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Oculus Quest, um novo dispositivo de Realidade Virtual

No ano de 2016, o primeiro Oculus Rift foi entregue, dando assim abertura a uma nova era para os usuários que decidiram ter acesso à realidade virtual.

Depois da sua primeira versão, a empresa acabou por apresentar ontem o seu mais novo dispositivo. O novo Oculus Quest é considerado um “All-in-one“,  uma versão para o consumidor do que anteriormente era conhecido como Projecto Santa Cruz. Ele usa controladores de movimento semelhantes ao Oculus Touch e quatro câmaras grande angulares fornecem rastreamento posicional que permite que as pessoas percorram o espaço virtual.

Segundo Hugo Barra (CEO da Oculus), o dispositivo foi “feito para jogos”, distinguindo-o dos outros dispositivos móveis da Oculus, mais focados em vídeo. Garantiu ainda que a empresa vai investir significativamente nesta nova plataforma.

Quanto as características, o mesmo conta com uma resolução de 1600 x 1440 por olho, mas com a opção de ajustar o espaçamento da lente, inclui alto-falantes embutidos que canalizam o som para os ouvidos dos usuários, mas supostamente com graves aprimorados. Quanto ao preço, o mesmo custará 399 USD.

SACS começa a ser comercializado em Fevereiro de 2019

José de Carvalho da Rocha, ministro das Telecomunicações e Tecnologias de Informação, informou nesta Quinta-feira, em Luanda, que a entrada operacional, bem como a comercialização do SACS, acontecerá em Fevereiro de 2019 e vai revolucionar as telecomunicações no país.

O governante garantiu que, o objectivo é melhorar e tornar as comunicações mais rápidas neste acesso internacional que têm até esta data sido alvo de constante reclamações, segundo as quais são muito lentas e caras. “Este acesso vai permitir melhoramentos na qualidade de comunicação, para além de ser um marco importante para o nosso país, por ser o primeiro-cabo que liga a África e América do Sul, o que representa um ganho substancial“, disse o ministro.

Já António Nunes, o CEO da Angola Cables, avança que o SACS está pronto para entrar em funcionamento e aberto ao tráfego. O novo circuito de informação digital é a primeira e mais rápida ligação entre o continente africano e as américas, com a menor latência e capacidade de fornecer um roteamento mais directo para o tráfego da Internet no Hemisfério Sul.

Segundo António Nunes, a capital do país se conectará a Londres e Miami com aproximadamente 128 milésimos de segundos de latência. Estes dois principais hubs de conteúdos, posicionarão Angola como um ponto estratégico para servir a região transatlântica com baixa latência e conexões resilientes.

Estima-se que as comunicações directas, entre a África e as américas, geram várias vantagens em todo o mundo para provedores de serviços de Internet (ISPs), provedores de serviços em nuvem (CSP’s) e provedores de conteúdo superiores (OTTs) que usam essas conexões.

Ataque ao Facebook deixa 50 milhões de utilizadores expostos

O Facebook admitiu esta sexta-feira que foi alvo de um ataque à sua rede de computadores que deixou expostos os dados de 50 milhões de utilizadores. Os hackers usaram uma falha que permitia assumir controle do perfil dos outros.

A empresa descobriu a intrusão no início da semana, ao perceber que os hacker descobriram uma falha no código da rede social que lhes permitiu aceder às contas. O Facebook diz que resolveu a vulnerabilidade e apresentou queixa às autoridades.

Desde Quinta-feira (27) à noite, diversos usuários perderam o login do Facebook e do Messenger, e foram obrigados a fazer login novamente. Alguns relatam que não recebem o código SMS para autenticação por dois factores; outros se deparam com um feed de notícias cheio de posts antigos.

Na manhã desta sexta-feira, cerca de 90 milhões de utilizadores tiveram de sair e voltar a entrar nas suas contas, um procedimento habitual quando acontecem este tipo de ataques. O Facebook diz não ter ideia de quem são os hackers nem qual o grau de acesso que tiveram aos dados da rede social.

Estima-se que mais de 2 mil milhões de pessoas usam o Facebook diariamente em todo o mundo e outros tantos usam as redes WhatsApp e Instagram, também detidas pela empresa.

53% das PME foram alvo de ciberataques em 2017

O relatório Cisco SMB Cybersecurity Report, refere que mais de metade (53%) das pequenas e médias empresas (PME) sofreram falhas de segurança em 2017. O relatório inquiriu 1.816 pequenas empresas (de 0 a 250 colaboradores) e médias empresas (250 a 500 colaboradores), de 26 países.

Cada vez mais, as PME estão a tornar-se o alvo dos ciberataques. Quer se trate de vítimas directas ou de pontas de lança para ataques mais vastos, a grande maioria delas conta com uma infraestrutura de segurança menos sofisticada do que as grandes empresas, menos experiência e maior falta de colaboradores qualificados para gerir e responder às ameaças.

Quatro em cada dez empresas consultadas (39%) admitiram que menos de metade dos seus sistemas foram afetados por um ataque grave, enquanto 40% das empresas médias sofreram uma paralisação dos sistemas durante 8 horas ou mais como consequência. Embora as empresas consultadas tenham gerido uma média de 5.000 alertas de segurança diariamente, apenas 54% são investigados (55,6% no caso de médias empresas). Dos alertas investigados, 37% são legítimos. E desses, 41% ficam por reparar, com o consequente risco para as organizações.

Os ataques contra colaboradores, como phishing (79%), ameaças avançadas permanentes (77%), ransomware (77%), ataques de DDoS (75%) e a proliferação do fenómeno BYOD (74%) são as cinco preocupações principais da segurança para as PME.

Da mesma forma, a maioria das PME reconhece que à medida que criam um ambiente mais heterogéneo de produtos e de fornecedores, aumentam as suas preocupações. 77% das médias empresas consideram difícil ou muito difícil organizar os alertas provenientes das várias soluções de segurança.

Com isso, as PME devem ter planos de recuperação e reforçar a formação e conscientização dos seus colaboradores. Tal como actualizar a segurança dos seus terminais para se protegerem melhor de malware avançado, melhorar a segurança das suas aplicações contra os ataques web (18%), bem como implementar soluções de prevenção de intrusões, ainda considerada uma tecnologia fundamental para impedir os ataques à rede (17%).

Em Angola não temos relatórios do gênero, mas será que as nossas pequenas empresas têm investido na segurança?

Facebook Stories chega aos 300 Milhões de usuários

O Facebook anunciou esta Quarta-feira (26/9), durante a apresentação no Advertising Week, que aconteceu em Nova Iorque, que o Stories atingiu a marca de 300 milhões de usuários diários.

A rede social anunciou ainda que os anunciantes em todo o mundo têm a oportunidade de alcançar seu público-alvo com os anúncios do Facebook Stories. Os anúncios nos Stories funcionam em ecrã completo, o que tornam “o conteúdo mais imersivo e proporcionam aos anunciantes a oportunidade de gerar resultados em todo o canal de marketing”.

Quando formamos a equipa pela primeira vez, trouxemos cineastas para entender as lógicas em torno da narração de histórias e da produção cinematográfica , afirma Dantley Davis, director de design do Facebook Stories. Estamos a trabalhar em formatos para permitir que as pessoas capturem o vídeo e transformem em algo especial.

O Facebook tem abordado análises mais científicas para determinar quais ferramentas criativas devem ser lançadas. Liz Keneski, gerente de pesquisa de experiência do usuário no Facebook, diz que a empresa investe em viagens de investigação, testes internos e grupos focados para moldar os produtos da rede social.

As pessoas usam as Stories cada vez mais para partilhar as suas experiências, pois é um formato especialmente visual que lhes permite libertar a sua criatividade. No Facebook, queremos ajudar a tornar essa experiência ainda mais enriquecedora não apenas para as pessoas, mas também para as marcas, que poderão alcançar os seus públicos de uma forma muito mais inovadora e eficaz, disse Irene Cano, Country Manager Ibéria do Facebook.

Cabo submarino SACS está oficialmente operacional

Depois de se ter avançado a data oficial do funcionamento do cabo submarino SACS, a Angola Cables comemorou ontem 27 de Setembro de 2018, no Hotel Palmeiras, este grande feito. A NEC Corporation, fabricante e companhia que instalou o SACS, procedeu a entrega formal da empreitada, considerando-se assim como concluído o primeiro sistema de cabos submarinos que liga África e América, atravessando o Hemisfério Sul.

Segundo António Nunes (CEO da Angola Cables), neste momento o tráfego da Internet do país está a ser movimentado pelo SACS, devido ao corte registado no WACS, muito recentemente. “Isso aconteceu numa fase em que o SACS estava ainda em testes mas, por verificarmos que tudo estava dentro dos parâmetros, e pela urgência que tínhamos, tivemos que baldear todo o tráfego para este sistema”. Por isso, conforme fez saber, “em boa hora termos concluído o SACS dentro do prazo definido e orçamento, senão estaríamos a enfrentar um grande problema”.

O SACS vai tornar as comunicações com a América, principal centro de produção e armazenamento de conteúdos, produtos e serviços, cinco vezes mais rápida e vem diminuir a dependência ao WACS, que liga 11 países africanos e três europeus. Com esta rota diminui significativamente a dependência à Europa, porque as comunicações de Angola e do resto da região deixam de cruzar a Europa para chegar à América, uma vez que agora a ligação é directa, passando de 360 para 63 milésimos de segundos.

Hacker promete apagar o perfil de Zuckerberg no Facebook

Um hacker “White Hat”, termo que identifica os hackers que se identificam e informam sobre vulnerabilidades dos sistemas informáticos, de Taiwan vai transmitir em directo no próximo Domingo o processo de eliminação do perfil do Facebook de Mark Zuckerberg.

O hacker já é conhecido no seu país, por suas façanhas. Recentemente, ele publicou em sua página do Facebook que conseguiu comprar 502 iPhones por US$ 0,03 graças a falhas encontradas no Apple Pay e no site da própria companhia. O pedido foi cancelado na sequência, pois a intenção era apenas mostrar a existência de problemas.

O hacker chama-se Chang Chi-yuan e faz parte do quadro de honra dos melhores caçadores de erros do serviço de mensagens japonês Line. Este ano Chi-yuan foi processado por uma empresa de transportes rodoviários de Taiwan por ter conseguido alterar o sistema de bilhetes para comprar um bilhete por apenas um dólar de Taiwan.

Se acontecer, o ataque não será o primeiro feito na página oficial de Mark Zuckerberg. Em 2011, um hacker conseguiu, com sucesso, publicar na conta do executivo uma actualização e sugeriu que a rede social permitisse que usuários investissem no Facebook, em vez de procurar por bancos e investidores.

Chang já afirmou no Facebook que descobre buracos de segurança para ganhar algum dinheiro. O Facebook tem um programa de recompensas aos especialistas de segurança que consigam mostrar as vulnerabilidades dos sistemas da sua plataforma.

Se o Facebook não bloquear a transmissão o feito será levado a cabo no Domingo às 6 da tarde em Taiwan, 11 da manhã em Luanda.

Primeiro smartphone com memória RAM de 10 GB será lançado em breve

O mercados dos smartphones continua a crescer e a surpreender, além da Apple, Samsung e a Huawei, muitas empresas decidiram agora apostar nos seus hardwares, para assim satisfazerem as exigências dos usuários.

A marca Oppo lançou o smartphone denominado Find X em Junho deste ano e surpreendeu ao apresentar um dispositivo com design avançado e óptimas configurações, uma combinação de 8 GB de RAM e Snapdragon 845. Agora tudo indica que, a empresa está a preparar algo ainda maior com o lançamento de uma nova versão do mesmo smartphone com uma memoria RAM de 10 GB.

Essa informação foi já confirmada pelo TEENA, (Órgão de regulador das telecomunicações na China), que publicou no seu site o documento de homologação da nova versão do Find X. Este será o primeiro smartphone do mundo a ter 10 GB de RAM, mas ainda não há indício de quando o modelo será lançado.

Adolescente que invadiu servidores da Apple já foi julgado

Recentemente surgiu a informação  garantindo que, os serviços internos da Apple foram invadidos por um hacker australiano, de apenas 16 anos, que conseguiu aceder aos dados da multinacional e transferir alguns ficheiros.

