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INCM diz que Starlink não tem como espionar Moçambique

O Presidente do Conselho de Administração do Instituto Nacional de Comunicações de Moçambique (INCM), Tuaha Mote, garantiu que a entrada da Starlink em Moçambique não vai dar espaços para espionagem no país.

O dirigente proferiu essas palavras no lançamento da plataforma de denúncia de fraudes com recurso a redes de telecomunicações ou meios de pagamento electrónico, informando que a entrada da empresa norte-americana de fornecimento de internet via satélite, do bilionário Elon Musk, coincide com o período em que o país sofreu o seu primeiro ataque cibernético de grande dimensão.

O INCM reconhece a preocupação da sociedade civil moçambicana e tranquiliza os mesmos, de que não há perigo de o país ser espeionado pela Starlink.

Não haverá risco porque as infra-estruturas estarão aqui em Moçambique e todas entidades que vão oferecer esse serviço estão sob controlo do nosso país. Os satélites estão no espaço, mas as questões ligadas à protecção de dados, à informação do país, essa está garantida. Mas um dado é certo! Mesmo que Moçambique não a licenciasse, a empresa montou uma constelação de satélites que cobre toda a África Austral. Esses dispositivos estão a focar todo o nosso território e os países vizinhos. Mesmo que não licensiássemos, os satélites estariam aqui a observar-nos”, disse Tuaha Mote.

MAIS: Moçambique: Starlink vem para melhorar os serviços de internet no país

Ainda no evento, o instituto regulador moçambicano garantiu que, caso as opeadoras de telefonia móvel do país não obedeçam aos protocolos de segurança e os piratas tenham acesso a informações dos clientes, os mesmos serão sancionados.

O INCM, como regulador, garante, entre outros direitos, que as operadoras cumpram com os requisitos de segurança das redes de teelcomunicações. É nossa missão auditar os operadores para aferir se eles estão a cumprir com os procedimentos de segurança ou não. Temos consciência de que a segurança não será absoluta ou total, mas é preciso dificultar e se ocorrer, é preciso que haja mecanismos de mitigação. Em caso de incumprimento desses protocolos, o regulamento prevê normas sancionatórias”,acrescentou o PCA.

Conheça as 15 startups africanas selecionadas para o Google Startups Accelerator Africa

No princípio dessa semana a Google anunciou as startups africanas selecionadas para o Startups Accelerator Africa Class 7, programa acelerador que vai capacitar as mesmas a desenvolver soluções em áreas como saúde, educação, gestão de frotas, automação logística e recrutamento.

Essa 7° turma, que infelizmente não incluiu nenhuma startup angolana, é constituida por 15 startups tecnológicas de sete países africanos, com a Costa do Marfim ter uma representante pela primeira vez.

Os projectos selecionados foi entre muitas aplicações feitas ao programa, vindo de todas as partes de África, e onde as startups selecionadas para essa fase final levou-se em conta o produto oferecido e os ajustes do mercado económico do continente africano.

Nos próximos três meses, as 15 startups trabalharão com mentores e facilitadores da Google, onde aprenderão as melhores práticas em uma grande série de tópicos, como Inteligência Artificial, Big Data, cultura organizacional, estratégias de crescimento e muito mais.

MAIS: Google Hustle Academy vai capacitar mais de 5.000 PMEs em África

Segundo o que foi revelado, o Startups Accelerator Africa Class 7 será em torno de um conceito virtual de bootcamp, que vai contar com seminários, sessões de coaching um-a-um e oportunidades de aprendizagem entre pares.

 “Estamos emocionados por começar a nossa sétima coorte com um grupo tão diversificado e inspirador de empresas que estão a aproveitar a tecnologia para enfrentar os problemas que muitas pessoas no continente enfrentam todos os dias“, disse Folarin Aiyegbusi, Head of Startup Ecosystem de África.

As startups em África estão a resolver algumas das questões mais prementes da região – desde o emprego à logística, à banca, aos cuidados de saúde e à educação. Esta é uma jornada em que estamos felizes por estar.” acrescentou Aiyegbusi.

Nos últimos quatro anos o Google for Startups Accelerator Africa apoiou 82 startups de 17 países africanos, onde colectiavmente já angariaram mais de 112 milhões de dólares e criaram 2800 empregos diretos. A empresa tecnológica também informou que já investiu mais de 5 milhões de dólares através de uma combinação de financiamento sem fundos próprios e créditos de produtos para serviços da Google.

