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VODACOM não tem a licença para ser operadora de telefonia móvel em Angola

Nos últimos dias voltou a surgir uma informação que alegava que, a Vodacom é a mais nova operadora de telefonia móvel em Angola, uma informação que surgiu pela primeira vez no principio de 2018 e que já foi corrigida.

Para deixar as coisas bem claras, a Vodacom (ainda) não é a nova operadora de telefonia móvel em Angola . As últimas entrevistas concedidas pelo Ministro das Telecomunicações e Tecnologias de Informação foram bastante claras: há um concurso público que ainda não terminou , pelos menos os resultados não foram divulgados oficialmente. A Vodacom tem actualmente uma licença multisserviços ( LMS) , que não inclui a telefonia móvel.

O novo regime de licenciamento, consagrado no Decreto Presidencial n.º 108/16 de 25 de Maio, que aprova o Regulamento Geral das Comunicações Electrónicas (RGCE), prevê duas categorias de títulos habilitantes, nomeadamente um Título Global Unificado (TGU) e uma Licença Multisserviços (LMS).

Compete apenas ao Titular do Poder Executivo autorizar a emissão de um Título Global Unificado, dando assim origem a celebração de um Contrato de Concessão (Unitel, Movicel e Angola Telecom têm estes títulos). Por sua vez a Licença Multisserviços é mais “simples” de obter, há um processo administrativo junto do INACOM que e autoriza à exploração dos serviços de comunicações electrónicas com excepção do serviço de telefonia móvel e de TV por assinatura.

Por enquanto não há uma data final para a apresentação da vencedora da 4ª licença, os rumores continuam

ATLÂNTICO lançou o primeiro laboratório digital em Angola

O ATLÂNTICO iniciou em Agosto de 2018 a operação do primeiro laboratório digital em Angola, que terá morada no Miramar, afastado do dia-a-dia da actividade bancária. O referido laboratório foi denominado Disruption Lab.

O Disruption Lab (powered by ATLANTICO) pretende ser um agregador e gerador de inovação digital em Angola, liderar os esforços de disrupção tecnológica do Ecossistema ATLANTICO através da incubação e aceleração de ideias com potencial de criação de valor, de forma a garantir que os Clientes, as Pessoas, os Parceiros, as Comunidades, e muitas vezes os concorrentes e competidores, beneficiam do conhecimento e da experiência proporcionados pelas mais recentes inovações tecnológicas.

O laboratório tem como objectivo principal a promoção de um ecossistema de fomento ao empreendedorismo e inovação digital em Angola, através da agregação de competências originadas nas Startechs, Universidades e instituições financeiras, nacionais e internacionais.

Os princípios de funcionamento do LAB tem o propósito de:

  1. Desenvolver as competências digitais e de analytics;
  2. A integração de uma massa crítica de talentos numa equipa multidisciplinar (mistura de recursos internos e externos, incluindo mas não só novos recrutamentos);
  3. Garantia de criação de know-how e expertise para o longo prazo através de programas de formação e certificação;
  4. Implementação de metodologias consistentes em toda a organização.

O laboratório surge no momento em que o ATLÂNTICO implementa a sua Estratégia 2.1 focada na transformação, inovação e digitalização. De modo a atingir o seu propósito, o Disruption Lab organiza-se em equipas multidisciplinares, formadas por colaboradores e parceiros do Ecossistema de startechs, adoptando e capacitando as equipas em metodologias de trabalho ágil.

Serviço de telemedicina será instalado este ano no Uíge

No ano passado, surgiu a informação de que doentes em Angola serão atendidos por telemedicina, agora a mais boa nova vai para população residente na província do Uíge, uma vez que o Serviço de telemedicina será instalado este ano na província.

A assistência médica às populações da província do Uíge vai conhecer uma melhoria significativa, com a instalação de pontos de serviço de telemedicina, que visa monitorar pacientes em áreas da medicina, onde não existam médicos especialistas.

O anúncio foi feito recentemente pela ministra da Saúde, Sílvia Lutucuta, à margem da visita de trabalho de dois dias à província do Uíge. A ministra disse que a região apresenta actualmente um perfil endémico alto que a coloca entre as cinco províncias do país com maior índice de casos de paludismo, malária e cólera.  A dirigente garantiu ainda que, com base nestes dados, o sector definiu como estratégia para este ano a  instalação na província do Uíge destes equipamentos, por haver ainda hospitais sem médicos especialistas, sobretudo os regionais e  municipais mais distantes.

