
Angola duplicou o número de utilizadores à internet nos últimos dois anos, o que só mostra que o país tem vindo a marcar passos grandes na área da digitalização, segundo o CEO da Multipla, José Assis.
O gestor que discursava sobre o panorama da Economia Digital em Angola na edição de 2022 do Angola Innovation Summit (AiS), informou que dos 35 milhões de habitantes, 12 milhões estão conectados à internet, o que representa que em 2022 duplicou o número de utilizadores face a 2019.
“A internet tem vindo a crescer em Angola desde 2012 há uma velocidade geométrica“, disse o PCA.
De acordo com José de Assis, Angola tem actualmente o serviço de cloud a funcionar em pleno, onde há três tipos de infra-estruturas: internet, data center e cloud service. Estes serviços, na opinião do especialista, são fundamentais para a economia digital funcionar no país.
Outra informação destacada pelo PCA da Multipla são as infra-estruturas e o serviço de data center. As empresas presentes no país têm optado em fazer investimentos nestas áreas que são importantes para que o negócio digital possa estar em crescimento.
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Angola tem sete data center para o serviço público, onde todos estão situados na capital do país, Luanda. José de Assis espera que o crescimento do mercado e da economia nacional, muito em breve haverá data centers em outras províncias.
Sobre os cloud, de informar que neste momento o país tem 3 cloud, a híbrida que junta a pública com a privada; a cloud privada que são empresas que muitas vezes utilizam os serviços internos para se conectarem; e a cloud pública, aplicação informática utilizada por cada indivíduo.
De todas estas cloud em Angola, destacar a da Multipla, a Paratus e da Angola Cables, que fornecem ao mercado angolano as oportunidades das empresas poderem prestar serviços e dão possibilidade de todos os negócios serem localizados em Angola ao invés de estarem fora.
“Sem a cloud não há economia digital, os data center, as infra-estruturas a internet e outros serviços aqui citados têm uma componente de conomia digital. Temos várias empresas que actuam de maneira activa que fornecem serviços e muita gente tem acesso e transaciona os seus produtos“, finalizou

A Cisco anunciou recentemente que foi atingida por um ataque cibernético no qual dados foram roubados no fim de maio. Essa confissão ocorre depois que hackers na dark web divulgaram uma lista de partes dos dados roubados.
O ataque, que consiste em tornar indisponível o serviço, começou ao início da tarde, impossibilitando ou tornando muito demorado o acesso ao site, segundo o texto do parlamento. Algumas horas depois, ainda não havia informação oficial sobre a autoria do ataque.

Durante a revelação dos resultados financeiros relativos ao anterior trimestre, a empresa revelou que teve um crescimento de quase 14.4 milhões de utilizadores subscritos, o que faz com que o serviço tenha atualmente algo em torno dos 152 milhões de subscritores.

E esta já foi tomada: o lançamento será apenas depois das eleições, possivelmente um dos primeiros actos públicos do futuro Governo. “Tecnicamente está tudo pronto“, explicou um dos responsáveis do projecto ao Expansão. A informação é confirmada por uma informação publicada no site da empresa espacial russa (ISS).