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Terça-feira, Março 3, 2026
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Universidades americanas estão a restringir o uso do TikTok e a revoltar estudantes

Há uns dias, o Senado dos EUA proibiu o TikTok nos dispositivos do governo, devido a questões relacionadas com a privacidade e a segurança dos dados e das informações. Afinal, o ano pode ser novo, mas as desconfianças relativamente às intenções da plataforma permanecem.

A par disso, algumas universidades decidiram bloquear o acesso à rede social em dispositivos que fossem propriedade das escolas ou que estivessem simplesmente ligados às redes Wi-Fi dos seus campus. De acordo com a CNN Business, esse número é pequeno, “mas crescente”.

University of Oklahoma e a Auburn University, bem como o University System of Georgia, que inclui todas as instituições públicas de ensino superior da Geórgia, são exemplos de universidades que definiram restrições.

Em conformidade com a Ordem Executiva do Governador 2022-33, com efeitos imediatos, nenhum funcionário ou estudante universitário poderá aceder à aplicação ou website TikTok em dispositivos de propriedade, ou operados pela Universidade, incluindo redes com e sem fios.

Escreveu a University of Oklahoma, num e-mail, que revelou que a escola exigirá que as contas geridas pela universidade sejam apagadas e que “plataformas de comunicação social alternativas sejam utilizadas no seu lugar“.

Por sua vez, um porta-voz da Auburn University disse que a decisão “não é uma proibição no campus”, uma vez que os utilizadores poderão aceder à aplicação em dispositivos pessoais, através dos seus próprios dados móveis.

Estão em curso esforços para remover o TikTok de todos os dispositivos estatais fornecidos pela Auburn. Note-se também que a nova política recomenda a exclusão do TikTok de dispositivos pessoais para proteger a privacidade das pessoas ali. A ordem do governador aborda o risco crescente de aplicações intrusivas das redes sociais que recolhem dados totalmente alheios à utilização comercial da plataforma.

Escreveu a universidade, numa mensagem enviada à comunidade universitária.

Apesar da intenção que sustenta a decisão das universidades, os estudantes não estão satisfeitos. Isto, porque, na opinião de Christopher Graham, um júnior na Auburn University, “estão a retirar algo aos estudantes que nada tem que ver com o governo ou a tecnologia do governo para o estado do Alabama“.

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Mais do que isso, revelou estarem “assustados e chocados“, pois “o TikTok é algo que fazemos para passar o tempo, porque nem sempre há algo para fazer no campus ou nem sempre há algo para fazer com os amigos”.

Temos um TikTok de engenharia que continuamos a usar apenas para fazer piadas aligeiradas sobre o que é ser um engenheiro.

Disse Nathan Aaron Texada, um sénior na University of Oklahoma, acrescentando que sente que o TikTok é um recurso para a comunidade universitária, particularmente para os estudantes internacionais. Afinal, “alguns deles não têm contacto telefónico e contam com a Wi-Fi para fazer tudo“, bem como com as redes sociais para comunicar.

Para Ryan Woods, um aluno do segundo ano da University of Oklahoma, os funcionários do estado parecem estar a focar-se em “questões quentes, de minutos, como as aplicações de redes sociais, em vez de se preocuparem realmente com as populações vulneráveis do Oklahoma”.

E nós sentimos que o foco precisa de ser redirecionado.

Partilhou, acrescentando que a educação e os cuidados de saúde são áreas em que o Estado poderia melhorar.

Em resposta a esta nova onda de proibições nos EUA, Jamal Brown, porta-voz da TikTok, disse estar “desapontado com o facto de tantos estados estarem a decretar políticas que nada farão para promover a cibersegurança nos seus estados e que se baseiam em falsidade infundadas sobre o TikTok“.

Mais do que isso, lamentou “que as consequências não intencionais destas políticas precipitadas comecem a ter impacto na capacidade das universidades de partilhar informação, recrutar estudantes, e construir“.

