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Funcionários da Angola Telecom continuam em greve passados uma semana

Os trabalhadores da Angola Telecom paralisaram os seus serviços há mais de uma semana, com a possibilidade de prorrogação nessa semana, caso a adiministração da empresa estatal não volte à mesa das negociações.

Segundo Lourenço Afonso, Secretário-Geral do Sindicato dos Trabalhadores dos Correios, Telecomunicações e Afins de Luanda, falando ao semanário Valor Económico, diz que a entidade empregadora ameaça instaurar processos disciplinares e judiciais, até mesmo despedir os trabalhadores grevistas sob a acusação de a greve ser ilegal.

Para o Secretário-Geral, alega que esses pronunciamentos da direcção da empresa pública é uma clara “forma de intimidação”, fazendo com que os mesmos suspendam a greve, “sem qualquer cumprimento das promessas feitas a 24 de Dezembro do ano passado”, informando ainda que não “vão ceder às ameaças”, acrescentando que os funcionários estão determinados.

Se for para despedir, serão todos, não se pode ficar nesta situação“, disse Lourenço Afonso.

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O Sindicato dos trabalhadores frisou que já denunciou a entidade empregadora à Inspecção Geral do Trabalho (IGT)  e à Inspecção Geral da Administração do Estado (IGAE), não esquecendo a possibilidade de levar até mesmo ao Presidente da República.

Entendemos que quem é o gestor ou çlíder deve ser altruísta na resolução de conflitos, não entrar na linha de vingança. Estamos a denunciar e vamos continuar. O sindicato está disposto a chegar ao Presidente da República, se calhar não deve ter o conhecimento do que acontece na Angola Telecom“, indicou Lourenço Afonso ao semanário angolano.

De acordo com uma nota oficial rubricado pelo Presidente do Conselho de Administração, Adilson Miguel dos Santos, reiterou a greve de “ilegal” e onde não descarta a possibilidade de abrir-se processos disciplinares aos trabalhadores que promovam ou adiram à mesma, além de responsabilizar os promotores judicial e criminalmente.

Descontar, na remuneração mensal dos trabalhadores aderentes, a remuneração correspondente ao período de adesão à greve ilícita“, pode ler-se na nota oficial da Angola Telecom.

Do caderno reivindicativo aque foi apresentado pelo Sindicato dos trabalhadores, no ano passado, ficou a promessa da Administração da Angola Telecom atender até Maio deste ano, onde constam actualização e o pagamento regular dos salários, a atribuição de melhores condições laborais, de assistência médica e medicamentosa, bem como o pagamento das compensações de reforma.

 

Angola na “linha da frente” na implementação dos serviços 4G no continente africano

Angola tem sido um dos países africanos na “linha da frente” na implementação dos serviços 4G no continente, segundo o administrador do Banco Nacional de Angola, Pedro Castro e Silva.

O gestor que falava durante a última sessão do “Tech Trend”, organizado pela consultora internacional Deloitte, apresentou os dados do Instituto Angolano das Comunicações (INACOM), informando que o nosso paí ficou penas atrás da Nigéria que adoptou em 2007, visto que Angola foi o segundo país em África a avançar para o 4G, isto em 2011, o que na sua opinião mostra que o país tem estado na linha da frente no que a tecnologia dias respeito.

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Isso justifica o aumento dos utilizadores das contas “Mobile Money e nos faz pensar que vai continuar a crescer”, disse Pedro Castro e Silva.

Ainda no seu discurso, o Administrador do BNA não deixou de frisar que o ponto fraco de Angola é o baixo índice de pessoas que usam internet em Angola. São exactos 21 em cada 100 pessoas. Números ainda baixos e que colocam Angola na cauda da tabela do continente.

Trabalhador no Japão perde pen USB com dados pessoais de uma cidade

Existem dias maus no trabalho, mas perder os dados pessoais de quase meio milhão de pessoas certamente que deve estar no topo da lista dos maiores problemas que alguém pode enfrentar.Foi o que aconteceu a um homem na cidade de Amagasaki, no Japão, que alegadamente perdeu dados pessoas de quase meio milhão de residentes na cidade, os quais estariam guardados numa pen USB.

Segundo a imprensa local, o homem trabalha numa empresa que fornece isenção de impostos a famílias, e teria colocado a pen contendo os dados pessoais numa pequena bolsa. Depois de sair do trabalho, este saiu para beber num bar com alguns amigos, apenas para acabar desmaiado na rua várias horas depois.

Quando este acordou, reparou que teria sido roubado, tendo perdido a bolsa que transportava e a pen contendo os dados pessoais de meio milhão de residentes da cidade. A Pen continha dados de todos os moradores da cidade, incluindo nomes, moradas, números de contas bancárias e informações sobre o seguro de saúde. No total, estima-se que 465.177 pessoas tenham sido afetadas.

