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Quarta-feira, Fevereiro 4, 2026
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Será que os angolanos sabem diferenciar notícias falsas e verdadeiras na Internet?

internet

O fenômeno de informações falsas na Internet é tão antigo quanto a própria rede e evoluiu com o passar do tempo, foram aperfeiçoados novos método e assimilados novas formas de comunicação online. Nos últimos tempos informações falsas tem sido  um problema grave, que ganhou destaque nas últimas semanas depois que o Facebook foi acusado de influenciar na vitória de Donald Trump na corrida presidencial dos Estados Unidos.

Muitas informações circulam pela internet e nem sempre elas são verdadeiras. Mas como identificar o que é verdade e o que é falsa? O Menos Fios traz algumas orientações, que podem auxiliar os nossos leitores a terem mais cuidados nas mais diversas notícias que muito têm circulado na internet. Claro que não são perfeitas e estão sujeitas a falhas, mas podem ser de grande ajuda. Confira:

  • Verifique sempre a informação que recebeu, se cita uma fonte confiável- fontes confiáveis são os sites oficiais( por exemplo www.menosfios.com), páginas de jornais conhecidos ( por exemplo www.jornaldeangola.sapo.ao), blogs respeitados ( como www.cenasquecurto.net).
  • Pesquise na web para ver se mais de uma fonte confiável publicou a notícia. Informações verdadeiras costumam ser publicadas por vários sites confiáveis.
  • Verifique sempre a data em que a notícia foi publicada. De vez em quando, notícias antigas voltam a circular como se fossem recentes. Embora possam ser verdadeiras, o contexto poderá ser diferente.
  • Há muitos erros de português na notícia? Isso é um bom indício de que o texto não foi escrito a sério.
  • Se estiver com dúvida, evite compartilhar informações recebidas. Afinal, você não quer passar uma mentira para os seus amigos.
Recentemente, o Google anunciou que pretende actualizar a política de uso do seu programa de anúncios AdSense. O objectivo é evitar a distribuição de publicidade em sites com notícias falsas. Por sua vez, o Facebook, disse que actualizou a política de uso da rede Audience Network, que é o responsável pela distribuição de publicidade em sites e aplicativos. As duas empresas possuem a intenção de acabar com a publicidade em noticias falsas.

Nos Estados Unidos, os pesquisadores da Universidade de Stanford, realizaram um estudo com 7.804 estudantes de 11 a 18 anos para verificar se eles sabem diferenciar “conteúdo patrocinado” de notícias confiáveis. E o resultado não é nada animador. Detectaram que 82% dos estudantes não souberam diferenciar os conteúdos noticiosos dos não-factuais. Muitos deles, ainda, julgaram a credibilidade de tweets na quantidade de detalhes que continham ou se havia uma foto grande ilustrando a postagem, em vez de verificar a fonte.

“Não importa se começou a utilizar a internet há pouco tempo, ou se está na rede há anos. Às vezes, nos deparamos com notícias falsas que foram tão bem elaboradas, que nós acreditamos que são reais, simplesmente porque queremos acreditar. Por tanto, antes de deixar que crenças pessoais ajudem a propagar notícias falsas, precisamos manter um olhar crítico, pois um erro pode colocar a sua vida e de pessoas ao seu redor em risco”.

Qual é o método que utiliza para detectar notícias falsas na internet?

Conheça a nova bateria para smartphones que pode durar uma semana

bateria

Depois dos  os pesquisadores da universidade de Stanford terem demonstrado que é possível enviar mensagens de texto usando os químicos, agora os pesquisadores da universidade de Florida desenvolveram um novo processo de criação de baterias que promete revolucionar o componente nos smartphones..

Os pesquisadores criaram um protótipo de bateria de super capacitor que funciona como novo,  mesmo depois da bateria ter sido recarregado umas 30.000 vezes. Este projecto demonstra queos usuários poderão carregar os seus smartphones em alguns segundos e e poderão ainda não precisar de voltar carregá-los novamente por mais de uma semana.

Segundo Nitin Choudhary (Um dos responsáveis do projecto),  a pesquisa está nos primeiros dias e não está pronta para a comercialização, mas parece promissor. “Para pequenos dispositivos electrónicos, os materiais estão superando os convencionais em todo o mundo em termos de densidade de energia, densidade de potência e estabilidade cíclica.

Portanto, este projecto mostra que a bateria carrega rapidamente porque é composta por milhões de fios nanométricos, revestidos com uma espécie de escudo de materiais dimensionais. No núcleo, o material facilita a transferência rápida de electrões para a carga, enquanto há espaço para armazenamento de grandes quantidades de energia em minúsculos espaços.

[Rumor] Pokémon Go para Android e iOS será actualizado em Dezembro

Pokemón Go

Os rumores que circulam online garantem que a Niantic Labs ( uma empresa de desenvolvimento de software mais conhecida pelos jogos de realidade aumentada através de dispositívos móveis.), vai lançar uma actualização para as versões de Pokémon Go para os dispositivos Android e iOS no próximo dia 7 de Dezembro.

Além de disponibilizar um modo PvP, esta actualização oferece aos jogadores o acesso a 100 novos Pokémons, alguns dos quais são considerados ‘lendários’. De salientar  também que a Niantic Labs ainda não divulgou pormenores sobre a próxima actualização para Pokémon Go.

O facto é que Niantic, lançou recentemente o Pokémon GO em mais 8 países no Oriente Médio. Com isso aproxima-se cada vez mais da data dos eventos globais com lendários que dependem do lançamento em todos os países na agenda da Niantic.

Rumores avançam mesmo sobre a possibilidade da inclusão de mecânicas como:

  • Troca entre Treinadores;
  • Batalha entre Treinadores;
  • A inclusão dos Pokémon da segunda geração;
  • A inclusão de Breeding entre os Pokémon.

Até o momento não há qualquer informação oficial da Niantic sobre tais inclusões, embora já tenham sido prometidas diversas vezes para momentos futuros, sem no entanto, revelar datas ou períodos.

Veja a comparação de usuários de internet em Angola e em outros países

cplp_menosfios

Recentemente apresentamos os dados “tecnológicos” do último Censo que mostravam o número de Angolanos que tinham acesso à Internet em Angola. Nesse artigo notamos que 10,2% dos angolanos tinha acesso a internet, o que quer dizer que em cada 10 angolanos, 1 tem acesso à internet. Com estes dados oficiais, decidimos analisar onde se encontra Angola comparativamente aos outros países.

Comparativamente a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), que é uma organização internacional formada por países lusófonos, Angola está bastante aquém do desejado.

Gráfico CPLP

Os dados acima são disponibilizados pelo site do Banco Mundial e Angola, comparativamente aos dados do Censo, evoluiu 2,2%, saindo de 10,2% em 2014 para 12.4% em 2015. Abaixo, e detalhe, podemos verificar o número de utilizadores de internet como percentagem da população para o final de 2015 do gráfico acima:

  • Guiné-Bissau – 3.54%
  • Moçambique – 9%
  • Angola – 12.4%
  • Timor Leste – 13.4%
  • Guiné Equatorial – 21.32%
  • São Tomé e Príncipe – 25.82%
  • Cabo Verde – 43.02%
  • Brasil – 59.08%
  • Portugal – 68.63%

Os dados acima demonstram claramente que Angola ainda tem um longo percurso a percorrer para estar ao nível de outros países africanos como Guiné Equatorial e São Tomé para não compararmos com Cabo Verde que quase metade da sua população tem acesso a internet.

A questão que fica no ar com estes dados é, o que Angola precisa de fazer (governo, empresas e particulares) para melhorar este indicador?

Deixe o seu comentário abaixo.

Porque motivo a Rússia bloqueou o LinkedIn no seu território ?

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Recentemente surgiram informações de que o presidente da Rússia Vladimir Putin pretende retirar a gigantesca Microsoft do seu pais, não obstante a isso, surge agora a informação de que a Rússia bloqueou o LinkedIn no seu território, isso porque a rede social foi colocada na lista de empresas que violam os direitos dos titulares de dados pessoais.

Um tribunal de Moscovo confirmou no dia 10 de Novembro de 2016 a decisão do Tribunal Tagansky de bloquear a rede social na Rússia. Segundo o Código de Processo Civil, a decisão do tribunal de recurso já está em vigor, tendo o Roskomnadzor (Escritório da rede social na Rússia) prometido bloquear a rede social logo após ter recebido o documento que fundamenta a decisão. Um dos motivos para isso ter sucedido, é que a lei sobre os dados pessoais exige que, os dados pessoais dos cidadãos russos sejam armazenados no país. O Roskomnadzor, com base em uma decisão judicial, possui um registo especial das empresas (sites) que se recusam a obedecer à lei russa.

A Roskomnadzor anunciou duas vezes que enviou pedidos ao LinkedIn para obter informações sobre a execução da lei dos dados pessoais, mas ambas as vezes o serviço não recebeu resposta. Ao mesmo tempo, a mídia informou sobre o vazamento de dados pessoais de usuários do LinkedIn, em particular, foram roubados 117 milhões de endereços electrónicos.

Então, a Rússia tem razão?

Facebook compra empresa FacioMetrics e a sua tecnologia de reconhecimento facial

Facebook

O Facebook, comprou a FacioMetric– uma startup que desenvolveu diversas aplicações com tecnologia de reconhecimento facial para os dispositivos móveis. Irá ajudar a satisfazer cada vez mais as ambições de fotografia e vídeo da rede social.

A FacioMetric foi fundada por um grupo de estudantes da Universidade Carnegie Mellon nos Estados Unidos, no ano passado e é especializada em algoritmos de aprendizado de máquina de modo a que os smartphones sejam capazes de analisar rostos em tempo real através da câmara.

O porta-voz do Facebook disse que, a empresa está a planear aplicar a tecnologia desenvolvida pela FacioMetrics para melhorar os seus filtros de realidade aumentada para diversos conteúdos multimédia. Não são conhecidos pormenores sobre o valor do negócio.

