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Domingo, Março 15, 2026
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Angola quer liderar a economia digital em África

Angola quer posicionar-se como líder na economia digital em África através da implementação da Iniciativa Smart Angola, que trará benefícios, quer para o mercado nacional, como para os cidadãos, de acordo com as palavras de ministro das Telecomunicações, Tecnologias de Informação e Comunicação Social (MINTTICS), Manuel Homem.

O dirigente angolano teceu essas palavras durante um encontro com um dos membros da família governante do Emirado do Dubai, sheikh Ahmed Al Maktoum, visita aos Emirados Árabes Unidos (EAU) que se enquadra na concretização, na sua plenitude, da “proposta de implantação do Programa de Transformação Digital (Digital Angola 2024)”, parte dos Memorandos de Entendimento assinados em Dezembro de 2021, durante a visita oficial do Presidente da República, João Lourenço.

Durante o encontro foram foram assinados também vários memorandos de entendimentos, como “de Intenções para a Cooperação e Exploração de Oportunidades”, “de Intenções para a Cooperação no Sector dos Transportes”, bem como “para Cooperação no Sector de Energia e Águas”, onde esse último o  Governo dos Emirados Árabes Unidos vai financiar a construção de parques solares em Angola.

Eles têm um pacote inicial de cerca de mil milhões de dólares para a construção destes parques para energias renováveis que, no fundo, depois, vão ser absorvidas para o consumo da população e de empreendimentos económicos no país”, disse o ministro da Energia e Águas, João Baptista Borges.

5 hackers russos mais famosos da história

Os hackers são responsáveis por encher o imaginário dos usuários da Internet, uma vez que não faltam histórias sobre eles. Os cibercrimes, ou crimes cometidos na esfera digital, ocorrem por inúmeros motivos, como dinheiro, fama, inveja ou até mesmo puro prazer, tornando algumas pessoas que os cometem conhecidas por conta de suas más ações..

Confira, a seguir, uma lista com 5 dos principais hackers russos da história da Internet:

  1. Murat Urtembaiev Quando um jovem formado pela Universidade Estatal de Moscovo e funcionário da fábrica de automóveis VAZ se viu em péssimas condições financeiras em 1983, ele recorreu aos empregadores por ajuda. A direção da fábrica desencorajou Murat Urtembaiev de procurar outro emprego e prometeu-lhe uma promoção e aumento de salário.No entanto, com o passar do tempo, o jovem percebeu que estava a ser enganado pela administração e resolveu elaborar um plano de vingança: alteraria secretamente o programa usado para operar uma linha de montagem e o infectaria com um vírus; ele então interviria e solucionaria o problema, obtendo o devido reconhecimento dos gestores da fábrica.

    Após a intervenção de Urtembaiev, a fábrica ficou paralisada por três dias. Como essa não era a intenção – apenas planejava causar o problema para eliminá-lo imediatamente -, ele foi até a administração e confessou os planos. Como o código penal soviético na altura não estipulava punição para crimes cibernéticos, Urtembaiev foi acusado de vandalismo e recebeu uma sentença suspensa e uma multa pesada. Também se tornou o primeiro hacker soviético a ser capturado.

  2.  Stepanov, Petrov e Maskakov – os primeiros hackers a serem condenados na Rússia

    Em 2013 e 2014, as casas de apostas on-line britânicas foram alvos de uma extorsão em escala sem precedentes. Em meio a jogos importantes, as empresas receberam e-mails com ameaças. Hackers desconhecidos ameaçaram destruir os seus sites com ataques DDoS – e, assim, interromper fluxos de lucro – a menos que as empresas transferissem dezenas de milhares de dólares para uma conta obscura registrada em um terceiro país. A recusa em cumprir a exigência resultou em enormes perdas financeiras para a empresa.

    A investigação conduzida pela polícia britânica apontou indivíduos localizados na Rússia, e as autoridades do país entraram em contacto com a Polícia russa solicitando assistência. Em pouco tempo, os policiais russos prenderam três indivíduos e os acusaram de crimes cibernéticos. Os culpados – especialistas em tecnologia na casa dos vinte anos, que teriam ganhado cerca de US$ 4 milhões por meio de extorsões – receberam uma sentença que alguns consideraram muito severa: oito anos em uma prisão de alta segurança.

