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Quarta-feira, Fevereiro 4, 2026
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Já é possível hackear um computador através de ventilador de CPU

Segurança

O computador já está presente no quotidiano de grande parte da população e, provavelmente, para estas pessoas, seria muito difícil imaginar como seria a vida sem poder usufruir das diversas facilidades e oportunidades trazidas por esta tecnologia.

Um problema de segurança em seu computador pode torná-lo indisponível e colocar em risco a confidencialidade e a integridade dos dados nele armazenados. Além disto, ao ser comprometido, seu computador pode ser usado para a prática de actividades maliciosas.

Pois, em cada nova estratégia criada para proteger um computador, existe um hacker a tentar descobrir uma forma de contorná-la. Para algumas empresas que trabalham com informações sigilosas, tais como exércitos e bancos, preferem desligar totalmente o aparelho.

Em Israel, na Universidade Ben-Gurion, tornou-se o passatempo do Centro de Pesquisa em Cybersegurança invadir computadores isolados. Os pesquisadores daquela instituição trabalham com computadores totalmente offline e a sua mais nova técnica para roubar informações dessas máquinas é tirar vantagem dos ventiladores da CPU.

Hoje em dia, infectar um computador, mesmo sem a conexão com internet, é razoavelmente fácil. Exemplo real disso, é o Stuxnet, o vírus que invadiu as centrífugas de enriquecimento de urânio no Irão, foi transmitido para uma instalação nuclear milimetricamente segura por um pendrive infectado.

O gerente de pesquisa e desenvolvimento do centro de Pesquisa de Segurança Cibernética da instituição acima referida, Mordechai Guri juntamente com os seus colegas no laboratório conseguiram desenhar três ataques que usam vários métodos para extrair dados nos computadores que envolvem ondas de rádio, eletromagnéticas, rede GSM e até mesmo o calor emitido pelos computadores.

A NSA, por exemplo, utiliza uma tecnologia chamada Cottonmouth, que usa radiofrequência, que faz com que, quando um usuários pretende roubar informações do seu sistema, precisa que ele transmita de volta as senhas e dados secretos. Mas a indústria de cybersegurança também tenta se adaptar com essas técnicas, remove todo o tipo de caixa de som que seja capaz de transmitir ondas se for hackeada.

Para tentar reduzir os riscos e se proteger é importante que o usuário adote uma postura preventiva e que a atenção com a segurança seja um hábito incorporado à sua rotina, independente de questões como local, tecnologia ou meio utilizado.

GoodPeople: o aplicativo de empreendedorismo colaborativo

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De certeza que uma das maiores dificuldades que alguns empreendedores tem enfrentado é tirar a sua ideia do papel para a pratica, é nesta senda que surge o GoodPeople, um aplicativo que tem como objectivo conectar as pessoas com talentos complementares para que encontrem novas oportunidades e tirem as ideias do papel.

O aplicativo actualmente conta com mais de 5 mil usuários em todo mundo, procurando conectar pessoas com talentos complementares e com novas oportunidades, com o objectivo de realizar projectos ou tirar da gaveta ideias sem ter que, necessariamente, haver alguma troca monetária.

Segundo um dos idealizadores do aplicativo, “Quando a pessoa tem uma ideia e quer realizá-la, a mesma não precisa necessariamente de dinheiro, precisa de pessoas, de uma equipe de talentos que acredite nesta ideia”.

Como funciona o GoodPeople?

Depois de ter feito o download, o usuário cadastra-se, adiciona seus talentos e uma pequena descrição, e basicamente está pronto para conectar-se com oportunidades. O usuário pode também publicar o seu projecto, e contando ainda quais são os talentos  que deseja encontrar para assim poder avançar. A partir daí basta uma simples busca para os usuários começarem a conversar via chat.

Além de funcionar gratuitamente para o público em geral, o aplicativo também oferece uma solução de grey label para empresas que queiram encontrar talentos dentro da própria corporação. Essa pode ser uma solução bastante satisfatória para os empreendedores Angolanos, que tem as suas ideias no papel e precisam de ajuda para os tirar do papel.

Plataformas disponíveis:

O GoodPeople está disponível para os sistemas Android e iOS, caso queira fazer o download basta clicar nos links abaixo, ou procurar na loja dos aplicativos de ambas plataformas.

Android: https://play.google.com/store/apps/details?id=com.goodpeopleapp.goodpeople

iOS: https://itunes.apple.com/br/app/goodpeople/id1044109830?l=en&mt=8

Veja o que é possível efectuar com este app:

Nokia tem licença para produzir smartphones com Android durante 10 anos

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Recentemente foi confirmado de que a Nokia irá voltar ao mercado dos smartphones no ano de 2017, mas como era já esperado o mesmo terá como o sistema operativo Android, visto que já foi confirmado um contrato de 10 anos para que os telefones possam sair ao mercado com esse sistema operativo para smartphones.

Felizmente o acordo está agora concluído e os telemóveis com a marca Nokia continuarão a ser vendidos em regiões onde há uma elevada procura, a maior parte dos mercados emergentes. Além disso, a Nokia revelou ainda que uma nova linha inteira de smartphones e tablets com o sistema Android deverá sair em 2017.

E para ajudar a tornar esta notícia um pouco mais real, a Nokia agora tem uma secção para os seus próprios telefones no seu site oficial, com a confirmação de que os mesmos irão surgir com o sistema Android, embora que os mesmos ainda não estejam visíveis, nem disponíveis para  venda.

Conheça ainda o possível smartphone da Nokia com o sistema Android.

Relatório da Kaspersky diz que 25% das redes Wi-Fi públicas no mundo não são seguras

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A Kaspersky Lab analisou mais de 31 milhões de redes Wi-Fi públicas em todo o mundo e chegou à conclusão que 25% delas não são seguras. Isso quer dizer que, colocam em risco os dados pessoais dos usuários.
Kaspersky Lab é a maior empresa privada de soluções de segurança endpoint do mundo. A empresa inclui-se entre os 4 maiores fornecedores de soluções de segurança endpoint do mundo. Ao longo da sua história, de mais de 15 anos, a Kaspersky Lab fez um trabalho contínuo de segurança TI e oferece soluções eficazes de segurança para grandes empresas, PMEs e consumidores. Actualmente, a Kaspersky Lab opera em quase 200 países e territórios de todo o mundo, onde oferece protecção em mais de 300 milhões de usuários.
Tudo o que é transmitido através destas redes, que inclui mensagens pessoais, palavras-passe, documentos e outras informações, é facilmente interceptado e utilizado pelos hackers, Tailândia, França, Israel ou os EUA, que são os destinos turísticos populares  estão entre os países com as mais altas percentagens de hotspots de Wi-Fi não encriptados.
A maior ameaça à segurança do Wi-Fi gratuito é a capacidade de um hacker posicionar-se entre usuário e o ponto de conexão. Então, em vez de falar directamente com o ponto de acesso,  o usuário envia as suas informações para o hacker, que as retransmite.
O director geral da Kaspersky Lab Iberia, Alfonso Ramirez disse o seguinte: ” Aconselhamos todos os utilizadores a estarem constantemente alerta quando se ligados a uma rede Wi-Fi. Não utilizem hotspots que não solicitam palavras-chave para realizar actividades de alto risco como aceder à conta bancária online ou fazer compras da mesma forma, bem como transferir informações confidenciais. Se esse conjunto de informações for interceptado por terceiros, pode resultar em graves perdas para o utilizador. E, claro, recomendamos fortemente a utilização de medidas adicionais para proteger estas ações, como uma tecnologia VPN (Virtual Private Network)
A sua rede wi-fi é segura?

