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Moçambique regista aumento de negócios nas plataformas digitais

Moçambique está numa fase de crescimento, no que diz respeito ao aumento de empresas, investidores, empreendedores ou empresários que estão a investir nas plataformas digitais, segundo vários especialistas das tecnologias de informação e comunicação que estiveram na última edição da MozTech, realizado em Maio último, na Arena 3D, em Katembe, Cidade de Maputo.

De acordo com o representante da equipa de Planeamento da Bland Lovers, Pedro Garcia, que falava num espaço para uma reflexão inerente ao tema “Plataformas digitais – uma alavanca para o crescimento dos negócios“, o país que conheceu há dois anos é completamente diferente do actual, embora reconheça haver muitos desafios.

Para o gestor, mais do que pensar nos problemas, a MozTech deve servir de pretexto para a sociedade moçambicana, no seu todo, reflectir sobre as oportunidades que o país possui no sector das tecnologias de informação e comunicação. O potencial tecnológico do país, afirma Garcia, são visíveis porque se trata de uma sociedade dinâmica e com vontades próprias. O facto de Moçambique ser um país jovem, com mente aberta para novos conhecimentos, em todos os sectores, é uma grande vantagem que tem contribuído para que haja mais investidores na internet.

Não é preciso investir de forma estratosférica, para lançar pequenas coisas que podem trazer soluções constantes“, informou.

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Ainda na sua abordagem, o representante da Bland Lovers, acrescentou que os sete milhões de moçambicanos presentes nas plataformas digitais, embora que não correspondem a um número de todo excelente, é um indicador de oportunidade. Pedro Garcia ressaltou ainda que, neste momento, o cidadão é, sem dúvida, o ouro para quem se interessa em explorar negócios através da internet.

Agora, o que temos de fazer é apostar mais na segurança, na dinâmica e procurar apoio para as questões legais que nos permitem profissionalizar o nosso trabalho. Assim, as coisas irão crescer porque estas questões são contagiantes“, reiterou.

Paulo do Carmo, Director Comercial da Sandit, que esteve também no debate, reconheceu que não existem governos fortes sem mercados fortes, lembrando que as plataformas digiatis permitem chegar ao público mais vasto, atingindo mercados externos e elevar a marca, o que, apenas a nível local, seria impossível.

Do Carmo observou também que Moçambique tem registrado um crescimento do nível de utilizadores de plataformas digitais.

Isso é sinal de que as empresas estão a investir e a olhar para o digital como um presente“, disse.

Por fim, para que esse progresso não fique comprometido, o Director defende que a organização de dados ou informação sobre os clientes, por parte das empresas e dos investidores, é essencial, o que deve acontecer com clareza e sem complicações.

Até podemos começar informalmente, pensando que, em pouco tempo, iremos profissionalizar-nos. É por aí que temos todos de começar para poder comunicar“, finalizou.

Missão do satélite Copernicus Sentinel-1B chegou ao fim

No dia 23 de dezembro de 2021, o Copernicus Sentinel-1B apresentou uma anomalia relacionada à fonte de alimentação da electrónica do instrumento fornecido pela plataforma de satélite, deixando-o incapaz de fornecer dados de radar. Desde então, operadores e engenheiros têm trabalhado incansavelmente para corrigir o problema. Infelizmente, apesar de todos os esforços conjuntos, a ESA e a Comissão Europeia anunciaram que é o fim da missão do Sentinel-1B.

A Directora dos Programas de Observação da Terra da ESA, Simonetta Cheli, afirmou: “Infelizmente, temos de anunciar o fim da missão do satélite Copernicus Sentinel-1B. A conclusão tirada pelo Anomaly Review Board é que é impossível recuperar o barramento regulado de 28V da unidade de alimentação da antena de radar de abertura sintética da banda C do satélite, que é necessária para fornecer energia à electrónica do radar.

“O Sentinel-1A permanece muito saudável em órbita, continuando a fornecer imagens de radar de alta qualidade para uma infinidade de aplicações. Nosso foco é acelerar o lançamento do Sentinel-1C. Agora, graças ao voo inaugural bem-sucedido do foguete Vega-C em 13 de julho, nós, com a Arianespace, estamos visando o lançamento no segundo trimestre de 2023.”

Sala de Controlo de controla principal

Enquanto isso, os dados da Copernicus Contributing Mission, inclusive de empresas europeias do Novo Espaço, continuarão a ser usados ​​para dar suporte aos produtos mais críticos dos Serviços Copernicus afetados. Os preparativos para a saída de órbita do satélite Sentinel-1B são um exemplo do nosso compromisso conjunto, para a União Europeia e a ESA, para um espaço limpo e responsável, usando as capacidades de Vigilância e Rastreamento Espacial da UE.”

