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Índice Digital de Qualidade de Vida 2020

Uma pesquisa sobre a qualidade do bem-estar digital realizada em 85 países (com cerca de 81% da população mundial). Um estudo que indexa os países observando cinco pilares fundamentais que definem a qualidade de vida digital.

  1. Acessibilidade da Internet
  2. Qualidade da internet
  3. Infraestrutura Electrônica
  4. Segurança Electrônica
  5. Governo Electrônico

O Índice de Qualidade de Vida Digital revelou percepções sobre quais factores tangíveis têm o maior impacto no bem-estar digital dos países que fizeram parte da ánalise e quais áreas devem ser priorizadas para melhorar seu potencial.

Os principais países com a mais alta qualidade de vida digital

Os países escandinavos se destacam por oferecer bem-estar digital de alta qualidade aos seus cidadãos. Ao mesmo tempo, 7 entre 10 países com o maior qualidade de vida digital estão na Europa, isso reflete um forte desenvolvimento na maioria dos aspectos que influenciam a qualidade de vida das pessoas. Segue o top 5 dos principais países:

  1. Dinamarca
  2. Suécia
  3. Canadá
  4. França
  5. Noruega

Embora o PIB de cada nação tenha uma forte correlação com a qualidade de vida digital, há países que apresentam melhor qualidade de vida digital com PIB menor do que o esperado. Segurança electrônica, infraestrutura electrônica e governo electrônico têm uma correlação mais significativa com a qualidade de vida digital do que o PIB. Isso prova o potencial de nivelar o bem-estar digital com menos recursos e planejamento estratégico mais focado.

13 países (Azerbaijão, Bulgária, China, Croácia, Grécia, Hungria, Letônia, Lituânia, Malásia, Polônia, Romênia, Eslováquia, Uruguai) de 85 excedem a qualidade de vida digital esperada ao superar outros no fornecimento de níveis mais altos de segurança electrônica e conectividade de Internet mais acessível.

Estudo destaca que, 3 países no Oriente Médio (Bahrein, Kuwait, Arábia Saudita) com PIB per capita relativamente alto estão a ter um desempenho insatisfatório no fornecimento de melhor bem-estar digital para os seus cidadãos devido aos baixos níveis de qualidade da Internet e segurança electrônica.

Países líderes em cada um dos cinco pilares

  • Acessibilidade da Internet: Israel, Canadá e Azerbaijão.
  • Qualidade da internet: Singapura, Suécia e Países Baixos.
  • Infraestrutura Electrônica: Emirados Árabes Unidos, Suécia e Dinamarca.
  • Segurança Electrônica: Reino Unido, França e Lituânia.
  • Governo Electrônico: Singapura, Reino Unido e EUA.

A acessibilidade da Internet desempenha um papel importante, mas tem uma correlação notavelmente menor com a qualidade de vida digital, do que os outros pilares. Por exemplo, a Internet é menos acessível em alguns países do sul ou do leste europeu, mas as pessoas ainda desfrutam de uma qualidade de vida digital acima da média. Curiosamente, a acessibilidade não depende da qualidade da conectividade, nem do nível de desenvolvimento da infraestrutura electrônica.

Globalmente, em média, é necessário trabalhar 3 horas e 48 minutos para pagar a internet de banda larga mais barata, enquanto o tempo médio de trabalho necessário para pagar o 1 GB de dados móveis mais barato é de 10 minutos.

A estabilidade da infraestrutura da Internet se tornou de importância crucial durante a crise da Covid-19, quando as videoconferências substituíram as reuniões ao vivo. Consequentemente, impactou a qualidade de vida digital das pessoas e durante o primeiro mês do bloqueio, 49 dos 85 países experimentaram uma deterioração das velocidades de internet móvel e 44 de conexão de banda larga.

Nigéria implenta um novo plano de banda larga para atingir 90% da população

O Governo nigeriano anciou um novo plano de banda larga que visa abrangir cerca de 90% da sua população até 2025. Com uma velocidade de download de dados de um mínimo 25Mbps em áreas urbanas e 10 Mbps em áreas rurais com cobertura eficaz disponíveis a um preço não superior a 390 Naira (USD 1) por 1GB de dados.

