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WhatsApp passa a mostrar que mensagens foram reencaminhadas

WhatsApp começou a informar quando uma mensagem não foi escrita originalmente por quem a enviou, em mais uma iniciativa para tentar diminuir a disseminação de notícias falsas.

Esta nova contextualização ajuda a determinar se aquele amigo ou familiar escreveu a mensagem que enviou ou se esta veio originalmente de outra pessoa, explica o WhatsApp no texto onde apresenta a novidade. Agora, a solução de mensagens vai mostrar claramente a indicação sobre se determinada mensagem de texto, áudio, vídeo ou imagem foi reencaminhada.

O aviso vem com uma etiqueta com a palavra “encaminhada” ao lado de uma seta no início da mensagem.

A empresa também diz que encoraja os usuários a pensar com cuidado antes de partilhar mensagens encaminhadas. A ideia, pelo visto, é ajudar no combate a informações falsas, que se alastram muito facilmente — às vezes com consequências fatais.

A nova função está disponível para todos os usuários do serviço com a actualização mais recente do aplicativo. Na última semana, o WhatsApp anunciou que dará 20 bolsas para pesquisadores com projectos relacionados à disseminação de notícias falsas e seu combate.

Segundos as últimas notícias, dão conta que os rumores de raptos de crianças e de tráfico de menores têm sido espalhados na Índia através do WhatsApp e que a aplicação também poderá ter sido usada para desinformação sobre a vacina da febre amarela no Brasil.

Taxa para o uso das redes sociais já está operacional no Uganda

Captura de tela do menu apresentado aos usuários móveis em Uganda, solicitando que paguem “Imposto OTT” antes de poderem usar os serviços OTT.

Recentemente surgiram informações de que, o Uganda estava em vias de aprovar um projecto que viabilizava o pagamento de uma taxa para o uso das redes sociais naquele pais, e pelos vistos já está tudo aprovado.

O imposto sobre as redes sociais (OTT) no Uganda foi oficialmente lançado. A partir do dia 1 de Julho de 2018, os Ugandenses foram obrigados a pagar o imposto caso queiram aceder aos serviços como Facebook, Twitter, WhatsApp e muitos outros.

Qual é a motivo da implementação desta taxa?

Segundo Matia Kasaija (Ministra das Finanças do Uganda),  ao anunciar a proposta de mídia social disse que, o seu governo está a procurar dinheiro para manter a segurança do país e ampliar a electricidade para que as pessoas possam desfrutar de mais mídias sociais com mais frequência.

Embora a “segurança nacional” tenha sido citada pelo governo do Uganda como a principal razão para implementar essa taxa, vale aqui salientar que não é a primeira vez que é invocado essa razão, de lembrar que,  o governo de Uganda chegou a bloquear plataformas de mídia social e serviços de mensagens instantâneas durante as eleições anteriores do país apenas, e citou o mesmo motivo.

E a reacção do povo?

Até agora, os ugandeses reagiram com raiva e chegaram a tentar várias formas para evitar o imposto sobre as redes sociais, como instalar aplicativos VPN e usar alternativas criptografadas para o WhatsApp, como o aplicativo Signal. Também é importante observar como as empresas de telecomunicações no Uganda têm colaborado com a implementação e cobrança do imposto sobre mídia social com muito pouca ou nenhuma resistência.

Website da Presidência da África do Sul foi alvo de ataque

Screenshot da Presidência da República da África do Sul depois de ter sido hackeado

Actualmente existem vários grupos de hackers a nível mundial, com objectivo de aceder informações sem autorização e não só. E pelos vistos agora o governo da África do Sul foi uma vitima, neste final de semana o website da Presidência daquele pais foi hackeado.

O ataque ocorreu aproximadamente às 8h00 e foi atribuído ao grupo marroquino Black Team X. O Black Team X é conhecido e tem merecido crédito por muitas invasões de sites em todo o mundo. Apenas no início de Junho de 2018, eles foram responsáveis ​​pelo ataque de um outro site sul africano pertencente à empresa de cruzeiros Royal Carribean.

Tal como aconteceu com a modificação do website da Presidência da República da África do Sul, o Black Team X deixou uma mensagem em apoio a Marrocos no site Royal Carribean, que dizia:

“Hackeado pela equipe X-AMZ Esta é uma mensagem clara para todo o governo e as pessoas. Este é apenas um aviso. Pare de apoiar Plolizario e conecte seus esforços. Sahara é marroquina. Contato: https://www.facebook.com/kotaibamas
Greetz: MoroCcan Agent Secret – Black_TeamX – e todos os hackers marroquinos”.

