16.9 C
Angola
Domingo, Março 22, 2026
Início Site Página 918

Snapchat lança novo recurso de “estórias personalizadas”

A rede social Snapchat lançou um novo recurso de “estórias personalizadas”, uma nova forma de história projectada para facilitar o partilhamento em torno de grandes eventos.

O novo recurso é uma evolução natural do geofenced do Snapchat, que permite o usuário criar etiquetas feitas sob encomenda para casamentos, aniversários, e outros eventos. E como a competição com o Instagram intensifica, introduzir um novo mecanismo de partilhamento é plausível.

O objectivo final parece ser deixar a rede social ainda mais social. A Snap, responsável do aplicativo, afirma que o recurso deve ser particularmente interessante em viagens, festas ou grandes eventos sociais.

Para criar uma história personalizada, toque no novo ícone “Criar estória” no canto superior direito da tela estórias. Dê a sua história um nome e, em seguida, convide os amigos que você quer que participem. Se ninguém contribuir para a história por 24 horas, ela desaparece. Se o criador da história apagar, ela também desaparece.

O usuário também pode convidar todos os usuários do Snapchat nas proximidades a participar; Snapchat irá criar um geofence de um bloco em torno de sua localização actual. Estrategicamente, a coisa mais importante sobre as estórias personalizadas é que eles convidam os amigos para partilhar.

[FT2017] Unitel está a trabalhar para a implementação do IPv6. O que isso significa?

Durante a mesa redonda realizada no Fórum Telecom edição 2017, Amílcar Safeca, Administrador da Unitel, teve a oportunidade de responder a seguinte questão: “Quando é que a Unitel vai implementar o Ipv6?”.

Segundo Amílcar Safeca, o processo já está a decorrer paulatinamente, dentro das infraestruturas da empresa.

Mas afinal de contas o que isso significa?

A mudança para o IPv6 pode significar mais segurança para a Internet, pois o padrão conta com um protocolo criptografado, que pode identificar todo o caminho percorrido por cada IP. Para os usuários finais, essa mudança nem deve ser percebida. “Isso vai acontecer de forma invisível.

Por exemplo, caso o usuário tenha um modem ou um  roteador sem suporte para IPv6 será necessário comprar outro, mas isso depende da tecnologia usada. Algumas pessoas têm provedores que administram tudo e são eles que deverão disponibilizar o IPv6.

Portanto, é muito cedo para usuários em Angola preocuparem-se com isso, até porque nem todos os equipamentos existentes no nosso mercado têm suporte a IPv6.

Mas na verdade, é que as empresas de telecomunicações e provedores serão os mais cobrados com essa história do IPv6. Os provedores têm de se organizar, mas como o movimento começou em 2008, os investimentos em equipamentos já estão a ser feito desde então.

Acha que é prioritária a aposta no IPv6?

Dica: Como Migrar do Outlook para Thunderbird

Artigo enviado por Dieu Merci Toko. Quer partilhar conhecimento com os demais seguidores do MenosFios? Siga os passos.


Desde que o Thunderbird deixou de importar automaticamente do Outlook, tenho andado desesperado em arranjar uma solução viável, (barata) e livre para resolver o problema. Confesso que bloqueei no Thunderbird, e não procurei soluções alternativas até recentemente quando senti realmente necessidade.

A solução é muito simples, mas não muito prática. Em primeiro lugar requer uma máquina com Linux, preferencialmente Ubuntu ou Debian. Para os menos iniciados aconselho a utilização de um ambiente gráfico para passar os ficheiros da pen/rede para a máquina e vice versa.

  1. Assim que tiverem a maquina à mão, abrir o terminal e instalar o readpst:
sudo apt-get install readpst

Depois do “read PST” instalado, já se pode começar a converter ficheiros *.PST em .EML que depois são facilmente importados pelo Thunderbird através do add-on ImportExportTools.