Eis as 15 startups selecionadas:

Clafiya (Nigeria)

A Clafiya liga os pacientes aos profissionais de saúde para fornecer serviços de cuidados primários rápidos e acessíveis a pedido em África.

Fleetsimplify (Kenya)

A Fleetsimplify é uma plataforma de gestão de frotas para a mobilidade partilhada.

HydroIQ (Kenya)

A HydroIQ é uma rede de água virtual que dá aos consumidores e utilitários uma plataforma única e transparente para gerir o seu consumo e gestão de água.

iVerify.ng (Nigeria)

iVerify.ng é uma plataforma de embarque de identidade digital.

LaRuche Health (Côte d’Ivoire)

A LaRuche Health oferece aplicações inclusivas que simplificam a prestação de cuidados e melhoram o acesso dos pacientes a serviços de saúde preventivos.

MAIS: Google abre inscrições para 3° edição do programa que financia projetos jornalísticos

LyRise (Egypt)

A LyRise é uma plataforma que fornece às empresas uma forma mais fácil e rápida de contratar e trabalhar com IA e talentos de dados de África.

MDaaS Global (Nigeria)

A MDaas constrói e opera serviços modernos de diagnóstico, habilitados pela tecnologia, em comunidades clinicamente desfavorecidas na Nigéria.

Multiplied (South Africa)

Multiplied oferece design baseado em dados em escala através de conteúdo personalizado infinito para marketing.

Nulitics (South Africa)

A Nulitics é um especialista em desenvolvimento de software de Realidade Mista (XR) e integrador de sistemas com foco na tecnologia wearable XR.

Ridelink (Uganda)

A Ridelink torna a mobilidade de carga acessível e acessível às pequenas empresas ao toque de um botão.

SmartClass (Tanzania)

O SmartClass é uma rede de aprendizagem de habilidades que permite aos jovens aprenderem com os seus pares.

Sukhiba (Kenya)

Sukhiba é uma plataforma de comércio descentralizada baseada na comunidade.

Terawork (Nigeria)

A Terawork é um mercado pan-africano online freelance que liga o talento de África à força de trabalho global.

The Marking App (South Africa)

A Marking App fornece uma aplicação sem dados que marca automaticamente avaliações escolares manuscritas, ao mesmo tempo que automatiza a administração escolar.

truQ (Nigeria)

O truQ é uma plataforma logística habilitada a automatizar e otimizar a logística de curto curso (ou intracidade) para empresas de distribuição de retalho automatizadas em África.

 

Mais de 500 mil angolanos acederam a sites piratas

Mais de 500 mil angolanos acederam a sites piratas de “streaming”, nos últimos seis meses, revelou, terça-feira, em Luanda, o director de Anti-Pirataria da empresa de segurança de software e tecnologia dos media (Irdeto), Frinkkie Jonker.

Aquilo que parece barato e fácil pode nos tornar vulneráveis. O Quénia é um bom exemplo neste sentido. A legislação do país permite recorrer à justiça e esta, por sua vez, manda bloquear o IP do site”, observou.

Frikkie Jonker, citado num comunicado de imprensa enviado ao Jornal de Angola, fez estes pronunciamentos no webinar realizado pela empresa de distribuição por satélite DSTV Angola, que debateu o contexto da pirataria no país e como este fenómeno tem afectado os principais operadores de serviços de televisão em no país.

Por sua vez, o chefe do departamento de Crimes Cibernéticos do Serviço de Investigação Criminal (SIC), esclareceu que actualmente estão tipificados cerca de dez crimes com penas dos dois a oito anos, para quem o SIC conta, desde 2015, com o Núcleo de Crimes Cibernéticos, tendo em 2017 criado a Direcção de Crimes Informáticos.

MAIS: Pirataria continua a crescer nos últimos anos

Já a directora do departamento jurídico e de regulação da Multichoice Angola, Nair Pitra, citada no mesmo comunicado, recordou que só em 2020 a pirataria passou a configurar um crime informático com a aprovação do Novo Código Penal, que prevê dois anos de prisão e 240 dias de multa.

O encontro contou, entre os convidados, com a presença do director-geral da TV Cabo, Francisco Ferreira, que assegurou que, apesar do combate à pirataria, a companhia já apresentou ao SIC mais de 250 queixas de furto de equipamentos, cada um deles avaliado em 150 mil dólares.

Francisco Ferreira adiantou, também que existe no país uma rede organizada de piratas informáticos que disponibiliza pacotes de televisão da TV Cabo a preços que têm prejudicado financeiramente a empresa.