    MAIS: 74% do dinheiro obtido com ransomware vai para hackers com ligações à Rússia

  3. Vladímir Levin – um hacker que teria transformado US$ 100 em US$ 10 milhõesEm 1994, um hacker transferiu de forma fraudulenta mais de US$ 10 milhões das contas do Citibank, com sede nos Estados Unidos, e tentou sacá-los por meio de contas registradas em vários países ao redor do mundo.Quando os cúmplices de Levin que tentaram sacar os fundos foram detidos a pedido do FBI, eles entregaram Vladímir Levin, um funcionário de uma pequena empresa comercial com sede em São Petersburgo chamada AO Saturn. Em 1994, o código penal russo não tinha uma cláusula contra crimes cibernéticos e Levin  – era, tecnicamente, uma pessoa inocente aos olhos das autoridades russas. Também permaneceu imune aos pedidos de extradição das autoridades dos EUA, já que a lei russa proíbe a extradição de cidadãos russos.

    Foi necessário um esforço por parte do banco e das autoridades estrangeiras para atrair Levin para o Reino Unido, onde ele acabou preso e extraditado para os EUA para julgamento.

    Depois que o tribunal dos EUA condenou Levin a quatro anos de prisão, surgiram rumores de que as habilidades técnicas e de informática do russo eram muito inferiores para um criminoso de tal magnitude e elegância técnica. Uma teoria, alimentada por revelações anônimas feitas online, sugere que Levin não foi o cérebro por trás do roubo, mas que apenas comprou o acesso ao sistema bancário por meros US$ 100 de um grupo de hackers da Rússia – que haviam feito a invasão sem intenção de causar danos, mas por mera curiosidade e vontade de explorar vulnerabilidades nos servidores do Citibank. Levin, porém, foi o único a ser punido.

  4. Evguêni Bogatchov – um hacker cuja cabeça chega a valer US$ 3 milhões“Procurado pelo FBI”, lê-se no pôster que retrata um homem de meia-idade com a cabeça raspada e um sorriso sinistro no rosto. Na foto está Evguêni Bogatchov, um cidadão da cidade costeira de Anapa, no sul da Rússia, e um dos hackers mais famosos do mundo.

    A recompensa de US$ 3 milhões oferecida pelo Departamento de Estado dos EUA por informações que levem à prisão ou condenação de Bogatchov são uma prova da posição desse indivíduo entre os cibercriminosos mais procurados do mundo.

    Utilizando os apelidos online de ‘lucky12345’ e ‘slavik’, Bogatchov desenvolveu e utilizou softwares maliciosos tipo Trojan chamados Zeus e GameOver Zeus para supostamente se envolver em uma “ampla empresa de extorsão”, segundo afirmou o FBI.

    Estima-se que as actividades de Bogatchov tenham resultado em perdas financeiras de mais de US$ 100 milhões. Ainda hoje, o escritório do FBI em Pittsburgh recebe regularmente pistas sobre o seu paradeiro, mas nenhuma delas levou à prisão do famoso hacker russo.

  5. Fancy Bear – os hackers por trás do escândalo do Comitê Nacional DemocrataNo auge da corrida para as eleições presidenciais dos EUA em 2016, uma série de e-mails do Comitê Nacional Democrata foi roubada e vazada em um ataque cibernético de audácia sem precedentes. A investigação subsequente conduzida pelo procurador especial Robert Mueller revelou que os hackers por trás do grupo Fancy Bear estavam associados à inteligência militar russa. As autoridades estatais da Rússia, no entanto, negaram veemente a acusação. 

    Seja qual for a sua afiliação, o grupo é conhecido por seus métodos avançados e altamente sofisticados e uma ampla gama de alvos. Ao longo dos anos, diversos governos e organizações não governamentais teriam sido vítimas do Fancy Bear. Os hackers supostamente usam um software malicioso chamado X-Agent, que lhes permite controlar os computadores infectados, capturar imagens, observar as teclas digitadas e roubar senhas.

