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Mais de 60% dos angolanos abandonaram os telefones fixos

 

O número de clientes angolanos que ainda utilizam o telefone fixo, tendo como base as quatro operadoras licenciadas pelo Instituto Angolano das Comunicações (INACOM), tem vindo a descer, onde nos últimos seis anos teve uma queda de 60,8%, revela o jornal Valor Económico.

Segundo aquele periódico angolano, dos 304 mil clientes activos no ano de 2016, o que correspondia naquele tempo a 1,11% da população angolana, somente 119 mil continuam a utilizar os telefones fixos até ao final de 2021, o que representa actualmente 0,38% da população.

De acordo com os dados divulgados, no terceiro trimestre de 2021 mais de 185 mil clientes abandonaram esse serviço nas operadoras, o que significou 0,72% da população.

O abandono da sociedade civil angolana nos telefones fixos começou no ano de 2017, quando teve uma queda de 47%, o que representou 161 mil clientes a abandonarem os telefones fixos, correspondendo cerca de 0,57% da população. Nos anos seguintes a queda continou, onde em 2018 teve um abandono de 0,02%, o que representou 171 mil clientes.

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Nos últimos anos é revelado que o gráfico de abandono tem voltado a subir, com mais de 119 mil clientes a deixarem de utilizar os telefones fixos, o que representa 0,38% da população.

Informar ainda, que no quesito de números de linhas fixas instaladas, estas tiveram uma queda de 11,85%, ou seja 815.230 durante o periodo em análise.

Os dados acima foram divulgados pelo INACOM, que mostraram ainda que dos 119 mil clientes que continuam a utilizar o serviço dos telefones fixos, 42 mil são da Angola Teleco, 41 mil da TV Cabo, 33 mil da MS Telecom e cerca de mil são da Startel.

Moçambique adere a plataforma africana de rastreio a Covid-19

Moçambique aderiu à plataforma digital africana, que vai permitir ao país que possa verificar a autenticidade dos resultados dos testes PCR do novo coronavírus feito em todo território, revelou o Ministério da Saúde.

“Esta plataforma visa garantir a segurança e qualidade dos laudos de testagem da SARS-CoV-2 no nosso continente”, revelou o ministro da saúde moçambicano, Armindo Tiago, durante o lançamento da plataforma “Trusted Travel” na capital do país, Maputo, na última quinta-feira, em Maputo.

De acordo ainda com o governante,  a plataforma vai contribuir para o combate a falsificação de cartões e testes e disponibilizar informações sobre o histórico de vacinação e testes realizados, e que foi desenvolvida pelo Centro de Controlo e Prevenção de Doenças da União Africana (África CDC).

“Esta plataforma facilita não só o movimento e as trocas comerciais no nosso continente, mas também nos liga de forma segura a África e ao mundo”, acrescentou Armindo Tiago.

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Com a adesão de Moçambique a plataforma “Trusted Travel”, sobe para 14 o número de países africanos que usam a plataforma, que é um serviço tecnológico dos governos africanos, e onde desde que foi lançada, em Outubro, fornece aos viajantes em África informações sobre os requisitos que terão de enfrentar para se deslocarem a diferentes países do continente, além de oferecer ligações a laboratórios onde os viajantes poderão obter os resultados dos testes à covid-19.

Até ao fecho de emissão desse artigo, as autoridades de saúde moçambicanas informaram que mais de 8,4 milhões de pessoas já foram imunizadas com pelo menos uma dose da vacina contra o novo coronavírus no país, das quais 5,8% estão completamente vacinadas. Segundo ainda estratégia do país, o Governo Moçambicano espera vacinar 17 milhões de pessoas até final de 2022.

Startups Africanas angariaram 4 mil milhões de dólares em 2021

As startups africanas angariaram quase 4 mil milhões de dólares, de acordo com a base de dados de startups “Africa: The Big Deal”, que decompôs o financiamento total angariado por startups em África, para negócios no valor de 100 mil dólares ou mais, revela a revista Económia & Mercado Moçambique.