Para atingir essas metas o plano está focado em recomendações em quatro pilares críticos, a saber:

  • infraestrutura; 
  • política/espectro;
  • motivadores de demanda
  • financiamento/incentivos.

O Plano visa a implantação de uma cobertura de fibra nacional para todas as Capitais dos Estados, e um ponto de presença em pelo menos 90% das Sedes Municipais.

Falando durante uma conferência de treinamento virtual organizada pelo Banco Mundial, o Ministro das Comunicações e Economia Digital da Nigéria, Isa Pantami, explicou como o Plano visa a redução significativa das lacunas de acesso através da expansão do acesso de banda larga em todo o país. 

“Como na época iniciamos o processo de elaboração de um novo plano de banda larga para substituir o plano expirado, nossa penetração de banda larga no país era de pouco mais de 33%. Como resultado da implementação do novo plano, essa penetração da banda larga aumentou significativamente para 45,07%, a partir de novembro de 2020. Por mais que esses números sejam expressivos, não vamos descansar sobre os nossos remos e continuaremos a implementar iniciativas para aumentar a cobertura de banda larga em linha com o nosso Plano ”, disse Pantami. 

Segudo o ministro nigeriano, a banda larga tem sido frequentemente referida como um factor chave para o crescimento económico na Quarta Revolução Industrial. De acordo com um relatório da Ericsson intitulado “Qual a importância das redes de banda larga móvel para o desenvolvimento económico global”, o aumento de 10% na penetração da banda larga móvel resulta num aumento de aproximadamente de 0,6% a 2,8% no produto interno bruto (PIB).

A banda larga apóia o desenvolvimento da economia digital e o foco no crescimento da economia digital nacional também melhorará a economia tradicional do país. De acordo com o National Bureau of Statistics (NBS), a contribuição das TIC para o Produto Interno Bruto da Nigéria aumentou para 17,83% no 2º trimestre de 2020 ”. Isso foi inédito e reflete o quanto a tecnologia de impacto, incluindo a banda larga, pode ter na economia se canalizada de forma adequada, e acrescentou que a contribuição da economia digital seria ainda muito maior quando somada à contribuição dos serviços digitais para o PIB.

Samsung anuncia o Galaxy XCover 5, o novo smartphone para ambientes difíceis

Samsung anunciou o seu novo smartphone Galaxy XCover 5. Para quem não sabe, a linha Galaxy XCover é composta por dispositivos reforçados e resistentes, voltados para profissionais que trabalham em ambientes externos, como um engenheiro que supervisiona uma construção, e para desportistas que praticam actividades em ambientes mais extremos.

Um smartphone robusto projectado para lidar com trabalhos exigentes enquanto atende às necessidades de uma força de trabalho cada vez mais móvel. O smartphone combina a durabilidade com o conforto para um produto que é elegante e fácil de segurar, mas robusto o suficiente para resistir a ambientes de trabalho difíceis.

“Na Samsung, estamos a investir rapidamente em tecnologia que oferece eficiência e durabilidade para empresas com foco em campo e fábrica à medida que se tornam cada vez mais móveis”, disse Mark Notton, Director Sênior de Portfólio de Produtos Móveis da Samsung Electronics Europe.

Na parte do hardware temos um ecrã LCD de 5,3 polegadas com biometria através da câmara frontal de 5 megapixels localizada na borda superior. O Xcover 5 inclui recurso push-to-talk que permite que o aparelho seja usado como um walkie talkie através do aplicativo Microsoft Teams e, além disso, a sua tecla Xcover pode ser personalizada para abrir qualquer aplicação.

Para o processador a Samsung optou por um Exynos 850 emparelhado com 4 GB de RAM e 64 GB de armazenamento. A bateria de 3.000 mAh não é selada, ou seja, pode ser substituída pelo usuário. Disponível em variantes Dual SIM e Single SIM, o samsung Galaxy Xcover 5 chega às lojas na Europa, Ásia e América Latina ao final deste mês.

Trata-se de um smartphone que está equipado com vários recursos para lidar com tarefas e actividades exigentes. A resistência ao impacto permite que o Galaxy XCover 5 resista a quedas de até 1,5 metros e a resistência à água e poeira com classificação IP68 significa que pode ser submerso em mais de um metro de água por mais de 30 minutos.

