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Sexta-feira, Agosto 29, 2025
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Africell assina acordo com a Nokia para implementação das suas tecnologias em Angola

A Nokia assinou um acordo para implementar as suas tecnologias de rede abrangentes para a nova operadora de telecomunicações móveis de Angola, Africell, para fornecer serviços 2G, 3G e 4G na capital Luanda. O negócio expande significativamente a presença de ambas as empresas em África.

As empresas afirmam que, ao implementar uma rede totalmente nova, a Africell pode tirar proveito das tecnologias de nuvem mais recentes para obter ganhos de eficiência de custos de infraestrutura partilhada, bem como maior controle e flexibilidade que permitem serviços diferenciados para as pessoas e empresas.

Para a nova rede na capital, a Nokia implantará a sua rede de acesso por rádio único AirScale (S-RAN) em até 700 locais para oferecer suporte simultaneamente a serviços 2G, 3G e 4G, e estar pronta para 5G.

A plataforma AirScale da Nokia pode ser continuamente actualizada para suportar as redes 5G por meio de uma actualização de software. Além disso, a empresa implantará a solução de datacenter Nokia AirFrame para executar qualquer aplicativo baseado em nuvem com facilidade, rede de transmissão de microondas Wavence para suportar rede de pacotes avançada e sistema de gerenciamento de rede NetAct para permitir visão de rede consolidada para melhor monitoramento e gerenciamento de rede.

“Além disso, os roteadores IP da Nokia para acesso, agregação, backhaul e núcleo completam a solução, fornecem backhaul escalonável e implantação de serviço rápida e confiável”, afirma a Nokia.

Como parte da implementação da rede, a Nokia também implantará Cloud Packet Core, 3G Core, Voice Core e Registros nativos para o software de rede central de voz e dados, o que permitem que a Africell alcance um alto grau de flexibilidade para responder às mudanças nas demandas dos clientes dimensionando as várias funções de rede de acordo com o tráfego experimentado.

“A Africell é um player competitivo e altamente diferenciado no mercado de telecomunicações africano. A nossa visão é oferecer serviços de voz e dados superiores em uma área em expansão em todo o continente. Para conseguir isso, precisamos de parceiros de tecnologia confiáveis ​​cujas tecnologias de rede e serviços de suporte nos forneçam a melhor plataforma para atender nossos próprios clientes. A Nokia é o parceiro certo para nós em Angola e estamos entusiasmados em trabalhar com eles para construir redes móveis de classe mundial”, Younes Chaaban, CTO da Africell.

Rajiv Aggarwal, Chefe da Unidade de Mercado CEWA da Nokia, disse: “A Africell quer garantir a melhor qualidade de serviços com rede de alto desempenho desde o primeiro dia. E deseja lançar serviços para assinantes individuais e clientes corporativos com a opção de implantar serviços 5G no futuro. Estamos entusiasmados em fornecer nossa tecnologia de rádio RAN única de vários padrões, juntamente com o núcleo nativo da nuvem e tecnologias IP para atingir os objetivos da Africell. ”

África Subsaariana alcançará 70 milhões de assinaturas 5G nos próximos 5 anos

A Ericsson projecta, por meio de um novo relatório, que as assinaturas móveis 5G excederão 580 milhões até o final de 2021, impulsionadas por cerca de um milhão de novas assinaturas móveis 5G todos os dias.

A previsão, que consta do último Relatório de Mobilidade da Ericsson, confirma a expectativa de que o 5G se tornará a geração móvel mais rapidamente adotada. Espera-se que o 5G ultrapasse um bilhão de assinaturas dois anos antes do cronograma 4G LTE para o mesmo marco.

5GO relatório apresenta estatísticas dos mercados da África Subsaariana, onde cerca de 15% das assinaturas móveis eram para 4G no final de 2020. Prevê-se que as assinaturas de banda larga móvel na África Subsaariana aumentem, atinjam 76% das assinaturas móveis até 2026. No entanto, os volumes 5G não devem crescer na região em 2021, mas provavelmente chegarão a cerca de 70 milhões de assinaturas 5G em 2026.

O relatório descobriu que, ao entrar no “próximo normal”, os consumidores em África terão adicionado uma média de 3,4 serviços online às suas actividades online diárias, enquanto também aumentam o tempo que passam online em 10 horas por semana até 2025, em comparação com os seus hábitos pré-pandêmicos.

Espera-se que essa mudança também preencha a lacuna entre os usuários online moderados e avançados, com os usuários online mais moderados introduzindo mais serviços online na sua vida diária durante o curso da pandemia.

“Os relatórios recentes demonstraram o sucesso em configurar #AfricaInMotion. Espera-se que a África Subsaariana veja um crescimento contínuo da banda larga móvel graças à população jovem, maior cobertura e smartphones mais acessíveis ”, disse Todd Ashton, vice-presidente e chefe da Ericsson na África do Sul e Leste.

“Em 2025, estaremos diante de um novo normal, com as actividades online se tornando mais comuns a cada dia. O 4G se tornará mais difundido e o 5G começará a crescer. Como resultado, veremos definitivamente um maior crescimento económico e uma aceleração da inclusão digital na África ”.

WhatsApp permitirá enviar fotografias com melhor qualidade

O WhatsApp está aparentemente a trabalhar numa forma de os utilizadores enviarem fotografias em melhor qualidade, com o site WABetaInfo a indicar que a app permitirá escolher entre três opções.

O aplicativo vai deixar que os usuários escolham a qualidade dos vídeos antes do envio. É uma ferramenta que realmente vai fazer a diferença no dia a dia de quem manda muito desses materiais pelo WhatsApp.

De acordo com a informação disponível por enquanto, o WhatsApp terá as opções “Auto”, “Best quality” e “Data saver” para enviar fotografias. Enquanto “Best quality” diz respeito à melhor qualidade possível e “Data saver” a uma imagem comprimida, “Auto” alternará entre os dois de acordo com a ligação Wi-Fi que tenha no momento de enviar uma fotografia.

Assim como as opções para vídeos, os usuários podem escolher por:

  • Melhor qualidade: não foca na compressão e os arquivos podem demorar mais para enviar;
  • Economia de dados: compactar bastante o vídeo para poupar a franquia de internet;
  • Automático (recomendado): envia com maior ou menor qualidade dependendo da sua conexão.

Já menu “Armazenamento e dados” do aplicativo, o usuário vai poder determinar a preferência de envio entre três opções:

  • Melhor qualidade: não foca na compressão e os arquivos podem demorar mais para enviar;
  • Economia de dados: compactar bastante o vídeo para poupar a franquia de internet;
  • Automático (recomendado): envia com maior ou menor qualidade dependendo da sua conexão.

Sabe-se que esta funcionalidade encontra-se a ser desenvolvida actualmente, pelo que ainda demorará um pouco mais a chegar aos utilizadores. Entretanto, já andam a circular imagens destas três opções na app.

Três características importantes de software que todo Engenheiro de Software deve conhecer

Este artigo foi enviado por Alexandre Juca . Quer partilhar conhecimento com os demais seguidores do MenosFios? Siga os passos.

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Nos dias de hoje é bom conhecer vários frameworks e várias linguagens de programação para resolver problemas. Mas tenho notado que mais e mais programadores limitam-se apenas com estas coisas.

Tarde ou cedo, chega um momento da vida de um programador em que deve focar-se em conceitos que o permitem criar sistemas cada vez mais complexos e que lidam com muitos dados. Especialmente por vivermos num tempo em que há mais pessoas na Internet e há mais dados a serem gerados. Exemplos de sistemas locais do género são vPOS (Sistema de pagamentos Angolano), Tupuca, e a EMIS e as internacionais que posso mencionar são Netflix, Google, Amazon, Yoco, Stripe, PayPal entre outros. Estes sistemas mencionados acima precisam de três características importantes:

  1. Robustos e alta disponibilidade
  2. Escalabilidade
  3. Sustentabilidade

Hoje vamos abordar sobre a primeira característica, Robustos e alta disponibilidade.

O que significa ter um sistema robusto e com alta disponibilidade?

Um sistema robusto é tolerante à falhas, quer dizer que ela pode funcionar normalmente (apresentando o desempenho esperado e funcionalidade esperado) mesmo em situações não favoráveis. Um sistema robusto é capaz de antecipar e lidar com falhas de hardware, software ou até mesmo humanas e têm um uptime de 95% a 100%.

Como deixar um sistema mais robusto e tolerante a falhas?

Primeiro temos de saber porque surgem certas falhas. Veja algumas das falhas que podem ocorrer durante o ciclo de vida de um sistema:

  1. Disco duro quebrado
  2. Memória RAM quebrado
  3. Servidor fora do ar
  4. CPU queimado
  5. Indisponibilidade da base de dados por falha humana, de software ou hardware
  6. Bugs

O que algumas destas falhas têm em comum? Elas podem afectar a robustez e disponibilidade de um sistema. Por quê? Porque quando há um ponto único de falha num determinado sistema isso pode afetar a disponibilidade do sistema e logo sua robustez.

Como solucionar isso?

Uma maneira de solucionar isso é usar a redundância. Adicionar disco duros em RAID, hot swappable CPUs, múltiplos servidores, múltiplos servidores de base de dados, etc.

Tive o prazer de trabalhar na vPOS como engenheiro de software e ajudar a equipe a criar um sistema com essa característica, pois os meus líderes técnicos perceberam que isso é importante para o negócio. O sistema precisava lidar com pagamentos 24 horas por dia, sem parar! Por isso usamos vários servidores backend, como de base de dados em cluster para não termos um único ponto de falha porque às consequências para o negócio seriam desastrosos.

Fazer isso permite que a gente faça manutenção e atualizações aos sistemas sem interromper os nossos serviços que actualmente são usados pela Tupuca, Soba-Store e muitas outras empresas e que lidam com milhares de transações por dia. Também conseguimos lidar com ataques de negação de serviço e isso tudo porque entendemos o quão importante a característica em questão era para o problema que tínhamos e isso ajudou-nos a escolher as tecnologias certas e uma boa arquitetura para o nosso sistema.

Com maior entendimento desta característica e o problema que estamos a resolver escolhemos uma tecnologia que oferece essa característica, o Elixir. Escolhemos o Elixir e às tecnologias em sua volta porque são baseadas numa tecnologia robusta conhecida como “BEAM” (Björn’s Erlang Abstract Machine ou Máquina Virtual do Erlang). O “BEAM” faz parte do núcleo do OTP (Open Telecoms Platform) e todo código escrito em Elixir é compilada e convertida em bytecode que é executada pela Máquina Virtual do Erlang.

Como essa tecnologia ajuda-nos a criar sistemas robustos?

Todo e qualquer código executado pela máquina virtual do Erlang é executado dentro de um processo, um processo no contexto do Erlang é diferente de um processo do sistema operativo no sentido de que é trivial iniciar milhares até milhões de processos. O processo é uma implementação da runtime da Máquina Virtual do Erlang e não é o mesmo que o thread de um sistema operativo. Podemos dizer que estes processos são como green threads mas muito mais leve. Consegues iniciar um processo em menos tempo que um thread e elas tendem a usar muito menos memória.

Estes processos podem ser iniciadas e “supervisionadas” por outros processos especiais conhecidas como Supervisors. Elas monitoram o comportamento de outros processos e podem reiniciá-los se houver uma falha, podemos até criar uma árvore de supervisors conhecidas como supervision tree.

Processos também ajudam-nos a lidar com “processos run-away”, que são processos ou threads nativos (do sistema operativo) que usam quase todos os recursos partilhados, como tempo de CPU, memória, espaço no disco e largura de banda. Isso porque os processos executados pelo escalonador da Máquina Virtual do Erlang não permitem que um processo seja executado por muito tempo, logo é quase impossível que um único processo no BEAM deixa cair o sistema todo. Com estas abstrações, podemos desenhar com facilidade sistemas tolerantes a falhas e com alta disponibilidade.

Microsoft disponibiliza versão do Office com design inspirado no Windows 11

Como pudemos ver no evento de lançamento do Windows 11, a Microsoft não passou a quarentena parada, muito pelo contrário. Com um novo sistema operativo, os softwares mais emblemáticos da gigante do ramo também sofrerão algumas alterações. Para começar, o Office foi o escolhido.

A ser preparada deste o ano passado, a futura interface do Office foi projetada para combinar com o Windows 11.

Quer testar o Office?

Por enquanto ela é exclusiva para os utilizadores inscritos no programa Office Insider. Para os demais utilizadores, ela será disponibilizada ainda neste ano (basta ser usuário do Microsoft 365).

Mas não se animem muito, uma vez que, segundo o cronograma da Microsoft, o novo design completo do Office poderá levar até dois anos para ser totalmente disponibilizado. A nova versão é apenas uma adaptação para o Windows 11.

Se está inscrito no Office Insider, tanto no Windows 10 como no Windows 11, basta activar as actualizações do Canal Beta da Microsoft. Após a actualização, será permitido que intercale entre a nova e a antiga interface do programa.

Tribunal de Contas em vias de modernizar o sistema de controlo

A Huawei tem estado a marcar um grande passo no que concerne a criação de parcerias com o estado angolano, com doação da materiais para ajudar na digitalização de serviços, e parece que agora está em vias de ganhar mais um novo parceiro no sector da justiça que é o Tribunal de Contas.

O Tribunal de Contas quer modernizar o sistema de gestão informatizada do processo de verificação da prestação de contas, a que estão sujeitas mais de duas mil entidades da administração pública e do sector empresarial público, sob sua jurisdição. Para o efeito, a presidente do Tribunal de Contas, Exalgina Gambôa, visitou, sexta-feira, o Centro Tecnológico da Huawei, em construção, em Luanda, para inteirar-se de algumas soluções tecnológicas mais avançadas do mercado mundial.

Com a modernização do sistema de tecnologias de informação, o Tribunal de Contas pretende dar suporte digital e fluidez ao processo de controlo do erário, enfatizando que constam do plano estratégico da instituição a materialização do visto eletrónico e da prestação de contas por via digital. O director de gestão da Huawei, Zhang Peng, considerou Angola um mercado importante, que tem melhorado a cada dia, tendo salientado haver um grande avanço na digitalização e maior conhecimento no uso das novas tecnologias.

Pai da internet leiloa código que usou para criar a World Wide Web

Tim Berners-Lee, também conhecido como o “pai da web”, ou “pai da internet”, vai leiloar, através da Sotheby, o código base que utilizou para pôr a funcionar o primeiro navegador de internet-World Wide Web (WWW).Tim Berners-Lee inventou a world wide web – a principal forma moderna como usamos a internet – em 1989. O inventor propôs uma forma de vincular diferentes partes de informações armazenadas nos primórdios da internet através de hiperligações e construiu o primeiro navegador e servidor da web. Na primeira página web descreveu a ideia: “Dar acesso universal a um grande universo de documentos.”

Agora, 32 anos depois da invenção que tornou possível a internet moderna, a casa de leilões Sotheby’s e o próprio Tim Berners-Lee venderam como cripto-ativo uma representação do que seria o código-fonte do protocolo, ou seja, uma espécie de certificado digital de propriedade que usa a mesma lógica de criptomoedas como o Bitcoin e o Ethereum.

O arremate foi feito na última quarta-feira (30), pelo valor de 2,9 milhões de libras – o equivalente à US$ 5,4 milhões. Com isso, o arrematante pode se considerar o único proprietário de uma versão autêntica do código original da internet.

Mas isso não significa que a internet passou a ter um proprietário, explica a Sotheby’s nos termos do leilão.

Segundo a empresa, o arremate equivale à compra de “um raro e significativo exemplar de livro, como a primeira edição manuscrita de A Origem das Espécies, de Charles Darwin. O advento de NFTs [tokens não-fungíveis, na sigla em inglês] tornou possível provar que arquivos digitais também podem ser originais”, informa. O comprador do ativo digital não significa qualquer mudança ou restrição no uso da internet ou dos protocolos que viabilizam a comunicação entre computadores.

Saiba como partilhar tweets no Instagram Stories

O Twitter tem feito melhorias em diversas áreas da sua plataforma, e isso incluiu o lançamento dos Spaces — para competir com o Clubhouse, novas funções pagas para criadores de conteúdo, e mesmo um novo processo mais acessível de verificação. Agora, uma actualização discreta no app para iOS está a tornar mais prático partilhar tweets no Instagram Stories.

Sem alarde da novidade, quem tem o costume (no iPhone e iPad) de usar o botão partilhar — disponível ao lado dos ícones de resposta, retweet e favorito da rede social — notou que o menu ganhou uma nova opção: o Instagram Stories. Ao invés de efectuar um printa no tweet da plataforma e publicar como imagem, agora os usuários dispõem de um processo mais prático para promover esse intercâmbio entre as plataformas.

Captura de tela mostrando a possibilidade de compartilhar tweets no Instagram Stories

Tão logo o interessado encontre um tweet que deseja levar para o Instagram Stories, basta clicar no ícone de compartilhamento e selecionar a plataforma de fotos. Será exibida a interface das publicações rápidas — já com a publicação do Twitter. Ela é inserida como um adesivo. Por enquanto, a função opera de forma estática, não leva à publicação original após o toque, por exemplo.

A função de publicar tweets no Instagram Stories não foi anunciada publicamente pela plataforma, e não está disponível para Android até o momento. O sistema operacional do Google, porém, recebeu recentemente uma busca aprimorada por mensagens diretas. Uma novidade do serviço que poderá criar diferenciação de recursos — quando lançada oficialmente — é o Twitter Blue, que prevê algumas ferramentas adicionais para a rede social mediante assinatura. Actualmente, em fase beta, e apenas na Austrália e Canadá.

Outro ataque cibernético Ransomware está em circulação

Em 2017 um grande ataque hacker atingiu alguns países europeus e chegou a afectar até algumas companhias dos Estados Unidos da América. Os computadores e sistemas de telefonia de hospitais e empresas de comunicação de pelo menos 12 países foram alvos de um grande ciberataque.

Mas parece que temos uma nova onda a decorrer, a empresa de tecnologia da informação Kaseya enviou um aviso sobre um “ataque cibernético em potencial” à sua ferramenta VSA, que é usada por TI para gerenciar e monitorar computadores remotamente. A Kaseya pediu aos clientes que desliguem seus servidores que executam o serviço: “é fundamental que você faça isso imediatamente, porque uma das primeiras coisas que o invasor faz é desligar o acesso administrativo ao VSA.

Sendo assim, o ataque cibernético pode atingir um grande número de empresas porque o VSA é amplamente usado por organizações para ficar de olho em suas próprias redes. A Agência de Segurança Cibernética e de Infraestrutura dos EUA listou as empresas em um comunicado para seguir o conselho da Kaseya e disse que está a “tomar medidas para entender e resolver o recente ataque de ransomware à cadeia de suprimentos”.

Enquanto que, a Huntress Labs, a empresa de software de segurança cibernética com clientes que foram afetados pelo ataque, comentou acreditar que o grupo de hackers REvil está por trás do ataque de ransomware. Além disso, é o mesmo grupo que o FBI disse ter sido responsável pelo ataque à JBS Meats, que resultou no pagamento de resgate de 11 milhões de USD à empresa.

Movicel com nova estrutura accionista e com novo PCA

A Movicel acaba de sofrer uma alteração do capital social da empresa. O Estado agora assegura a maioria (57%) com quatro entidades – INSS (25%), Angola Telecom (18%), Infrasat (12%) e Correios de Angola (2%) – e entra uma nova entidade, a GAFP (38%), que de acordo com o apurado pelo Expansão, trata-se de um grupo económico de capital angolano com capacidade de investimento, que acredita que com uma nova gestão este pode ser um negócio rentável.

Este novo accionista também já está neste sector, tem uma participação de 30% na Infrasat, o que em termos práticos significa, mais 3% no capital da telefónica. Tem a promessa do Governo de que vai contar com o apoio das empresas públicas representadas no capital social para fazer mudanças estruturais e alterações profundas no modo de funcionamento da Movicel.

Na reunião da passada segunda-feira procederam-se também a alterações no conselho de administração, o afastamento previsível de Aristides Safeca, que era considerado pelos novos accionistas como um factor impeditivo de implantar um novo rumo à empresa, levou à nomeação de um novo PCA, Filipe Zola, que é actualmente director para a área financeira do INSS, tendo um passado ligado á banca, pois passou pelo BCI e pelo Banco Postal, trabalhou na General Electric nos Estados Unidos, e é agora quadro superior da Segurança Social.

Filipe Zola não terá, no entanto, funções executivas, estas serão da responsabilidade de Paul Jalkaran, um quadro da Movicel há mais de 20 anos, ligado à área técnica, e que já fazia parte do conselho de administração na anterior estrutura, agora nomeado presidente da Comissão Executiva (PCE).

Esta comissão terá cinco elementos, existem ainda dois lugares disponíveis, transitam dois da anterior estrutura, sendo que é intenção da empresa contratar profissionais experientes neste sector, com experiência internacional. Já relativamente ao Conselho de Administração, serão também nomeados mais dois não executivos para completar o órgão.