mais trabalharmos em conjunto, mais sinergias vamos encontrar entre o nosso trabalho na Ford e os desafios que se enfrentam na investigação do cancro”, disse Mike Butler.
As linhas de cores de paredes e chão das instalações foram concebidas para garantir que o tratamento seja menos stressante e mais rápido, e fazem com que a equipa, pacientes e visitantes se orientem melhor dentro das acomodações; os ecrãs de grandes dimensões ajudarão a facilitar a comunicação entre os principais funcionários médicos. A equipa também propôs salas flexíveis com divisórias amovíveis em vez de salas e áreas de enfermagem fixas. Na instalação existente, tudo isso já contribuiu para uma melhoria de 30% no fluxo de pacientes.
Entretanto, as equipas médicas do hospital estão a aconselhar a Ford sobre os processos que eles usam para conceber e desenvolver abordagens completamente diferentes para combater o cancro. A companhia está agora a aplicar esta linha de pensamento “fora da caixa” em relação aos futuros veículos e novas tecnologias.
“A medicina é uma ciência em constante mudança, onde pequenas mudanças têm um enorme impacto sobre a vida dos pacientes”, disse o Dr. Michael Hallek, director do CIO, que foi em repetidas ocasiões homenageado pelo Centro Contra o Cancro alemão como o principal centro oncológico.
O director do Centro de Oncologia Integrada precisou que “com a ajuda da Ford, está-se a fazer enormes melhorias que beneficiarão as vidas e o tratamento de futuros pacientes nos próximos anos. E esperamos que alguns dos nossos métodos de fazer as coisas ajudem a Ford a desenvolver o que a mobilidade poderá ser no futuro”, acrescentou.
Recentemente a Huawei garantiu em Luanda, que pretende criar uma rede de software para empresas nacionais, essa rede terá como missão alcançar a expansão industrial através da construção de um ecossistema, para as operações digitais que contribuirá em acelerar a transformação digital da indústria de telecomunicações e construir um mundo cada vez mais conectado.
Nesta terça-feira 28 de Novembro de 2017, mais uma novidade vinda da empresa Chinesa, com o lançamento do Programa “Huawei Academia” na Universidade Católica de Angola, com propósito de ajudar os estudantes a iniciar uma carreira, preparando-os para o mercado de trabalho.
Os jovens na academia vão beneficiar numa primeira fase de cursos básicos para iniciantes (Hiper e Wer).
A academia criada pela multinacional chinesa, dará acesso à novas habilidade à todos os estudantes, independentemente da sua formação de base e do curso em que esteja a frequentar. O treinamento na academia permitirá aos jovens, o desenvolvimento do conhecimento e habilidades no sector das tecnologias de informação e comunicação e dotá-los de certificação da Huawei mundialmente reconhecida.
Veja mais fotos da apresentação da academia da Huawei na Universidade Católica de Angola:
Considera a abertura desta academia como uma mais valia?
A Associação de Empresários e Executivos Brasileiros em Angola (AEBRAN) está a organizar o Fórum Económico – Telecomunicações: novas fronteiras para os negócios em Angola, como parte da programação da Semana do Brasil.
Entre as empresas participantes constam a Anglobal, Prado Valadares, Angola Cables, Comsoluções, Alimenta Angola, Esplanada Grill, Sagres, Grupo Aldeia e Unitel.
Esta é uma boa chance de saber o que os executivos de empresas de renome no país almejam para o futuro das telecomunicações.
Já foi oficialmente confirmado que a Angola Telecom será a terceira operadora de telefonia móvel em Angola. Mas parece que a empresa angolana não irá operar sozinha nesta nova fase, visto que foi confirmado que, 45% do capital social será privatizado.
O Governo angolano oficializou ontem 28 de Novembro de 2017, que está em curso o processo de privatização de 45% do capital social da Angola Telecom, que entretanto já recebeu do Estado o título que a habilita como terceiro operador nacional da rede móvel.
Está confirmação consta de um edital publicado pelo Ministério das Telecomunicações e Tecnologias de Informação, que acrescenta que esta alienação insere-se já no recente plano intercalar aprovado pelo novo Presidente angolano, para melhorar a situação económica e social do país.
Nesta confirmação, consta ainda o Título Global Unificado, que transforma a Angola Telecom no “terceiro operador de telefonia móvel, bem como permite prestar qualquer serviço de comunicações electrónicas, com base em qualquer tipo de tecnologia“, ao abrigo do Plano Estratégico sobre o Regime de Licenciamento dos Operadores de Comunicações Electrónicas.
Quando é que a operadora começará os testes?
Angola Telecom garante que a parte técnica já está praticamente concluída e somente aguarda o aval do INACOM para começar a fazer os primeiros testes.
Actualmente no sector das telecomunicações em Angola, fala-se na chegada do quarto operador de telecomunicações Angola. O Ministério das telecomunicações já confirmou a abertura de um concurso público em breve.
Com muitos angolanos ansiosos pela entrada da Vodacom em Angola a MenosFios foi investigar e descobriu que a empresa já tem presença em território nacional.
Que serviços são prestados pela Vodacom em Angola?
Durante uma conversa mantida via telefone com os escritórios da Vodacom em Angola, foi nos garantido que a empresa presta localmente servicos como ISP – Internet Service Provider (Provedor de Serviço de Internet) para empresas.
Para empresas a Vodacom em Angola presta serviços de Internet por FIBRA, VSAT e WIMAX.
Estes pacotes combinam mídias de acesso de Internet de negócios, conectividade de VoIP (voz sobre protocolo de Internet), e-mail hospedado e hospedagem do site em várias configurações.
Será que a Vodacom poderá tonar-se uma operadora de telecomunicações em Angola?
Infelizmente não há garantias, mas com o novo paradigma existente no sector em Angola, acredita-se que tudo é possível, visto que a empresa já é um operador em alguns países Africanos.
Gostaria de a ver a Vodacom como uma operadora de telecomunicações em Angola?
Recentemente surgiu a informação de que, 65% da banda KU do AngoSat-1 já foi vendida, mostrando o sucesso das vendas. Onde deu-se a garantia de que países como Moçambique, Lesoto, Congo Brazavile, Congo Democrático, Togo já efectuaram as suas reservas, e está em curso uma negociação Reino da Bélgica.
Quanto ao lançamento do primeiro satélite angolano, estava previsto para dia 07 de Dezembro de 2017, agora foi adiado para o dia 26 de Dezembro de 2017. informação recente avançada por uma das empresas que faz parte do consorcio que construiu o AngoSat-1.
Segundo a RSC Energia (empresa que lidera a construção espacial Russa), informa apenas que o lançamento foi adiado para data supracitada, sem quaisquer justificação. Apenas salienta que o trabalho preparatório para o lançamento continua a decorrer.
A mesma nota publicada, diz ainda que, os testes relacionados com bateria e o veículo de lançamento foram totalmente completados, onde foram ainda feitas reparações no sistema de fornecimento de combustível interno.
Recentemente José Carvalho da Rocha, ministro das Telecomunicações e das Tecnologias de Informação, defendeu a necessidade de partilha de infraestruturas de telecomunicações por parte das operadoras, salientando que, este um dos pressupostos para redução dos custos de operações.
Mas parece que as coisas decidiram não ficar por ai, agora o titular da pastagarantiu que vai “exigir” aos operadores de telecomunicações que operam no país o cumprimento da legislação que obriga à partilha das infraestruturas.
O titular reforçou informando que, existe de facto um decreto que obriga a que todas as infraestruturas capazes de albergar os serviços ligados às Tecnologias da Informação e Comunicação devem ser partilhadas. Qualquer um dos operadores que está no mercado tem consciência disso, e o MTTI como arbitro do sector irá exigir que isso ocorra, até porque isso será bom para todos.
Porque motivo o Governo vai exigir essa partilha de infraestruturas?
A montagem de um operador global não é fácil. Estruturar uma rede para Luanda não leva pouco tempo e muito mais ainda estruturar uma rede para todo o país, nas condições que nós temos, será ideal que as operadoras que já encontram-se instaladas partilhem as suas infraestruturas para facilitar o processo.
Concorda com a partilha de infraestruturas entre as operadoras em Angola?