 

Conheça Twitter Spaces novo concorrente do Clubhouse

Na tarde desta quinta-feira (4/3), aconteceu um evento no Twitter para divulgar mais novidades sobre o Spaces (Espaços, na tradução oficial), a nova função da rede social que permite conversa por áudio entre os usuários.

A ferramenta, que chega para competir com o Clubhouse, foi inicialmente lançada primeiramente para aparelhos iOS, mas já se encontra habilitada para o sistema Android, o Twitter Spaces passa a funcionar aos poucos para todos os usuários, independentemente do sistema operacional móvel.Twitter Spaces tem como foco na criação de salas de conferência para se comunicar com seguidores de forma mais pessoal. Qualquer usuário do Twitter pode participar das salas, que ficam disponíveis na barra de Fleets na parte superior do aplicativo. Porém, até agora apenas um grupo selecto de contas pode criar um Spaces.

No Android, assim como no iOS, o usuário poderá entrar no Spaces a partir de um link partilhado na timeline da rede social ou em mensagens directas. Uma vez dentro do grupo, usuário do Android pode ser tanto orador como apenas um dos ouvintes, podendo até mesmo reagir ao que é falado com emojis. Por enquanto o Twitter Spaces ainda está em fase de testes com apenas alguns usuários, desde que eles estejam a rodar a versão beta do próprio Twitter.

Uma diferença entre o Spaces e o Clubhouse é que este segundo só está disponível para usuários de iPhones, e que a inscrição no serviço é realizada somente via convite de quem já está cadastrado na ferramenta. Além disso, os participantes do Twitter Spaces podem usar emojis para reagir aos áudios trocados entre os usuários.

Ainda não existe data concreta para o lançamento do Spaces para todos os usuários de Android, mas acredita-se que o Twitter esteja a trabalhar duro para isso acontecer antes do pessoal responsável pelo Clubhouse fazer a mesma coisa – eles também prometeram suporte para o sistema do Google.

Twitter Spaces em acção num telefone Android

Joe Biden considera a China uma grande ameaça à tecnologia

O presidente dos EUA, Joe Biden, fez da tecnologia e dos ataques cibernéticos os alvos principais da sua estratégia de segurança temporária. O governo do Biden também considera a China a nação mais ameaçadora dos Estados Unidos.Para a tecnologia, novos padrões e valores devem ser desenvolvidos internacionalmente. Ao mesmo tempo, também serão tomadas medidas contra ataques cibernéticos destrutivos. A estratégia de segurança provisória recentemente publicada pelo governo dos Estados Unidos indica como os Estados Unidos desejam principalmente enfrentar as ameaças tecnológicas. O presidente Biden quer trabalhar com todos os aliados, incluindo os países membros da OTAN, para enfrentar todas as ameaças.

Novos padrões e Valores

  • No campo da tecnologia, atenção especial será dada a uma melhor regulamentação internacional de novas soluções e aplicações tecnológicas, como computação quântica e Inteligência Artificial. Para tanto, os americanos terão que desenvolver novas legislações e normas em um contexto internacional. Isso protege essa tecnologia contra abusos e ações maliciosas. Especialmente porque essas regulamentações podem evitar que a concorrência nessas áreas de tecnologia levem a conflitos entre os países. Os Estados Unidos, portanto, desejam desenvolver novos padrões e valores para assuntos cibernéticos em um contexto internacional, de acordo com a estratégia publicada.

Ataques Cibernéticos

  • Além de novos padrões e valores, a estratégia temporária deixa muito espaço para uma ação mais directa. Especialmente quando se trata de ataques cibernéticos patrocinados pelo estado por hackers. Os Estados Unidos se reservam o direito de responder rápida e proporcionalmente a qualquer ataque cibernético malicioso destrutivo, subversivo e desestabilizador, bem como a outros tipos de ataque.

Os americanos esperam principalmente ter que agir contra a China. De acordo com a estratégia, a China é o único país capaz de combinar diferentes capacidades num poderoso remédio contra a ordem jurídica internacional. As capacidades que a China pode combinar para isso são força económica, militar, diplomática e técnica.

Ao nomear a China como a mais importante – seja tecnológica ou não – ameaça externa à segurança dos Estados Unidos, o presidente Biden não se desvia da política do seu antecessor, Donald Trump.

Chamadas de áudio e de vídeo chegam ao WhatsApp Web

WhatsApp começou a disponibilizar para o seu aplicativo para Windows macOS a função de ligações de vídeo e áudio. A função, muito pedida por usuários para eliminar a necessidade de falar pelo telemóvel quando estão a trabalhar em frente ao computador, começou a chegar para os usuários, após um período em teste.As chamadas no WhatsApp no ​​Web são limitadas a duas pessoas, enquanto que na versão mobile é possível juntar até oito pessoas na mesma chamada. O WhatsApp ainda não diz quando é que mais pessoas poderão conversar entre si, na versão desktop da sua aplicação. No entanto, o serviço diz que essa possibilidade está em desenvolvimento.

Começamos com as chamadas um para um na aplicação de desktop do WhatsApp para ter a certeza de que podemos fornecer a você uma experiência de qualidade e confiável. Estaremos a lançar esse recurso para incluir chamadas de voz e vídeo, em grupo, em breve.

Para acessar as chamadas de vídeo no WhatsApp Web, basta apertar nos ícones de chamada de vídeo ou ligação de áudio em conversas individuais. De resto, as chamadas funcionam da mesma forma que no telemóvel.

A nova função irá ajudar muito quem trabalha constantemente em computadores, já que a falta dessa função fazia com que muitos procurassem aplicativos de terceiros como o Zoom ou Google Meet para simples chamadas, sendo que muitas vezes essas plataformas não contavam com a base instalada de usuários que o WhatsApp conta — dados recentes divulgados pela empresa indicam que o aplicativo é usado por mais de 2 bilhões de pessoas no mundo.

As chamadas de voz, e de vídeo, no WhatsApp são criptografadas de ponta a ponta. Portanto, e nem o próprio WhatsApp não pode ler ou ouvi-los, quer esteja a ligar de um telefone ou de um computador. Isso também é válido para hackers, governos e outras identidades que não podem espiar e, portanto, ouvir conversas.

Hackers solicitaram resgate ao Ministério das Finanças de Angola

O Ministério das Finanças de Angola comunicou recentemente, segundo o Jornal de Angola, que a plataforma tecnológica de apoio às suas actividades com acesso aos emails e pastas partilhadas foi alvo de um ataque cibernético na passada quinta-feira, 17 de Fevereiro, com origem e motivações não identificadas.

Felizmente o problema já encontra-se ultrapassado, depois de várias horas de trabalho com tentativas de recuperar os serviços afectados, pois os hackers solicitaram pagamento para que o Ministério das finanças voltasse a ter acesso ao sistema.

Segundo informação prestadas pela fonte, sem aprofundar detalhes, o Ministério das Finanças explica que, apesar do cenário descrito por especialistas, “não seria aconselhável o pagamento de resgate” dos ficheiros e documentos hackeados, assegura que o acervo documental se encontra disponível assim como o sistema já foi recuperado graças ao trabalho conjunto desenvolvido com parceiros. As Finanças asseguram também terem reforçado o sistema de vigilância.

Qual é o valor do resgate?

O ataque de que foi alvo a instituição possivelmente foi do tipo Ransomware, cujo objectivo, explica Sungo Afonso (especialistas em tecnologia e segurança cibernética), é de encriptar ficheiros ou documentos importantes, obrigando a vítima a pagar uma quantia avultada em moedas virtuais, como o bitcoin, em troca de ver os ficheiros recuperados.

Na verdade, os hackers fazem-no por motivação própria ou porque fazem parte de um grupo organizado de criminosos que têm objectivos de ganhar dinheiro. O valor normalmente varia de organização para organização e pode ser avaliado em milhões de dólares em Bitcoin. Podem também existir instituições ou pessoas que contratem hackers com objectivos pessoais para apagar rastros financeiros, documentos comprometedores. Mas a verdade é que, mesmo que o ministério pagasse o valor cobrado para o resgate, não havia garantia de que a chave de encriptação seria dada para recuperar os documentos bloqueados.

A tecnologia pode ser um motor para o progresso humano? A Huawei responde…

A tecnologia traz benefícios significativos para a humanidade e a tecnologia digital pode ser uma ferramenta essencial para ajudar as Nações Unidas a alcançar os seus Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODSs). Esta foi a opinião da vice-presidente sénior e membro do conselho da Huawei, Catherine Chen, no seu discurso de abertura, no recente Fórum Conectado para a Prosperidade Compartilhada em Xangai, China.

Chen afirmou que a tecnologia pode ser um motor para o progresso humano e exortou os indivíduos e as empresas a “pensar grande e agir pequeno”, enquanto reitera o seu apoio aos ODSs e constrói um mundo verde, inovador e inclusivo.

A vice-presidente da Huawei mencionou que é essencial que as pessoas cheguem a um acordo quanto a tecnologia, que possui um potencial significativo para atingir as metas de desenvolvimento. “Grandes mudanças sociais tendem a acontecer em sincronia com os avanços na ciência e tecnologia. Mas hoje, os avanços tecnológicos são promovidos e politizados – como às vezes tem sido o caso com o 5G.”

A responsável salientou que o 5G era na verdade uma tecnologia padronizada, definida pela sua alta amplitude de banda, baixa latência e ampla conectividade, o que poderia transformar as indústrias tradicionais e beneficiar todos. “Todos os dias, os consumidores se beneficiam das experiências com o 5G, enquanto o uso industrial em portos, minas e no sector de transportes aumenta a eficiência operacional. Isso é algo mau? Não me parece”.

Chen confessou que embora sempre houvesse o perigo de que uma nova tecnologia pudesse ser abusada, regras poderiam ser estabelecidas para gerenciar os riscos tecnológicos.“Muitas pessoas já estão a trabalhar arduamente na criação de regras de governança para a segurança cibernética, protecção de privacidade e IA confiável, que nos manterão seguros. Para o resto de nós, é hora de estarmos confiantes e abertos ao desenvolvimento tecnológico”.

Para ela, a tecnologia é mais eficaz quando cria valor para todos, e que o consenso pode ser construído gradualmente para que o avanço tecnológico possa prosseguir. “Ao concentrarmo-nos no entendimento comum limitado que temos agora e, nos recursos que estão realmente disponíveis, podemos impulsionar o progresso passo a passo ”, garantiu.

A vice-presidente acrescenta que “a Huawei sempre apoiou o avanço tecnológico. Acreditamos que a tecnologia digital beneficia a humanidade e pode ajudar a ONU a alcançar os seus ODS.”

Chen descreveu como a Huawei já estava a implantar soluções digitais para capacitar as pessoas e atender às metas de desenvolvimento da ONU – especialmente as metas de inovação, redução da desigualdade e educação de qualidade.

Na África do Sul, por exemplo, a Huawei, a organização sem fins lucrativos Click Foundation e o provedor de rede Rain uniram-se para conectar mais de 100 escolas primárias urbanas e rurais à Internet. O objectivo é aumentar as habilidades de compreensão de leitura e fechar a lacuna digital por meio da tecnologia.

No Quénia, a Huawei fez parceria para construir Digitrucks, salas de aula móveis, que funcionam à base de energia solar, que levam habilidades digitais a comunidades remotas e carentes. Equipadas com 20 laptops, 20 auriculares VR e Wi-Fi integrado, cada DigiTruck é uma escola digital temporária que oferece aulas, recursos e materiais gratuitos.

Chen descreveu ainda como a solução Huawei Smart PV usada em mais de 60 países já estava a ajudar a atingir os ODSs e reduziu as emissões de carbono em 148 milhões de toneladas. “Isto equivale a plantar mais de 200 milhões de árvores. Só na Etiópia, apoiámos os nossos clientes a implantar mais de 400 estações de energia solar, reduzindo as emissões de carbono em 2.850 toneladas. Na China, também ajudámos a construir as maiores estações solares do mundo, dedicadas à agricultura e pesca nas províncias de Ningxia e Shandong”, sustentou.

A Huawei e a UNESCO também fizeram parceria para lançar o programa Open Schools para ajudar escolas no Egipto, Etiópia e Gana a melhorar as suas habilidades digitais por meio da educação online.

“Em todos estes exemplos, cada conexão, cada grama de emissões reduzidas, cada watt de eletricidade economizado, não poderia ter sido alcançado sem os pequenos avanços na tecnologia. Este é o valor que a tecnologia traz para o mundo”, assegurou Chen.

Sócia, a representar angola, compete por um lugar na final regional do Seedstars World 2020/21

Depois de um 2020 fora de série, em que conquistou o Unitel Go Challenge e o Seedstars Luanda, a Sartup Sócia está pronta para atingir outros patamares.

Como vencedora da edição do Seedstars em Angola, a Sócia competirá por um lugar na final mundial. Para isso, deverá antes suplantar outras startups africanas e mostrar que está pronta para competir pela chance de ganhar $ 500k em investimentos no Seedstars World Competition 2020/21!

A equipe do Seedstars repartiu os países/startups em grupos e apenas uma startup de cada um dos episódios passará para a Final Regional.

O 1º episódio da competição regional em África teve 5 apresentações: Ruanda, Moçambique, Tanzânia, Senegal e Gana.
O 2º episódio contou com: Mali, Malawi, Serra Leoa, Zimbabué e Nigéria.

A Sócia, a representar Angola, terá no painel startups do Burundi, Etiópia e Uganda. A apresentação deste 3º grupo começa hoje (3 de Março) às 15:00, poderá acompanhar directamente no canal do Youtube do Seedstars ou na caixa abaixo.

As apresentações das startups vencedoras das edições locais, ocorre de 1 à 5 de Março de 2021. No último dia, serão anunciados os representantes africanos para a edição mundial. O júri desta final também tem participação angolana, com Joel Epalanga (co-Fundador do KiandaHub e embaixador do Seedstars em Angola) a avaliar que startups melhor representarão o continente. Duas startups africanas já conquistaram o grande prémio, a Giraffe (da África do Sul) e a Agrocenta (do Gana).

Quer saber mais sobre os eventos organizados pelo Seedstars? Veja aqui.

Descomplica, startup brasileira, consegue US$ 84 Milhões em investimentos

As plataformas de ensino à distância ganharam ainda mais importância com o decretar de medidas de confinamente em quase todos os países do mundo. Algumas startups viram o seu valor a crescer. Este é o caso da “Descomplica” — uma plataforma de aulas de reforço e pré-vestibular online — que conseguiu arrecadar US$ 84 milhões para investir em sua faculdade digital e fazer aquisições de empresas que complementam seu portfólio de produtos.

Esta ronda de investimento, Series E — a maior de uma edtech na América Latina — foi co-liderada pelo Invus Opportunities, um fundo de venture capital americano que já investia na empresa, e pelo Softbank.

O sucesso não é uma novidade para a equipe da Descomplica, na ronda de investimentos anterior, em 2018, a Descomplica tinha conseguido arrecadar US$ 20 milhões com a Invus.
O modelo da Descomplica atingiu ponto de equilíbrio (break even) em 2020, mas a startup precisava ainda de um estímulo para maximizar as suas receitas.

A startup foi Fundada em 2011 por Marco Fisbhen — um ex-professor de física – e funciona num modelo freemium, oferecendo alguns conteúdos mais básicos de graça, mas cobrando uma assinatura mensal de pouco mais de R$ 20 (cerca de 2300 Kwanzas) pelo acesso a aulas mais completas.

O crescimento da Descomplica

Os números são interessantes para esta startup brasileira, com mais de 5 milhões de estudantes a usarem mensalmente o conteúdo da Descomplica. A startup foi acrescentando diversas outras ofertas (como cursos para concursos públicos) até lançar a sua própria faculdade no ano passado: a Faculdade Descomplica, que oferece graduações e pós-graduações num modelo 100% online.

A faculdade já tem quatro cursos de graduação aprovados pelo Ministério da Educação no Brasil. Os cursos aprovados são: tecnólogo em recursos humanos, administração, contabilidade e pedagogia. Espera-se que a Faculdade Descomplica consiga cumprir o seu plano e acrescente outros 18 neste ano.

Os recursos obtidos nesta ronda série E, serão usados para investir na faculdade, lançar novos produtos, investir em tecnologia e fazer aquisições e fusões (M&As). Os alvos potenciais: empresas menores que agreguem novas ofertas ao portfólio.