Qual foi a reacção do governo sul africano?

Quando contactado, o porta-voz da Presidência, Khusela Diko, confirmou que houve “interferência” no site. Até agora, parece que o objectivo do Black Team X, como na maioria das vezes, era simplesmente desfigurar um site hospedado em um servidor vulnerável e publicar a sua mensagem. No momento da divulgação, não se sabia se eles conseguiram obter acesso a outros sistemas relacionados à Presidência da África do Sul ou aceder quaisquer dados.

Impressão 3D trará próteses artificiais para pacientes em países Africanos

A tecnologia de impressão 3D está a ser usada para ajudar a fornecer suporte protético e ortopédico para pacientes necessitados. A tecnologia de impressão 3D testada no Madagáscar e Togo pela Humanity & Inclusion (HI), antiga Handicap Internacional, faz parte do Impact 3D, um programa que começou em Novembro de 2017 e é financiado pela Agência Belga de Desenvolvimento.

As próteses, membros artificiais, são criados usando scanners 3D e impressoras 3D.

Segundo Simon Miriel (Gerente da Impact 3D), essa tecnologia poupa muito tempo, visto que, quando necessário, as digitalizações podem ser enviadas directamente por telefone para o especialista encarregado de fazer a prótese digital em uma impressora 3D.

Quais são os países que já estão a beneficiar deste projecto?

Actualmente, a HI está a executar este novo teste de tecnologia de impressão 3D no Togo, Madagáscar e na Síria. Envolve um pequeno scanner 3D leve que cria um molde digital do membro amputado. O molde pode então ser adaptado de acordo com as necessidades dos pacientes usando o software de modelagem no computador antes de ser enviado para uma impressora 3D. A impressora cria milhares de camadas de termo-plástico para produzir um soquete sob medida que corresponde perfeitamente à forma do membro amputado do paciente.

Espera-se que, se os testes forem bem-sucedidos, mais países de renda baixa e média possam beneficiar desta solução, que também reduz os custos e o tempo necessário para fornecer membros artificiais para os pacientes.

Hackers roubam mais de dois mil litros de gasolina nos EUA

Um ciberataque realizado em 23 de Junho contra um posto de combustível em Detroit, nos Estados Unidos da América, que segundo autoridades locais, hackers conseguiram roubar o equivalente a 2,2 mil litros, com muita facilidade.

Os hackers utilizaram algum tipo de equipamento de acesso remoto para efectuar essa missão. O dispositivo fez com que tanto a bomba quanto o controle de saída de gasolina fossem hackeados, impediu que o funcionário conseguisse desligar o fornecimento impróprio ao perceber o ocorrido.

O posto de combustível registou um prejuízo de US$ 1.800, o roubo ocorreu por volta das 13 horas do horário local e levou 90 minutos para ser concluído, estima-se que, durante a invasão, cerca de 10 carros tenham sido beneficiados por esse ataque.

Em entrevista, um funcionário do posto disse que o sistema não respondia. Ele foi obrigado a usar um kit de emergência para fechar a bomba manualmente. Acredita-se que programa usado no posto para realizar o gerenciamento de combustível tenha alguma brecha que foi descoberta e usada pelos hackers para realizar a invasão.

Agora, a polícia quer descobrir justamente qual o dispositivo invadiu o software usado pelo posto de gasolina e como ele foi capaz de impedir o desligamento da bomba. Em 2015, uma empresa de segurança informou que a maioria dos sistemas de gerenciamento de postos de gasolina possuem algum tipo de vulnerabilidade por estarem conectados com a internet e essa brecha torna-se ainda maior pelo facto de muitos não inserirem algum tipo de senha de protecção.

Egipto pretende cobrar imposto sobre os anúncios nas redes sociais

Parece que está a tornar-se numa nova moda, os países africanos taxarem os usuários pelo que fazem nas redes sociais, depois do Uganda ter aprovado uma taxa para o uso das redes sociais no pais, surge agora o Egipto.

O Egipto está prestes a chegar a uma estratégia que permite ao governo implementar impostos de publicidade em sites de mídia social, especialmente o Facebook e o Google. De acordo com as declarações do Parlamento, a imposição desses impostos às empresas de publicidade protegerá o mercado publicitário egípcio e ajustará seus mecanismos.

No entanto, ainda não está totalmente claro como o estado egípcio vai arrecadar dinheiro dos anunciantes, já que algumas das empresas, que usam o Facebook e o Google para atingir os usuários egípcios, não têm escritórios regionais no país. Um dos parlamentares sugeriu que a implementação desses impostos publicitários no Facebook e no Google é uma opção, mas outras opções e possibilidades ainda estão na mesa para novas discussões.

Segundo John Talaat (Vice-chefe do Comité de Comunicações e Tecnologia da Informação e membro do parlamento do Egipto), esses impostos serão o primeiro passo para confrontar anúncios de mídia social. Outros países desenvolveram estratégias para controlar este tipo de anúncios. Podemos fazê-lo em nosso país também. Talaat acrescentou ainda que a implementação desse imposto publicitário provavelmente terá um impacto positivo no valor da receita tributária que o Egipto arrecada. Isso, por sua vez, aumenta os possíveis fundos disponíveis para o governo do país para prestar serviços públicos aos cidadãos.

É interessante notar que, ao contrário do recente imposto sobre as redes sociais do Uganda, o imposto do Egipto é direccionado a propagandas em plataformas de mídia social e não a usuários. No entanto, assim como o imposto do  Uganda, será interessante observar como o parlamento do Egipto irá monitorar e aplicar o imposto.

Angola Telecom pretende apostar na melhoria dos seus serviços

Durante o AngoTIC 2018, a Angola Telecom lançou um novo serviço de banda larga, mas pelos vistos a empresa tem mais outros planos a na sua carteira de serviços, dentre elas a melhoria dos já existentes.

Essa informação foi confirmada pelo então membro da comissão de gestão da empresa de telecomunicações, Adilson Santos, que afirmou na passada sexta-feira, no Sumbe, que a melhoria dos serviços de dados, voz e expansão da rede ao nível dos municípios constitui a grande aposta do sector.

O dirigente que falava durante a cerimónia de apresentação do novo director da Angola Telecom no Cuanza Sul, Hossi Francisco Alfredo, referiu que este é um desafio imposto no sentido de beneficiar a população usuária.

Alguma novidade sobre o mercado de telefonia móvel?

O responsável não teceu muitos comentários sobre a o regresso da empresa neste segmento, reconheceu que actualmente a tarifa da telefonia móvel no país é alta, devido os factores que concorrem para a sua operacionalidade.

Na sua óptica, com a Lei da concorrência em vigor, a situação pode mudar para melhor.Acrescentando que é neste sentido que a Angola Telecom aspira entrar no sistema de telefonia móvel e outros serviços inovadores.

Acelera Angola promove evento para encontrar Investidores Anjo

Há um interesse maior no tópico empreendedorismo. Vários jovens têm apresentado ideias e projectos com potencial. No entanto, muitos projectos não têm um destaque/impacto maior por falta de investimento. Há o dilema dos empresários em investir numa ideia que poderá/ou não ser um sucesso.

Para falar sobre investimentos no cenário descrito acima, a Acelera Angola preparou um evento para o dia 10 de Julho (Veja os detalhes no panfleto) .

Descrição oficial:

Para Angola crescer é preciso investir! No dia 10 de Julho, no Jango Veleiro, e numa parceria conjunta entre Acelera Angola e Embaixada dos Estados Unidos, vai acontecer um encontro de networking e fireside chat. Torne-se num investidor anjo!

Investidor-anjo é uma pessoa física que faz investimentos com seu próprio capital em empresas nascentes com um alto potencial de crescimento, como as startups. 

O evento é destinado a todos os interessados e envolvidos no tema empreendedorismo.

Nova placa mãe da ASUS foi projectada especificamente para criptomoedas

A cada dia que passa, a o mundo das criptomoedas tem ganhado novas soluções, a prova disso é a aposta da ASUS que decidiu facilitar o uso das criptomoedas para usuários individuais.

A placa-mãe  denominada “H370”,  foi projectada especificamente para uso de criptomoedas. Entre outros recursos, o produto suportará até 20 placas gráficas e permitirá que os cabos riser USB sejam conectados directamente à placa de circuito impresso (PCB) para simplificar a conectividade.

A empresa também afirmou ainda que, será mais fácil diagnosticar problemas com a placa mãe, reduzindo o tempo de inactividade.

Quando é que será lançado?

O produto será lançado entre Julho e Setembro deste ano, será disponibilizado inicialmente nos países da América do Norte. Quanto ao preço, nada ainda foi divulgado.

As especificações para a placa-mãe são as seguintes:

  • Tamanho: ATX, 12 “x9.1”
  • Soquete: LGA 1151 para processadores Intel 8th Gen / Pentium / Celeron
  • Memória: 2 x DIMMs (máx. 32 GB), DDR4 2666/2400/2133 MHz, não-ECC, memória sem buffer
  • PCIe: 1 x slot PCIe x16
  • Armazenamento: 2 x conectores Serial ATA de 6,0 Gb / s
  • Rede: 1 x Intel Gigabit LAN
  • Portas do riser GPU USB: 20 ​​x portas USB verticais sobre PCIe
  • Portas USB: 6 x USB 3.1 Gen 1, 4 portas USB 2.0 / 1.1
  • Outras portas: 1 x cabeçalho COM

Vale a pena salienta que esta não é a primeira placa mãe da ASUS para criptomoedas. A empresa lançou a placa mãe de especialistas do mesmo segmento em Setembro do ano passado. O dispositivo está disponível na Amazon por 141,98 USD.

EaseUS Data Recovery Wizard , recuperação garantida do seu ficheiro

Todos já tiveram um momento de distração em que apagaram “permanentemente” um ficheiro importante. Não importa se é um documento para apresentar no dia seguinte ou se é uma foto de família com alto valor sentimental. O facto é que ficheiros “perdem-se” nas nossas unidades de armazenamento de tempos em tempos.

Existem vários softwares para tentar recuperar os seus dados, mas hoje vamos falar da nossa experiência com o “EaseUS Data Recovery Wizard“.

EaseUS

O EaseUS Data Recovery Wizard recupera até os arquivos apagados da reciclagem do Windows ou os arquivos apagados directamente. O software promete recuperar de discos rígidos, unidades USB, cartões de memória e outros dispositivos de armazenamento. É compatível com discos dinâmicos e com todos os sistemas de arquivos do Windows, desde FAT a NTFS e EXT.

Este software tem versões para dispositivos móveis e computadores com Windows ou OSX.

O nosso teste foi efectuado num computador com Windows 10 instalado e o objectivo era recuperar dados de uma partição com 1.8TB de armazenamento, os ficheiros em causa foram apagados “permanentemente” com o objectivo de testar a aplicação.

Mas antes disso, como instalar o EaseUS Data Recovery Wizard?

  1. Fazer o download no site oficial (há uma versão gratuita, mas, obviamente a versão profissional tem mais funcionalidades. Uma limitação da versão gratuita são os 2GB de informação passível de restauro)
  2. Seguir os passos do instalador
  3. Inserir a chave de activação (caso esteja a usar a versão profissional).
  4. Para o nosso teste, foi usada a versão EaseUS Data Recovery Wizard Pro 12.0.0

O teste foi um sucesso?

Para este teste, o objectivo era recuperar os vídeos gravados durante a MWC 2018. Conforme citado antes, a partição tem 1.8 Terabytes e deixamos o EaseUS Data Recovery fazer a pesquisa por 3 horas e 30 minutos. O software conseguiu restaurar 12.5 Gigabytes de informação.

EaseUS - Teste recuperação dados

Nada melhor do que um novo teste, com um cartão SD

Desta vez o cartão tinha 16GB de capacidade e criamos 3 ficheiros de teste. Em seguida apagamos os ficheiros (shift+delete). Daí foi executar o  EaseUS Data Recovery para confirmar se era possível recuperar os 3 ficheiros.

  • Em 2.5 minutos a verificação rápida foi concluída.
  • Foram necessários 8 minutos para completar a verificação profunda.

Os 3 ficheiros apagados foram restaurados

Conclusão

O aplicativo cumpre o que promete. O tempo de análise pode ser reduzido se optarmos por desactivar a verificação de sectores que estão danificados, mas para quem quer recuperar todos os ficheiros, a melhor opção é deixar a definição padrão e fazer uma busca profunda em toda a unidade de armazenamento.

A aplicação permite também filtrarmos por tipo de arquivo, o que provou ser bastante útil no primeiro teste em que o objectivo era recuperar vídeos apenas.

Quer testar também? Faça o Download no site oficial.