2. Escolham uma pasta para trabalhar, e coloquem lá todos os PST’s a converter. Para já, deve-se criar uma pasta para alojar a exportação:

mkdir Archive

3. E poderão fazer o seguinte comando do readPST para exportar o ficheiro para dentro da pasta (para saberem mais opções, ver aqui):

readpst -M -b -e -o Archive Archive.pst

Se for para abrir na mesma máquina em que estão a trabalhar, basta agora abrir o Thunderbird e, já com o ImportExportTools instalado, ir ao menu Import/Export > importar todos os ficheiros eml de uma directoria > incluir subdirectorias.

4. Se for para colocar noutra máquina, comprimam a pasta, e depois peguem no ficheiro e levem para onde quiserem.

tar -zcvf Archive.tar.gz Archive

Angosat 1: Mais de 80% do primeiro satélite angolano já está concluído

O Angosat 1 é um satélite de comunicação geoestacionário angolano que se encontra em construção pela empresa russa RKK Energia. Este será operado pela Angosat. O satélite será baseado na plataforma USP Bus e sua expectativa de vida útil será de quinze anos.

O Executivo angolano deverá colocar em funcionamento ainda este ano o primeiro satélite nacional Angosat 1, reiterou ontem, segunda-feira, em Luanda, o ministro das Telecomunicações e Tecnologias de Informação –  José Carvalho da Rocha.

Depois de um encontro a porta fechada com o vice-primeiro ministro da Federação da Rússia e representante plenipotenciário do Distrito Federal do Extremo Oriente, Yuri Trutnev, sublinhou que neste momento o projecto caminha conforme se previa, estando acima de 80 porcento de execução.

Segundo Yuri Trutnev, o encontro foi para rever o nível de cooperação, particularmente os projectos que ambas partes tem estado a desenvolver no nosso sector com o apoio da parte Russa. Durante o encontro com a parte angolana, fez-se uma avaliação do estado do projecto Angosat onde foi pensado nos próximos passos a serem dados.

O Angosat 1 será o primeiro satélite de comunicações de Angola, cujo contrato foi assinado pelas partes russas e angolanas no ano de 2009, cujo trabalho começou no final de 2012 e terá uma capacidade de 16 transponders, em banda C e seis em banda KU para fornecer serviços de telecomunicações para Angola, com uma abrangência para África e Europa.

Ansioso para ver o primeiro satélite angolano a funcionar? 

[FT2017] Quais os motivos dos custos elevados das telecomunicações em Angola?

Durante o a mesa redonda realizada no Fórum Telecom edição 2017, os participantes da mesma, abordaram sobre “Os custos elevados das telecomunicações Angola”, onde os mesmos apresentaram vários factores que contribuem para o facto dos consumidores Angolanos continuarem a pagar caro para usufruir dos serviços de telecomunicações.

Várias são as teorias populares, mas nada melhor do que ouvir dos principais gestores de empresas de topo das telecomunicações em Angola. Durante a conversa foram apresentados 2 factores importantes para que isso ainda seja uma realidade:

  1. Custo elevado de infraestrutura: Angola não produz infraestruturas no que concerne aos segmento das telecomunicações, pelo que tudo deve ser importado, e os custos dos mesmo são elevados;
  2. Falta de energia eléctrica: Segundo explicação dos representantes de algumas empresas que fizeram parte da mesa redonda, praticamente as infraestruturas de telecomunicações das empresas em Angola funcionam a base de geradores, visto que a energia eléctrica ainda continua a ser um factor a ser trabalhado, tendo em conta os custos elevadíssimos do combustível no pais, então isso conta para que os serviços prestados por essas empresas tenham também custos elevados.

A mesa foi constituída por representantes da MS TELCOM (Roger Ferreira), Unitel (Almicar Safeca), Angola Cables (António Nunes), DSTV (Eduardo Continentino ) e Eduardo Fraústo (EMIS) tendo sido moderada por Carlos Rosado de Carvalho.

Ouça as declarações do PCE da MSTelcom


Concorda com esses dois factores?