Segundo dados avançados pela imprensa,  o jovem conseguiu roubar quase 1 TB em dados sigilosos, e foi julgado nesta semana pela Justiça do país, segundo a nossa fonte. Ele se declarou culpado, mas não será preso. Visto que, o mesmo garantiu que estava fascinado pela gigante de tecnologia e achou o acesso às suas redes viciante.

A invasão ocorreu em dois períodos, entre Junho de 2015 e Novembro de 2016, e em Abril de 2017.

O adolescente explorou uma rede virtual privada usada por pessoas autorizadas para se conectar remotamente aos sistemas internos da Apple, disse o magistrado. Ajudado por outro jovem, ele posteriormente enviou um script de computador ao sistema que criava um túnel de shell seguro – um método de acessar sistemas e contornar firewalls, permitindo que eles removessem dados mais rapidamente. Durante os ataques, o adolescente conseguiu acessar as políticas de segurança interna e salvar as chaves de autenticação, disse o magistrado.

Uma das acusações no caso, relacionada à modificação de dados não autorizada e imprudente, leva uma sentença máxima para adultos de 10 anos de prisão, enquanto uma segunda ofensa de acesso não autorizado de dados é punível com até dois anos de prisão, o tribunal tinha a capacidade de impor termos potenciais de prisão de dois anos por um encargo e 12 meses pelo outro, mas como o réu mostrou remorso e cooperou com as autoridades, a condenação foi focada na reabilitação.

África é uma das regiões mais afectadas pelas infecções por USB

Os dispositivos USB, mais conhecidos por espalhar infecções entre computadores desconectados, foram aproveitados pelos ciber-atacantes como um veículo de distribuição eficaz e persistente para malwares de mineração de criptografia.

Embora o alcance e o número de ataques sejam relativamente baixos, o número de vítimas aumenta ano a ano, de acordo com uma análise da Kaspersky Lab sobre ameaças à mídia USB e removíveis em 2018.

A lista das 10 principais ameaças que visam os dispositivos removível, conforme detectado pelo Kaspersky Security Network (KSN), é liderada desde pelo menos 2015, pelo malware Windows LNK. Os dados da Kaspersky Lab mostram que algumas das infecções detectadas em 2018 datam de anos anteriores, indicam uma infecção prolongada que provavelmente teve um impacto negativo significativo no poder de processamento do dispositivo da vítima.

Os mercados emergentes, onde os dispositivos USB são mais amplamente usados ​​para fins comerciais, são os mais vulneráveis ​​à disseminação de infecções maliciosas por dispositivos removível – com a África, a Ásia e a América do Sul entre as mais afectadas. Mas sucessos isolados também foram detectados em países da Europa e da América do Norte.

Segundo Denis Parinov, Pesquisador de antimalware da Kaspersky Lab, “os dispositivos USB podem ser menos eficazes na disseminação de infecções do que no passado, devido à crescente conscientização de sua fraqueza na segurança e ao declínio do uso como ferramenta de negócios, mas nossa pesquisa mostra que eles continuam a ser um risco significativo que os usuários não devem subestimar“.

A Kaspersky Lab recomenda as seguintes etapas para proteger o uso de dispositivos USB:

  • Tenha cuidado com os dispositivos que você conecta ao seu computador;
  • Invista em dispositivos USB criptografados de marcas confiáveis. Dessa forma, você saberá que os seus dados estão seguros, mesmo se você perder o dispositivo;Certifique-se de que todos os dados armazenados no USB também estejam criptografados;
  • Ter uma solução de segurança que verifique todos os dispositivos removíveis em busca de malwares antes que elas estejam conectadas à rede, pois até mesmo marcas confiáveis ​​podem ser comprometidas por meio de sua cadeia de suprimentos.
 Conselhos adicionais para empresas:
  • Gerencie o uso de dispositivos USB: defina quais dispositivos USB podem ser usados, por quem e por que;
  • Instrua os funcionários sobre práticas seguras de USB, principalmente se eles estiverem a mover o dispositivo entre um computador doméstico e um dispositivo de trabalho
  • Não deixe USBs espalhados ou em exibição.