Felizmente, as autoridades afirmam que os dados presentes na pen encontram-se encriptados, e que é necessária uma senha para aceder aos mesmos. No entanto, desconhece-se até ao momento se estes dados terão sido acedidos.

Mais de 40 startups nacionais presentes no evento de Transição Digital da Administração Pública

Mais de 40 startups nacionais estiveram na feira de Conferência Sobre a Transição Digital para Administração Pública, na última semana, na capital do país, Luanda, soube a redacção da MenosFios.

Denominada “Governo.ao“, a conferência permitiu que vários “founders” angolanos apresentassem no evento as suas soluções digitais e promover reflexões cruciais para os principais problemas nacionais, principalmente para os processos de modernização digitalização e interoperabilidade na administração do Estado, bem como reflectir e dinamizar as Tecnologias de Informação e Comunicação (TICS) no país.

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A Conferência serviu ainda como uma montra para que o ecossistema de empreendedorismo digital nacional abordasse assuntos relacionados com a transição digital em Angola, debater e apresentar  soluções e promoção  para os processos de modernização, digitalização e de interoperabilidade na Administração Pública.

De informar ainda que várias instituições estatais também estiveram no evento, como os correios de Angola, IGCA, INSS, Ministério da Saúde, CIPRA, Imprensa Nacional, Polícia, Guichê Único, bem como empresas privadas de tecnologia digital presentes em Angola, que aproveitaram o evento para a à disposição do cidadão os seus produtos.

O evento, que foi dirigido à profissionais públicos e privados, abordou entre outros temas, os processos de modernização, digitalização e de interoperabilidade na Administração Pública.

TPA vai sofrer restruturação tecnológica avaliada em 39,9 milhões de euros

A Televisão Pública de Angola (TPA) vai beneficiar-se de uma reabilitação das suas infra-estruturas tecnológicas avaliados em 39,9 milhões de euros, segundo um despacho assinado pelo Presidente da República, João Lourenço.

De acordo com o que foi revelado pela nota oficial, na qual a redacção da MenosFios teve acesso, esses valores vão ser empregues propriamente para a abertura do procedimento de contratação simplificada para a restruturação dos meios tecnológicos da televisão estatal, onde isso deve-se “a urgência imperiosa de assegurar o seu normal funcionamento e consequentemente garantir a manifestação do interesse público“.

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De informar ainda que este valor, nomeadamente os 39,9 milhões de euros, também vai servir para a aquisição de softwares, equipamentos, comunicações e capacitação técnica para o sistema de televisão dos pavilhões de 1200m2 e 400m2 e edifício administrativo.

Por outro lado, acrescenta o comunicado da Presidência da República, cabe ao Ministro das Telecomunicações, Tecnologias de Comunicações, Tecnologias de Informação e Comunicação Social delegar as competências para a aprovação das peças do procedimento, bem como para a verificação da validade e legalidade de todos os actos praticados no âmbito do procedimento e para a celebração dos correspodentes contratos, incluindo a sua assinatura.

Angola tem 1 milhão de utilizadores de dinheiro móvel

O Banco Nacional de Angola (BNA) divulgou, durante a semana passada, que estão registadas no País 1 milhão de contas de dinheiro móvel, para um total de sete provedores licenciados para prestar este tipo de serviços.

Cerca de um ano depois do lançamento da maior plataforma de dinheiro móvel, a Unitel Money, os indicadores mostram um mercado pequeno e com pouca relevância na economia angolana. Especialistas defendem que impulso decisivo tem de ser dado pelo Estado.

Pedro Castro e Silva, administrador do BNA, revelou durante um evento organizado pela Deloitte o número de utilizadores de dinheiro móvel em Angola, realidade que contrasta com as 5 milhões de pessoas que têm pelo menos uma conta bancária.

O responsável do Banco Central não divulgou o volume de negócios associado às contas de dinheiro móvel, nem a quota de mercado correspondente a cada um dos operadores. O administrador do BNA lembrou também o salto que será dado neste tipo de serviços quando for possível conceder microcrédito.

Entre as sete plataformas devidamente licenciadas encontram-se a Unitel Money, e- -kwanza, Akipaga, Paypay ou Guita, que não partilham informações sobre as suas operações. Nas últimas semanas, o Expansão contactou a Unitel Money e o Akipaga para obter dados sobre a sua actividade mas não obteve resposta até ao momento.

No caso da Unitel Money, Teodoro Fernandes, director de Marketing, não teve dúvidas em afirmar aos jornalistas, durante a apresentação da plataforma Unitel Money, em Luanda, durante o ano passado, que este negócio “só deverá ser rentável” quando a empresa atingir “os 5 milhões de clientes registados”.

