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Terça-feira, Março 10, 2026
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INIQ vai continuar a apostar na verificação metrológica com a transformação digital

O Instituto Nacional das Infra-estruturas da Qualidade (INIQ) vai continuar a apostar na verificação e calibração metrológica dos equipamentos, visto que a metrologia é um subsistema da qualidade, por isso é necessário que os empreendedores, os académicos e os industriais tenham em conta os princípios desta ciência.

Essas medida foi instada pela directora-geral deste instituição pública, Olga Dicamba, falando na abertura do workshop “Metrologia na era digital”, sublinhado que as oportunidades trazidas pela transformação digital serão realizadas rapidamente se a infra-estrutura de qualidade, de cada país, poder ser adaptada para promover e utilizar novas tecnologias digitais que gerem e utilizem dados justos.

De informar que a metrologia é uma ciência que estuda a medição e os instrumentos de medidas, abrangendo todos os aspectos teóricos e práticos que asseguram a precisão exigida, procurando garantir a qualidade de produtos e serviços.

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Sobre a sua aplicação em território nacional, as iniciativas sobre a metrologia são geridas pelo INIC, órgão responsável pela gestão do sistema de controlo metrológico de todos os instrumentos de medição e verificação metrológica de instrumentos usados nas transacções comerciais na saúde e segurança, entre outros, garantindo rigor nas medições em todo o território nacional.

Entre essas situações, está o aumento das acções de verificação metrológica das balanças, bombas de abastecimento de combustível, sistemas de gestão de parques de estacionamento, bem como na criação de condições para instalação de infra-estruturas de qualidade.

Canal de televisão Cabo-verdiano com emissão por cabo em Portugal

O canal de televisão Cabo-verdiano (TVA) iniciou a sua internacionalização através da emissão por cabo em Portugal, com uma forte aposta na informação e sobretudo na programação e entretenimento feito em Cabo Verde para o mundo.

Com presença em sinal aberto em Cabo Verde desde o ano passado, a TVA começa assim a ser difundida em Portugal, através do canal 197 da MEO, uma aposta que se prende com a forte presença de Cabo-verdianos em Portugal e também com a estratégia de entrar no mercado Europeu, segundo o administrador da estação televisiva, Saulo Montrond.

Em entrevista a à Agência Lusa, o Administrador diz que em relação à informação, o canal terá Jornalistas em Portugal que irão cobrir a atualidade da comunidade e noticiar os casos de sucesso dos naturais de Cabo Verde em Portugal e seus descendentes.

A TVA irá transmitir notícias de Cabo Verde em Portugal e de Portugal para Cabo Verde”, informou.

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Saulo Montrond frisou ainda que a aposta deste canal é sobretudo na produção Cabo-verdiana para a ficção e entretenimento “de grande qualidade”.

Vamos produzir a primeira série televisão 100% Cabo-verdiana, que se chamará Lua Minguante, produzida e filmada em Cabo Verde, mas também com imagens em Portugal e nos Estados Unidos e atores desses países”, revelou o administrador.

Tendo como base essa produção cinematográfica, já está a arrancar a formação de artistas e técnicos nas várias áreas, adiantou.

O Administrador da TVA reiterou também que a TVA pretende avançar em mais Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP), nomeadamente Angola, Moçambique e São Tomé e Príncipe.

Estamos a negociar a nossa entrada em outros países, como a Nigéria”, revelou ainda.

Detectado Backdoor que tem como alvos os governos e ONGs

Os especialistas da Kaspersky chamam à atenção para backdoor malicioso dentro dos Serviços de Informação da Internet (IIS), um conhecido servidor web editado pela Microsoft.

Assim que disseminado, o SessionManager permite a realização de uma série de actividades maliciosas, desde a recolha de e-mails ao total controlo da infraestrutura da vítima. Utilizado pela primeira vez no final de maio de 2021, o backdoor recém-descoberto visou instituições governamentais e ONGs em África, Sul Asiático, Europa e Médio Oriente. A maior parte das organizações visadas têm até à data a sua segurança comprometida.

