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Sábado, Março 28, 2026
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Apple pode revelar modelos do iPhone 8 e 8 Plus vermelhos em breve

Quanto aos iPhones a Apple tem estado em silêncio nos últimos tempos, mas segundo rumores, teremos novidades nas próximas semanas, visto que a empresa possivelmente irá lançar iPhone 8 e 8 Plus com uma nova cor.

A Apple pode estar pronta para incrementar a selecção de cores do iPhone 8, assim como fez com iPhone 7 no ano passado. A MacRumors teve acesso à um memorando da Virgin Mobile, alegando que as versões vermelhas do iPhone 8 e 8 Plus serão anunciadas em breve, possivelmente na semana que começa no 9 de Abril.

Não está definido se eles estarão disponíveis esta semana, mas não espera-se um longo atraso entre o comunicado de imprensa e a disponibilidade. Mark Gurman, da Bloomberg (que historicamente tem sido uma fonte precisa de vazamentos da Apple) deu créditos a essa informação.

Infelizmente não se fala nada acerca do iPhone X, nesta caso os usuários devem contentar-se com as opções monocromáticas existentes.

Gostaria de ter um iPhone 8 vermelho?

Facebook irá notificar os usuários cujos dados foram acedidos pela Cambridge Analytica

Actualmente o Facebook está a viver uma das suas piores fases com o caso da Cambridge Analytica, onde foram vazados dados de 50 milhões de usuários que foram usados na campanha de Trump.

Para amenizar a situação, o Facebook informou que notificará 87 milhões de usuários de seus serviços que foram afectados pelo escândalo da Cambridge Analytica, que viu a empresa de análise de dados abocanhar suas informações pessoais através da rede social para influenciar os eleitores.

É importante ainda salientar que o número de 87 milhões pode não ser totalmente o certo, de acordo com Zuckerberg, o Facebook calculou o número máximo de amigos que os usuários poderiam ter enquanto o aplicativo de teste de personalidade que a Cambridge Analytica havia construído estava sendo usado activamente para colectar dados. Mas o Facebook diz que não tem registos desde aquela época, então não se sabe exactamente quantas pessoas foram afectadas.

Enquanto isso, a Cambridge Analytica disse em um comunicado que tinha dados sobre apenas 30 milhões de usuários do Facebook.

Além disso, o denunciante Christopher Wylie, que trabalhou na Cambridge Analytica e expôs o exercício de colecta de dados, disse à NBC que o número de usuários afectados poderia ser maior do que isso, e que os dados podem ser armazenados na Rússia, como o cientista de dados Aleksander Kogan. Trabalhou no aplicativo de teste em colaboração com a empresa, viajou lá frequentemente do Reino Unido durante esse tempo.

O crescimento das TICs em Angola depois da Paz

Angola, depois das assinaturas de acordos de Paz, entrou numa nova era que foi de recuperação e de abrir-se mais ao mundo e diante disso, o crescimento das Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs), desempenharam e continuam a desempenhar um papel importante em vários sectores.

Ao longo dos 16 anos de Paz, o mercado nacional das TICs registou um crescimento considerável e permitiu maior abertura no país. As operadoras de telefonia em Angola conseguiram expandir os seus serviços em várias áreas do território nacional e não só.

Os avanços tecnológicos ocorridos em Angola depois do calar das armas, têm relevância nos sectores público e privado, bem como nos contextos social, político e econômico. As modificações ocasionadas nos processos de desenvolvimento, e suas consequências na democracia e cidadania, convergem para uma sociedade caracterizada pela importância crescente dos recursos tecnológicos e pelo avanço das TICs com o impacto nas relações sociais, empresariais e nas instituições.

Um dos factores responsáveis pelas profundas mudanças no mundo são as TICs. Desse modo, com a dinâmica de inovação, as TICs são imprescindíveis para o desenvolvimento da economia mundial.

Angola tem estado a implementar vários projectos tecnológicos que não eram possíveis no tempo de instabilidade. O país hoje está de par e passo com as mudanças que o mundo das TICs tem estado a registar, a sociedade mais mergulhadas nas redes sociais, ferramentas que muito tem ajudado na divulgação da imagem do país pós guerra.

Ao longo dos 16 anos de Paz em Angola, registar-se crescimento de utilizadores de internet, houve aumento na utilização de equipamentos tecnológicos, desde computadores pessoais, tablets e smartphones.

Na administração pública, é notória a progressiva aplicação e abrangência das TICs, sobretudo com o uso da internet nas diferentes esferas do governo. A ligação do país com outros continentes por via de  cabos submarinos, bem como o lançamento do satélite, são projectos que visam a fortalecer cada vez mais o crescimento das TICs em Angola.

Mais ainda precisamos melhorar e principalmente, dar maior abertura no mercado de telefonia móvel, permitir a entrada de mais operadoras nessa área. Precisamos de fortalecer cada vez mais a formação de técnicos especializados com vista a assegurar as diversas infraestruturas que estão cada vez mais a surgir.

O Facebook conseguirá sobreviver à crise?

O Facebook enfrenta uma crise que está cada vez mais a afectar não só os seus lucros, como também a sua imagem, desde a segurança para manter os dados dos seus utilizadores à notícias falsas e polarização.

A rede social que tem 25% da população mundial a utilizar a sua ferramenta, passa por uma grande crise de imagem. Partilha de notícias falsas, escândalos de envolvimento de agentes russos na eleição americana por meio da rede social têm feito com que a cobrança pública por uma regulação da plataforma aumente.

A consultoria americana CB Insights, ano passado fez uma pesquisa com uma pergunta simples: ela queria saber qual empresa de tecnologia será vista de maneira negativa pela sociedade daqui a dez anos. Cerca de 58% das 4.200 pessoas ouvidas apontaram o Facebook na liderança deste pouco agradável ranking. Na sequência aparecem Amazon (11%), Google (4%), Apple (3%) e Microsoft (2%). Os 22% restantes afirmaram que todas serão reconhecidas positivamente.

Antes da mais recente crise, Mark Zuckerberg dizia que: o Facebook é uma plataforma social, uma ferramenta, e não uma mídia. Logo, para ele, boa parte das responsabilidades de controle que atribuem à empresa não é justa.

A questão principal é até que ponto o Facebook conseguirá sobreviver com essa crise que enfrenta? Casos de redes sociais que viveram o apogeu e a queda em poucos anos são recorrentes. MySpace ou Orkut, por exemplo.

Enquanto isso, duas redes sociais estão a conquistar mais usuários e marcas: YouTube e Instagram, controladas por Google e Facebook, respectivamente. Hoje em dia, as gerações mais novas não veem tanta vantagem em ter contas no Facebook. Estão preferir comunicações mais rápidas e interativas, que são possíveis no próprio Instagram, assim como o Snapchat.

É necessário destacar, porém, que o Facebook foi uma rede social que, apesar de diversos defeitos, revolucionou a forma de nos comunicarmos. Seus servidores deram espaço para as mais de 2,1 mil milhões de pessoas se expressarem e partilharem diversos assuntos. Movimentos políticos históricos surgiram por meio das comunidades, como a Primavera Árabe, que derrubou diversos regimes na África e no Oriente Médio.

Facebook conseguirá sobreviver a crise?

Número total de aplicativos da Apple na App Store diminuiu pela primeira vez

A loja de aplicativos para dispositivos Android (Play Store) lidera em número de aplicativos na sua loja em relação a Apple, mas pelos vistos a Apple esta a decair mais do que o esperado neste aspecto, visto que pela primeira vez a empresa teve uma redução em termos de aplicativos.

Pois é, o número total de aplicativos disponíveis da App Store diminuiu em 2017 pela primeira vez na história do mercado, de acordo com a empresa de análise Appfigures. Os aplicativos iOS na App Store encolheram para 2,1 milhões ao longo de 2017, após o início do ano em 2,2 milhões.

Mas qual será o motivo deste declínio? 

O declínio pode ser atribuído em parte à decisão que a Apple tomou 2016, que visava remover aplicativos antigos que não eram mais compatíveis com iPhones e aplicativos mais novos, e que não estavam em conformidade com as directrizes de revisão recentes. Deste modo os aplicativos que não foram criados na arquitectura de 64 bits foram removidos.

A Apple removeu ainda aplicativos de limpeza de vírus, aplicativos que eram clones de outros aplicativos e outros aplicativos de baixa qualidade que estavam atravancando a App Store. Simultaneamente, os desenvolvedores também enviaram poucos aplicativos novos para iOS em 2017, em comparação com 2016, mostram os dados.