Sonangol nega veracidade de relatório de contas publicadas nas redes sociais

A multinacional angolana Sonangol negou a veracidade de um conteúdo revelado nas redes sociais, que tratava-se de um relatório e contas referente a 2021 da empresa, que veio em coincidência com a conclusão do fecho das contas relativas àquele período a 15 de Junho último, aprovado pelo seu Conselho de Administração.

Segundo o comunicado, na qual a redacção da MenosFios teve acesso, a Sonangol informa que, apesar de estes procedimentos terem sido observados, as contas não foram oficialmente publicadas, até à data(26 de Junho), “por estarem em falta elementos obrigatórios de fórum estatutário”.

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Em nota, a instituição pública exclarece que a publicação do relatório e contas de 2021 será somente divulgada para depois de a situação dos elementos em falta tiver sido ultrapassada, vindo a tona em simultâneo com o relatório de auditoria independente, bem como o parecer do Conselho Fiscal, nas plataformas de comunicação da companhia.

De acordo com o Jornal de Angola, que contactou uma fonte ligada a empresa, frisou que a questão que se coloca à publicação das contas é o decurso da elaboração do parecer do Conselho Fiscal, manifestando dúvidas quanto à autenticidade do conteúdo que foi disseminado nas redes sociais: “a Sonangol não assume esse documento”, disse.

Consultório MenosFios: PAPSS e as suas funcionalidades na economia africana

O  Sistema Pan-Africano de Pagamentos e Liquidação (PAPSS) é uma plataforma continental que vai permitir pagamentos instantâneos e transfronteiriços em moedas locais entre os países africanos, no qual Angola também faz parte.

Para os especialistas, o PAPSS é uma espécie de Visa e foi desenvolvido pelo Afreximbank – Banco Africano de Exportações e Importações para a Zona de Comércio Livre Continental Africana (AfCFTA), e onde no Consultório MenosFios de hoje vamos mostrar as suas funcionalidades e como bancos centrais dos países africanos são participantes directos dessa plataforma.

 

PAPSS: Suas Funcionalidades

Primeiramente, o PAPSS é uma plataforma cujo o seu sistema foi feito para suportar pagamentos instantâneos em moedas locais para ser “adequado ao propósito” das necessidades dos países membros.

A sua infra-estrutura do mercado financeiro central foi criada para apoiar os acordos de pagamento, com o objectivo de expandir o comércio internacional dos Estados africanos, facilitando assim a integração económica e financeira de África. De informar ainda que o mesmo também vai apoiar o fluxo de pagamentos seguro e eficiente em todo o continente africano.

O sistema centralizado de pagamento e liquidação, PAPSS, é para ser operado independentemente, dos sistemas de pagamentos domésticos.

A ferramenta contempla o pagamento  instantâneo e em moedas locais e a  liquidação com base em moedas de liquidação acordadas.

O PAPSS vai funcionar em 24 horas por dia, 7 dias por semana, com disponibilidade contínua de mensagens padronizadas  com a norma  ISO20022.

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Bancos Centrais são Participantes Directos

Como já falamos acima, o Afreximbank  é a instituição financeira africana que está a implementar o PAPSS, com base no  acordo assinado com os estados africanos, a 7 de Julho de 2021, em Niamey, Níger, na 12ª Cimeira Extraordinária da Assembleia da União Africana

A par do Afreximbank, os bancos centrais são participantes directos da plataforma, funcionando como agentes de liquidação e de conectividade técnica, além de  provedores/agregadores.

Os bancos comerciais, provedores de sistemas auxiliares, operadores de transferência de dinheiro, esquemas de cartões, sistemas de liquidação de valores mobiliários, compensação e liquidação, são os actores indirectos da PAPSS.

A liquidação definitiva do PAPSS é apoiada no valor de  500 milhões de dólares para o piloto da WAMZ –  West African Monetary Zone –  e três biliões de dólares no nível do continente.

O PAPSS foi co-criado e implementado em colaboração com os bancos centrais, além de ser regulado  pelos bancos centrais,  através do PGC-Plano Geral de Contas.

 

Como Funciona o PAPSS

No seminário de Seminário de Alto Nível, que aconteceu na capital do país, Luanda, a caminho de uma semana e onde estiveram presentes o secretário-geral da AfCFTA, Wamkele Mene, e membros do Executivo angolano, foram apresentados vários exemplos em como funciona as transacções.

A título de exemplo, se um  revendedor de aparelhos mecânicos, localizado em Angola, gostaria de comprar aparelhos mecânicos de um comerciante na Nigéria, são envolvidos os bancos comerciais angolanos e da Nigéria, partícipes do PAPSS.

Em suma, o principal objectivo do PAPSS fazer com que África possa aumentar o comércio intra-africano, facilitar a integração económica e regional, bem como reduzir os custos dos pagamentos transfronteiriços em toda a África.

Dos  55 países africanos, 54 assinaram o Acordo da AfCFTA, sendo o Estado da Eritreia, o único restante.

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Esse foi o episódio do Consultório MenosFios desse Domingo, onde esperamos que seja útil para todo e qualquer pessoa que queira saber sobre as funcionalidades da plataforma PAPSS. Agora, pedimos que os nossos leitores a comentem e que contribuam com informações adicionais que julguem serem necessárias sobre esse mesmo tema.

Todas e quaisquer questões que gostassem de ver aqui respondidas devem ser colocadas no canal de comunicação exclusivo e dedicado ao consultório Menos Fios.

Falamos do e-mail criado para esse fim: [email protected]. Este é o único ponto de recepção das questões que nos enviarem. Usem-no para nos remeterem as vossas questões, as vossas dúvidas ou os vossos problemas. A vossa resposta surgirá muito em breve.

Administração pública angolana necessita de uma transformação e adaptação digital

A administração pública angolana necessita urgentemente de uma transformação e adaptação digital permanente, tendo como base os desafios de eficiência, segundo o ministro de Estado e Chefe da Casa Civil do Presidente da República, Adão de Almeida.

O Governante que na Conferência Internacional sobre a Transição Digital na Administração Pública, nessa semana, disse que a transição digital da administração pública angolana é um dos desafios do Estado para a melhoria da prestação de serviços públicos.

Para Adão de Almeida, a transição da administração pública tradicional e convencional, caracterizada pela presença física do utente no serviço público e pela  burocracia do papel, para a  digital é incontornável e inadiável. O diagnóstico da Administração Pública angolana e a percepção que os cidadãos têm da eficiência administrativa reforçam a necessidade da Reforma do Estado e, em particular, a adopção e implementação de uma agenda da transição digital para o sector.

Ao discursar no evento, o ministro de Estado e Chefe da Casa Civil do Presidente da República, frisou que, independentemente da construção ideológica do modelo de Estado mais ou menos liberal, a generalidade das Nações enfrentam o desafio de responder à demanda dos cidadãos por mais e melhores serviços públicos. Adão de Almeida acrescentou que  uma procura por serviços públicos crescente, permanente e infinitiva  deve ser respondida  com uma apresentação de soluções.

Mais do que elaborações ideológicas, dogmas e prisões a padrões, a Administração Pública precisa de ambição, audácia e pragmatismo, sob pena de a sua relação com o cidadão se transformar numa desilusão endémica“, disse.

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O dirigente finalizou que a história do Estado e da sua  relação  com o cidadão é  marcada  por  uma  permanente  conexão entre prestação de serviço e demanda de serviço, entre a capacidade de prestar e exigir a prestação.

Referiu que ao longo do período o relacionamento entre o estado e o cidadão é  marcada por desilusão,  em relação ao serviço prestado pelo estado, factores que se tem tornado  o principal móbil para a necessidade permanente de reformar o estado e buscar  novas soluções.

Namibe. Ensino especial quer acesso aos espaços tecnológicos

A provincia do Namibe precisa de mais oportunidades para os alunos do ensino especial na no acesso aos espaços tecnológicos, bem como físicos, segundo a vice-governadora para o sector político, económico e social, Carla Maisa Tavares.

Carla Maisa que falava durante a abertura da 4ª Conferência de Boas Prátias da Educação Inclusiva do I ciclo, sobre o tema “Todos Unidos por uma Educação Inclusiva”, disse que os alunos daquela provincia devem ter oportunidades que os ajude na formação académica e no quotidiano, nomeadamente acesso aos espaços tecnológicos, devendo toda a sociedade comprometer-se com a eliminação de barreiras que dificultem o seu desenvolvimento.

Por isso, a vice-governadora atesta em uma educação inclusiva, de modo a estar alinhada à agenda 2030 de desenvolvimento sustentável da organização das Nações Unidas, que assegura a educação inclusiva, equitativa e a promoção de oportunidades de aprendizagens para todos.

O evento que hoje começa é o ultimo do I ciclo de conferências iniciadas em Janeiro, na cidade de Caxito, com intuito de socializar e partilhar as boas práticas inclusivas existentes em cada província, facilitando assim a partilha de directrizes da política nacional da educação especial”, disse Carla Maisa Tavares.

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Ainda no seu discurso, Maisa Tavares defendeu a implementação de escolas regulares, aquelas que lutam para eliminar as barreiras que dificultam o acesso e que compreendem a inclusão como necessidade social.

De informar que no evento “Todos Unidos por uma Educação Inclusiva” estiveram em debate temas como o Plano Nacional de Desenvolvimento da Educação Especial e Inclusiva, directrizes dos serviços de apoio à educação especial e inclusiva, regulamentos, partilha de boas práticas, plano Nacional de leitura, entre outros.