    Nas palavras de Kurt Baumgartner, pesquisador de segurança da equipe de investigação global da Kaspersky Lab, lutar contra o Fancy Bear é “como jogar xadrez contra alguém e nunca saber quem é o oponente”.

O que é SWIFT e por que é complicado excluir a Rússia da rede

A Sociedade de Telecomunicações Financeiras Interbancárias Mundiais é uma cooperativa internacional, com sede na Bélgica. Fundada em 1973, funciona como um canal de comunicação global entre seus participantes, além de padronizar transações financeiras internacionais. São mais de 11 mil instituições financeiras, de 200 países, conectadas.

Atualmente a maioria das transações interbancárias internacionais, como ordens de pagamento e transferências bancárias, são realizadas por meio da rede SWIFT. Esta rede permite a troca de mensagens electrónicas em um meio altamente seguro, onde cada banco possui um endereço próprio (código SWIFT). Entretanto, para a efetivação destas transações, é necessário que cada participante tenha um relacionamento bancário com outro, já que a rede permite apenas a troca de informações e não dos valores em espécie.

O que é a SWIFT e por que ela é tão importante?

Segundo a própria Swift argumenta, nenhuma outra organização além dela consegue lidar com a escala, precisão, ritmo e confiança que essas movimentações financeiras internacionais exigem. Seu sistema, desenvolvido para substituir a dependência das máquinas de Telex, fornece aos bancos uma forma de comunicação rápida, segura e barata.

O mecanismo não detém ou transfere fundos, ou seja, não é um sistema de pagamentos. No entanto, permite que os bancos e outras empresas financeiras informem uns aos outros sobre as transações que estão prestes a se concretizar. Um Código Swift é um formato padrão de Código Internacional Bancário (BIC) usado para especificar um determinado banco ou agência. Todos os códigos de 11 dígitos referem-se a agências específicas, enquanto os códigos de 8 dígitos referem-se à sede ou ao escritório principal do banco.

O que acontece se a Rússia foi retirada da Swift?

Em termos práticos, ser removido da SWIFT significa que os bancos russos não poderiam usá-la para realizar ou receber pagamentos junto a instituições financeiras estrangeiras para transações comerciais. Seria uma grande dor de cabeça operacional. Eles até poderiam recorrer a outros meios de comunicação- telefone, e-mail – ou mesmo desenvolver um sistema alternativo com países parceiros, mas a segurança e os volumes certamente não seriam os mesmos. Isso sem contar os investimentos e o tempo necessário para construir essa nova rede.

Criptomoedas seria a solução?

Usar criptomoedas pode ser uma opção, mas ao mesmo tempo já paira sobre esse tipo de ativos uma série de preocupações sobre lavagem de dinheiro e financiamento ao terrorismo. As instituições russas também poderiam recorrer a triangulações informais, com bancos de países aliados fazendo operações em nome delas. A China é um importante aliado dos russos e também poderia desenvolver uma mensageira bilateral.

Por que essa punição ainda não foi adoptada?

Apesar de ameaçar, os países do Ocidente hesitam em aplicar essa punição à Rússia porque o país é um grande exportador de petróleo e gás natural, e muitos países europeus dependem desse fornecimento, especialmente para enfrentar o o inverno. Além disso, poderia haver efeitos colaterais em outros países.

Falando do nosso país, Angola conta actualmente com 35 instituições bancárias no SWIFT, onde todos os códigos passivos (ou seja, inativos) são excluídos da lista. Para veres a lista completa de todos códigos SWIFT para todos os bancos do nosso país é só clicares em aqui.

Conheça as 12 carteiras digitais em Angola

Este artigo foi enviado por Sandro Jorge. Quer partilhar conhecimento com os demais seguidores do MenosFios? Siga os passos.

Antes de tudo, é importante definirmos aqui o conceito de “carteira digital” que usaremos, que nesse caso, é toda e qualquer tecnologia ou sistema que permite a movimentação de dinheiro, de um destinatário para outro, a partir de um dispositivo móvel, sem a necessidade de recorrer-se ao dinheiro em espécie.