Já existem algumas províncias com o serviço instalado?

Os ensaios da tecnologia da telemedicina no país tiveram início no Huambo e no  Moxico e os resultados até aqui alcançados são animadores.  “Com o uso desta tecnologia, os especialistas conseguiram ter acesso aos exames de qualquer lugar do país, utilizando computadores e dispositivos móveis, como smartphones e tablets conectados à Internet.

A ministra considera prioritária a utilização da telemedicina nas províncias endémicas e esclareceu que no Huambo e Moxico, onde já se faz uso dos equipamentos, há muito os técnicos deixaram de transferir para cuidados mais diferenciados para Luanda, sem primeiro o doente ser avaliado, numa consulta especializada, por telemedicina.

ISUTIC: Estudantes criaram um sistema de controlo de acesso aos exames com impressão digital

Os estudantes do ISUTIC – Instituto Superior de Tecnologias de Informação e Comunicação têm-se demonstrado eficiente na criação de soluções para o bem da população, da instituição na qual aprendem mais sobre as TIC’s, e não só.

Com o intuito de manter o controlo do número de estudantes que recorrem aos exames de acesso às universidades do país, os estudantes ISUTIC, desenvolveram um novo sistema que controla as provas de exames  de forma mais rigorosa e fiável por leitores com impressão digital. O novo sistema oferece grandes vantagens, todo e qualquer candidato para ter acesso à sala de exames deve antes passar por um processo de autenticação baseado em biometria, através de impressão digital para certificar a sua identidade.

O sistema surge na perspectiva de evitar casos de fraudes que se verificam anualmente no ensino superior, onde, ao invés de ser o candidato inscrito a fazer prova, aparecem outras pessoas, com mais capacidade, a fazê-la. A inversão anula de imediato esta possibilidade, porque só pode fazer a prova quem realmente fez a inscrição.

O referido sistema que já encontra-se disponível para a sua implementação custa 100 dólares americanos, os estudantes que trabalharam no aplicativo garantem que, apenas foi adquirido um leitor de impressão digital para instalar o mesmo.

Raspberry Pi abriu a sua primeira loja oficial

Anteriormente, se você quisesse comprar um Raspberry Pi, provavelmente o compraria online ou de um revendedor Pi autorizado, mas as lojas físicas para comprá-los eram poucas e distantes entre si.

Agora as coisas parecem estar a mudar para a empresa, A Raspberry Pi, fabricante dos computadores em miniatura, abriu a sua primeira loja física em Cambridge, no Reino Unido, assim os novos clientes poderão ver o que é possível fazer com os dispositivos Raspberry Pi.

Não serão apenas vendidos os dispositivos, há computadores configurados para que os clientes possam demonstrar as coisas por conta própria. Parece que a empresa está com pretensões de se expandir para um novo público, que pode se deparar com a loja em um shopping e entrar para ver o que lhe pode ser oferecido e realmente ter uma oportunidade prática de ver o potencial da plataforma.

Se a loja for bem sucedida, será interessante ver, já que provavelmente não há uma grande margem de lucro na venda de do micro computador que custa cerca de 35 USD. Por enquanto, não há nenhuma palavra sobre os planos para futuros locais, mas se essa primeira loja conseguir ser bem-sucedida, é fácil ver a empresa a expandir-se ainda mais o conceito no futuro.

WhatsApp implementa suporte a biometria no iOS

O WhatsApp está a melhorar a segurança da sua aplicação de mensagens em sistemas iOS, permite com que os utilizadores de iPhone acedam à app com recurso ao sensor de impressões digitais Touch ID e à tecnologia de reconhecimento facial Face ID.

O recurso vem desactivado por padrão e pode ser ligado por meio da tela de configurações, na opção Privacidade. Ele substitui o tradicional sistema de PIN numérico que é usado pelo WhatsApp em todas as suas versões, passa agora a utilizar, caso o usuário deseje, a funcionalidade da própria Apple para verificação. Como no caso do desbloqueio do smartphone em si, nenhuma imagem ou dado biométrico é partilhado com a rede, com todo o processo de autorização acontece offline e dentro do próprio dispositivo.

Com isso, o aplicativo cumpre a sua promessa de se tornar um ambiente mais seguro para seus usuários. O WhatsApp ainda garante que também é possível configurar o novo recurso para que ele seja acionado após um período determinado.

Para os utilizadores do sistema operativo iOS, a funcionalidade fica disponível a partir da versão 2.19.20 do WhatsApp. Por isso, se ainda não tem esta nova característica de segurança disponível, vai à App Store e confirma que tens a mais recente versão.

Como aceder o bloqueio do Face ID ou Touch ID

  • O primeiro passo é ter a mais recente versão do WhatsApp para iOS instalada. Após isso devem aceder às Definições e a Conta.
  • Da mesma forma, devem depois selecionar a primeira opção visível: Privacidade. No final deste ecrã, devem encontrar a nova opção Bloquear a aplicação. Acedam-lhe para activar esta opção de segurança.

Como activar o bloqueio do WhatsaApp no iPhone

  • O usuário deve encontrar a opção Face ID ou Touch ID. Esta dependerá da existência de uma destas duas opções no iPhone onde o WhatsApp está a ser usado.
  • Ao activarem esta opção, vão poder definir o tempo a esperar para activar esta opção de segurança. Contudo, mesmo com esta função activa podem continuar a responder a mensagens via notificações ou atender chamadas com o iPhone bloqueado.

Esta nova implementação vem reforçar a ideia de que para a equipa responsável pela criação e desenvolvimento do WhatsApp, a privacidade dos utilizadores está sempre em primeiro lugar.

KiandaHub e Jobartis apresentam o evento: #LetsTalkAboutSocialMedia , garanta o seu ingresso.

A Jobartis e a KiandaHub tornaram-se duas entidades bastante conhecidas no sistema de empreendedorismo nacional, contando inclusive com participações em eventos globais, como é o caso do Seedstars.

As duas organizações decidiram unir forças para realizar um evento destinado à comunidade de social media em Angola. O evento foi baptizado como #LetsTalkAboutSocialMedia.

#Letstalkaboutsocialmedia

O conceito

O #LetsTalkAboutSocialMedia é um evento bimestral de partilha, networking e oportunidades de trabalho, com foco no desenvolvimento da comunidade de social
media em Angola.

Integra palestras, estudos de casos reais, painéis de discussão, principais notícias e upgrades, bem como, uma boa dose de “mão-na-massa”. Sempre com foco principal no mercado angolano.

Objectivos:

  • Consolidar e fortalecer a comunidade de social media em Angola;
  • Promover a partilha, networking e oportunidades de trabalho entre os profissionais do ramo, agências e marcas;
  • Estudar as melhores práticas do ramo, tendências, tecnologias e suas aplicações
    no mercado local;
  • Identificar e dar suporte a novos profissionais, estudantes e demais interessados.

Quer participar?

É profissional de social media, marketing digital e comunicação em geral? O evento é para si! No entanto, profissionais de outros ramos, estudantes e demais interessados no assuntos são igualmente bem-vindos.

Data e Hora

23/02/19 das 8h às 12h

Local: Mediateca de Luanda

 

Programa do evento

08h:00 – Recepção/Cadastramento
08h:30 – #SocialMediaNews (Abertura)
08h:50 – Talk #01 – Sobre Social Media – Mauro Yange
09h:25 – Talk #02 – Estratégia de marcas para Social Media – Alfredo Kayesse
10h:00 – CoffeeBreak/Networking
10h:30 – #WatchUs: Entrevista com André Cardiga – Digital Marketing Manager na SODIBA
11h:00 – Painel de Discussão: Desafios e Oportunidades para profissionais de Social Media – Moderação: Anderson Marques
12h:00 – Encerramento

Inscrições

Veja os detalhes para conseguir ter acesso ao evento. Os lugares são limitados.

Inscreva-se

Empresa perdeu 120 milhões porque o CEO morreu sem dar a password a ninguém

Uma empresa de câmbio de criptomoedas denominada QuadrigaCX (uma companhia de intercâmbio de divisas), perdeu 120 milhões de dólares porque o CEO Gerald Cotten morreu sem dar a palavra-passe para entrar no sistema.

O fundador e CEO, morreu em Dezembro do ano passado de forma inesperada. Em jogo estão 190 milhões de dólares canadianos distribuídos por várias moedas virtuais como a Bitcoin, Bitcoin Cash, Litecoin, Ethereum, entre outras. Segundo a nossa fonte, a empresa teria um sistema digital para armazenar as criptomoedas que não precisava de estar ligado à Internet para realizar transacções.

Esta é uma medida muito recorrente nas empresas do sector que permite que as informações dos clientes estejam seguras, especialmente contra ataques de hackers. O problema é que esse sistema está encriptado e protegido com uma palavra-passe que só Gerald Cotten sabia, revelou a mulher do CEO.

Sem esta senha será praticamente impossível recuperar o dinheiro. Dadas as dificuldades de acesso, a empresa decidiu encerrar as operações no dia 31 de Janeiro de 2019 por falta de liquidez e emitiu um comunicado no site a explicar que está a trabalhar para “localizar e assegurar” as reservas das criptomoedas que a empresa detinha.

A empresa informou ainda que recorreu ao Supremo Tribunal da Nova Escócia para que uma terceira entidade independente possa supervisionar os procedimentos e para que essa entidade possa aceder às reservas dos clientes. Segundo o mesmo jornal, o CEO, de 30 anos, sofria da doença de Crohn, uma doença crónica do trato gastro-intestinal e que afecta maioritariamente pessoas dos 16 aos 40 anos, e morreu na Índia.

SISTEC conquista certificação internacional ISO 9001:2015

A Sistec S.A obteve, na última semana, a distinção internacional de certificação de qualidade ISO 9001:2015 nas áreas de Serviços Profissionais, Centro de Contacto, Formação Profissional Especializada e Serviços de Consultoria, uma certificação que coloca esta empresa angolana num grupo restrito, abaixo de 2%  de empresas africanas com esta categoria, organizações que, pela qualidade dos seus processos internos e boas práticas de gestão adoptadas, estão habilitadas para operar em todo mundo.

Com esta certificação a Sistec entra para uma lista selecta de empresas angolanas certificadas internacionalmente com a norma ISO 9001

Baseada em 14 processos organizacionais, a obtenção desta certificação resultou de um projecto ambicioso que durou menos de um ano, período durante o qual os processos da Sistec foram avaliados pelo certificador internacional Bureau Veritas, trabalho que culminou com a atribuição da certificação.

A busca desta certificação, segundo António Candeias, presidente do conselho de administração da Sistec, teve como objectivo principal a melhoria dos processos organizacionais e o reforço da qualidade dos serviços prestados ao cliente, bem como o bom funcionamento dos diferentes departamentos dentro da organização. Foi possível faze-lo num período tão curto porque a empresa já seguia processos de trabalhos bem definidos e métodos de gestão seguindo as melhores praticas internacionalmente aceites.

Apple pede desculpa pelo bug encontrado no Facetime

Recentemente foi descoberto um preocupante bug na aplicação Facetime. Esse problema na aplicação da Apple colocava em questão a privacidade de todos os utilizadores quando estes iniciavam uma vídeo chamada de grupo.

Poucos dias depois, a empresa já veio admitir este problema e igualmente prestar um pedido de desculpas aos seus utilizadores. Declaração essa que foi noticiada recentemente pela agência CNBC. Agora, a Apple já tem uma solução para este grave erro na versão 12.1.4 do iOS que será distribuída já a partir desta semana.

A partir daí, todo e qualquer utilizador de iPhone poderá voltar a utilizar as chamadas em grupo via FaceTime. Isto claro, se a confiança dos mesmos for prontamente restaurada com esta actualização de correção.  Por enquanto, a atualização ainda não está disponível para os consumidores (nem mesmo os que fazem parte do programa de testes beta da Apple), mas a empresa está a testar a nova versão em regime de urgência para disponibilizar essa correcção ainda nesta semana.

Na declaração emitida pela Apple pode-se ler que o bug presente no Facetime já se encontra corrigido do lado dos servidores. Isto significa que os engenheiros da tecnológica já identificaram a origem do problema e, acima de tudo, já o eliminaram.

Ainda não há uma data para quando o iOS12.1.4 com o patch de correção do FaceTime estará disponível, mas pela urgência com que o assunto é tratado na Apple não seria nada estranho se ela fosse disponibilizada já nos próximos dias.