Nigéria, Africa do Sul, Egipto e Quénia são os quatro grandes mercados de angariação de investimentos em startups em África, onde foram responsáveis por 80% do total angariados, com 35% do capital angariado apenas na Nigéria. Segundo o que revela a publicação, a maior economia do continente angariou 1,37 mil milhões de dólares em 2021, seguida de 838 milhões de dólares na África do Sul, 588 milhões de dólares no Egipto e 375 milhões de dólares no Quénia.

O Gana e a Tunísia são os dois outros países mais pertos do Top 4, que no relatório representaram 84,6% das empresas financiadas em fase de arranque e 92,6% do investimento total. Destacar ainda o Senegal, com 222 milhões de dólares e a Tanzania, com 96 milhões de dólares, o que representa também uma grande diferença com o Top 4. Nestes últimos dois países um único negócio representa mais de 90% do total angariado em 2021.

Ainda falando dos números apresentados, destaque para a startup Chipper Cash, que angariou um total de 250 milhões de dólares, sendo que em Novembro último, esta fintech angariou 30 milhões de dóalres na série B, liderada pela Ribbit Capital, com a participação da Bezos Expeditios – o fundo de capital de risco pessoal do CEO da Amazon, Jeff Bezos.

A Chipper Cash é uma startup fintech fundada em 2018, em São Francisco, pelos ugandeses Ham Serunjogi e Ghanaian Maijid Moujaled, onde oferecem serviços de pagamentos P2P em sete países, sem taxas e através de um smartphone. Actualmente a startup actua em Gana, Uganda, Nigéria, Tanzânia, Ruanda, África do Sul e Quénia.

Sobre o serviço da Chipper Cash, de informar ainda que a mesma tem o ChipperCheckout, que segundo o que a redacção da MenosFios apurou, é um serviço de pagamento baseado em taxas e centrado no comércio que gera as receitas para apoiar o negócio de dinheiro móvel gratuito da Chipper Cash. Foi a partir desses mesmos serviços, que a startup conseguiu aumentar a sua base de utilizadores para três milhões na sua plataforma, serviço esse que actualmente processa mais de 80.000 transações diárias.

Segundo ainda o que os “founder” da Chipper Cash revelaram, a empresa planeia expandir os seus produtos e o seu âmbito geográfico com soluções de pagamento empresarial, bem como opções de negociação de moeda  criptográfica e serviços  de investimento.

“Seremos sempre uma plataforma de transferência financeira, mas temos tido procura dos utilizadores para oferecer outros serviços de valor, como a compra de activos em moeda criptográficas e a realização de investimento em acções” revelou Serunjogi em entrevista a TechCrunch.

Gigantes tecnológicas ausentes do primeiro grande evento de 2022

 

O Consumer Electronics Show (CES), que será practicamente o  primeiro grande evento de tecnologia de 2022, e com regresso ao formato presencial depois de um tempo via on-line, devido as restrições impostas pela pandemia da Covid-19, não terá a presença de algumas das maiores tecnológicas do mundo.

Segundo o que é revelado pelo The Verge, várias empresas já confirmaram que não estarão presentes no evento, como é o caso da Microsoft, a Google, a Amazon, a Intel e a General Motors, onde todas justificaram a ausência com a pandemia de Covid-19 e a variante Ómicron.

“Depois de analisar os últimos dados da evolução do ambiente da Covid-19, a Microsoft decidiu não participar presencialmente no CES 2022”, comunicou simplesmente a tecnológica de Redmond, acrescentado que continuará a participar de forma 100% digital.

Por outro lado, de acordo com o TechCrunch, a Google adotou a mesma abordagem depois de “vigiar de perto o desenvolvimento da variante Ómicron e decidir que era a melhor escolha para a saúde e segurança das equipas”.

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Com a confirmação das ausências presenciais desses gigantes tecnológicas, a organização do CES partilhou uma pequena mensagem através da sua página no Twitter, onde indica que “mais de 2200 empresas confirmaram que estarão presentes no CES 2022”.

 

“O nosso foco continua a ser reunir a indústria tecnológica e dar aos que não possam estar presentes a capacidade de desfrutar da magia do CES de uma forma digital”, pode ler-se na mensagem, e onde acrescentam que o “O CES 2022 providenciará uma oportunidade para as empresas de todo o mundo, tanto grandes como pequenas, de lançar produtos, construírem marcas e formar parcerias”.

De informar ainda que a organização do CES aproveitou o momento para realçar que todos os participantes terão de seguir regras para entrar no recinto do CES, notando também que a edição de 2022 contará com um número mais reduzido de visitantes.

O CES 2022 terá lugar em Las Vegas, nos EUA, entre os dias 5 e 8 de janeiro.

Cerca de um terço dos sites ainda não utilizam HTTPS por padrão

Quase um terço dos sites da rede mundial de computadores ainda não usa HTTPS por padrão. O dado é resultado de uma análise Top 1 Million Analysis, promovida pelo pesquisador Scott Helme, da Infosec., e revelado pelo The Register.

De acordo com a publicação, Helme realiza a análise executando crawlers em um determinado número dos principais milhões de sites da web. Em termos gerais, o pesquisador apontou que a maioria das medidas de segurança estava no topo – excepto para certificados de verificação estendida (EV).

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Segundo o relatório, 71,7% dos sites escaneados pelo estudo redirecionaram activamente o seu rastreador para usar conexões criptografadas em HTTPS. Em setembro de 2019 eram 57,6%, apontou o pesquisador. Ao The Register, Helme pontuou que o resultado indica que a indústria está se a preparar mais para garantir segurança.

“Parece que os esforços de toda a indústria para se concentrar na implantação de mais e melhor criptografia estão realmente a valer a pena e espero que o foco e a unidade possam começar a se espalhar para outras áreas de segurança à medida que nos aproximamos do ponto de saturação para HTTPS”, disse Helme.

Moçambique: Plataforma tecnológica moderniza a procura de emprego no país

Uma plataforma tecnológica, criada e concebida por jovens moçambicanos talentosos, está a automatizar a gestão do processo de recrutamento e selecção de talentos ao emprego, em todo território do país.

Em entrevista ao suplemento informativo Economia & Negócios, a tecnologia da empresa WhireLab, permite que as empresas e instituições de recrutamento presentes em Moçambique possam efectuar a contratação de mão-de-obra em consonância com os objectivos estratégicos das mesmas, isso tudo com muita rapidez, fiabilidade e eficiência, fazendo com que possam aprimorar o trabalho dos departamentos dos Recursos Humanos.

Falando para o suplemento, Santos Mabjaia, Director-Executivo da WhireLab, diz que primeiro a plataforma apresentava-se como uma página de emprego, onde as empresas podiam anunciar apenas as suas vagas, mas consequentemente “foi evoluindo para a gestão de talentos, passando a realizar triagem de currículos, avaliação de competências técnicas e comportamentais dos candidatos, entrevistas presenciais e online, até a contratação…“.

O empreendedor ainda diz que “apercebemo-nos que as empresas estavam a avaliar mais as competências técnicas. Em razão disso, constatamos que demitiam os novos colaboradores devido à falta de competências comportamentais, porque os candidatos não se apresentavam alinhados com os valores e a cultura das empresas“.

Devido aos motivos citados acima, a equipa da WhireLab decidiu acoplar, a já existente plataforma tecnológica, uma biblioteca de testes, que consiste em uma ferramenta de avaliação de talentos no processo de recrutamento e selectivo.

“após o lançamento da biblioteca de testes, verificamos que estávamos a gerar um outro problema, pois ter conhecimento sobre uma determinada área não significa saber avaliar as pessoas nessa área. Para suprir essa lacuna abordamos profissionais experientes em determinados sectores de actividades para criarem testes, posteriormente, disponibilizados na nossa plataforma” informa Mabjaia.

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Consequentemente, o WhireLab adicionou as entrevistas na operacionalidade da sua plataforma tecnológica, visto que é através da mesma que os recrutadores ficam a conhecer os possíveis candidatos. Outro facto interessante e inovador do jovens foi trazer as entrevistas em dois modos, presenciais e online, que se adequou a realidade moçambicana,  isso tudo em um ambiente que permitisse a empresa recrutador definir o modelo ideal de entrevista para a vaga que pretende contratar.

Actualmente em Moçambique as empresas têm recebido candidaturas através do correio electrónico, o que na opinião do Director-Executivo não é muito prático processá-las, devido ao seu volume, o que só dificulta a triagem.

“como solução, as empresas podem criar uma base de dados de candidatos digital ou submeter as suas bases de dados de currículos à nossa plataforma e, assim, ela faz a devida triagem” acrescentou.

Nos últimos tempos avaliar talentos como parte do processo selectivo é uma prática frequente devido à sua eficácia em prever o sucesso de candidatos no trabalho para qual serão contratados, assim como a sua adequação à cultura da empresa e à dinâmica das equipas.

Instagram está a oferecer USD 35 mil por publicações no Reels

O Instagram está a oferecer elevadas quantias de dinheiro aos seus utilizadores para partilhar vídeos no Reels, plataforma que concorre com o TikTok.

A rede social tinha anunciado, em julho, que a empresa pagaria milhões de dólares aos criadores deste tipo de conteúdos durante 2022. Agora, há novidades quanto aos valores que estão a ser atribuídos.

No Reddit, foi anunciado que há pessoas a quem estão a ser oferecido 35 mil dólares caso os seus Reels tenham mais de 58 mil visualizações num mês. A informação corrobora com o que já tinha sido anteriormente avançado pelo Business Insider, em que se dizia que tinha sido oferecido a Sam e Corri Werrell o mesmo valor pelos conteúdos partilhados com os seus 289 mil seguidores.

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Outros utilizadores da rede social também confirmam a oferta de dinheiro pela publicação de conteúdos, crendo-se que o valor atribuído poderá depender do número de seguidores. Contudo esta é uma informação que ainda não está confirmada até porque, segundo The Verge, a forma de pagamento e os valores dos pagamentos ainda estão a ser testados.

“Continuamos a testar os pagamentos à medida que nos estendemos a mais criadores, e esperamos que estes flutuem enquanto ainda estamos a começar”, disse a empresa.

Governante defende reforço da cibersegurança nas plataformas de pagamentos

O secretário de Estado para a Comunicação Social, Nuno Caldas, informou que o Governo Angolano está a aplicar medidas duras de cibersegurança, de modo a garantir o abrandamento das ameaças ao sistema de pagamentos tecnológicos e operacionais no país, bem como aqueles que se reflictam no crescimento do Produto Interno Bruto (PIB).

O governante, que falava no lançamento da carteira digital AkiPaga, da empresa Kwattel, reforçou a importância desse projecto tecnológico, visto que foi criado e concebido por jovens angolanos e suportado tecnologicamente pela Huawei Technologies.

Para Nuno Caldas, a implementação de plataformas de serviços de pagamentos está na base do grande impulso verificado em economias de determinados países africanos no domínio do aumento do PIB e das transacções comerciais, sem esquecer o crescimento do emprego, de forma que o nosso país possa se beneficiar deste importante instrumento para alcançar avanços significativos.

“O Executivo angolano tem adoptado mecanismos de protecção de todos os dispositivos tecnológicos que são implantados em Angola. Por este facto acredito que, tal como ocorre em qualquer parte do mundo, não estamos  livres a qualquer problema de segurança, mas, de qualquer forma, ficamos satisfeitos por aquilo que nos foi apresentado, sobretudo o parceiro do projecto, a Huawei, um gigante da tecnologia mundial”, disse o secretário de Estado para a Comunicação Social.

Por fim, acrescenta o secretário, o facto de se tratar de um projecto de angolanos e além de ter uma forte componente social, tem a particularidade de ajudar o Governo Angolano nas suas pretensões de inclusão financeira, com a remessa de valores por via tecnológica para as regiões mais recônditas do território nacional.

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Na mesma senda de conversa, a directora de Planeamento e Marketing da Kwattel, Plácida Savo, revelou aos jornalistas que a empresa conta, actualmente, com cerca de 40 funcionários, mas o número tenderá a crescer à medida que o serviço for implantado em todo espaço geográfico angolano, absorvendo pequenos empreendedores que ganharão comissões na utilização dos serviços. Para a gestora do AkiPaga, considera que iniciativas do género são benéficas para os utilizadores angolanos, visto que quanto maior for a concorrência, maior será a exigência do mercado, com o que se acentua a tendência para a melhoria da qualidade e inovação no sistema financeiro e em maiores facilidades para os consumidores.

De ressaltar ainda que o lançamento do AkiPaga contou com a presença do Director-Geral Adjunto da Huawei Tecnologies para Angola, Moçambique e São Tomé e Príncipe, Wu Kui, que garantiu a disponibilidade da empresa chinesa em trabalhar para  prover suporte técnico e tecnológico em prol da melhoria do sistema de pagamentos do país, com impacto na melhoria da vida dos angolanos.

Sobre o AkiPaga, segundo o que foi revelado, é uma plataforma que oferece possibilidade de depositar e levantar pequenos ou elevados montantes financeiros sem necessidade de um banco ou ATM, por intermédio de um telefone analógico ou digital. As transacções na plataforma poderão ser realizadas em diversas regiões, inclusive em locais mais longínquos, sem necessidade de sinal de Internet., e onde actualmente, a Kwattel está a funcionar em três províncias, com perspectiva de alargamento para todo o território nacional.

Acrescentam os prelectores do projecto, que a Kwattel é uma companhia de capital 100 por cento angolano, regulada pelo Banco Nacional de Angola, contando com uma ampla rede de agentes autorizados, cuja missão é auxiliar nas operações entre o público digital e pessoas não familiarizadas com a tecnologia, além de pequenos e médios agentes comerciais que obtêm rendimentos mensais por comissões.

ISPTEC e GGPEN apresentam propostas de projectos para o sector espacial nacional

Tendo como base o Protocolo de Entendimento assinado no último mês de Novembro, o  Gabinete de Gestão do Programa Espacial Nacional (GGPEN) e o Instituto Superior Politécnico de Tecnologias e Ciências (ISPTEC), organizaram um Workshop onde apresentaram propostas de projectos no sector espacial para serem implementados pelo nosso país, na última semana.

Com o tema de “Expansão das Acções Formativas sobre a Ciência, Tecnologia e Indústria Espacial, bem como a disseminação da cultura espacial na Academia Nacional”, organizado na sede do ISPTEC, no Talatona, a cerimónia teve como objetivo apresentar propostas para projectos de investigação e desenvolvimento em Pequenos Satélites, Microfoguetes e Mecânica Orbital. Por outro lado, o GGPEN apresentou todas as iniciativas que têm vindo a desenvolver, desde 2015, que encaminhados à academia impulsionará a criação de uma rede universitária nacional de ciência e tecnologia espacial.

Todos os projectos apresentados no referido Workshop basearam-se nas linhas orientadoras da Estratégia Espacial Nacional, nomeadamente o Eixo 2: Capacitação e Promoção do Sector Espacial. O referido eixo alberga desafios como o projecto de Desenho, Construção e Lançamento do primeiro Cubesat Académico na República de Angola, que para a sua persecução, necessita a criação de um programa estruturado de capacitação em matéria espacial que abarque as áreas científicas e tecnológicas essenciais neste domínio, e por outro lado, através das formações dos utilizadores finais.