Facebook adianta que a nova empresa irá trazer mais efeitos às fotografias e vídeos, que vai incluir filtros em tempo real, ferramentas de face-swapping e outros efeitos às aplicações sociais. Isto vem responder à crescente procura por ferramentas de análise de imagem facial e permite uma maior competição com serviços como o do Snapchat.

Twitter lança códigos QR para iOS e Android

QR code- twitter

O Twitter acrescentou recentemente um recurso ao seu aplicativo oficial para plataformas Android e iOS, o códigor QR, similares aos disponíveis no Snapchat. O utilizador já pode criar o seu próprio código QR e partilhá-lo, com os seus amigos.

Agora os usuários do Twitter, contarão com uma forma alternativa para poder seguir outra pessoa na rede social de mensagens curtas, já que antes era possível somente pressionar a opção “Seguir”.

Para criar um código QR basta aceder ao perfil e às Definições da aplicação. Está também disponível uma opção que permite a leitura de códigos QR. Ao tocar no botão azul o scanner de código QR será activado e com isso, ser utilizado para ler a informação exibida na tela de outro dispositivo.

QR code- twitter

 No sistema operativo iOS o código só aparece nas informações do perfil, mas já no sistema Android pode ser encontrado no menu deslizante próximo ao “Modo Noturno”. É ainda possível compartilhar a informação com outros aplicativos.

Navegue com mais privacidade com o Firefox Focus

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A Mozilla lançou recentemente o Firefox Focus, um browser para os dispositivos móveis  da plataforma iOS, sistema operacional da Apple, que é focado na privacidade e que restringe a exibição de publicidade.

O Firefox Focus, oferece ainda opções que permitem apagar o histórico de navegação, as passwords, bloquear cookies e os monitorizadores de actividade. O browser consiste em uma barra de busca que, depois de usada, mostra a tela de resultados.

De acordo com a Mozilla, o principal diferencial do Firefox Focus é por ser um navegador simplificado, o que significa que ele pode carregar as páginas mais rapidamente. O browser foi lançado originalmente na App Store há quase um ano, mas era utilizado apenas como um utilitário de bloqueio de anúncios a partir do navegador Safari, do iPhone.

O porta-voz da Mozilla disse que a empresa está a ponderar desenvolver uma versão do browser Firefox Focus para os smartphones e tablets do sistema Android. O Firefox Focus não oferece recurso de VPN Ou seja, se usuário deseja navegar de forma totalmente anónima, não será possível. O foco deste novo navegador é apenas evitar que outras pessoas saibam quais sites o usuário acessa no seu iPhone.

Coca-Cola cria garrafa que tira selfies quando você bebe

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Aconteceu recentemente em Israel o Summer Love, evento musical com presença de diversos artistas. A Coca-Cola é uma das patrocinadoras do evento e por isso levou algo diferente pra lá- garrafa que tira selfies, que foi registrado por Coca-Cola-selfie-bottle.

Para conseguir tirar as fotos, foi criado uma câmara que se acopla às garrafas de meio litro junto com um giroscópio. O sensor da câmara automaticamente tira uma foto quando detecta uma inclinação de 70 graus da garrafa. As fotos podem ser automaticamente enviadas para o Snapchat do usuário e as páginas do Facebook e Instagram da Coca-cola.

cocacola

Uma ação bastante pertinente em um evento onde registrar e compartilhar cada momento é importante. Para desenvolver este modelo das garrafas a Coca-Cola, associou-se a Gegen Team que é uma empresa de marketing de Israel. As foftografias tiradas na câmara que vem anexada à garrafa, não possuem grande qualidade, tudo porquê o objectivo  é meramente publicitário.

Ainda não existe uma confirmação se, a Coca-Cola vai levar esse modelo de garrafas para outros eventos no mundo na qual a empresa patrocina. Já que em Angola a refrigente tem sido também referência em alguns eventos que têm se realizado e possui vários consumidores a nível nacional e no mundo inteiro.

ONU diz que mais de metade da população mundial não usa internet

internet

O relatório das Nações Unidas, divulgado nesta terça-feira em Genebra (Suiça), afirma que mais de metade da população mundial não usa a internet devido ao custo proibitivo da banda larga.

A ITU – União Internacional de Telecomunicações da ONU,  disse que cerca de 3,9 bilhões de pessoas no mundo não têm acesso à internet em casa ou no telemóvel e que o problema é maior entre as “mulheres, os idosos, as pessoas menos educadas, com rendas mais baixas e os moradores de zonas rurais”.

O relatório destaca que o maior obstáculo é o custo de acesso à banda larga, que apesar de ter baixado um pouco de preço nos últimos dez anos, continua a ser claramente inacessível em muitos países pobres. Em países mais pobres, um pacote mensal de internet de banda larga fixa com apenas um gigabyte de dados ainda custa mais de metade de um salário médio anual.

Segundo a ITU, as redes móveis de banda larga tecnicamente cobrem 84% da população mundial e que a internet em dispositivos móveis pode ser uma solução para ampliar o acesso. Mas, de acordo com a organização, o custo do aparelho é ainda a maior barreira económica para o acesso à internet móvel.

“Em 2016, as pessoas não ficam mais on-line, elas estão on-line”, diz o relatório.