Cultura angolana ganha plataforma digital para promoção e divulgação da música nacional

O mercado cultural angolano conta com uma plataforma digital denominada “Wena Music em Angola”, que tem como objectivo a promoção e divulgação da música nacional.

Projecto inovador de autoria da empresa norte-americana de tecnologia Kiandastream, o serviço disponibiliza ao mercado nacional e internacional uma subscrição para mais de 30 milhões de músicas, mais de quatro milhões de podcasts e vídeo clipes, de artistas como Ivan Alexei, Konstantino, Extremo Signo, Prodígio, Yola Araújo, Anselmo Ralph, Pérola, Beyoncé, Rick Ross, French Montana, Mariah Carey, Kenny G, Future, Michael Jackson e Davido.

Segundo os criadores da plataforma digital, o “Wena Music em Angola” é um serviço de música e podcast, desenvolvido com o objectivo de promover, fornecer e apresentar conteúdos protegidos por intermédio da restrição, gestão e garantia dos direitos autorais das gravadoras e empresas de média.

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A plataforma consiste  é um serviço de música livre com recursos básicos, gratuitos e propagandas limitadas, porém com recursos adicionais, como a qualidade de transmissão aprimorada e downloads de música que serão servidos e oferecidos por assinaturas pagas, de modo a gerar receitas para a classe artística angolana e seus conexos.

Além de Angola, foi revelado que o serviço de streaming já está em dez países de África, como Moçambique, Cabo-Verde, Congo, Zimbabwe, África do Sul, Rwanda, Ghana, Tanzânia e Namíbia, e onde o serviço vai disponibilizar, a partir de Novembro, aos subscritores, um serviço de transmissão com milhões de músicas, por meio de um sistema de pagamento adaptado à realidade angolana.

Pelo que a redacção da MenosFios soube, a plataforma de streaming Wena Music já recebeu licença da Sociedade Angolana do Direito de Autor (SADIA), de modo a impulsionar as músicas nacionais e internacionais em outros territórios.

Togo torna-se o primeiro país do mundo a adotar uma única plataforma eletrônica de emissão de vistos

A República do Togo anunciou a conclusão e o lançamento de seu sistema eletrônico de emissão de vistos (e-Visa), o Togo VOYAGE, tornando-se o primeiro país do mundo a se integrar totalmente sob uma única plataforma, seus processos de solicitação de visto on-line e imigração com suas políticas relacionadas ao Covid-19, facilitando significativamente o processo de solicitação para futuros visitantes.

O site totalmente electrónico marca assim um marco importante na Estratégia Digital 2025 do governo daquele país, e onde essa solução caseira inovadora tem como objectivo simplificar e agilizar todo o processo de visto para os viajantes.

O novo sistema tecnológico permitirá que os passageiros completem o processo de inscrição (incluindo submissão do pedido, pagamento e retirada do e-Visa) eletronicamente sem a necessidade de visitar um escritório de imigração ou embaixada pessoalmente.

A plataforma Togo VOYAGE também permitirá que os viajantes de entrada e saída do país completem todas as formalidades de saúde necessárias para garantir uma viagem segura, incluindo o pagamento de testes de PCR para viajantes não vacinados, que são obrigatórios na partida e chegada no Togo.

A nova plataforma intuitiva, que actualmente está disponível em francês e inglês, oferece muitos recursos, como um “Visa Wizard” que permite que os viajantes que chegam determinem rapidamente se precisam de um visto para viajar para o Togo.

Ele permite ainda que os viajantes atualizem suas informações criando uma conta pessoal, consequentemente salvando suas informações pessoais, como nomes, detalhes de contato, números de passaporte, etc., para evitar reabastecendo todas as suas informações para cada viagem que organizam.

A plataforma Togo VOYAGE e seu mecanismo de suporte são implantados apenas nas fronteiras aéreas, mas foi revelado que o governo planeja estendê-lo às fronteiras terrestres e marítimas ao longo do ano de 2022.

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O projeto é realizado pela Agência Digital Togo (Agence Togo Digital, ATD), que tem sido designado como um “catalisador para a transformação digital na administração pública” no país.

O governo togolês comprometeu-se com a digitalização de todos os serviços públicos até 2025, em um esforço para melhorar a facilidade de fazer negócios para investidores locais e internacionais, bem como fornecer serviços governamentais eficientes para seus cidadãos.

A nação da África Ocidental provou ser uma inovadora no campo da digitalização no continente, com o recente anúncio de uma série de medidas colocando a digitalização na vanguarda dos negócios e da administração togoleses.