Bantumakers apresenta o mapa do ecossistema de empreendedorismo em Angola

A Bantu Makers tomou a iniciativa em fazer um mapeamento do ecossistema de empreendedorismo em Angola -conectar e promover a comunidade startup em Angola – aqui está o mapa. Se procura por uma startup, incubadora, coworking, investidor, aceleradora, ou evento poderá encontrar no link abaixo:

Bantumakers

Segundo a BantuMakers, a ideia é que todos possam contribuir para este mapeamento. Se quiser ajudar a manter o mapa do ecossistema empreendedor actualizado, mande uma e-mail para [email protected]

A importância das TICs na diversificação da economia nacional

Angola, no âmbito da diversificação da economia demonstra um desempenho
económico insatisfatório devido a sua incapacidade de proporcionar soluções a seus principais problemas: a desigualdade social, a má formação de sua força de trabalho e a perda de competitividade no mercado internacional.

Com o propósito de se tornar uma economia diversificada baseada no conhecimento e aprendizagem, muitos países, especialmente os países em desenvolvimento, procuram expandir e difundir o acesso as TICs com o propósito de se beneficiar do conhecimento
disponível.

Dois factores são importantes quanto a importância das TICs na diversificação da economia nacional:

  1. As novas tecnologias podem ser adquiridas através do comércio com países mais avançados e que possuam as tecnologias desejadas.
  2. As TICs podem contribuir para uma integração mais eficiente dos mercados mundiais, ou seja, ajudam os países a melhor realocar sua produção e serviços industriais frente às exigências mundiais. Isto porque as TICs promovem uma introdução mais eficiente de serviços digitalizados, asseguram uma rápida disseminação das informações.

As TICs são um fenómeno mais representativo dessa nova era da economia e, em particular, da sociedade moderna de uma maneira geral. Por ela passa uma porção enorme do conhecimento produzido e assimilado no mundo.

As TICs unem de forma exemplar os novos conceitos de aprendizado, seja pela necessidade de defrontar-se com um volume crescente de informação que precisa ser filtrado, seja pelas demandas de eficiência e aumento da produtividade exigida pelas novas organizações económicas encontradas no mercado mundial e extremamente complexo.

Em suma a importância das TICs na diversificação da economia nacional pode ser caracterizada pela rápida mudança comandada pela inovação e mudança tecnológica em que o mundo está a registrar, nas quais as velhas habilidades se tornam obsoletas e cada vez mais acentuada. Neste contexto, a diversificação é um processo de construção de novas competências que possibilitam uma melhor adaptação com as mais recentes ferramentas das TICs.

[FT2017] Angola será o Hub das telecomunicações em África?

Decorreu no dia 19 de Maio de 2017 o Fórum Telecom edição 2017, realizado pelo Jornal Expansão que teve lugar no HCTA, com o  tema “ O Estado de Arte das Telecomunicações em Angola”. Durante a mesa redonda que contou com a presença dos representantes da MSTelcom (Roger Ferreira), Unitel (Almicar Safeca), Angola Cables (Antonio Nunes), DSTV (Eduardo Continentino), Eduardo Fraústo (EMIS) e moderada por Carlos Rosado, foi abordado o tema “Que esforços Angola está a efectuar para ser o Hub das telecomunicações em África?

Foi consensual, por parte dos participantes, que daqui a praticamente um ano, o cenário das telecomunicações em Angola e África poderá conhecer uma nova realidade graças a três grandes projectos que até lá estarão operacionais.

Primeiro, o satélite Angolano que estará em órbita em breve, segundo o Cabo subma SACS e terceiro os Cabos Monet que estarão operacionais em 2018. Com esses três projectos operacionais, todos os conteúdos (vídeos, voz e dados) de empresas como a Microsoft Google e outros poderão estar em Angola e servir os países vizinhos também.

Actualmente, o continente Africano está mal servido a nível das comunicações, mas esses três projectos poderão mudar a situação actual do continente, visto que, uma vez alcançados os objectivos de ligação dos cabos de Angola ao continente americano (Sul e Norte), será possível obter os conteúdos dos principais provedores, até mesmo da Europa, tornando assim Angola num ponto de referência mundial.

O nosso satélite também terá um papel muito importante para transformar Angola em um ponto de conexão das telecomunicações em África, isso porque o Angosat terá um potencial de cobertura em telecomunicações para toda África e parte da Europa.