CES 2023: Samsung vai revelar display que dobra e expande

Os smartphones com tela dobrável foram lançados há poucos anos e podem estar prestes a evoluir ainda mais – pelo menos se depender de empresas como a Samsung. Isso porque um rumor indica que a companhia tem planos para mostrar uma tela híbrida com funcionalidade dupla durante a CES 2023.

O evento, que começa na próxima quinta-feira (05), pode contar com um display que não será apenas capaz de dobrar, mas também de deslizar ou expandir. No entanto, a tecnologia pode ser exibida apenas para espetadores convidados em um stand privado da feira.

Segundo o site ETNews, essa é a carta na manga da Samsung para demonstrar uma tecnologia que pode representar o futuro dos aparelhos dobráveis. De acordo com o que foi revelado, a tela deve contar com 8 polegadas quando completamente dobrada e aumentar para 10 polegadas quando desdobrada.

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No caso de se expandir, o tamanho pode chegar a 12,4 polegadas, transformando o dispositivo num tablet ou notebook. Com isso, uma nova classe de produtos pode ser criada – embora o foco parece ser o mercado de smartphones dobráveis de fato.

A grande questão que fica é em relação ao preço do aparelho para venda. Por conta do alto investimento na tecnologia, presume-se que o dispositivo pode chegar ao mercado custando US$ 2 mil ou mais nos EUA – um valor bastante alto.

Além disso, não está claro qual aparelho será usado para comportar a tecnologia, embora os rumores indiquem uma tela de 8 polegadas quando dobrada. Se isso se confirmar, podemos estar diante de um smartphone com uma tela generosa – e poder ficar ainda maior.

Dona do Facebook adquire nova empresa para ajudar a criar o metaverso

A Meta confirmou ao site TechCrunch que adquiriu a Luxexcel, uma empresa neerlandesa fundada em 2009 especializada em lentes para óculos inteligentes.

A notícia começou por ser avançada por uma publicação belga, mas, de momento, ainda não são conhecidos os termos do negócio entre as duas empresas. No entanto, é um sinal claro que a aposta da empresa liderada por Mark Zuckerberg é para continuar.

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Estamos entusiasmados que a equipa da Luxexcel se tenha unido à Meta, aprofundando a parceria atual entre as duas empresas, pode ler-se no comunicado do responsável pelo departamento de comunicações financeira da Meta, Ryan Moore.

Donald Trump pode regressar ao Facebook e Instagram já esta semana

A empresa que detém o Facebook e o Instagram, a Meta, poderá anunciar em breve a decisão de devolver a Donald Trump as respetivas contas nas redes sociais, adianta o Financial Times.

Recordar que o ex-presidente dos EUA foi banido das redes sociais depois da invasão ao Capitólio no dia 6 de janeiro de 2021. A Meta já havia indicado que a decisão seria tomada no próximo dia 7 de janeiro, tendo até criado um grupo de trabalho para debater o assunto.

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Notar que na altura Trump também foi banido do Twitter, entretanto, Elon Musk (agora dono da plataforma) decidiu restituir a conta do ex-presidente dos EUA.

Angola entre os países africanos com o maior desenvolvimento das atividades espaciais

Angola está atualmente entre os países africanos com o maior desenvolvimento das atividades espaciais, segundo o representante da secção de gestão de informações geoespaciais da comissão económica das Nações Unidas em África, André Nonguierma.

O especialista internacional falava na consultoria técnica sobre “Lei espacial para novos atores espaciais”, por iniciativa do Escritório das Nações Unidas para os Assuntos do Espaço (UNOOSA, sigla inglesa), que decorreu de 6 a 8 de dezembro, em Viena (Áustria).

O evento que contou com a presença de uma comitiva angolana, teve como objetivopromover a missão de consultoria técnica de acompanhamento para convocar atores espaciais africanos emergentes e contribuir para o desenvolvimento das suas capacidades, no domínio do direito e da política espacial.

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Durante a conferência, os participantes presentes debateram temas relacionados com “A legislação e política espacial no contexto nacional”, “Os princípios fundamentais do direito espacial internacional”, “Os elementos indicativos que deverão fazer parte da legislação e da política espacial” e “O registo de objetos espaciais e o benefício sobre a implementação de agências espaciais nacionais”.

Os temas são fundamentais para que, no âmbito das atividades espaciais de um país, estejam alinhados com as regras internacionais do direito espacial, garantindo uma governação apropriada das respetivas atividades espaciais.

Elon Musk perdeu uma fortuna maior do que qualquer outra pessoa na história

O empresário Elon Musk – líder da Tesla, da SpaceX e (mais recentemente) do Twitter – tornou-se a primeira pessoa a perder 200 mil milhões de dólares (187 mil milhões de euros) da sua riqueza pessoal, diz a Bloomberg.

A situação atual do empresário contrasta fortemente com a que era vivida no começo de 2022, quando Musk se tornou a segunda pessoa do mundo com uma riqueza pessoal a ter ultrapassado o patamar dos 200 mil milhões de dólares. Na verdade, Musk chegou a deixar para trás o fundador da Amazon, Jeff Bezos, e tornou-se a pessoa mais rica do mundo de acordo com o ‘ranking’ da publicação norte-americana.

MAIS: Elon Musk quer reduzir número de pessoas que podem votar no Twitter

No entanto, a aquisição do Twitter e a desvalorização das ações da Tesla fizeram com que a riqueza de Musk seja, hoje em dia, avaliada em ‘apenas’ 137 mil milhões de dólares (128 mil milhões de euros).

Atualmente, o cofundador e CEO da marca de luxo LVMH, Bernard Arnault, ocupa o primeiro lugar das pessoas mais ricas do mundo.

Especialista defende adoção de tarifa mais baixa para internet em Angola

Angola deve ter uma tarifa mais baixa, no domínio das telecomunicações, que permita aos cidadãos menos favorecidos o acesso à internet, segundo o analista José Gualberto Matos.

O também engenheiro angolano teceu esse modo de pensar quando falava a propósito de questões ligadas às telecomunicações, informando que esta matéria sobre tarifa social aplica-se também em países ricos e a diferença consiste apenas no modo de implementação.

José Gualberto Matos sublinha que uma tarifa social facilitaria as pessoas de baixa renda a acederem à internet, assim como promoveria a educação das pessoas e a melhoria da qualidade de vida.

Apesar de ser uma boa ideia e não seja ainda uma realidade em Angola, o especialista ressalta que o Executivo Angolano venha a adotar uma política de tarifa social para facilitar o acesso à internet.

MAIS: Utilizadores de internet em Angola registam um “aumento significativo” em 2022

Com o acesso fácil à internet, argumentou a fonte, fica facilitada a digitalização – isto é, o Estado, outras instituições e os cidadãos poderão interagir na prática de atos, prestação e obtenção de serviços via online.

Atualmente, o preço mais baixo para acesso à internet em Angola é de 100 kwanzas. O adquirente só pode usar o serviço com este custo em 24 horas.

Mais de uma dezena de empresas estão licenciadas como provedores de internet no país, entre as quais a ITA, Movicel, Unitel, Africell, Angola Telecom, Net One, One Web, TV Cabo,PC Medics Space X Radnet VPN, Tsolnet, Businesscom Networks, Quantis e TS2 Space.

Dos mais de 33 milhões de habitantes em Angola, apenas cerca de 8,7 milhões são utilizadores de internet, de acordo com os últimos dados do Instituto Angolano das Comunicações (INACOM). Isso quer dizer que apenas 27 em cada 100 pessoas usam internet.

MPLA ressalta que aposta nas TICs é crucial para o desenvolvimento do país

Uma aposta contínua nas Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs) é crucial para o desenvolvimento do país, nos vários domínios, segundo o primeiro secretário do MPLA no Uíge, José Carvalho da Rocha.

O político proferiu essa ideia na palestra sobre “Ciência, tecnologia e inovação como alavanca do desenvolvimento”, inserida nas comemorações alusivos aos 66 anos de existência do MPLA, que se comemorou  a 10 de dezembro.

José Carvalho da Rocha sublinhou ainda que o futuro dos diferentes países e de Angola passa pela aposta nas tecnologias de informação e no desenvolvimento da ciência.

MAIS: MPLA promete reforçar investimentos na ciência e tecnologia caso vence as Eleições Gerais

De informar que a palestra teve como oradores o docente Paulo Manuel e  o diretor do Centro de Controlo de Satélite,  Amaro Francisco, que abordaram sobre “A ciência como fator de desenvolvimento sustentável” e “Vantagens do Angosat para o país “.

O evento juntou estudantes universitários, membros do Bureau Político, do Comité Central e Provincial do MPLA, entre outros convidados.

Como navegar na Internet em segurança? Um guia para tornar o seu ano mais seguro

A Internet tornou-se uma parte fundamental das nossas vidas: trabalho, entretenimento, informação, educação são já uma parte essencial desta rede e é por isso que é essencial maximizar as medidas de segurança. A Check Point Software preparou um pequeno guia para se proteger enquanto navega na internet. Onde existem mais de 5 mil milhões de utilizadores a nível mundial.

A nível global, os utilizadores da Internet, que atualmente representam 62,5% da população mundial, segundo um estudo da We Are Social and Hootsuite Mais de 5 mil milhões de pessoas utilizam agora a Internet. Especificamente, na América do Norte ou na Europa Ocidental, a penetração desta tecnologia excede 95%. Em Angola a taxa de utilizadores com internet é de 23%.

Embora estes dados sejam encorajadores, uma vez que dão a mais pessoas acesso ao conhecimento, entretenimento e novas formas de trabalho, também têm um lado negativo, porque com mais pessoas ligadas à Internet, quanto maior for a superfície de ataque para os cibercriminosos. Estamos numa altura em que os perigos na Internet continuam a aumentar; de acordo com os nossos dados, o segundo trimestre de 2022 registou um aumento de 27% em ciberataques do que o mesmo período do ano anterior. Problemas como phishing, ransomware, ataques DDoS e violações de dados estão na ordem do dia.

Por isso, a Check Point Software partilha as 10 dicas essenciais que cada utilizador da Internet deve saber para uma navegação segura na Internet:

  • Não confie apenas nos browsers para o proteger de sites maliciosos: os browsers por si só não o protegem de todos os perigos cibernéticos na Internet. É por isso que deve ter cuidado e andar com cuidado quando navega na Internet. O perigo pode ser encontrado numa plataforma de streaming onde está a assistir a uma série ou num site de comércio eletrónico.
  • Não reutilize as palavras-passe: este é um conselho simples, mas eficaz. Ter as mesmas palavras-passe em todas as aplicações e websites é um dos erros mais básicos e perigosos, basta um cibercriminosos quebrar ou roubar um deles para poder aceder a todos os outros e ter acesso a todos os dados pessoais dos diferentes sites.
  • Mantenha o browser atualizado: Para manter um computador seguro, é muito importante manter o software atualizado, uma vez que corrigem falhas de segurança que podem levar a ciberataques.
  • Descativar o formulário de preenchimento automático ou a função de lembrete da palavra-passe: pode parecer que esta opção é conveniente e facilita as atividades quotidianas, mas há poucas ações que representem um risco maior.
  • A utilização de um software antivírus e a verificação de ficheiros antes de os descarregar: esta proteção é essencial porque, apesar de tomar todas as medidas apropriadas, um ficheiro malicioso pode sempre escapar devido a erro humano.
  • Usar HTTPS: páginas web que começam com estas letras têm um Certificado SSL e cumprem as normas de segurança. Mantém a ligação à Internet segura e protege a informação enviada entre dois sistemas.
  • Rever regularmente extratos bancários: é cada vez mais comum que, uma pessoa ou o seu banco seja, vítima de um ciberataque. Se isto acontecer, é provável que os atacantes tenham obtido as palavras-passe ou dados de um utilizador. Uma vez obtidos, podem aceder a uma conta e fazer compras com ela ou vender as credenciais através da Darknet.
  • Evitar redes Wi-Fi públicas ou gratuitas: estes tipos de redes não têm qualquer tipo de proteção e qualquer pessoa pode ligar-se a elas, mesmo um cibercriminoso.
  • Ler as políticas de privacidade: é verdade que pode ser aborrecido e pesado, mas todo o conteúdo relacionado com o facto do que as empresas poderão fazer com os nossos dados está escrito nas suas políticas ou contratos e é um grande erro não ser informado; de onde serão armazenados, para que uso terão e se são comerciais ou não e para que fins os recolhem.
  • Ativar o bloqueio de pop-ups: há muitos websites e aplicações que lhe bombardeiam com anúncios quando os acede. A grande maioria deles são esquemas cibernéticos, e com a simples instalação de um bloqueador deixarão de aparecer no dispositivo, evitando assim um grande número de perigos.