Google Play vs App Store em 2017

No ano de 2017  marcou-se a maior diferença entre as duas plataformas, o Google Play obteve cerca 1,5 milhão em novos aplicativos, enquanto a Apple oscilou em 755.000 aplicativos lançados em 2017. A Appfigures afirmou que parte disso foi porque muitos desenvolvedores lançaram versões do Android de seus aplicativos iOS, mas não o contrário, pois o iOS continua a ser a plataforma de estreia preferida.

Facebook revela que 63 mil pessoas em Portugal podem ter sido afectadas pelo caso Cambridge Analytica

O Facebook admitiu que a empresa Cambridge Analytica teve acesso indevido a dados de 63 mil utilizadores portugueses na sua plataforma, e subiu para 87 milhões o número de usuários da rede social cujas informações foram usadas sem o devido consentimento.

O número de pessoas que fizeram o download da aplicação “thisisyourdigitallife” no Facebook é de aproximadamente 15. Segundo uma estimativa da rede social liderada por Mark Zuckerberg, isto significa que 63080 pessoas em Portugal, no máximo, podem ter sido afectadas.

Estes utilizadores fazem parte dos 87 milhões de perfis potencialmente lesados no escândalo de abuso de dados, um número anunciado esta quarta-feira por Mark Zuckerberg. A Cambridge Analytica, no entanto, diz que licenciou dados de apenas 30 milhões de pessoas.

O Facebook divulgou um gráfico com os países mais afectados, com os Estados Unidos a liderar a tabela (70,6 milhões de pessoas lesadas). Seguem-se as Filipinas (1,175 milhões), Indonésia (1,096 milhões) e o Reino Unido (1,079 milhões).

Esta quarta-feira, durante uma conferência de imprensa por telefone, Mark Zuckerberg assumiu responsabilidades pelo sucedido, reconheceu que a rede social “não fez o suficiente” para combater as notícias falsas, interferência estrangeira em eleições, discurso de ódio e quebras na privacidade dos dados.

Microsoft anuncia curso online de inteligência artificial

Microsoft anunciou a disponibilização de sessões de treinamento em inteligência artificial (AI, na sigla em inglês) para o público geral. As aulas do Programa Profissional em IA da Microsoft integravam a capacitação interna dos funcionários da empresa e Agora, elas podem ser vistas pelo público geral.

A empresa anunciou o Microsoft Professional Program in AI, a nova faixa de aprendizagem aberta ao público. O programa oferece habilidades prontas para o trabalho e experiência do mundo real para engenheiros e outras pessoas que desejam aprimorar suas habilidades em AI e ciência de dados por meio de uma série de cursos online que apresentam laboratórios práticos e instrutores especializados.

De acordo com o comunicado da empresa, o programa faz parte de um esforço corporativo mais amplo, que também inclui a AI School, focado no desenvolvedor da empresa, que fornece vídeos online e outros recursos para ajudar profissionais a desenvolver habilidades de AI.

“Esse programa inclui ferramentas educacionais gerais para desenvolvedores que desejam expandir os recursos de inteligência artificial e orientações específicas sobre como os desenvolvedores podem usar as ferramentas e os serviços da Microsoft”.

Segundo Susan Dumais, cientista e directora assistente da Microsoft Research AI, as oportunidades de treinamento em IA disponíveis para funcionários da Microsoft e o público reflectem um impulso mais amplo em toda a indústria de tecnologia para preencher uma lacuna em trabalhadores com habilidades em Inteligência Artificial.

A IA é cada vez mais importante na forma como nossos produtos e serviços são projectados e entregues, e isso também é verdade para nossos clientes”, disse ela. Fundamentalmente, estamos todos interessados ​​em desenvolver talentos que sejam capazes de construir, entender e projectar sistemas que tenham a IA como um componente central.

BlackBerry processa o Snapchat por violação de patentes

A BlackBerry processa o Snapchat por usar a sua tecnologia patenteada de troca de mensagens no aplicativo, uma queixa similar que empresa canadense apresentou no mês passado contra o Facebook.

A BlackBerry ainda diz que o sistema de mapas da nova ferramenta do Snapchat, chamado Snap Map, teria sido patenteado no passado. O Snap Map mostra os usuários mais próximos em um mapa, que indica as suas últimas actualizações de fotos e vídeos por onde passam.

As alegações se referem ao sistema de mensagens criado pela Blackberry chamado BBM, actualmente disponível em todos os aparelhos da companhia.

A empresa canadense acusa Snap de infringir seis patentes emitidas em 2012 e 2014 e duas delas estão entre as sete patentes da BlackBerry que estavam no processo contra o Facebook arquivado a 6 de março.

O presidente-executivo da BlackBerry, John Chen, tem trabalhado para encontrar fontes adicionais de receita, já que os investidores expressam preocupação com as taxas de crescimento nos principais negócios de software focados em segurança da empresa.

Em fevereiro do ano passado, a Blackberry também havia processado a Nokia por conta de um padrão de tecnologia para redes de telefonia móvel. Na ocasião, a empresa canadense perdeu o processo.

Tentativa de recuperação de contacto com o Angosat-1 não teve sucesso

O primeiro satélite angolano AngoSat-1 está sem contacto há quatro meses, e recentemente foi dado um sinal de esperança na recuperação do mesmo. Mas infelizmente já foi dado um sinal negativo depois da tentativa de recuperação.

Segundo informações postas a circular, a tentativa de contactar o Angosat-1 não foi bem-sucedida, informou a Interfax citando uma fonte na indústria espacial. “O satélite angolano entrou na zona de visibilidade de rádio do subúrbio de Korolev, perto de Moscovo. No entanto, os especialistas não conseguiram estabelecer contacto com o satélite.”

A equipe do Roskosmos, no entanto, afirmou que é prematuro definir a inoperacionalidade do satélite. “Os procedimentos necessários estão a ser executados, somente após a conclusão dos quais haverá informação oficial, mas não será daqui a alguns dias“, explicou a agência à estatal.

É importante ainda aqui frisar que os problemas com o Angosat-1 começaram após o seu lançamento, no entanto, aguardarmos mais informações visto que foi garantido que os procedimentos de utilização do satélite serão definidos ainda neste mês.

Teremos ou não o satélite angolano a funcionar em Abril? 

Appy Saúde lança website e uma versão melhorada do aplicativo

No dia 29 de Março de 2018, a equipe Appy decidiu lançar o novo Portal da Saúde da Appy Saúde, com objectivo de oferecer os melhores serviços aos cidadãos.

O serviço destaca-se por informar aos utentes sobre todos os serviços e especialidades de cada hospital, clínica, farmácia e centros hospitalares por todo o país. Segundo comunicado da Appy:  “o novo portal foi minuciosamente estudado para tornar natural e intuitiva a navegação nas diversas páginas dos diferentes estabelecimentos de saúde de toda Angola.”

A nova página online, desenvolvida e operacionalizada pela APPY, é uma ambição da equipa, que considera este portal como um “serviço de utilidade pública”. É ainda possível consultar as fotos, a localização, uma lista de seguros que são aceites, os contactos actualizados, e muito mais. O acesso ao site está disponível pela seguinte URL: www.appysaude.co.ao.

Nessa actualização, os utentes têm ao dispor, na aplicação móvel Appy Saúde, a lista de médicos dos estabelecimentos de saúde. Não podemos falar de saúde, sem incluir os Médicos, por isso, no aplicativo grátis, Appy Saúde, que pode ser baixado na Google Play Store ou App Store, encontrará ainda na fase inicial uma lista de médicos dos estabelecimentos de saúde.

“O nosso objectivo é centralizar toda a informação de saúde, para que se possa descentralizar a oferta. Queremos que o cidadão possa de forma simples e rápida encontrar tudo aquilo que precisa e perto de si. Com isto em perspectiva, decidimos desenvolver três plataformas, a aplicação móvel iOS e Android e o website que fornecem informações de todo o país.”

Os cidadãos têm o direito de ter acesso à toda a informação actualizada das unidades hospitalares públicas e privadas e a nossa missão é fornecer essas informações nos diferentes meios digitais. Estamos profundamente empenhados em criar e fornecer plataformas digitais práticas e de acesso gratuito, que disponibilizam informações úteis a distância de um clique.” – Clara Vieira, Directora de Marketing da APPY.

Sob o lema “A Saúde na sua mão” foi ainda desenvolvida uma nova versão da aplicação com um novo design, mais prático, mais leve e mais funcional, onde tudo é clicável.

Veja algumas fotos do novo site e do aplicativo: