A cada dia que passa, o mundo vai-se adaptando na necessidade de sair do físico para o digital, é nessa vertente que acaba por surgir o Disrupttion Engineering Magazine foi lançada na passada sexta-feira por um grupo de angolanos membros da comunidade académica em uma reunião que teve a duração de 2 horas feito através da plataforma Zoom e com transmissão no Facebook através da página da Revista.

A apresentação da revista foi feita pelo Director Executivo da mesma Jailson Coluna, que destacou os principais objectivos da revista e fez uma apresentação dos membros da equipa. A reunião foi antecedida por um debate sobre a “Importância dos materiais multimédia para o crescimento académico e profissional”. O debate teve a moderação de Armando Mualumene e contou com a intervenção dos nossos convidados: Evaristo Dala formador de Biologia, Marco Paulo estudante de Geologia e Kiesse Canito coordenador da África Tech21.
A Disrupttion Engineering Magazine que é uma revista periódica, foi criada com o objectivo de contribuir para o desenvolvimento sustentável do país por meio da ciência e de forma particular por meio da engenharia, gerar tráfego de informações e actualizações dentro do universo da engenharia local e contribuir na promoção da educação comunitária.
A Disrupttion Engineering Magazine, nasceu de uma reflexão feita em torno da Engenharia em Angola; foi concebida devido a carência de subsídios neste segmento. A Revista terá as suas edições publicadas periodicamente, e nesta primeira edição (Agosto de 2020) o tema em destaque foi “A Quarta Revolução Industrial”.
Caso queira ter a acesso primeira edição basta ter acesso ao link. A revista é 100% gratuita e pode ser encontrada no seguinte endereço: http://xikola.


A adesão de Angola à convenção, argumentou, vai facilitar a cooperação internacional com outros países. “ Aderindo à Convenção, Angola irá cooperar internacionalmente com uma legislação harmonizada, visto ser fundamental para que os crimes não sejam imune”. Avançou que não existe no ordenamento jurídico-penal a tipificação relacionada a crimes cibernéticos, apesar de existir legislação que permite tipificar algumas condutas ilícitas inerentes a estas práticas de crimes. “Esta constitui outra tarefa a vencer”, concluiu.
Hediantro Mena avançou que a clonagem de cartões de crédito, transferências ilícitas via internet banking, venda simulada de produtos via Internet, espionagem e incitamento à violência como os factores que têm provocado prejuízos à economia.
A implantação adequada de serviços de TIC e conectividade digital desempenhará um papel crucial no continente para alcançar a sustentabilidade económica. A previsão é que o tráfego de dados móveis em África Subsaariana cresça 12 vezes mais que os números actuais, com o tráfego total a aumentar de 0,33 Exabytes (EB) por mês para 4EB até 2025. Enquanto isso, o tráfego médio por smartphone deve atingir 7,1GB durante o período de previsão, de acordo com o Ericsson Mobility Report.