Nokia e HPE estabelecem parceria para expansão de Internet das Coisas

Internet das coisas

A Nokia e a Hewlett Packard Enterprise, que é uma empresa de soluções corporativas da HP, anunciaram nesta quarta-feira, 30 de Novembro, uma parceria em “internet das coisas“. As empresas vão desenvolver e comercializar em conjunto soluções para cidades inteligentes a partir do começo de 2017.

As duas empresas, vão oferecer, aos clientes industriais e as fábricas, soluções para gerenciamento de activos, manufactura inteligente, automação local remoto e manutenção preditiva, e as escolhas de redes avançadas para uma melhor conectividade para soluções de cidades inteligente, como iluminação inteligente e edifícios inteligentes.

A “internet das coisas” tem como objectivo expandir a infraestrutura existente de Internet (IP, tais como UDP ou TCP) aos dispositivos, a fim de facilitar a comunicação entre os próprios dispositivos e entre eles e os seres humanos.

A Nokia e a HPE, oferecerão conectividade, networking core, agregação de dados e tecnologias de computação das duas empresas. Por tanto as duas companhias estão a trabalhar actualmente em uma prova de conceito-para cidades inteligentes, combinando capacidades de roteamento da Nokia com capacidades de TI híbrido da HPE para modelos de entrega de projecto conjunta.

“Estamos satisfeitos em ampliar nossa parceria com a HPE no espaço Internet das coisas. presença no mercado da HPE oferece Nokia acelerada e maior acesso às verticais de mercado empresarial e de destino, juntamente com um portfólio complementar de produtos e serviços”, disse o diretor de estratégia da Nokia, Kathrin Buvac.

Antonio Neri, vice-presidente executivo, chefe do grupo de empresas na HPE, disse:

“A adição da Nokia com o ecossistema de parceiros da HPE, vai trazer uma escolha mais ampla e tecnologias líderes de mercado para os nossos clientes em comum. As duas empresas possuem uma longa história de inovação que ajudará nossos clientes através de sua jornada de digitalização. “

De acordo com a empresa de pesquisa de mercados e, o mercado de internet das coisas para cidades inteligentes e fabricação prevê um crescimento de cerca de US $ 161 bilhões até 2020. Tudo porque os mercados mercados vão crescer como empresas de fabricação por usar a Internet das coisas para melhorar a produtividade no processo de produção e da cadeia de abastecimento.

Cresce o número de jovens envolvidos em crimes cibernéticos no Gana

 

CyberCrime

Os crimes cibernéticos são crimes que envolvem qualquer actividade ou prática ilícita na rede. Essas práticas podem envolver invasões de sistema, disseminação de vírus, roubo de dados pessoais, falsidade ideológica, acesso a informações confidenciais e tantos outros.

No Gana, o número de jovens que recorrem a esses crimes está a crescer cada vez mais, há um aumento considerável no uso de falsas identidades na internet. De acordo com um relatório da Africa News, muitos são os que recorrem a essa prática para poderem ganhar a vida ou seja o cibercrimes está a ser usado como uma forma de sustentabilidade.

Os jovens Ganeses, que optam por essa prática, criam sites falsos, para atrair usuários de internet, principalmente em sites de namoro, sites de compras online, entre outros. Informações falsas são cada vez mais crescentes nesse país africano e em alguns sites os jovens efectuam cobranças de alguns valores monetário para o envio de fotografias, principalmente em sites de relacionamento.

Alguns especialistas acreditam que a nova tendência não é uma consequência do desemprego, mas a indústria de e-commerce em expansão e a juventude que já possui um conhecimento sobre a  tecnologia está a tirar vantagem disso e aproveitam fazer os crimes cibernéticos para de alguma forma conseguir certos lucros inapropriados.

A prática de crimes cibernéticos é tão comum que, segundo dados divulgados pela Norton, empresa especializada em segurança digital, cerca de 65% dos internautas já foram vítimas de alguma forma de crimes cibernéticos. A maior dificuldade para combater esses crimes é a falta de leis e punições eficientes em diversos países na luta contra os crackers.
África tem tido um crescimento bastante considerável em termos de tecnologias, e com isso é preciso que os governos comecem a tomar devidas precauções com relação a segurança digital. Porque uma das fortes características dos crimes cibernéticos é a predominância transnacional, o que dificulta as investigações e a apuração de provas contra o acusado.
Será  que em Angola isto ainda não é motivo de preocupação?

Angola Cables assina um acordo com Amlight com foco em investigação cientifica

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Angola Cables empresa nacional de telecomunicações, estabeleceu um acordo com a Amlight (Americas Lightpaths) para uma melhoria de infra-estruturas de pesquisa e educação, o acordo que foi assinado nesta quarta-feira (30) de Novembro, contará com a colaboração do continente africano, os Estados Unidos da América e América Latina, que visa trazer um desenvolvimento de uma rede de internet de próxima geração.

O acordo entre Angola Cables e a Amlight, tem como objectivo principal ligar as comunidades de investigadores e estudantes, bem como ajudar a promover a criação e a partilha de conhecimentos entre os países envolvidos.

António Nunes, director Executivo da Angola Cables, referiu que a assinatura firma o compromisso em apoiar a investigação e a educação entre o continente africano e as Américas,  por intermédio da operação da infra-estrutura de rede de produção para comunicação e colaboração.

É um momento histórico que marca o início da conectividade directa de cabo submarino entre a América Latina e o continente Africano, e que a sua instituição está preparada para começar a operar um novo ponto de intercâmbio internacional aberto para pesquisa e educação em Fortaleza, Brasil, em colaboração com os membros do consórcio Amlight- palavras do director geral da Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP) do Brasil, Nelson Simões.

Nelson Simões, disse ainda que está em curso planos para interligar as comunidades de investigação e educação dos Estados Unidos da América e do continente africano, que por sua vez, vai estabelecer uma conexão de rede de alto desempenho entre o ponto de intercâmbio internacional AMPATH, em Miami, o Angonix, ponto de troca com raiz em Luanda, e o Defined Exchange (SDX) em São Paulo.

A ciência, a tecnologia e a inovação são, no cenário mundial contemporâneo, instrumentos fundamentais para o desenvolvimento, o crescimento econômico, a geração de emprego e renda e a democratização de oportunidades. O trabalho de técnicos, cientistas, pesquisadores e acadêmicos e o engajamento das empresas são factores determinantes para a consolidação de um modelo de desenvolvimento sustentável, capaz de atender às justas demandas sociais de várias pessoas em Angola e no continente africano no seu todo.

Esperamos que este acordo possa trazer benefícios para as instituições de ensino em Angola…

Quer construir um carro autônomo? Aproveite o código da comma.ai

GeoHot

George “Geohot” Hotz é um dos hackers mais proeminentes da sua geração. Bastante conhecido por ter “ultrapassado” os protocolos de segurança do iPhone e da Play Station em tempo recorde, o programador norte americano decidiu virar as suas baterias para um ramo pouco convencional: carros autônomos.

GeoHot criou então a sua companhia “Comma.ai” e prometia trazer kits que transformassem carros comuns em carros autônomos, ou semi-autônomos, para sermos fieis ao conceito.

O projecto não funcionou como planejado, principalmente por problemas legais. A empresa teria de gastar muito dinheiro para convencer as autoridades americanas sobre a segurança do projecto.

No entanto, isso não significa que a tecnologia que esteve a ser desenvolvida com afinco por George Holtz nunca chegue a ver a luz do dia, muito pelo contrário, a equipe da Comma.ai publicou o código-fonte para sua tecnologia de auto-condução “Openpilot” e sua plataforma de robótica NEO. Está tudo disponível gratuitamente no GitHub.

Quem tiver conhecimentos de programação, paciência e recursos de hardware, poderá dar continuidade ao trabalho da Comma.ai.

Decerto que várias companhias do sector automobilístico já enviaram os seus especialistas para “espiar” o código de GeoHot.

Em Angola temos algumas faculdades com o curso de mecatrônica, está ai uma boa chance de captar conhecimento gratuito sobre uma área que está a crescer de um modo impressionante.

Gooligan: o malware que atingiu 1 milhão de contas Google. Previna-se!

Uma autêntica bomba foi descoberta ontem, um novo ataque de malware, denominado Gooligan, conseguiu atacar cerca de 1 milhão de contas Google (e a subir cada vez mais. Cerca de 13 mil contas por dia.)

Gooligan

O que o vírus faz?

A empresa de segurança da Check Point foi a responsável por identificar essa variante de malware para Android que faz rooting aos dispositivos Android e rouba endereços de email e credenciais de autenticação. Depois de obter o e-mail e senha, os atacantes conseguem aceder a dados guardados no Gmail, Google Photos, Google Docs, Google Play, Google Drive e G Suite.

O grande alvo são os dispositivos com versões antigas do Android:  Android 4 (Jelly Bean, KitKat) e 5 (Lollipop), que representam perto de 74% de todos os dispositivos Android em utilização. Depois de os atacantes conseguirem obter o controlo sobre o dispositivo, conseguem ganhar dinheiro através da instalação de aplicativos do Google Play, sem que a vítima dê conta.

Como o Gooligan se propaga?

O bom e velho método da propagação via instalação de aplicativos não confiáveis. Ao instalar um aplicativo infectado com o Gooligan num dispositivo Android vulnerável, ou clicar num link malicioso numa mensagem de phishing (que maioritariamente chega por email).

Os números deste malware

Até ao momento sabemos que o Gooligan instala pelo menos 30 mil apps nos dispositivos comprometidos, o que significa mais de dois milhões de apps desde o arranque desta campanha.

O que está a ser feito para impedir o avanço do Gooligan?

A Google contactou todos os utilizadores afectados e revogou as suas credenciais de acesso, removendo ainda as apps associadas à família Ghost Push da sua loja oficial Google Play e adicionando novas protecções à sua tecnologia Verify Apps.

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Verifique se está infectado pelo Gooligan

A empresa de segurança Check Point disponibilizou uma ferramenta gratuita para verificação. Basta clicar aqui e inserir o seu e-mail.

E se a conta foi infectada?

Terá de reinstalar o seu sistema operativo. Uma limpeza total.

Google: Cegueira causada pela Diabete poderá ser detectada com antecedência

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De certeza que muitos de nós sabemos quão perigoso são as Diabetes, visto que as úlceras  associadas à doença podem levar à amputação do membro, enquanto a retinopatia diabética (DR) pode deixar as pessoas cegas. De um modo a evitar estes dois factores causado pela doença, a Google decidiu estudar as possibilidades para detectar a retinopatia diabética antes que se torne um problema, e sem a ajuda de um médico no local.

Felizmente estes estudos estão a ter resultados satisfatórios, uma vez que a doença é diagnosticada com mais facilidade ao examinar uma imagem do fundo do olho, a equipe do Google passou os últimos anos a desenvolver um conjunto de dados de 128.000 imagens individuais, examinadas por 3 à 7 médicos oftalmologistas de um total de 54. Marcando as áreas danificadas áreas do olho – micro aneurismas, hemorragias e similares, em seguida, estes dados foram colocados em um sistema de aprendizagem de máquina (Inteligência Artificial), com esses dados, a Google conseguiu construir uma ferramenta de diagnóstico altamente confiável. Quando testado com 12.000 imagens, o diagnóstico do sistema estava “a par com o dos oftalmologistas”.

Com estes resultados, a Google espera expandir o escopo deste sistema para ser capaz de diagnosticar a doença a partir de imagens 3D mais complexas (geradas a partir da Tomografia de Coerência Óptica). A equipe está ainda a considerar a possibilidade de automatizar o processo de diagnóstico, para melhor servir os pacientes em locais remotos que poderiam de outra forma não ter acesso a especialistas treinados.

Bem haja a Google pela iniciativa.