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Tendo em conta também as iniciativas do ISPTEC ligadas à propulsão e mecânica Orbital, foram ainda apresentados pelos especialistas de Balística do GGPEN, cursos de curta duração em temáticas sobre microfoguetes, mecânica orbital, bem como diversos temas para Trabalhos de Término de Curso (TTC) para os estudantes interessados do Instituto Superior Politécnico de Tecnologias e Ciências.

De referir que o ISPTEC e o GGPEN assinaram no último dia 04 de Novembro um protocolo de entendimento para a expansão das acções formativas sobre ciência, tecnologia e indústria espacial, onde essa parceria entre as duas entidades dar-se-á prioridade a acções formativas nas áreas de “sensoriamento remoto” e “sistemas de informação geográfica”, aplicados no sector petrolífero, “comunicação via satélite”, bem como projectos de investigação e desenvolvimento no domínio dos pequenos satélites, foguetes e mecânica orbital.

Acrescentar ainda que um outro objectivo presente no acordo entre as duas instituições, visa promover a formação em tecnologias relevantes para o sector espacial, criar e capacitar quadros neste domínio, apoiando o desenvolvimento sustentável, através das tecnologias aeroespaciais. Tendo isso como base, estar-se-á a contribuir para o posicionamento da academia nacional no prisma regional e na cimentação do binómio academia e indústria, por via da promoção e desenvolvimento de produtos e serviços baseados em tecnologia espacial.

WhatsApp traz novas funcionalidades nas interfaces do aplicativo

BERLIN, GERMANY – FEBRUARY 25: The Logo of instant messaging service WhatsApp is displayed on a smartphone on February 25, 2018 in Berlin, Germany. (Photo by Thomas Trutschel/Photothek via Getty Images)

Nos últimos tempos, o WhatsApp tem trago muitas novidades para os seus utilizadores, onde boa parte dessas novas funcionalidades tem a haver muito com  a interface do aplicativo móvel. Segundo a empresa, essas novas funcionalidades tem como objectivo principal dar maior privacidade aos usuários, mas sempre com muita praticidade e simplicidade ao utilizar o maior aplicativo de mensagens mundial.

Focando ainda mais na interface do aplicativo, noticias dão conta que o WhatsApp está a testar duas novas melhorias nesse quesito, e que poderão estar disponíveis para os utilizadores muito em breve.

Segundo o que revela o WaBetaInfo, a primeira novidade está numa das funcionalidades mais interessantes e mais usadas do WhatsApp, isto é, as chamadas de voz, que têm aumentado com o crescimento deste serviço.

De acordo com o que foi descoberto na versão de testes do WhatsApp para iOS(foto), podemos notar um arrumar de todos os elementos presentes. Com esta nova interface, mais moderna e mais compacta, os usuários vão ter mais organização e espaço disponível. Esta nova funcionalidade vem para ser útil nas chamadas de voz em grupo.

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Por outro lado, a segunda novidade do WhatsApp, que também ainda está em testes, vai lembrar aos utilizadores que este serviço usa cifra em toda a comunicação das mensagens. Assim, e caso se aplique, os utilizadores ficam com a garantia de que as suas comunicações estão seguras e privadas.

De referir que esta última funcionalidade não trás nada de novo para o serviço ou para as apps móveis, mas garantem ao utilizador a segurança de estar num ambiente mais seguro e onde as suas conversas não podem ser ligas, nem mesmo pelo WhatsApp ou mela Meta.

Estas novidades vão ser testadas e espera-se que cheguem muito em breve aos utilizadores, e onde foram detectadas agora na versão iOS, mas espera-se que cheguem muito em breve ao Android, cobrindo assim todas as apps móveis.