Em dezembro de 2021, a Kaspersky descobriu o “Owowa”, um até então desconhecido módulo IIS que rouba as credenciais inseridas por um utilizador ao entrar no Outlook Web Access (OWA). Desde então, os especialistas de cibersegurança têm estado atentos às novas oportunidades para a actividade cibercriminosa – tornou-se claro que implementar um backdoor no IIS é uma tendência de ataque para os cibercriminosos, que anteriormente se aproveitaram de uma das vulnerabilidades “ProxyLogon-type” existentes nos servidores do Microsoft Exchange. Numa investigação recente, os especialistas da Kaspersky deram conta de um novo backdoor malicioso, apelidado SessionManager.

O backdoor SessionManager permite aos atacantes manterem um acesso persistente, furtivo e resistente a actualizações. Uma vez dentro do sistema da vítima, os cibercriminosos por detrás da ameaça podem aceder a e-mails da empresa, instalar outros tipos de malware ou gerir clandestinamente servidores comprometidos, que podem ser utilizados como infraestrutura maliciosa.

Uma característica distintiva do SessionManager é a sua reduzida taxa de deteção. Identificadas primeiramente pelos investigadores da Kaspersky no início de 2022, algumas das amostras do backdoor não foram categorizadas como maliciosas pela maior parte dos serviços mais conhecidos de scanning de ficheiros online.

Até à data, o SessionManager está ainda implementado em mais de 90% das organizações visadas, de acordo com o scan de Internet realizado pelos investigadores da Kaspersky.

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De forma geral, 34 servidores de 24 organizações da Europa, Médio Oriente, Sul asiático e África foram comprometidos pelo SessionManager. O atacante que opera a ameaça mostra especial interesse em ONGs e entidades governamentais, contudo, entre os visados, constam também organizações médicas, empresas petrolíferas, empresas de transporte, entre outros.

Devido à vitimologia semelhante e ao uso da variante comum “OwlProxy”, os peritos da Kaspersky acreditam que o módulo malicioso IIS pode ter sido alavancado pelo atacante GELSEMIUM, como parte das suas operações de espionagem.

A exploração das vulnerabilidades do servidor exchange está entre as favoritas dos cibercriminosos que estão desde o primeiro trimestre de 2021 a tentar aceder a infraestruturas-alvo. Foram mote para uma série de campanhas de ciberespionagem que durante muito tempo passaram despercebidas. O recém-descoberto SessionManager ficou um ano por detetar e continua ativo.

Face à exploração maciça e sem precedentes das vulnerabilidades do lado dos servidores, a maioria profissionais de cibersegurança estavam ocupados a investigar e a responder às primeiras infrações identificadas. Em resultado, ainda é possível, meses ou anos depois, encontrar atividades maliciosas relacionadas, e é provável que seja assim por muito tempo,” comenta Pierre Delcher, Senior Security Researcher na Global Research and Analysis Team da Kaspersky.

Ganhar visibilidade para ciberameaças reais e recentes é essencial para as empresas protegerem os seus bens. Ataques como este podem resultar em perdas financeiras ou reputacionais significativas e podem perturbar as operações de um alvo. A informação sobre ameaças é a única componente que pode permitir uma antecipação fiável e atempada de tais ameaças. No caso dos servidores Exchange, nunca é demais salientar: as vulnerabilidades do ano passado tornaram-nos alvos perfeitos, qualquer que seja a intenção maliciosa, pelo que devem ser cuidadosamente auditados e monitorizados para implantes ocultos, se ainda não o foram,” acrescenta Pierre.

PayPay África eleita a melhor fintech de Angola no Innovation Awards 2022

A carteira digital PayPay África, que permite efectuar pagamentos, transferência e receber dinheiro com recurso ao número de telefone e código QR, foi escolhida como a  Melhor Fintech e Soluções de Pagamentos Móveis em Angola, Innovation Awards 2022, organizado por Angola Innovation Summit.

O prémio que veio da votação do público e do júri, reconheceu o PayPay África como a melhor carteira digital do país, na categoria de Inclusão Financeira, onde os factores decisivos para escolha foram qualidade, alcance, notoriedade e o impacto social pelos resultados, ou potencial, de projectos digitais na região PALOP.