2022: Windows foi o sistema operativo mais atacado, em relação ao macOS e o Linux

Não podemos negar que, a recente pandemia da COVID-19 obrigou as empresas a encontrarem soluções e ferramentas mais inteligentes para conseguirem manter a continuidade das suas atividades. Por conta da necessidade de distanciamento social, muitos trabalhadores passaram a exercer as suas funções nas suas próprias casas de forma remota, fazendo com que os negócios ficassem mais expostos a diversas ameaças digitais.

Com o aumento de trabalhadores na modalidade de trabalho remoto, os cibercriminosos contam com superfícies de ataques mais abrangentes. Uma vez que essa adaptação teve que acontecer de forma imposta e muito rápida, a infraestrutura de rede das empresas ficou mais frágil e suscetível às ameaças de segurança.

Por outro lado, sabemos que, nunca a segurança dos utilizadores e dos seus sistemas operativos (Windows, macOS e Linux) esteve tão em causa, novo malware. Os utilizadores tentam proteger-se e aos seus dados, mas novas ameaças surgem de forma constante, para assim os colocar em perigo. Com o macOS a ter cada vez mais visibilidade, esperava-se que fosse uma vítima óbvia. Ainda assim, os dados mostram o contrário e o Windows foi 5000 vezes mais atacado que macOS e 60 vezes mais que Linux.

Há cada vez mais malware para o Windows?

Conforme foi visto ao longo de 2022, as ameaças de segurança e os ataques foram crescendo em número e em inovação. A cada mês surgiam novos tipos de malware, que se focavam nos sistemas operativos que estão no mercado e são os mais usados por todos.

A AV-TEST, que se dedica a avaliar e a testar as soluções de segurança no mercado, compilou todas estas ameaças e tem agora números muito interessantes para mostrar. Estes refletem o que foi o ano de 2022 em termos de malware e em especial as plataformas que foram mais atacadas.

O macOS e o Linux também não estão imunes

Os dados mostram haver cerca de 70 milhões de novas amostras de malware no Windows, o que supera o do macOS, que viu apenas cerca de 12.000 samples. Portanto, o número de arquivos maliciosos no Windows é mais de 5.000 vezes em comparação com o mac.

Esta mesma comparação, mas com o Linux, é muito mais favorável para o Windows, pois cerca de 2 milhões de amostras foram capturadas neste sistema. No entanto, os números do Windows ainda são mais de 60 vezes superiores ao que este sistema teve.

Curiosamente, e embora a contagem total de malware seja certamente muito alta para o Windows, a taxa de crescimento tem diminuído constantemente desde setembro.  No macOS, e embora a contagem total de malware seja relativamente baixa, a taxa de crescimento aumentou acentuadamente em novembro e dezembro. Já o Linux é provavelmente o mais impressionante, pois parece ter acabado completamente o novo malware. A taxa de crescimento tem sido muito baixa desde junho e continua assim até dezembro.