Em Março, o governo togolês fez uma parceria com o Google para ligar o país ao novo cabo de internet submarina Equiano, para estabelecer o país como um centro de serviços e logística vital na África Ocidental.

Togo também sediou uma importante conferência internacional sobre segurança cibernética na África em colaboração com a Comissão Econômica das Nações Unidas para a África (UNECA).

BNA estabelece novas regras para atribuição de cartões de crédito

O Banco Nacional de Angola (BNA) acaba de criar novas regras para atribuição de cartão de crédito, de modo a promover a utilização de cartões de pagamento em detrimento da utilização de dinheiro.

Segundo a nota oficial do BNA, a partir de agora a emissão de um cartão de crédito e a definição do limite do mesmo deve basear-se na avaliação do risco de crédito do cliente, devendo este ter uma alternativa de cartão pré-pago, quando a avaliação do banco não lhe permite a atribuição de um cartão.

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A principal instituição bancária nacional sublinha ainda que, independentemente da exigência da constituição de um colateral para a cobertura do risco de pagamento, os bancos devem estabelecer limites  de acordo com a capacidade financeira do cliente e a origem dos fundos para a constituição do colateral.

Por fim, acrescenta o comunicado, deve também assegurar o cumprimento do limite anual estabelecido para as operações cambiais de pessoas singulares e, nos casos, em que for constituído um depósito colateral para a cobertura do risco de pagamento, o valor deste não pode ser superior ao valor do limite atribuído.

EPAL lança programa virtual para consulta de conta e dados dos clientes

A Empresa Público de Água de Luanda (EPAL) colocou recentemente à disposição dos clientes um programa virtual que permite a consulta de conta e dados denominados “Agência virtual“.

A inovação tecnológica, que foi apresentado durante a 37ª Feira Internacional de Luanda (FILDA), permite aos clientes saber dos seus dados de consumo e dívidas por intermédio de um contacto de WhatsApp, onde para  o porta-voz da EPAL, Valdir Bernardo,  com este serviço a empresa pretende fazer com que as pessoas consultem a sua conta via ao aplicativo de mensagens e possam deslocar se a um multicaixa e pagar a sua conta a partir de um número de referencia.

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Segundo ainda o porta-voz da empresa pública, com o lançamento desta agência virtual a EPAL reduz assim os custos de papel, tintas e impressora, seguido assim o lema “A tecnologia ao serviço da EPAL“.

Samsung começa a vender peças para quem quer consertar o smartphone em casa

Arrancou o programa de auto-reparações da Samsung: ecrãs e portas de carregamento são alguns dos componentes que é possível comprar e utilizar para reparações em casa, seguindo guias passo-a-passo, no Galaxy S21 e noutros modelos.

O programa de auto-reparações tinha sido anunciado no final de março e começou esta terça-feira a funcionar. Para já apenas nos Estados Unidos. Os clientes da Samsung que tenham alguns dos modelos mais populares da marca vão poder encomendar e receber em casa peças para repararem os equipamentos com as próprias mãos.

Para já, o número de equipamentos abrangidos é restrito e o número de peças aptas para uma reparação assistida em casa também não é grande, mas inclui alguns dos componentes que mais se danificam nos equipamentos.

Os modelos para os quais é possível solicitar peças, por enquanto, são os Galaxy S20, Galaxy S21 e Galaxy Tab S7 Plus. As peças originais que passam a estar disponíveis para venda são ecrãs, vidros traseiros e portas de carregamento. A empresa garante que o plano é juntar mais dispositivos e mais componentes à lista.

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As peças adquiridas chegam a quem as encomenda com as ferramentas necessárias para fazer a substituição e também é dado acesso gratuito a guias passo a passo, que vão conduzir o utilizador durante o processo de reparação.

O serviço nos Estados Unidos nasce de uma parceria com o site iFixit, especialista nesta área. O site da iFixit é precisamente um dos locais onde é possível adquirir as peças originais para reparações caseiras. É também possível comprá-las nas lojas de reparação autorizadas Samsung.

A Samsung sublinha que aspeças são vendidas ao utilizador final ao mesmo preço que as comercializa para as lojas parceirase volta a frisar que esta é uma iniciativa para promover a sustentabilidade e ajudar a prolongar o ciclo de vida dos equipamentos da marca.

Huila. Plataforma tecnológica CISP com objectivo de garantir a segurança do cidadão

A província da Huíla já conta com um Centro Integrado de Segurança Pública (CISP), plataforma tecnológica que permite atender, em tempo real, as solicitações dos cidadãos em caso de violação da ordem pública.

Inaugurado no final de Julho pelo ministro do Interior, Eugénio Laborinho, o serviço vai funcionar 24 horas com 105 efectivos e onde o mesmo ganhou uma linha telefínica de emergência através do terminal 112.

