O YouTube vai começar a identificar vídeos que tenham sido publicados por algum órgão de comunicação financiado ou ligado a algum Governo, numa tentativa de gerir de forma mais controlada os conteúdos.
Segundo a rede social gerida pelo Google, caso as plataformas, canais ou páginas que publiquem o vídeo forem financiadas por Estados, passam a exibir uma mensagem a clarificar essa circunstância, imediatamente acima do título do vídeo.
A medida já está a ser implementada nos Estados Unidos, mas a empresa já anunciou que, em breve, será alargada a outros países.
“Vamos começar a avisar quais os vídeos que foram carregados por meios de comunicação que recebam algum tipo de financiamento público, total ou parcial, por parte de um Governo“, informou o YouTube no seu blog. A ideia, segundo o YouTube, é que os utilizadores possam entender melhor as fontes de notícias que eles optam por ver.
Nos últimos tempos foram várias as notícias que encheram os jornais sobre as famosas notícias falsas — anúncios usados para minar criptomoedas, anúncios para influenciar as eleições norte-americanas de 2016, etc.. Face a isto, o Facebook, o Twitter e a Google decidiram unir-se para controlar de forma mais rigorosa a gestão dos conteúdos nas suas redes sociais.

A rede social
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O Opera News, o aplicativo de notícias autônomo desenvolvido pela Opera, quebrou o marco de 1 milhão de download em menos de quatro semanas desde o lançamento em África. O aplicativo, que fornece aos usuários acesso fácil aos seus conteúdos favoritos de notícias e entretenimento, também foi classificado em número um na Nigéria.
Em Angola o uso das redes sociais já pode ser considerado massivo, para pôr ordem neste aspecto, actualmente, está em curso a recolha de contribuições sobre a legislação que irá reger os 
Para acalmar evitar informações incorrectas sobre o primeiro satélite angolano, recentemente José Carvalho da Rocha (Ministro das Telecomunicações), garantiu que o
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No terceiro trimestre de 2017, surgiu a informação garantindo que a 