O nosso satélite também terá um papel muito importante para transformar Angola em um ponto de conexão das telecomunicações em África…

Deste modo pode-se dizer que Angola em breve tornar-se-á num player em África e não só, pela sua ligação à vários continentes. Com essa estratégia vamos criar uma rota alternativa sendo o primeiro país a ter uma rota de cabo submarino no Atlântico Sul.

Pesquisa revela que as redes sociais são mais viciantes que álcool e cigarro

Redes sociais

Uma pesquisa realizada pela instituição de saúde pública do Reino Unido, Royal Society for Public Health, em parceria com o Movimento de Saúde Jovem, revelou que as redes sociais são mais viciantes que álcool e cigarro.

O instituto avança que as redes sociais funcionam como uma droga, quanto mais tempo você passa diante do telemóvel ou do computador, mais tempo você quer ficar. Além do tempo perdido, as horas conectado também afetam nossa saúde mental.

O Instagram foi avaliado como a rede social mais prejudicial à mente dos jovens.  Os resultados mostram que 90% das pessoas entre 14 e 24 anos usam redes sociais mais do que qualquer outro grupo etário, o que os torna ainda mais vulneráveis a seus efeitos colaterais.

Os pesquisadores advertem: os usuários que passam mais que duas horas diárias conectados em mídias sociais são mais propensos a desenvolverem distúrbios de saúde mental, como estresse psicossocial.

No questionário, realizado nos primeiros meses de 2017, em Inglaterra, era pedido aos jovens que medissem o impacto de várias redes sociais na sua saúde e bem-estar, nomeadamente, em problemas como a ansiedade, a depressão, do sono, do bullying, entre outros.

A pesquisa determinou que entre as cinco principais redes sociais – Facebook, Twitter, Instagram, Snapchat e Youtube – o Instagram é aquela que mais pode prejudicar a percepção da imagem corporal, aumentar o medo de estar ser excluído ou a perder situações divertidas e a que mais tem impacto nas horas de sono.

A pesquisa revelou que, a rede social menos nocivo é o YouTube, seguido do Twitter, Facebook e Snapchat ficaram em terceira e quarta posição, respectivamente. O Instagram consegue destacar-se positivamente, apenas, na áreas da autoexpressão, autoconhecimento e construção de comunidades.

Redes sociais

É interessante perceber que as redes sociais que se destinam a partilha de imagens, muitas vezes pessoais, são as que estão a ter um impacto cada vez mais negativo na vida dos jovens Shirley Cramer, o presidente da sociedade responsável pelo estudo.

[FT2017] Em que fase estão os cabos submarinos da Angola Cables?

Durante a mesa redonda realizada ontem no Fórum Telecom edição 2017, António Nunes, PCE da Angola Cables, teve a oportunidade de abordar o tema “Em que fase estão os cabos submarinos da Angola Cables?

Angola Cables

Angola Cables, cujo core business é a comercialização de capacidade em circuitos internacionais de voz e dados por meio de um sistema de cabos submarinos, tem como principais projectos os Cabos SACS (West Africa Cable System) e o Monet que vão interligar três continentes: América do Sul, América do Norte e África, através do Data Center de Fortaleza, uma instalação de Nível III, criando uma rede altamente conectada para a região.

Mas em que fase estão estes projectos dos Cabos SACS e Monet?

Segundo o responsável da Angola Cables, actualmente, o SACS já está a caminho de Angola, visto que já foi finalizado o processo mais importante para instalação do cabo no oceano, que é denominado survey, nada mais que uma radiografia do solo marítimo. Neste momento está a decorrer o transporte e o carregamento do cabo para a extremidade da costa Angolana.

Já o Monet que vai interligar os três continentes, chegou recentemente ao Brasil proveniente dos EUA. Com a chegada deste cabo ao Brasil a empresa deu um passo importante, visto que o mesmo será interligado ao SACS, concretizado o objectivo de tornar Angola num ponto de conexão das telecomunicações em África.

Ouça a entrevista na integra: