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Estados Unidos divulgam plano para fortalecer defesa informática no país

A Casa Branca divulgou um plano para atualizar os padrões de criptografia informática usados por governos e empresas norte-americanas para lidar melhor com os avanços na computação quântica, que, anotou, tem muito potencial.

A tecnologia quântica poderia possibilitar a utilização de computadores hiperpoderosos, ultrapassando as capacidades dos melhores supercomputadores de hoje, graças à exploração das propriedades físicas de partículas infinitamente pequenas.

O Presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, assinou dois documentos sobre o avanço tecnológico na segurança informática.

O primeiro texto visa lançar uma colaboração entre o Governo federal e o setor privado para adotar “padrões de criptografia (tecnologia) resistentes ao quantum“. Estes algoritmos vão ser essenciais para garantir, no futuro, a segurança das trocas na Internet, segundo Washington.

Este documento também exige atualizações de segurança de computadores para agências federais e pede que protejam as tecnologias norte-americanas de possíveis aquisições pelos seus adversários.

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Também que o Governo, a indústria e a investigação trabalhem em conjunto para manter os Estados Unidos como líderes na computação quântica.

Um segundo texto une o principal grupo de especialistas governamentais no assunto, a “Iniciativa Nacional Quântica”, diretamente à Casa Branca.

Em todo o mundo, investigadores e empresários estão a trabalhar para desenvolver computadores quânticos que possam, um dia, tornar possível resolver em tempo recorde problemas complexos nas atuais e futuras máquinas.

Mas, no entanto, a sua realização continua a ser difícil de dominar, uma vez que as tecnologias quânticas exploram as propriedades “surpreendentes” da matéria na escala do infinitamente pequeno.

Em vez dos ‘bits’ da computação clássica, que podem assumir os valores binários 0 e 1, o Mendo quântico usa ‘Qubits’, que podem ter vários valores ao mesmo tempo, permitindo — em teoria — realizar operações matemáticas em paralelo.

Atualmente, muitas empresas estão na corrida para dominar a tecnologia quântica, incluindo a IBM.

INAPEM pede maior colaboração para reforçar o ecossistema de empreendedorismo digital nacional

Para que as Startups e Micro, Pequenas e Médias Empresas (MPME´s) angolanas encontrem no mercado serviços e soluções para às suas necessidades é obrigatório que todos os “players” colaborem entre si, defendeu o Presidente do Conselho de Administração (PCA) do Instituto de Apoio as Micro, Pequenas e Médias Empresas (INAPEM), João Nkosi.

O gestor público que falava no lançamento do “Programa Emergentes” da Comissão do Mercado de Capitais (CMC), que visa orientar e apoiar startups, pequenas e médias empresas (PME), com elevado potencial de crescimento no mercado, frisou que o objectivo desse programa é fomentar o micro empreendedorismo no mercado nacional, sem esquecer que o mesmo vai conferir maior robustez e capacidades para enfrentarem as adversidades de um mercado que cada vez mais está competitivo.

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João Nkosi referenciou que é preciso a criação de um ecossistema, que de um lado, fomenta o surgimento de novas startups e MPME´s, e do outro lado, capacita e promove monitoria, para que estas consigam manter-se no mercado devendo constantemente encontrar soluções de facilidade e de financiamento às startups e MPME´s.

Segundo ainda o responsável do INAPEM, sublinhou que todas as iniciativas que visam melhorar o ecossistema das startups e MPME´s nos diversos domínios ou estágios constituem prioridade para as instituições vocacionadas para o apoio as Startups e MPME´s, conforme os vários programas do PDN 2018-2022.

De informar que o “Programa Emergentes” da Comissão do Mercado de Capitais destina-se a apoiar as pequenas, médias empresas (PME) e statups, com elevado potencial em diversos estágios de crescimento, bem como aprimorar as práticas de governação e gestão, maturação dos seus produtos e serviços, de forma a habilitá-las a emitir instrumentos financeiros no mercado de capitais.

Jony Ive: Chefe de design da Apple de saída definitivamente

Essa é daquelas histórias que a pessoa duvidaria muito, pois quem acompanha de perto a história do Jony Ive ou Jonathan Ive para muitos, sabe que essa não é a primeira vez que o mesmo sai da Apple, portanto duvido muito que o mesmo um dia não possa regressar. Apple e Jony Ive estão a separar e desta vez, de acordo com o The New York Times , é definitivo. Ive deixou a gigante da tecnologia em 2019.

Depois de mais de duas décadas e formou sua própria empresa chamada LoveFrom, que contava com a Apple como seu primeiro e principal cliente. A publicação disse que ambas as partes concordaram em não estender seu contrato nas semanas que antecederam sua renovação e em parar de trabalhar juntos pela primeira vez desde os anos 90.

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Segundo O The New York Times, o contrato de vários anos da LoveFrom com a Apple valia 100 milhões de USD e proibia a empresa de assumir qualquer projeto que a gigante da tecnologia considerasse concorrer com seus produtos.

Mas agora o dono da LoveFrom diz que quer a liberdade de aceitar novos clientes sem precisar pedir permissão à Apple. Enquanto isso, os executivos da empresa aparentemente questionavam o valor que a Apple estava a pagar a ele e ficaram frustrados com a demissão de funcionários para ingressar em sua empresa de design.

Cabo Verde. Primeiros beneficiários do programa ProMec recebem os carros elétricos

O Programa de incentivos à Mobilidade Elétrica (ProMec) em Cabo Verde, já começou com entrega dos primeiros carros totalmente elétricos aos beneficiários, na cidade da Praia.

A cerimónia de entrega foi presidida pelo Ministro da Indústria, Comércio e Energia, Alexandre Monteiro, evento que serviu também para o lançamento do concurso de escolha de uma concessionária para a instalação e operação dos primeiros 44 postos de carregamento público, em todas as Ilhas do País.

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De informar que o Programa de incentivos à Mobilidade Elétrica em Cabo Verde é implementado pela Direção Nacional da Indústria, Comércio e Energia, no âmbito do projeto Promoção da Mobilidade Elétrica em Cabo Verde, financiado pelo Namma Facility, e conta com a assistência técnica da Agência Alemã de Cooperação Internacional, GIZ.

Cientistas propõem novo calendário e sistema de medição universal

Um grupo de cientistas espaciais chineses propôs a criação de um calendário e de um sistema de medição do tempo baseado em todo o sistema solar, revogando os estabelecidos em torno da Terra e das religiões.

A proposta, hoje noticiada pelo jornal South China Morning Post, surge na sequência da crescente exploração espacial, que implica grande complexidade quando é preciso realizar cálculos para orientar as naves e os instrumentos enviados, por exemplo, a Marte.

Os sinais de rádio enviados entre os dois planetas levam entre três a 22 minutos para chegar de um lado ao outro, devido à constante mudança da posição relativa e velocidade de ambos.

Para desenvolver um mecanismo de medição que funcione fora da Terra, os autores propuseram usar o centro de massa comum do sistema solar como origem das coordenadas para determinar localizações no espaço.

O início dos tempos pode ser definido como o momento em que um sinal escolhido entre um pulsar de milissegundos de uma estrela de neutrões altamente magnética que pulsa centenas de vezes por segundo atingiu o baricentro“, afirmaram.

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Um grande desafio para estabelecer o padrão seria escolher o pulsar específico e o sinal para início do calendário, admitiram os investigadores.

O método proposto difere do atual, em que o planeta Terra é colocado no centro de um sistema de coordenadas e em que há um calendário elaborado com base em eventos religiosos que é internacionalmente aceite.

É necessário um novo tipo de regulação do tempo além da Terra“, defenderam os cientistas de diferentes organizações ligadas às áreas de astronomia e aeroespacial da China.

Nos últimos anos, a China tem investido fortemente no seu programa espacial e conseguiu pousar, pela primeira vez, uma sonda (a Chang’e 4) no lado oculto da Lua, além de chegar a Marte.

Com isto, a China tornou-se o terceiro país – depois dos Estados Unidos e da extinta União Soviética — a pousar em Marte.

Cursos nas Universidades agora só com permissão e autorização do INAAREES

O Instituto Nacional de Avaliação, Acreditação e Reconhecimento de Estudos do Ensino Superior (INAAREES) conta agora com um novo conjunto de quatro manuais que dão-lhe “poder” para dizer que curso, programa ou Universidade deve funcionar em território nacional, revelou o Novo Jornal.

Os novos instrumentos jurídicos implementados no INAAREES desde o passado mês de Junho são: Manual de Procedimentos de Acreditação de Instituições -Cursos e/ou Programas, Guião de Auto-Avaliação de Instituições de Ensino Superior -Cursos e/ou Programas, Manual de Avaliação Externa de Instituições de Ensino Superior e Manual de Avaliação Externa de Cursos e/ou Programas.

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Segundo ainda aquele semanário angolano, esses novos quatro implementos dão assim seguimento a um processo que se iniciou anos antes, com a publicação em Dezembro de 2020 do novo estatuto do INAAREES, que exclarece que essa instituição deixa de se limitar a reconhecer diplomas e passa, entre outras coisas, a ter competências para avaliar a qualidade das instituições de ensino superior, bem como dos respectivos cursos e/ou programas.

De informar também que esses instrumentos especificam, de uma forma íntegra, aquilo o que normas como a Lei de Bases do Sistema de Educação e Ensino ou Regime Jurídico das Instituições de Ensino Superior abordam de forma sucinta ou superficial.

Google aponta TikTok e Instagram como os seus grandes rivais

O vice-presidente sénior da divisão Knowledge & Information da Google, Prabhakar Raghavan, afirmou em conversa com a Fortune (via TechCrunch) que os grandes serviços da empresa – o Maps e o Search – têm como o TikTok e o Instagram como maiores rivais.

Nos nossos estudos, cerca de 40% das pessoas mais jovens, quando procuram um lugar para comer, não vão ao Google Maps ou ao Search. Vão ao TikTok ou ao Instagram, afirmou Raghavan.

A conversa enaltece as diferenças geracionais na forma como os internautas navegam na Internet, com a Google a procurar agora planear como poderá evoluir os seus produtos para que continuem relevantes.

Sabe qual é a rede social que faz mais mal à saúde?

Dados mostram que o Instagram aumenta a solidão e ansiedade, por isso, diz este estudo, é a rede social que mais prejudica a saúde mental.

A investigação foi levada a efeito pela Royal Society For Public Health, do Reino Unido, sendo que contou com a participação de perto de 1500 voluntários, sendo que 90% deles referiram fazer uso das diferentes redes sociais.

De acordo com a investigação, este é o ranking de redes sociais mais aliadas à sensação de solidão e ansiedade:

1ª: Instagram
2ª: Snapchat
3ª: Facebook
4ª: Twitter
5ª: YouTube

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O Instagram foi descrito pelos entrevistados como o mais viciante, mais do que cigarros ou álcool. A rede social, bem como o Snapchat, são plataformas muito focadas na imagem e parecem podem estar a gerar sentimentos de inadequação e ansiedade nos utilizadores.

Dados do Pew Research Center revelam também que os adultos são os internautas mais ativos no Instagram, o qual se apresenta como uma rede social de exibição, onde é exibido apenas uma fração da realidade.

Por culpa da comparação excessiva com as outras pessoas, o utilizador sente-se frustrado, nutrindo um sentimento de insatisfação, o qual pode levar à ansiedade, depressão e até suicídio.

Google quer o Tinder fora da Play Store

O Match Group do qual faz parte o Tinder está a ser contra-processado pela Google por danos financeiros. O julgamento visa mesmo a retirada do Tinder e de outras apps do grupo da Play Store.

Segundo o Bloomberg, no início do ano a Match processou a Google com alegações de violações anticoncorrência, por uma decisão que exigia que todos os criadores de apps para Android processassem os pagamentos de bens e serviços digitais através do sistema de cobrança da Play Store.

Depois do processo inicial, em Maio, a Google e a Match chegaram a um acordo temporário, permitindo que a Match permanecesse na Play Store com as suas app e usasse o próprio sistema de pagamentos.

A Google também concordou em fazer um esforço de “boa fé” para resolver as questões de faturação da Match. A Match, por sua vez, deveria fazer um esforço para oferecer o sistema de cobrança da Google como alternativa.

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No entanto, a Alphabet, dona da Google, afirma que o Match Group agora quer pagar “nada” à Google, incluindo as taxas de 15 a 30% na Play Store, de acordo com um processo judicial:

O Match Group nunca teve a intenção de cumprir os termos contratuais com os quais concordou… também colocaria o Match Group numa posição de vantagem em relação a outros criadores de aplicações

Em resposta, o grupo Match referiu:

A Google não quer que mais ninguém os processe, então as suas contra-alegações são projetadas como um tiro de advertência. Estamos confiantes de que o nosso processo, juntamente com outros developers, o Departamento de Justiça dos EUA e 37 procuradores-gerais estaduais a fazer reivindicações semelhantes, será resolvido a nosso favor no início do próximo ano.

Agência de petróleos nacional apela empresas usarem tecnologia subaquática local

A agência de petróleos nacional apelou aos operadores presentes em Angola a utilizarem o Centro de Alta Tecnologia Subsea, construído pela Aker Solution Entreprises (Aksel), o primeiro desse tipo no país, e que vem de um investimento de mais de 30 milhões de dólares.

Para Paulo Jerónimo, Presidente do Conselho de Administração da Agência Nacional de Petróleos, Gás e Biocombustíveis, diz que o centro tecnológico “é muito importante para Angola“, visto que antes da sua construção, “todos os operadores quando tivesses problemas de teste ou de manutenção de equipamento subaquático eram obrigados a exportar para a Europa ou para os Estados Unidos da Ámerica (EUA)“.

O primeiro grande constragimento que encontravam é o tempo de autorização para exportar o equipamento, muitas vezes chegava a cinco, seis meses, com este centro deixa de haver necessidade dessa exportação, deixa de haver necessidade dessa discussão de cinco a seis meses com as autoridades alfandegárias e passamos a montar aqui os equipamentos“, frisou o PCA.

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Segundo ainda Paulo Jerónimo, o Centro de Alta Tecnologia Subsea tem avantagem de além de testar, fazer a manutenção e reparação de equipamento produzido por si, bem como atender os de outras empresas e a vantagem da “passagem do know-how, no contexto do conteúdo local“.

Queremos não só produzir, não só realizar os trabalhos aqui, mas também queremos que o know-how seja passado para os angolanos, que daqui a algum tempo teremos somente angolanos a fazer este tipo de trabalho, isso é que é de facto o verdadeiro conteúdo local“, acrescentou.

Por outro lado, para Pedro Godinho, Chairman da Aksel, diz que agência de petróleos nacional poderá jogar um papel muito importante na sensibilização dos operadores e também dos demais intervenientes no mercado angolano, ao utilizarem esta tecnologia.

No passado, para tirarmos uma árvore de Natal que já estava em operação debaixo do mar, muitas vezes levava três a quatro meses, porque tem que se mobilizar uma sonda, que tem que lá ir, tem que retirar a árvore de Natal, quer dizer que fechava-se a produção“, sublinhou.

De informar que o Centro de Alta Tecnologia Subsea é um investimento privado avaliado em 30 milhões de dólares pela Aksel, que é uma joint-venture de direito angolano, que resulta da fusão de intereses entre a empresa norueguesa Aker Solutions e a empresa angolana Prodiaman Oil Services.