Em nota oficial, o PayPay África informa que vencemos este prémio graças a vocês que acreditaram e votaram em nós”, e onde essa conquista vai permitir mais “continuar a trazer inovações no sistema de pagamentos móveis, muitos benefícios para a sociedade, desde a inclusão financeira da população e tornar a circulação do Kwanza cada vez mais digital no país”.

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O PayPay África, que permite também consultar saldo da conta bancária e associar a uma carteira digital, é um projecto tecnológico inovador de autoria de vários jovens empreendedores nacionais, na pessoa da Conectando-Sociedade Prestadora de Serviços de Pagamentos, LDA, e onde a referida plataforma pode ser utilizada por pessoas que possuam conta bancária domiciliada em território nacional, nomeadamente, Banco SolAtlântico e BAI.

De informar ainda que a carteira digital é uma plataforma autorizada pelo Banco Nacional de Angola, e toda a sua operacionalidade é assegurado por uma forte equipa de engenheiros informáticos, bem como são apoiados pelo provedor principal do aplicativo. As manutenções ao sistema e actualizações estão igualmente asseguradas por essa mesma equipa de engenheiros, e onde a segurança física e lógica dos produtos criptográficos respeitam os requisitos de segurança relevantes da empresa.

MPLA promete reforçar investimentos na ciência e tecnologia caso vence as Eleições Gerais

O Movimento Popular para Libertação de Angola (MPLA) promete reforçar o investimento no conhecimento e na inovação tecnológica, para promover o desenvolvimento e gerar mais postos de trabalho, caso vence as Eleições Gerais de 24 de Agosto.

Essa garantia foi dada pelo candidato do partido a presidente nessas Eleições Gerais, João Lourenço, ao falar esta terça-feira no tempo de antena da Rádio Nacional de Angola (RNA), frisando que investir na educação e na tecnologia é o caminho já testado e provado por muitos países para alcançar o desenvolvimento.

De acordo com as palavras de João Lourenço, a ciência sempre foi o motor da prosperidade, “por isso vamos apostar mais numa educação de qualidade, alinhada ao melhor conhecimento científico disponível no mundo“.

Só cumprindo essa etapa é que o país poderá alcançar o seu objectivo final, ou seja, criar uma economia baseada no conhecimento à tecnologia e na inovação, condição essencial para termos um crescimento contínuo e sustentável“, disse o líder do MPLA.

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Ainda no seu discurso, o também actual Presidente da República considerou que a aposta na educação como um pressuposto que proporciona o futuro e desenvolvimento de uma Nação.

João Lourenço acrescentou ainda que a educação tem sido uma grande aposta do Executivo, onde nos últimos cinco anos, foi ram construidas várias escolas de formação de professores,”que estão a elevar a qualidade do ensino em 15 províncias“.

Criador do Telegram volta a atacar a Apple

Pavel Durov, o criado do Telegram,  voltou a usar a sua app para revelar mais uma situação e apontar o dedo à Apple. Em causa está o tempo que as atualizações demoram a ser aprovadas, funcionando assim a favor da gigante de Cupertino e das suas propostas.

O Telegram é uma das apps de topo da App Store, no que toca a comunicação. Tem ganho uma visibilidade cada vez maior e é para muitos a escolha óbvia para enviar e receber mensagens, sendo também alargada às suas funcionalidades extra.

É precisamente um lote de novidades que parece estar no centro de uma nova questão entre Pavel Durov e a Apple. O início desta situação chegou com uma crítica pesada do criador do Telegram à forma como os processos de aprovação de novas atualizações são feitos.

Segundo o que Pavel Durov publicou no seu canal do Telegram, este serviço tem uma nova versão a aguardar a aprovação da Apple há 2 semanas. Esta deverá revolucionar a forma como os utilizadores se exprimem nas mensagens, mas está parada e não chega à App Store.

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Outra opinião forte que foi deixada aponta para algo mais geral. Pavel Durov questiona como devem estar a ser tratados os programadores que têm apps de maior impacto. Se o Telegram, uma das 10 apps mais relevantes da App Store está à espera este tempo todo, todas as menores devem ter um impacto financeiro grande resultado destas situações.

A somar a esta perda, o criador do Telegram recordou ainda que devem ser somadas as taxas que a Apple e a Google cobram. Curiosamente, e segundo o que a Apple informa, parte dos 30% que são pagos servem para garantir as equipas que avaliam as apps e as atualizações das mesmas.