Agência de cibersegurança alemã levanta questões de segurança sobre o antivírus Kaspersky

A agência federal alemã de cibersegurança BSI lançou um alerta esta terça-feira(15) para avisar os utilizadores das soluções de antivírus desenvolvidos pela Kaspersky Lab. Citado pela Reuters, a empresa sedeada em Moscovo poderá tornar-se um risco sério de ataques bem-sucedidos de hacking.

A BSI diz que a empresa de cibersegurança poderá ser coagida por agentes do Governo russo para fazer hacking a sistemas TI internacionais; ou mesmo que agentes possam utilizar a sua tecnologia, de forma clandestina, para lançar ciberataques sem o conhecimento da empresa.

MAIS: Kaspersky bloqueia 30.562 tentativas de ataque sobre Log4Shell

A Kaspersky já imitiu uma reação às acusações, acreditando que essas acusações têm como base questões políticas e não preocupações técnicas relativas aos seus produtos. “Vamos continuar a assegurar aos nossos parceiros e clientes a qualidade e integridade dos nossos produtos, e estamos a trabalhar com a BSI para clarificação na sua decisão e os meios necessários para esclarecer as preocupações do regulador”, disse a empresa em comunicado.

A empresa diz acreditar na transparência e a contínua implementação de medidas concretas para demonstrar o seu compromisso à integridade e confiança dos seus clientes. Afirma que a Kaspersky é uma empresa privada global de cibersegurança, “e como uma empresa privada, não tem qualquer ligação com a Rússia ou qualquer outro Governo”.

Salienta ainda que tem a sua infraestrutura de processamento de dados localizado na Suíça desde 2018. E desde então, qualquer ficheiro suspeito ou malicioso que seja encontrado é partilhado voluntariamente pelos utilizadores de produtos Kaspersky na Alemanha são processados em dois centros de dados em Zurique, dentro das regras dos standards da indústria, garantindo os mais elevados níveis de segurança.

 

Tek MenosFios: Raio-X ao Microsoft Office (Episódio 06)

POWERPOINT

O PowerPoint recebeu uma nova e boa interface, e que funciona muito bem no aplicativo, assim como os outros do pacote Office, e onde as ferramentas no fundo desapareceram para que possas se concentrar no documento.

Na versão mais actualizada, quando abres o programa, em vez de um documento branco, agora aparece uma tela de boas vindas e que apresenta uma lista de documentos recentes, sem esquecer as minituaras de templates e temas. A partir dessa tela inicial podes pesquisar um grande acervo de templates grátis no site oficial do Office, onde os resultados vão aparecer em uma visualização que a Microsoft chama de “backstage” –no menu Arquivo, em tela cheia– e onde podes visualizar o layout e filtrar os resultados que aparecem, seja por categoria ou palavras-chaves.

Sobre os templates no PowerPoint, muitos deles possuem várias cores, e apesar de teres escolhido um determinado template, podes sempre alterar as cores para uma que desejares. Assim como é habitual nos outros aplicativos no Office, os templates do PowerPoint são customizados para telas widescreen, isto é razão de aspecto 16:9.

Ao abrires um documento que já tenhas trabalhado anteriormente, o PowerPoint entrega-o rapidamente e exatamente no ponto em que o paraste.

 

Estrela do Vídeo

Na criação dos seus layouts, o PowerPoint oferece as mesmas funcionalidades do Word para inserir imagens e vídeos on-line, e que são muito fáceis de usar do que as versões anteriores. Por exemplo, a partir de uma única caixa de diálogo amigável agora é possível pesquisar por vídeos no Youtube ou no Bing, além de puderes navegar no OneDrive ou através de pastas locais do PC. Ainda sobre essa particularidade, podes também colar no documento o código de incorporação do vídeo de uma página web.

Agora é bastante simples pesquisar, visualizar e selecionar vídeos, bem como adicionar molduras, além de efeitos e correções, onde uma novidade é que podes fazer isso também nos vídeos on-line.

No quesito de trabalhar com estilos de borda, layout com efeitos, posicionamento de objectos e ferramentas de correção de vídeo, está agora muito mais fácil, isso tudo porque o painel de tarefas contém agora uma caixa de diálogo de 12 guias, que funciona e fica muito bem acima do vídeo que está sendo editado.

Não podemos esquecer as ferramentas de formatação rápida que agora estão ao lado dos objectos que selecionamos, o que pode ser um pouco semlhante com a ferramenta Análise Rápida do Excel (ver episódio anterior do Tek MenosFios: Microsoft Office).

Quando o assunto é posicionamento, o PowerPoint não só tem uma guia verde de alinhamento, que mostra quando tens um objecto no centro de um slide ou sua borda, como existe também as “smart guides” (guias inteligentes) que aparecem quando os objectos estão alinhados corretamente e quando os elementos estão espaçados uniformemente na página. Ainda falando dessas guias, elas são adicionadas às guias de alinhamento das formas SmartArts, que mais recentemente permitem agora alinhamento horizontal e vertical.

De informar ainda que agora podes definir as suas próprias linhas de grade nos slides mestres, visto que caso possas vir a precisar de alinhar uma imagem de fundo em diversos slides.

 

Movendo Slides

Existem agora novas transações, como o Crush, Fracture e Origami, de um total de 48 maneiras diferentes de animar a transição de um slide para o outro. Embora que não tenha novas formas/desenhos para que possas colocar dentro das suas apresentações, a redacção do MenoFios recomenda combinares duas formas em uma: corte uma com a outra, transformando os pedaços em uma forma ou grudando uma forma à outra. Essa modo de operar vai permitir que crie novas formas com mais precisão do que tentar desenhá-las do zero. Para quem não saiba, o PowerPoint já tem o tão pedido “Eyedropper Tool” (ferramenta conta gotas), que permite que possas aplicar cores em objectos a partir de outros.

Quando é o momento da reprodução de uma apresentação, as ferramentas do apresentador do PowerPoint trouxeram também uma boas novidades, como por exemplo, a grade de miniaturas, que permite rever todos os slides disponíveis. Agora já é possível pinçar para dar zoom mais e zoom menos, de modo que possas pular para os slides posteriores, isso tudo sem ter de clicar em um de cada vez. Podes também aumentar o zoom de um dterminado slide da apresentação para que possas visualizar mais detalhes da mesma.

É possível acessar agora a uma prévia do próximo slide, bem como as notas do apresentador, onde com essa inovação, evitas abarrotar páginas de texto em único slide.

Temos ainda os contadores de tempo (decorrido e actual) para cada slide e apresentações que criares, além das ferramentas para que possas desenhar nos slides e simulação de laser para que destacar coisas. Sobre isso, gostaríamos de informar também que já não precisas ter um segundo monitor ou projector conectado para visualizar as ferramentas do apresentador.

Finalizar que odas essas funcionalidades e ferramentas que falamos acima, nas versões do PowerPoint, foram criados e projectados para trabalhar também em tablets,permitindo assim que você possa segurá-lo com a mão e conduzir a apresentação pelo toque, em vez do teclado.

Eis os episódios anteriores:

Episódio 01.

Episódio 02.

Episódio 03.

Episódio 04.

Episódio 05.

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Esse foi o episódio Tek MenosFios: Raio-X ao Office dessa semana, onde esperamos que seja útil para todo e qualquer pessoa que queira ser um expert no Microsoft Office. Agora, pedimos que os nossos leitores a comentem e que contribuam com informações adicionais que julguem serem necessárias sobre esse mesmo tema.

Todas e quaisquer questões que gostassem de ver aqui respondidas devem ser colocadas no canal de comunicação exclusivo e dedicado ao Tek Menos Fios.

Falamos do e-mail criado para esse fim: [email protected]. Este é o único ponto de recepção das questões que nos enviarem. Usem-no para nos remeterem as vossas questões, as vossas dúvidas ou os vossos problemas. A vossa resposta surgirá muito em breve.

Conselho de Ministros da Smart África vai criar rede de conectividade no continente

O Conselho de Ministros da Smart África, na qual Angola faz parte, está a criar uma rede de conectividade para aproximar o continente e absorver benefícios no ponto de vista económico e social, de acordo com as palavras do secretário de Estado  das Telecomunicações e Tecnologias de informação, Mário Oliveira.

O dirigente falava na  5ª Reunião Conselho  de Ministros das Tecnologias de Informação  e Comunicação (CMICT) da Smart África, onde foi analisada os projectos desta plataforma africana, considerando também a importância da situação geográfica de Angola pelo facto de se ter na costa dois cabos submarinos internacionais, nomeadamente o SAX e o AXE.

Mário Oliveira realçou que estes dois cabos submarinos desempenham um papel fundamental, principalmente nos países africanos sem saída para o mar, permitindo que se escoe todo o tráfego gerado.

A 5ª Reunião Conselho  de Ministros, que aconteceu em formato virtual, serviu para analisar um conjunto de perspectivas e projectos que constam na carteira de desenvolvimento da plataforma, bem como foi analisada o lançamento do desafio da criação de um fundo de apoio aos empreendedores  e ajuda às pequenas e médias startups.

De informar que a Aliança para África Inteligente (Smart Africa Alliance) é uma plataforma púbico-privada dedicada a moldar e impulsionar a transformação digital de África e que foi lançado em 2013, por sete chefes de estado africano, e actualmente conta com 22 países e dezenas de membros do sector privado e da academia.

Os seus membros fundadores incluem a Comissão da União Africana (CUA), União Internacional das Telecomunicações (UIT), Banco Mundial, Banco Africano de Desenvolvimento (BAD) e a Comissão Económica das Nações Unidas para a África (UNECA).

Inclui, também, a União Africana de Telecomunicações (ATU), Nova Parceria para o Desenvolvimento de África (NEPAD), a Associação GSM (GSMA) e a Corporação da Internet para atribuição de números e nomes (ICANN).

Esta plataforma pretende promover os projectos tecnológicos desenvolvidos pelos países e explorar as possibilidades de funcionamento.

Angola conta com mais de 15 milhões de usuários de telefones

O país conta actualmente com mais de mais de 15 milhões de usuários de diversos tipos de telefones, desde aparelhos analógicos a smartphones, de acordo com os dados divulgados pela Direcção Nacional das Telecomunicações e Tecnologias de Informação.

Os números foram divulgados no último dia 10 de Março, Dia Internacional do Telefone, onde pelas reformas feitas pelo Governo Angolano, em todos os segmentos da economia nacional resultaram, em 2020, na inauguração da primeira fábrica de montagem de telefone em Luanda.

MAIS: Mais de 60% dos angolanos abandonaram os telefones fixos

Segundo o Ministério das Telecomunicações, Tecnologias de Informação e Comunicaçãola co Social (MINTTICS), com a a entrada em funcionamento da respectiva fábrica em território nacional só ficou facilitado o acesso aos telefones digitais e analógicos.

Moçambique: Vodacom abre inscrições para mentoria de startups

Apesar de serem vitais para a geração de inovação e crescimento, segundo algumas estimativas, mais de 90% das startups vão à falência no primeiro ano. Com isso em mente, a Vodacom acaba de lançar o PUXAP, um programa de aceleração de negócios tecnológicos e digitais inovadores com potencial para crescer no mercado moçambicano.

Segundo a nota oficial do evento, o foco do programa será a promoção do empreendedorismo digital jovem e soluções tecnológicas inovadoras e focadas no contexto moçambicano. Esta é uma oferta nova da Vodacom, aonde pretende que seja disruptiva e que transforme negócios que já têm protótipo em produtos ou serviços que preenchem a grande falta que o mercado tem de soluções locais.

MAIS: Moçambique: Conhecidas as empresas vencedoras do concurso “ACELERE O SEU NEGÓCIO

O concurso está aberto a todos os jovens  dos 18 aos 35 anos, desde que sejam moçambicanos ou estrangeiros residentes em Moçambique e com DIRE, bem como  tenham negócios tecnológicos e digitais com um protótipo para testar.

O programa acelerador contará com um vasto leque de benefícios, nomeadamente, capacitação em gestão e desenvolvimento do negócio, suporte ao estudo, sessões de aconselhamento do negócio baseados na tua startup, masterclasses, acesso a mentores técnicos da Vodacom, aconselhamento legal e networking

As candidaturas estão abertas até ao próximo dia 03 de Abril, onde podes submeter o seu projecto clicando em aqui.

Conheça as 12 startups africanas selecionadas para Microsoft’s FAST Accelerator

POLAND – 2021/02/19: In this photo illustration a Microsoft logo seen displayed on a smartphone with stock market values in the background. (Photo Illustration by Omar Marques/SOPA Images/LightRocket via Getty Images)

Já são conhecidas as 12 startups africanas que participarão no programa de 12 semanas da Microsoft’s FAST Acceleratorem um pleito de mais de 800 candidaturas de 25 países, onde os projectos selecionados são baseados para o nosso continente, de modo a desenvolver ou expandir a tecnologia em África, tendo como base o Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).

As startups selecionadas englobam um variado leque de projectos inovadores no sector tecnológico, com a Nigéria a ter muitos representantes no programa acelerador, como Capsa Technology, uma plataforma online para as empresas comprarem e venderem faturas; LegitCar, que está a construir o maior serviço de dados de veículos da África; DayDone, uma plataforma de e-commerce que digitaliza o mercado agrícola africano, Pade HCM, uma plataforma de recursos humanos automatizada para todas as empresas africanas.

O Quénia também está em evidência no Microsoft’s FAST Accelerator, com quatro startups, nomeadamente a startup de saúde eletrónica Snark Health, a plataforma prop-tech Silqu, a plataforma de fornecimento de alimentos orientada para dados Taimba e a app educacional K-12 EdTech.

O Egipto está representanda com a startup agro-tecnológica VAIS, o Ghana com a startup de saúde electrónica Wala Digital Health, enquanto que o serviço de saúde e-saúde tanzaniano Tumaini La Maisha e a empresa de mobilidade ugandesa KaCyber Technologies  completam o grupo.

O programa da FAST incindirá em uma enorme variedade de atividades, de modo a ajudar as startups selecionadas a singrar de forma rápida e eficaz o seu sucesso profissional, destacando ainda a formação, desenvolvimento de empresas, integração de nuvem e IA, angariação de fundos e eventos de construção comunitária.

MAIS: Microsoft anuncia investimento de 500 milhões de dólares para as startups africanas

Os participantes trabalharão um a um com os membros da equipa de engenharia da Microsoft em tarefas de co-inovação, no que diz respeito a integrações de produtos e novas ofertas.

De informar ainda que a equipa de engenharia da Microsoft ajudará os Founder a aceder a novas ferramentas e serviços tecnológicos, bem como os mesmos terão acesso ao Microsoft 365, além de 250.000 dólares em créditos na nuvem do Microsoft Azure, acesso à Dynamics 365, e ao Microsoft for Startups Founders Hub, que inclui acesso a API OpenAI.

A Microsoft acredita que as startups africanas estão idealmente posicionadas para se tornarem um núcleo da economia digital africana, fornecendo respostas adequadas às preocupações sociais locais“, diz a empresa em comunicado.

A participação no programa acelerador de startups FAST permitirá que estas empresas aproveitem as opções financeiras existentes e preparem-se para a futura expansão do mercado“, explicou Gerald Maithya, líder de startups do Microsoft Africa Transformation Office.

Bengo: ONG promove educação e inclusão digital na comunidade da Santa Mboleia

Decorreu no último final-de-semana a inauguração do projecto “KidiMuene Lab”, uma sala multifuncional com o objectivo de impulsionar a inclusão digital e a educação vocacional de qualidade nas zonas rurais do nosso país por via da informática educativa, apresentar novas formas de conhecimento através do uso adequado das novas tecnologias de informação, na localidade da Santa Mboleia, província do Bengo.

Segundo o que foi revelado na apresentação, o projecto “KidiMuene Lab” tem ainda como plano de fundo capacitar a juventude angolana com cursos vocacionais, educação financeira aos agricultores locais, contribuir para a formação da cidadania, bem como conectar a o trabalho local com a dinâmica global.

O KidiMuene Lab tem como principal objectivo promover o avanço dos índices de aprendizagem nas zonas rurais por via da informática educativa, apresentação de novas formas de conhecimento através do uso adequado das novas tecnologias de informação, capacitação da juventude nas zonas rurais com cursos vocacionais, bem como proporcionar a educação financeira aos agricultores locais”, disse Júlia Lopes Paulo, Coordenadora de Projectos da Change 1´s Life, organização não-governamental de raiz internacional.

MAIS: Província do Bengo aprova Sistema de Inovação Tecnológica

A instalação da sala digital é uma acção que se enquadra no projecto “Aldeia Digital e Ecológica”, que já contou com a Inauguração de um Parque de Diversão, um Posto de Saúde, uma Casa de Banho Comunitária e igualmente a entrega de bens diversos para a comunidade.

Os jovens poderão ter acesso aos cursos práticos de capacitação técnica para uma melhor inserção no mercado de trabalho e as nossas crianças poderão finalmente ter acesso à educação digital, garantindo assim o seu futuro risonho no nosso país”, reforçou Júia Lopes Paulo, falando aos jornalistas presentes no evento.

De informar que o evento contou ainda com a presença de uma delegação do Governo Provincial do Bengo e autoridades locais, bem como de vários parceiros e voluntários para testemunharem o lançamento.

Confira as imagens abaixo.

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