O CISP é um projecto de utilidade pública enquadrado no Programa Nacional de Desenvolvimento (PND-2020-2025), que tem como objectivo garantir e melhorar as condições de segurança pública no país, com a integração nele dos órgãos de Defesa e Segurança, assim como outros serviços da administração do Estado.

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O empreendimento, cujo lançamento da pedra foi feita em 2019, está implantado numa área de mil 645.75 metros quadrados e dispõe de um sistema operacional de despacho, inteligência por videovigilância e manutenção com 39 câmaras.

De informar ainda que o CISP conta também com a integração do Instituto Nacional de Emergência Médicas de Angola (INEMNA) e de Protecção Civil e Bombeiros, de modo a dar resposta às emergências, mediante conexão com as unidades policiais.

Com a inauguração do CISP, na Huíla, Angola passa a contar com quatro já em funcionamento nas províncias de Luanda, Benguela e Huambo, estando na forja o de Cabinda.

Precisa de comprimir imagens? Shrink.media pode ser a solução

A utilização de imagens pesadas em websites ou projetos online pode afetar a navegação e por isso deve ter em conta a otimização das mesmas. Pode utilizar aplicações de edição de imagem, mas existem soluções online tão fáceis de utilizar como arrastar uma imagem para a área designada.

É o caso do website Shrink.media, uma ferramenta online que ajuda a reduzir o tamanho do ficheiro através da sua compressão. Os utilizadores ainda podem definir as dimensões, ajustando-as às suas necessidades. A ferramenta é grátis e pode poupar muitos MB aplicando a compressão e a resolução.

Através dos respetivos botões deslizantes, pode alterar a percentagem da qualidade e as respetivas dimensões, sendo mostrado lado a lado o efeito e os ganhos da transformação. Além disso pode ver como a imagem vai ficar depois de aplicar os filtros, podendo continuar a alterar até ficar satisfeito com o resultado. No final, basta clicar em download, num processo que demora alguns segundos.

DMCE e ChordCash anunciam plataforma de e-commerce para impulsionar os artistas africanos

Em parceria com a ChordCash, a Digital Music and Commerce Exchange Limited (DMCE) anunciaram o lançamento de um novo produto: o Orin Fund.

Orin Fund é um mercado de comércio eletrônico que detém várias formas de produtos financeiros para artistas em toda a África. Seu primeiro produto que tem o nome do fundo em si é em parceria com a ChordCash, uma empresa americana que fornece uma tecnologia patenteada para ajudar os artistas a obter avanços em seus royalties de streaming.

Em apenas três passos simples, qualquer artista africano pode adquirir os fundos necessários para seu projeto musical entre 7 e 14 dias.

Nos próximos meses, o Orin Fund está expandindo seus produtos para ter outras soluções financeiras para desenvolver artistas/gravadoras na África sem excluir rótulos/artistas que saem ou levantam fundos de investidores privados, tanto local quanto internacionalmente.

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Essa inovação da DMCE visa dar aos artistas africanos o controle sobre sua propriedade intelectual, ao mesmo tempo em que fornecem os fundos necessários para se manterem à tona e ter sucesso no mercado emergente, onde o financiamento é um grande desafio.

 “Com a popularidade acelerada da música africana globalmente, é importante que desenvolvamos nossas estruturas localmente para apoiar a expansão global de nossos artistas. Em um continente de mais de 1,4 bilhão de pessoas com 70% de sua demografia com menos de 30 anos, a propriedade intelectual é a próxima mina de ouro do continente com a música como um de seus precursores, é importante criar um mercado descentralizado para acesso a fundos em qualquer nível de carreira para um artista africano. Estou entusiasmado por trabalhar com vários parceiros na criação de soluções financeiras únicas para cada mercado. Chordcash fez uma aposta inicial no mercado e estou certo de seu sucesso“, disse Oyinkansola Foza Fawehinmi, Presidente da Digital Music Commerce and Exchange Limited.

Actualmente a DMCE oferece serviços de administração de catálogo para alguns dos maiores e mais respeitados artistas da indústria musical da Nigéria, alguns dos quais incluem; K1 De Ultimate, The Estate of Dagrin, Sola Allyson Obaniyi, Premier Records, The Estate of Chief Sikiru Ayinde Barrister.

De informar ainda que eles também veem a gestão empresarial de gravadoras hiperlocal, como a Remdel Optimum Communications, que é afiliada a grandes artistas gospel, como; Tope Alabi, Bola Are, Evangelista Bisi Alawiye, Evangelista Dunni Olanrewaju (também conhecido como Unção Opelope) e Daniel Aregebesola.

Se és artista africano e queiras aderir ao Orin Fund, click em aqui.