Parece estar aberta mais uma guerra entre Pavel Durov e a Apple. Esta não é a primeira vez que o criador do Telegram ergue a sua voz para criticar a empresa e a App Store, em especial pelas suas práticas e situações que vai gerando.

Tek MenosFios: Raio-X ao Bitcoin (Episódio 03)

O código aberto do bitcoin deu origem a uma comunidade de programadores e usuários da criptomoeda que se apoderou do projecto, melhoraram o protocolo e, desde então, uma série de serviços passou a movimentar a economia baseada na moeda.

A primeira transação feita com bitcoin aconteceu em Janeiro de 2010, exatamente um ano depois da mineração do primeiro lote de moedas. Na ocasião, o dinheiro virtual foi usado para pagar uma pizza que valia 25 dólares, o equivalente na época a 10 mil BTCs.

Nos meses posteriores, os principais usuários da moeda passaram a ser alguns membros do movimento hacker e de grupos políticos de tendências anarquistas ou libertárias. Em suma, o interesse deles no conecito de uma moeda descentralizada e baseada em criptografia, o que a tornava relativamente anônima e criava a possibilidade de financiar projectos que não agradavam às elites financeiras e política, principalmente pelo facto de a moeda não ter qualquer controle estatal ou a regulação de bancos e outros órgãos.

Algumas experiências financiadas pelo dinheiro virtual foram os softwares que permitem a navegação anônima pela internet, como o Tor e a própria Deep Web, mundialmente conhecida como o lado escuro da internet.

Para a comunidade de usuários e programadores do bitcoin, a moeda carrega consigo inúmeras vantagens em relação ao sistema financeiro tradicional e que podem torná-la revolucionária.

A primeira seria o facto de que o bitcoin permite a seus usuários a transferência de valores para o outro lado do planeta instantaneamente e a baixo custo. Um segundo elemento revolucionário é os pagamentos em bitcoin permitirem que o sector de varejo aumente sua margem de lucro fugindo das taxas praticadas por opeadoras de cartões de crédito e bancos nas transações financeiras. Além disso, a moeda hacker possui um enorme potencial político, uma vez que não é regulada pelos bancos centrais, governos ou alguma autoridade monetária. Isso, na visão dos entusiastas, a colocaria à frente dos bancos.

Eis os episódios anteriores:

Episódio 01.

Episódio 02.

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Esse foi o episódio Tek MenosFios: Raio-X ao Bitcoin dessa semana, onde esperamos que seja útil para todo e qualquer pessoa que queira saber mais essa moeda digital. Agora, pedimos que os nossos leitores a comentem e que contribuam com informações adicionais que julguem serem necessárias sobre esse mesmo tema.

Todas e quaisquer questões que gostassem de ver aqui respondidas devem ser colocadas no canal de comunicação exclusivo e dedicado ao Tek Menos Fios.

Falamos do e-mail criado para esse fim: [email protected]. Este é o único ponto de recepção das questões que nos enviarem. Usem-no para nos remeterem as vossas questões, as vossas dúvidas ou os vossos problemas. A vossa resposta surgirá muito em breve.

Moçambique. Milennium Bim lança aplicativo para solicitar cartões multicaixas

O Millennium Bim, um dos maiores bancos que actua no mercado moçambicano, lançou o aplicativo Smart IZI, que vai permitir que os clientes do banco já não precisam ir ao balcão para solicitar cartões multicaixas.

A inovação tecnológica foi apresentada na última edição da MozTech, realizado em Maio último, na Arena 3D, em Katembe, Cidade de Maputo, onde para o Director de Comunicação e Marketing da instituição bancária, Alsone Guambe, a criação da plataforma é mais uma das formas que mostra que o Millenium Bim continua a apostar fortemente na tecnologia, de modo a facilitar a vida do cliente.

Esta funcionalidade permite a requisição de cartões. Já não é precisamos de ir ao balcão. Agora, podemos, a partir da aplicação IZI 3.7 solicitar cartões personalizados ou não personalizados. No caso da primeira opção, podemos colocar o nome que queremos para o cartão e levantamo-lo num balcão, mas sem formar fila. O cartão não personalizado pode ser levantado em qualquer máquina de cartão“, informou.

MAIS: Moçambique. Transferências no Millennium bim já é possível em todas operadoras móveis do país

Alsone Guambe sublinhou ainda que é possível, através desta versão do Smart IZI, aderir também ao depósito de conta a prazo,

Entramos na aplicação, escolhemos a funcionalidade do depósito a prazo e, neste momento, temos duas. Temos taxas de juros atractivas, que se ajustam consoante o valor que o cliente vai receber“, reforçou o gestor.

Serviço “Feito em Angola” vai receber restruturações tecnológicas

O serviço do selo “Feito em Angola” vai receber restruturações tecnológicas, onde uma delas vai ser a  introdução do código de segurança “QR” e um regulamento de adesão.

Essa restruturação a marca vem disposto em um memorando que foi aprovado peka Comissão Económica do Conselho de Ministros, em uma sessão orientada pelo Presidente da República, João Lourenço.

Com o Código “QR”, de acordo com o Ministro da Economia e Planeamento, Mário Caetano, será possível averiguar a qualidade do produto no mercado, se a empresa paga a quota, além de dar maior visibilidade ao próprio produtor.

Estamos a trazer, pela primeira vez, um diploma específico para a gestão do selo e serviço em Angola, um aspecto que não existia no passado”, informou o dirigente, sustentando que no antigo referendo abordava apenas a necessidade do apoio à  iniciativa das micro, pequenas e médias empresas.

O documento estipula completamente a reestruturação do serviço, bem como a mobilização de mais empresas para o crescimento económico, com vista a  melhorar a competitividade dos bens e serviços nacionais e contribuir para o equilíbrio sustentando da balança comercial.

O mesmo diploma estabelece também as normas relativas aos critérios, condições e procedimentos inerentes a esse serviço, por parte das pessoas singulares e colectivas que se candidatam.

De informar que a marca “Feito em Angola”  foi criada há mais de 10 anos, onde actualmente conta com 130 empresas, das quais, 97 fixadas em na capital do país, Luanda.

Entre os vários desafios actuais do Feito em Angola, observa-se problemas de gestão do mesmo selo, que foi sendo usado por alguns produtores, sem sequer serem registados.

Cada produto, para aderir ao selo e serviço “Feito em Angola”,  passa a pagar  o montante de 50 mil kwanzas,  valor  igual para o pagamento  anual do selo, dependendo do número de produtos que forem registados pela empresa interessada.

Ciberataques com deepfakes estão a tornar-se cada vez mais frequentes

Segundo dados da VMware, 66% dos profissionais de cibersegurança inquiridos afirmam que, ao longo do ano passado, registaram pelo menos um incidente com deepfakes. O email é a principal forma de distribuição dos ataques detetados.

Um novo relatório revela que os ciberataques com recurso a deepfakes estão a tornar-se numa ocorrência cada vez mais frequente. Os dados, avançados pela VMware, indicam que, em relação ao ano passado, houve um aumento de 13% no número de ataques reportados que recorrem a esta tecnologia de Inteligência Artificial.

De acordo com a empresa, 66% dos 125 profissionais de cibersegurança inquiridos afirmam que, ao longo do ano passado, registaram pelo menos um incidente com deepfakes. O email é a principal forma de distribuição dos ataques, correspondendo a 78% dos incidentes deste tipo.

O relatório detalha também que 60% dos profissionais questionados indicam que registaram um aumento em matéria de ciberataques desde o início da guerra entre a Rússia e a Ucrânia, em particular no que toca a ransomware.

MAIS: Facebook desenvolve projecto para deteção de imagens manipuladas

Recorde-se que, ainda em Junho, o FBI alertou para a utilização cada vez mais frequente de deepfakes por supostos candidatos a vagas de emprego remotas em tecnologia.

A tecnologia é também utilizada para imitar vozesdurante entrevistas de emprego online, recorrendo a informação pessoal roubada.

Entre as vagas que estão mais frequentemente na “mira” de quem pratica estes esquemas encontram-se posições relacionadas com tecnologias de informação, programação, bases de dados e software, muitas delas com acesso a informação pessoal de clientes, além de dados financeiros e bases de dados corporativas das empresas.