Definido o conceito de carteira digital, temos a base que utilizaremos para listar as carteiras digitais angolanas.  A lista não segue nenhuma ordem em particular, porém, perto do final, apresentarei aquela que julgo ser a solução mais completa dentre elas. Popularmente, existem dois tipos de solução de carteira digital, soluções offline, que não dependem da internet para funcionar e soluções que dependem de uma conexão à internet ou dados móveis.

Importante: faço uso apenas de dois dos 11 serviços digitais apresentados aqui, o artigo foi escrito tendo como base experiências de terceiros e/ou informações disponíveis na internet.

Soluções Offline (USSD)

As carteiras digitais offline têm como solução tecnológica o USSD (Unstructured Supplementary Service Data), que é um protocolo de comunicação para telemóveis. Através de códigos USSD, você pode acessar a serviços baseados na web sem instalar um aplicativo móvel.

O protocolo de mensagens USSD faz parte do padrão celular digital do Sistema Global para Comunicações Móveis (GSM).  Tal como os serviços SMS e MMS, o serviço USSD facilita a comunicação, sem a necessidade de um aplicativo dedicado.  Ao contrário do SMS, usado para troca de mensagens de texto entre dois telemóveis, o USSD estabelece uma conexão em tempo real entre o seu telemóvel e uma rede móvel ou um servidor, dessa forma, você pode fazer coisas como carregar saldo de voz ou de dados, verificar a sua conta bancária e muito mais sem ter que baixar ou instalar nenhum aplicativo no seu dispositivo.

Já falamos muito, bom, agora vamos conhecer as soluções de carteiras digitais offline em Angola.

1. Agiliza

O Agiliza, é a solução eletrónica de pagamentos USSD disponibilizada pelo Banco Millennium Atlântico. Mais abaixo falo também do é-Kwanza, que pertence ao banco BAI.

O grande diferencial que percebi entre o Agiliza e o é-Kwanza, é que o Agiliza é um canal offline de acesso directo à sua conta bancária. Enquanto que nas restantes soluções de carteiras digitais offline, a carteira funciona como uma “coisa” separada, com o Agiliza, a situação é diferente.

Se você já tem uma conta bancária custodiada no banco Millennium Atlântico, ao aderir ao Agiliza, você obtém um segundo canal de acesso à sua conta bancária. Para aderir, marque *400# e clique na tecla chamar.

2. é-Kwanza

Tal como o Agiliza, o é-Kwanza, também é uma solução de pagamentos USSD, que ao contrário do Agiliza já funciona como uma conta móvel separada da sua conta principal.

Conforme observamos no site e-kwanza.ao “É uma plataforma tecnológica que permite ao cliente efetuar o seu registo e a manutenção dos seus dados, desbloqueio de conta, transferências, deposito e levantamento de dinheiro, conversão de dinheiro em “dinheiro electrónico” e vice-versa, pagamento de bens e serviços, via aplicativo Web, aplicativo Android e comandos USSD”. Para aderir, marque *402# e clique na tecla chamar.

3. eKumbu

Na corrida à apresentação de soluções de pagamentos, o Banco Sol não ficou de fora, apresentando ao público o eKumbu, um serviço que visa massificar a inclusão financeira através de pagamentos por telemóvel. Em nota de imprensa, o Banco Sol declara que “além de outros serviços da banca clássica, tem também como missão e estratégia a inclusão financeira”.

Segundo a nota publicada pelo seu gabinete de comunicação, essa inclusão financeira “se propõe abranger todos os segmentos ou franjas da população, assim sendo, o EKUMBU, é um serviço que veio para complementar toda a ação de inclusão que ao longo destes 20 anos, com dedicação e empenho o banco tem estado a prestar”.O eKumbu é mais parecido com o é-Kwanza, quase que não há diferença entre uma solução e outra.

Soluções Online

4. BNIX

O BNIX, é um serviço que surgiu com a promessa de revolucionar a maneira como gere o seu dinheiro diariamente. Foi introduzido no mercado pelo banco BNI.O BNIX permitia fazer pagamentos, transferências BNIX, transferências bancárias, consultar saldos de conta, compras, carregamentos Multicaixa, depósitos e levantamentos, tudo, através do seu telemóvel.

