O continente africano tem números abaixo da média em relação ao resto do mundo no concernente à interconexão, sendo que aproximadamente 40 por cento da população acessa a Internet, segundo dados da AFRINIC (Organização Reguladora de Internet em África), que foram apresentados por Eddy Keyura (Director executivo da organização), durante a 31ª conferência da AFRINIC.
Quanto ao nosso pais, no âmbito da Conferência E&M “Transformação Digital na Banca e o Comércio Electrónico em Angola que aconteceu também nos finais de 2019, o consultor de telecomunicações, Abdul Santos, garantiu que Angola apresenta uma taxa muito abaixo da média africana em termos de acesso a Internet.
O especialista fez esta afirmação durante a apresentação do tema “Investimentos em Telecomunicações Enquanto Motor da Economia Digital”, que antecedeu três intensos debates que, entre outros intervenientes, contou com a participação de representantes do sector da banca e telecomunicações, com destaque para o PCA do Banco BIC, Fernando Duarte, e do director-geral da ITA, engenheiro Pinto Leite.
O âmbito da Conferência E&M “Transformação Digital na Banca e o Comércio Electrónico em Angola. O Presente e o Futuro”, o também engenheiro de telecomunicações referiu que o país ainda está muito abaixo da África do Sul, das Maurícias, da Namíbia e da Zâmbia, que têm as maiores taxas de tele-densidade no continente.
Para Abdul Santos, o sector das telecomunicações em Angola estagnou há cerca de quatro anos, considerando que “não há evolução tanto da tele-densidade como do aumento do usuários da Internet”. A situação não se alterou, acrescentou o especialista, referindo que estes indicadores pioram à medida em que a população angolana aumenta substancialmente. Por outro lado, referiu que não é fácil saber exactamente qual é o comportamento financeiro das empresas que operam no sector das telecomunicações, porque não há muita informação financeira disponível. Se existem dados, salienta, “são reservados apenas aos conselhos de administração das respectivas empresas”.
A JBL anunciou durante a CES 2020 novos auriculares wireless, TUNE 220TWS e LIVE 300TWS da linha Quantum que tem como objectivo disputar mercado com o Apple AirPod.
O TUNE 220TWS é claramente uma tentativa da JBL de competir com os AirPods da Apple. Estes fones de ouvido têm um design simples e cores atraentes. Eles possuem autonomia de três horas – um pouco menos que os AirPods de nível básico e o estojo de carregamento tem 16 horas adicionais para carregamento remoto da bateria.
Enquanto o LIVE 300TWS, que será vendido por US$ 150, representa um grande avanço em relação aos 220TWS em termos de recursos. A classificação de resistência à água IPX5 o torna mais adequados para exercícios, e os auriculares têm menos probabilidade de cair durante o exercício. O Google Assistente e a Amazon Alexa também são compactíveis, para que usuário não precise confiar exclusivamente na inteligência artificial do seu dispositivo.
O LIVE 300TWS também traz o modo TalkThru da JBL, que reduz o áudio do telefone e amplifica as vozes para que não seja necessário tirar os fones de ouvido ao conversar com outras pessoas. Há ainda o modo AmbientAware, que permite ouvir ruídos ao redor do usuário.
A previsão é de que ambos sejam lançados durante o período entre março e junho. Ainda não há informações a respeito do lançamento em outros mercados, como Angola.
Já no quarto trimestre do ano passado, Disruption Lab powered by ATLANTICO, em parceria com a Bantu Makers, organizou Pré-evento do Hackathon Fintech 2020, com o objectivo de informar e preparar os interessados em participar no evento a ser realizado dias 24 e 25 de Janeiro de 2020.
Entre 24 e 25 de Janeiro de 2020 realizar-se-á a maratona de programação, Hackathon Fintech 2020, promovida pelo Disruption Lab powered by ATLANTICO, em parceria com a Bantu Makers, NCR Angola, Mercado 3.0 e Red Bull Angola, organizarão uma maratona de programação, com o objectivo promover o desenvolvimento de soluções tecnológicas financeiras.
Espera-se que no final da maratona, os participantes desenvolvam protótipos de novas soluções fintech, melhorem as suas habilidades de raciocínio e resolução de problemas, despertem o espírito empreendedor e impulsionem os seus currículos.
As maratonas de programação (hackathon) reúnem programadores, designers, gestores de projectos, especialistas em UX/UI entre outros, para desenvolverem produtos financeiros e descobrir novas tecnologias. Para o Disruption Lab faz todo o sentido fomentar esta iniciativa, pois as soluções financeiras tecnológicas (fintech) trazem inovação à indústria de serviços financeiros tradicionais.
A Angola Cables, multinacional de telecomunicações e a Companhia de Telecomunicações de Macau (CTM), provedora líder de serviços de telecomunicações em Macau, anunciaram a assinatura de um Memorando de Entendimento para melhorar as oportunidades digitais e de negócios entre Macau, China Continental, Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP) e Brasil.
A CTM prevê alavancar a sua rede internacional aproveitando a sua posição privilegiada na Grande Baía de Macau, como um centro essencial para a digitalização da região Ásia-Pacífico. Macau e as regiões vizinhas têm condições e oportunidades para serem o ponto de atracagem de sistemas internacionais de cabos e o local ideal para hospedar de data centers, a fim de promover o ecossistema digital da região.
A parceria visa promover estratégias e oportunidades para vincular a área da Grande Baía à África, às Américas e aos países de língua portuguesa.
Alavancando o status de Macau como uma plataforma privilegiada para conectar a China aos países africanos de língua portuguesa até as Américas. A CTM acredita que, com os crescentes níveis de integração na Grande Baía, Macau desempenhará um papel significativo na promoção da cooperação comercial entre empresas chinesas e países africanos de língua portuguesa e das Américas (Brasil), possibilitando a exploração conjunta de novos investimentos e oportunidades de negócios e mercados.
We are helping Apple all of the time on TRADE and so many other issues, and yet they refuse to unlock phones used by killers, drug dealers and other violent criminal elements. They will have to step up to the plate and help our great Country, NOW! MAKE AMERICA GREAT AGAIN.
Os problemas entre a Apple e o governo americano relativamente a desbloqueios de iPhones não é de hoje, o Presidente Donald Trump publicou um tweet que pode transformar uma situação complicada em um confronto directo entre a Apple e o Departamento de Justiça dos EUA – afirmando efectivamente que a Apple se recusa a cumprir seu dever patriótico de desbloquear dois iPhones relacionados ao tiroteio do mês passado em uma base naval em Pensacola, Flórida.
O procurador-geral dos EUA, William Barr, acusou a Apple da mesma coisa, dizendo que a empresa de tecnologia não havia prestado “assistência substantiva” ao FBI para desbloquear os telefones dos atiradores.
A Apple diz que, desbloquear um iPhone significa enfraquecer todos os iPhones.
Para começar, a Apple alega que tem ajudado continuamente o FBI com os telefones do referido tiroteio, fornecendo dados armazenados em backup dos telefones para os servidores iCloud e informações da conta, como relatamos ontem. A Apple diz que entregou gigabytes de dados aos investigadores e responde a cada solicitação em questão de horas. A Apple também sugeriu que o FBI parecia estar satisfeito até apenas oito dias atrás, dizendo que “o FBI só os notificou no dia 6 de Janeiro que precisava de assistência adicional – um mês após o ataque“.
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Recentemente aconteceu uma avarias nos cabos submarinos SAT-3 e WACS que deixou a Internet lenta em Angola. Propriamente no dia 16/01/2020 foram reportadas várias interrupções a nível de serviços de Internet em estações submarinas e cabos submarinos ao longo da Costa Oeste Africana. Países como Mauritânia, Costa do Marfim, Gabão Congo e Angola foram afectados.
Cada país teve um “Hit Ratio”, ou seja, “impacto” com maior ou menor criticidade. No período da manhã em Angola notou-se com maior criticidade pois aparentemente tanto o SAT-3 e o WACS tiveram problemas
O que realmente aconteceu?
Dando sequência a nota introdutória e olhando de fora do país, conseguiu-se notar quem por volta das 9:46 da manhã no dia 16/01/2020 só Gabão e Congo países mais próximos de Angola e localizados na Costa Oeste Africana encontravam-se afectados conforme ilustrado na imagem abaixo.
Imagem 1.0 – Países afectados pelo corte nos cabos submarinos
Ao longo do dia após mais monitorização utilizando a “Oracle Intelligence Tool” foi possível ver na imagem 1.1 (apanhado feito as 11:15) que a Costa do Marfim estava com impacto de 0.3%, Angola já aparecia no mapa como um dos países afectados e com impacto de 0.6%, e o aumentou a criticidade no Congo e Gabão (Em comparação com a imagem anterior).
Imagem 1.1 – Angola afectado
Outro apanhado feito por volta das 12:23, demonstra que o problema alastrou-se e a Namíbia passou a fazer parte dos países afectados ao longo da Costa com um “hit ratio”, ou seja, impacto de 4.7%, menos 4.1% na mesma hora que Angola na imagem 1.1.
Imagem 1.3 – por voltas das 12:23 o impacto visto em Angola aumentou exponencialmente e saiu de 0,6% para 7%.Imagem 1.2 – Demostra um problema gravíssimo no Congo com 27% de criticidade (apanhado feito as 13:03).
Suposições
SAT-3 corte no Sistema Submarino;
WACS problemas no sistema submarino? Problemas em estações submarinas?
Nitidamente que o Congo aparenta ter um problema com maior impacto em relação aos outros países na região;
Problemas em grande Escala
Sabendo que o país conta com (3) sistemas submarinos onde (1) termina em Cacuaco e é gerido pela Angola Telecom e os outros (2) terminam em Sangano e são geridos pela Angola Cables é “CRITICO” olharmos para os seguintes pontos:
É fundamental a entrada de um novo cabo submarino em Angola e que o mesmo termine em Cacuaco / Angola Telecom (exemplos: ACE, SIMBA e ou EQUIANO);
A resposta ao ponto (2): Neste momento Sangano esta bem servido em termos de amarração de sistemas submarinos. Problema são os caminhos terrestres de Luanda até Sangano que apesar de serem fibras redundantes o caminho / percurso é o mesmo.
Imaginando que haja um problema grave na barra do Kwanza – será impossível chegar-se até o WACS & SACS.
Sequência do ponto (2): Logo se um dos cabos acima amarra-se em Cacuaco teríamos total redundância a nível de sistemas submarinos levando em consideração o “tempo de vida útil” do SAT-3 em relação os anos remanescentes para se chegar ao nível obsoleto.
Aspectos a se ter em conta:
O tempo de vida útil de um sistema submarino vai de 20 a 25 anos;
O SAT-3/WASC/SAFE foi implementado em 2001 – logo são 19 anos de utilização actual e de aproximadamente de 6 anos de tempo de vida útil remanescente. “E todos nós sabemos como o tempo VOA”.
Recomendações:
Entrada de um novo sistema submarino (prioridade altíssima);
Alojamento de informação e dados “LOCALMENTE” (prioridade altíssima);
Ligações terrestres aos países vizinhos Sul, Este e Norte (prioridade altíssima);
Utilização do SACS por parte de operadores regionais a Sul de Angola (Namíbia e África do Sul);
Notas:
Relativamente ao ponto número (2) já existe serviços de Cloud locais como: AZCloud da Multipla, ACloud Angola Cables, ITACloud; Mstelcom Cloud etc..
Dado sequência ao ponto acima é importante mencionar que até negócios de Startups que tenham a sua informação e ou sites alojados no exterior possam estar com problemas para poder aceder a sua informação;
Não se pode negar que problemas desta dimensão já podem ser evitados, que as recomendações acima mencionadas sejam levadas em consideração pelos tomadores de decisão bem como as empresas que operam no mercado Angolano para bem servir os utilizadores finais.
Traceroute local:
Cliente Tv Cabo em Angola para a Europa (Lisboa):
Caminho >>> Angola – Brasil – Estados Unidos – Europa
traceroute to 185.1.131.6 (185.1.131.6), 64 hops max, 52 byte packets
192.168.100.1 (192.168.100.1) 2.908 ms 1.032 ms 0.890 ms
lad-as1.tvcabo.ao (41.205.63.254) 17.879 ms 3.662 ms 3.441 ms
lad-cr1.tvcabo.ao (196.202.252.5) 3.037 ms 4.615 ms 4.445 ms
10.10.10.18 (10.10.10.18) 4.458 ms 8.326 ms 4.186 ms
196.202.252.25 (196.202.252.25) 5.104 ms 4.230 ms 4.778 ms
lad-cr1.tvcabo.ao (196.202.252.1) 6.512 ms 13.140 ms 5.491 ms
197.149.148.69 (197.149.148.69) 58.626 ms 58.926 ms 58.316 ms
pe2-nc021.ang.lua.as37468.angolacables.ao (197.149.151.4) 393.166 ms
pe2-nc022.ang.lua.as37468.angolacables.ao (197.149.151.20) 426.863 ms 435.989 ms
pe2-nc025.ang.sgn.as37468.angolacables.ao (197.149.149.154) 60.172 ms
pe2-nc024.ang.sgn.as37468.angolacables.ao (197.149.149.150) 65.507 ms 96.327 ms (Sangano)
170.238.232.149 (170.238.232.149) 166.969 ms
170.238.232.145 (170.238.232.145) 121.830 ms
170.238.232.33 (170.238.232.33) 186.249 ms
170.238.232.37 (170.238.232.37) 182.672 ms 182.982 ms (Brasil)
12 170.238.232.42 (170.238.232.42) 386.638 ms
pe1-nce010.uk.lon.as37468.angolacables.ao (170.238.232.46) 502.372 ms 428.830 ms (Londres)
pe1-nce015.ger.fnk.as37468.angolacables.ao (185.148.112.86) 297.910 ms * *
pe1-nce014.fra.mrs.as37468.angolacables.ao (185.148.112.69) 316.465 ms 356.203 ms
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16 pe1-nce014.pt.lis.as37468.angolacables.ao (185.148.112.29) 539.727 ms
pe1-nce015.pt.lis.as37468.angolacables.ao (185.148.112.33) 438.773 ms
A Kasperskyabriu o acesso ao seu Android Automated Testing Framework- a ferramenta de teste de apps Android para desenvolvedores. A ferramenta também chamada Kaspresso, tira proveito das configurações flexíveis e é fácil de usar.
Com a Kaspresso, os desenvolvedores móveis podem reduzir significativamente a quantidade de tempo necessária para o teste de aplicativos sem o medo de ignorar um bug, acelera, portanto, o processo de lançamento do aplicativo. A ferramenta já recebeu feedback positivo em duas grandes conferências de tecnologia – Mobilization IX e Codemotion Berlin 2019.
É um grande desafio para os desenvolvedores móveis escolherem uma ferramenta de teste de automação apropriada que reduza o tempo de espera para o lançamento de um aplicativo. Actualmente, existem muitas estruturas e ferramentas para a realização de testes automatizados, como Espresso e Appium. No entanto, essas estruturas não podem resolver todos os problemas dos desenvolvedores do Android, como preocupações com legibilidade, falta de clareza, registro em log e arquitetura de testes de interface do usuário.
Portanto, a ferramenta fornece uma maneira simples e conveniente de gerenciar interceptores, que são o ponto de entrada para todas as solicitações de API que os testes chamam. A Kaspresso apresenta um rico conjunto de interceptores padrão para lidar com testes inadequados e melhorar o processo de registro.
A Kaspresso oferece também as melhores práticas que os desenvolvedores móveis da Kaspersky adquiriram após muitos anos de experiência. A estrutura inclui recomendações de arquitectura para unificar e padronizar testes de interface do usuário.
A Sony levou na CES 2020 uma grande carta na manga! Construído para mostrar e testar sua nova plataforma de carros conectados, o Vision-S, o carro eléctrico da Sony é um protótipo e não deve necessariamente ser uma indicação das ambições da empresa de vender seus próprios carros, pelo menos não tão cedo.
O carro foi construído pela equipe de inteligência artificial e de robótica da Sony. O conceito ainda não tem um nome, embora a empresa japonesa diga que foi totalmente testado na estrada. Segundo a Sony, isso garante que o veículo e sua plataforma Vision-S cumpram os regulamentos de segurança aplicáveis.
O Vision-S descrito resumidamente durante a sua apresentação, tira proveito da experiência da Sony em sensores, imagens e entretenimento para ser usado na próxima geração de veículos eléctricos. A Sony já fornece essas tecnologias para as montadoras japonesas, mas quer transformar seus produtos individuais em sistemas que podem ser fornecidos como uma solução tudo em um.
Muitos utilizadores que estão a ler este artigo, devem ter se apercebido que durante algumas horas do dia a Internet ficou lenta e vários provedores de serviços acabaram por ser afectados, e por fim os usuários consumidores finais acabaram por ser também afectados.
A interrupção destes serviços, deve-se a uma avaria que se verifica em dois cabos submarinos: SAT-3 da Angola Telecom e o WACS da Angola Cables, ambos interligamiga Angola à Europa.
A Angola Telecom emitiu um comunicado sobre o assunto:
A Angola Telecom e o consórcio do cabo submarino SAT-3, estão a trabalhar na recuperação do troço danificado entre Libreville e Cacuaco. Pelo facto, apela a melhor compreensão de todos os seus clientes, pelos transtornos causados, alheios a nossa vontade, e actualizará a informação oportunamente. Quanto ao WACS ainda não foi avançado qual é o problema, mas acreditamos que em breve a Angola Cables irá informar o que aconteceu.
Neste momento o cabo submarino a operar no país é o SACS, gerido pela Angola Cables.
Os pesquisadores da Kaspersky Lab relataram milhares de notificações de ataques em grandes bancos da África Subsaariana. O malware usado nos ataques indica que o actor de ameaças provavelmente é o famoso grupo de hackers russo “The Silence“, famoso pelo roubo de milhões de dólares de bancos em todo o mundo.
Os ataques foram atribuídos a esse grupo porque o malware usado neste último incidente foi usado anteriormente apenas nas suas operações. Além disso, o malware está em russo, embora o agente da ameaça tenha tentado encobrir esse fato, digitou as palavras em russo e usou o layout do teclado em inglês.
Os primeiros ataques foram detectados na primeira semana de janeiro e indicaram que o actor está prestes a começar o estágio final da operação e sacar os fundos. Os ataques estão em andamento e persistem em atingir grandes bancos em vários países da África Subsaariana.
O grupo The Silence é um dos actores avançados de ameaças persistentes mais activos. o seu modus operandi consiste num esquema de engenharia social, por meio de um email de phishing que contém malware enviado a um funcionário do banco.
Sergey Golovanov, pesquisador de segurança da Kaspersky, diz que o grupo está activo nos últimos anos e faz jus ao seu nome. “As suas operações exigem um período extenso de monitoramento silencioso, com roubos rápidos e coordenados. Percebemos um interesse crescente desse grupo de actores nas organizações bancárias em 2017 e, desde então, o grupo se desenvolvia constantemente, expandindo-se para novas regiões e continua actualizar os seus esquema de engenharia social“.