OBS: Infelizmente o BNI decidiu suspender o BNIX, e está atualmente indisponível.

5. Xikila Money

No cemitério das soluções de carteiras digitais em Angola, encontrámos ainda Xikila Money, que teve uma certa popularidade entre as comunidades angolanas. O Xikila Money surgiu como uma oferta inovadora em Angola, isto é, permitia usar o telemóvel como uma carteira digital e com base nisso efetuar diversos pagamentos via mobile.

Esse serviço,  transformava o telemóvel numa conta bancária e dava ao usuário a possibilidade de efetuar transações bancárias de forma cómoda e segura em qualquer hora do dia. O Xikila Money, permitia que o usuário efetuasse pagamentos de vários serviços, tais como:

  • Depositar dinheiro.
  • Transferir dinheiro para outras contas Xikila.
  • Transferir e receber dinheiro de contas de outros bancos.
  • Pagar as contas de televisão, energia, água, telemóvel, internet.
  • Pagar compras de bens e serviços.
  • Levantar dinheiro.

Para que uma pessoa começasse a utilizar o serviço Xikila Money, era necessário que o utilizador abrisse uma conta numa agência ou quiosque Xikila Money, que era totalmente gratuita e efetuasse um depósito na conta Xikila. Até onde sei, o Xikila Money funcionava com base no serviço USSD.

6. MULTICAIXA Express (MCX Express)

O Multicaixa Express, leva para o “digital” todas as operações que podem ser efetuadas nos multicaixa (físicos). Com mais de 1 milhão de downloads na Google Play Store, arrisco em dizer que é a carteira digital mais utilizada em Angola.

A EMIS, no seu site diz que “O MULTICAIXA Express (MCX Express) é o novo canal interbancário de pagamentos disponibilizado pela EMIS, mediante associação de vários cartões MULTICAIXA no telemóvel, ambicionando ser o veículo impulsionador da massificação dos pagamentos electrónicos em Angola”.

A inovadora aplicação MULTICAIXA Express, oferece uma solução para pagamentos, consultas, levantamentos e transferências através do telemóvel e agora muito mais recente permite a transferência entre contas MULTICAIXA Express.

Com o MCX Express, é possível pagar vários serviços como: água, luz, televisão, Internet, comprar bilhetes de avião, carregar o telemóvel, consultar o saldo e movimentos, fazer transferências e também fazer pedidos de levantamento sem cartão.”

Com o MULTICAIXA Express, tem sempre o MULTICAIXA à mão. Para aderir, basta descarregar o App para Android aqui, ou para iOS aqui.

7. Aki 

O Aki, apresenta-se como “um concentrador de serviços de pagamentos por intermédio do qual os utilizadores poderão encontrar de forma rápida, simples, cómoda e segura um variado leque de ofertas de bens e serviços.

Para as compras do dia-a-dia, pagar bens e serviços, levantar, transferir e depositar dinheiro com toda a segurança e simplicidade, nasceu um sistema mais simples que um Banco.

AKI é o teu Banco móvel que está onde é preciso, fácil e sem complicações.” Para aderir, clique Aki.

8. Aki Paga

Por mais incrível que pareça, na nossa praça de serviços de pagamentos digitais, temos o Aki Paga, com o nome semelhante à solução acima, o seu serviço difere pouco do mesmo.

Desenvolvido pela Kwattel S.A, o Aki Paga permite efetuar pagamentos, Levantamentos e Depósitos, e carregamentos.  Pelo que se percebe, o principal diferencial entre o Aki e o Aki Paga, é que o segundo é baseado em USSD enquanto que o primeiro tem como solução WEB.

9. Unitel Money

O mais popular de todos, o famoso unitel money que como o nome indica, foi introduzido ao mercado pela operadora móvel angolana UNITEL, pretendendo ser o Banco Nacional móvel de Angola. A UNITEL SPM opera sob a marca UNITEL Money.

Tendo como missão contribuir para a digitalização dos serviços de pagamentos, para a massificação da inclusão financeira, através das transferências móveis e instantâneas, vulgarmente conhecidas como pagamentos móveis ou Mobile Money.A App UNITEL Money está disponível para dispositivos iOS e Android, aguardamos ansiosamente por uma versão web da solução. Para aderir, marque *449# e clique na tecla chamar.

10. Kamba

Seguindo com as soluções de carteiras digitais em Angola, encontramos também o Kamba – carteira digital.

Na página oficial do facebook da carteira, a mesma apresenta-se como “uma conta de dinheiro electrónico onde podes adicionar dinheiro e realizar pagamentos sem a necessidade de uma conta bancária. 100% móvel e sem taxas”. O grande diferencial do Kamba é que ele permite por meio da compra de vouchers, efetuar o pagamento de serviços internacionais como Spotify, Netflix e Steam. Clique aqui para aderir.

11. PayPay

A PayPay, ou PayPay África ou PayPay AO ou ainda pay’pay AFRI (sim… é meio difícil saber o nome exato do negócio) é uma plataforma digital e interativa, utilizável em telemóveis e que permite efetuar pagamentos com recurso ao QRcode, transferir e receber dinheiro, consultar saldo da conta bancária e permite igualmente associar a uma carteira digital. A experiência de utilização do PayPay é bastante suave e intuitiva, gostaria apenas que tivessem uma interface gráfica mais robusta.

13. Kwanza Online

Queria terminar o artigo fazendo uma menção honrosa ao Kwanza Online. O saudoso Kwanza Online, foi uma solução de pagamentos online desenvolvida por Célio Garcia.

Foi o primeiro serviço angolano de pagamento online, permitindo aos angolanos fazer compras em lojas angolanas que já praticavam o e-commerce, facilitando assim o processo de compra e venda em território nacional.

O Kwanza Online, era que nem um Multicaixa no seu computador, permitindo aos angolanos e não só, recarregar os seus telemóveis (UNITEL e MOVICEL), pagar a subscrição da ZAP, NetOne, e quiçá outros serviços a partir do seu computador.

Esse serviço oferecia dois tipos de contas:

  • Conta pessoal

Quem criava uma conta pessoal eram as pessoas singulares.

  •  Conta comerciante

Essa conta era para os comerciantes, ou seja, todos aqueles que tinham lojas e gostariam de receber pagamentos online.

Podemos dizer que o Kwanza Online, foi o pioneiro das carteiras digitais em Angola.

Grupo Anonymous declarou “guerra cibernética” contra a Rússia

O grupo de hackers Anonymous anunciou o seu apoio à Ucrânia no conflito que vive atualmente, declarando ainda que levará a cabo uma guerra cibernética contra a Rússia.

De acordo com o que revela o Times of India, o grupo de piratas informáticos diz já ter deitado abaixo múltiplos sites russos, os quais incluem sites do governo russo, do Kremlin e do ministério da Defesa. Estes ataques foram posteriormente confirmados pela RT, a rede de televisão internacional controlada pelo estado russo.

Que se lixe o Putin. Nós apoiamos o povo da Ucrânia. Somos legião. Não esqueceremos as vidas que foram perdidas sob o regime do Putin”, pode ler-se no ‘tweet’ de uma conta associada aos Anonymous.

[Vídeo] Confira as principais notícias tecnológicas que marcaram a última semana #14

Hoje é Sexta-Feira, 25 de Fevereiro, e apesar de alguns sobressaltos nas últimas duas semanas, trouxemos mais um episódio de “As Melhores da Semana”, o nosso espaço que fizemos uma compilação das noticias mais engajadas pelos nossos seguidores, durante a semana.

Como mostrou-se o “preview” do vídeo acima, o artigo que dá conta que a ANGOP vai lançar um serviço de noticias fechadas no seu portal digital teve um grande engajamento dos nossos seguidores, seja no Instagram ou Facebook, pelo que definitivamente deveria estar no Top 05. De acordo com o que foi revelado por Josué Isaías, Presidente do Conselho de Administração da ANGOP, trata-se de conteúdos em texto, vídeos, fotografias e áudio  produzidos com base numa agenda de iniciativa própria  e disponibilizados no portal em regime fechado, isto é, para ter o acesso ao material fechado só é possível mediante pré-pagamento em Kwanzas ou em dólar.

A instabilidade que verificou-se nas principais operadoras de telecomunicações do país, no último final-de-semana, também foi bastante comentado pelos nossos leitores, visto que os mesmos foram afetados em primeira mão por essa instabilidade. Então, não é supresa nenhuma pelo facto dessa notícia estar também no Top 05 da semana.

Mas para veres o Top completo, com narração exclusiva de Sued de Oliveira, é só ires em nosso canal do Youtube ou clicando em aqui.

Angola presente na 59ª Sessão do Subcomité Científico e Técnico do COPUOS

Uma comitiva angolana participou na 59ª Sessão do Subcomité Científico e Técnico do COPUOS, entre os dias 7 e 18 de Fevereiro último, onde discutiram questões relacionadas a aspectos científicos e técnicos das actividades espaciais.

O evento serviu ainda para debater temas relacionados ao clima no espaço e o uso de tecnologia espacial para desenvolvimento socioeconómico, visto que trata-se de uma plataforma global para o desenvolvimento destas matérias.

MAIS: Rússia é um parceiro estratégico de Angola no espaço sideral

De referir ainda que a 59ª Sessão do SubComité Científico e Técnico abordou também  matérias relacionadas com o Programa das Nações Unidas sobre Aplicações Espaciais, Tecnologia Espacial para o desenvolvimento socioeconómico sustentável, bem como assuntos relativos ao sensoriamento remoto da Terra por satélite, incluindo aplicações para países em desenvolvimento e monitoramento do meio ambiente da Terra, detritos espaciais, suporte ao gerenciamento de desastres baseado em sistema espacial, desenvolvimentos recentes em sistemas globais de navegação por satélite, clima espacial, objectos próximos da Terra, sustentabilidade a longo prazo das actividades espaciais, o uso de fontes de energia nuclear no espaço sideral e espaço e saúde global.

De informar que em Dezembro último Angola foi escolhida como um dos cinco novos países para fazerem parte do Comité para Usos Pacíficos do Espaço Exterior (COPUOS), de acordo com a nota de imprensa do Ministério das Telecomunicações, Tecnologias de Informação e Comunicação Social (MINTTICS), e onde a escolha do nosso país para essa ordem é uma decisão e aprovação da Assembleia Geral das Nações Unidas (AGNU).

 

Moçambique: Lançada plataforma digital para controlo dos recursos florestais

O Governo de Manica, através do Serviço Províncial do Ambiente, criou uma plataforma digital para o Sistema de Informação Florestal (SIF), na qual tem como objectivo eliminar o abate ilegal de recursos florestais.

A referida plataforma foi inaugurada no princípio dessa semana, pelo Secretário do Estado em Manica, Edson Macuácua, em um evento que reuniu mais de 78 operadores florestais, como concessionários e portadores de licença simples, daquele território moçambicano.

As funcionalidades do SI é agrupadas em cinco módulos, nomeadamente, licenciamento, sustentabilidade, monitoria, planeamento e maneio comunitário, e visa principalmente ordenar a facilitação dos recursos florestais em Moçambique, através de um conjunto de utilidades que estão acessíveis por intermédio de um navegador ou aplicativo móvel, transformando da arena analógica para o sistema digital.

Ainda na cerimónia esteve presente o delegado provincial da Agência Nacional para o Controlo da Qualidade Ambiental (AQUA), Fidel Nobre, onde disse que a plataforma digital irá ajudar o sector florestal do país, visto que os operadores têm agora um espaço para as manobras de carregamento de quantidades não específicadas deste recurso, além das áreas não concessionadas.

O dirigente acrescentou ainda que com essa plataforma web o Governo Moçambicano vai poupar os custos, como combustíveis, alojamento e alimentação dos fiscais porque, a partir de agora a informação das áreas cortadas e o produto explorado serão reportados por via digital.

a plataforma vai melhorar os trabalhos do sector florestal, porque irá eliminar o abate indiscriminado de árvores, furtivismo e aumentar a vigilância contra operadores desonestos, que declaram muito abixo do que foi transportado. Também vai ajudar no reflorescimento das áreas desmatadas por meio de plantio de novas árvores”, disse Fidel Nobre.

Bazaar: A sua plataforma de vendas com pegadas de Rede Social

A economia colaborativa esta dando uma nova cara ao mercado mundial, onde Angola não tem ficado atrás. Aplicativos e sites que oferecem negociações P2P (peer to peer) estão ganhando lugar no mundo dos negócios, por isso uma grande ideia que  ganhou o mercado digital são os sites ou plataformas de classificados.

É nesse quesito que a sociedade civil nacional conta agora com o Bazaar, uma plataforma de Classificados com pegadas de Rede Social, trazendo ao público angolano um novo conceito, uma Rede Social de Vendas. Um local onde qualquer um pode Vender e/ou Comprar produtos e/ou serviços.

A redacção do MenosFios fez um “test drive” a plataforma do Bazaar, e pudemos notar que o mesmo é perfeito para que as pessoas anunciem seus produtos. Com um site bem desenvolvido, o Bazaar oferece todas as informações necessárias para que elas sejam encontradas. Permitindo que todos anunciem suas vendas, esse portal pode ser uma ferramenta útil para todo angolano que quer anunciar o seu produto.

O serviço ao utilizar a plataforma inclui todos os produtos, funcionalidades, apps, tecnologias e software, de modo a fomentar a missão do Bazaar: Trazer um mundo de possibilidades em torno da compra e venda, atuando como intermediário entre o comprador e o vendedor. O Serviço é composto pelos seguintes aspetos:

Então, para as pessoas que procuram comprar os mais variados produtos, o Bazaar pode ser também um espaço perfeito. Com todas as ferramentas necessárias, a plataforma permite fazer buscas baseadas em categorias e localização, encontrando tudo o que desejam da melhor forma.

 

Ténista Serena Williams investe nas startups africanas

Aug 25, 2020; Flushing Meadows, New York, USA; Serena Williams (USA) pauses during a match against Maria Sakkari (GRE) during the Western & Southern Open at the USTA Billie Jean King National Tennis Center. Mandatory Credit: Robert Deutsch-USA TODAY Sports/Sipa USA

A ténista norte-americana Serena Williams, juntamente com a Capital Partners, juntaram-se a uma equipa de investidores para financiar startups africanas, de modo a aproveitar o grande impacto tecnológico e inovador em África.

O grupo de investidores, constítuidos por Serena Ventures, AT&T Capital e a Distributed Global, já angariou 6,5 milhões de dólares para a Nestcoin, startup nigeriana criadora de produtos cripto, sem esquecer que no princípio de Fevereiro conseguiram também um investimento de 10 milhões de dólares para a Moove, parceira de fornecimento de veículos da Uber em África.

Essa actuação não é algo nova na vida financeira de Serena Williams, que já tinha investido na Andela, uma startup africana que dá formação a programadores de software.

A Nestcoin é uma startup focada no desenvolvimento de produtos de aplicações Web3, baseados em criptomoedas ou tokens digitais que são rastreados em blockhaisn. Os produtos da empresa incluem o Breach, uma plataforma de media que fornece informações educativas sobre ativos cibernéticos e promove a sua adoção.

MAIS: ‘Oracle for Startups’ abre inscrições para startups africanas

Segundo o que revela a Bloomberg, as startups em África levantaram mais de 125 milhões de dólares desde o início de 2022, o que mostra que o nosso continente está a atrair financiamento por parte dos “business angels” e de capitais de risco, com crescimento das startups em África –que representa actualmente uma população jovem e experiente em tecnologia– de modo a preencher uma lacuna na infra-estrutura financeira e na entrega de bens e serviços de última hora.

De acordo ainda com os relatórios divulgados da Briter Bridges Intelligence, em 2021 África assistiu mais de 500 negócios tecnologicamente inovadores, levantando cerca de 5 mil milhões de dólares e preparando o terreno para um aumento na procura por novo capital.