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EUA revelam novas regras de protecção de dados do consumidor

O governo norte-americano convocou, no dia 25 de setembro, comentários do público sobre uma “nova abordagem à privacidade dos dados dos consumidores” que poderia desencadear novas regulamentações das empresas de Internet.

O Departamento de Comércio dos EUA disse que o anúncio é parte de um esforço para “modernizar a política de privacidade de dados dos EUA para o século 21”. 

O comunicado do Departamento de Comércio avança que a agência está focada em “resultados desejados” para a privacidade, em vez de ditar práticas específicas. Mas planeja buscar comentários públicos sobre práticas de transparência – como os dados são colectados e usados ​​- bem como salvaguardas de segurança.

A medida segue a implementação, este ano, das regras de proteção de dados impostas pela União Européia, e uma nova lei de privacidade promulgada na Califórnia. Ambas as medidas afetarão as empresas de Internet cujos sites podem ser acessados ​​em todo o mundo. 

A privacidade e a protecção de dados ganharam maior destaque em resposta a essas novas leis e também devido às crescentes preocupações sobre como os dados privados são tratados após revelações sobre o sequestro de milhões de perfis de usuários do Facebook por uma consultoria política antes da eleição de 2016.

David Redl, diretor da Agência Nacional de Telecomunicações e Informação, disse que os Estados Unidos têm uma longa história de protecção à privacidade individual, mas nossos desafios estão a crescer à medida que a tecnologia se torna mais complexa, interconectada e integrada ao nosso dia a dia.

Os usuários de plataformas online “devem ser capazes de acessar e corrigir razoavelmente dados pessoais que tenham fornecido”, acrescentou o comunicado. “As organizações devem tomar medidas para gerenciar o risco de divulgação ou uso prejudicial de dados pessoais.”

Sabendo que muitas vezes as leis americanas servem de base para outras leis a nível mundial, quanto tempo demorará para outras agências nacionais.

China fecha mais de 4 mil sites ilegais

A China anunciou a conclusão de uma campanha contra a disseminação de conteúdo nocivo, que resultou no encerramento de mais de quatro mil sites, páginas ou contas em redes sociais.

Entre os alvos estavam as “fake news e serviços que disponibilizavam material relacionado à pornografia, jogos de azar, violência ou que contavam com elementos que infringiam direitos autorais.

A iniciativa teve início em maio e durou cerca de três meses. Neste período, as autoridades chinesas atacaram 120 violações e determinaram que 230 empresas corrigissem irregularidades. O acesso à informação e internet na China é amplamente regulado pelas autoridades, que impedem o acesso dos usuários a conteúdo considerado contrário aos interesses da nação, bem como aqueles que vão contra seus códigos de conduta.

Além de dissidentes políticos e símbolos de discursos contrários à ordem vigente, como é o caso de sites ligados a governos inimigos ou ligados aos ensinamentos de Dalai Lama, também são inacessíveis serviços como Netflix, Telegram, YouTube, Instagram e outros.

No total, mais de 147 mil pedaços de informações consideradas prejudiciais foram removidos pelo governo local até o final de agosto, conforme aponta a reportagem, que cita dados do National Office Against Pornographic and Illegal Publications, da China. O comunicado do órgão regulatório, entretanto, é pouco específico. Apesar de citar especificamente os termos que levaram à retirada do conteúdo do ar, o texto dá poucos detalhes sobre o que, exatamente, foi removido.

A ideia, de acordo com as autoridades, era impedir diferentes instâncias de publicações irregulares, que iam desde a publicação de rumores até a disseminação de conteúdo que vão contra os princípios da China.

SACS uma nova via que conecta África e as Américas

O Sistema de Cabo do Atlântico Sul (SACS) está agora em operação e aberto ao tráfego comercial. A nova rodovia de informação digital é o primeiro e mais rápido elo entre a África e as Américas com a menor latência e fornecerá um roteamento mais direito para o tráfego da Internet no Hemisfério Sul.

O SACS da Angola Cables foi fabricado pela NEC Corporation e é um dos sistemas de telecomunicações submarinos mais avançados a entrar em operação comercial  e a conectar Angola (África) e Brasil (América do Sul).

O SACS oferece alta qualidade de serviço e melhor latência de até 60% em relação às opções actuais de roteamento. O cabo também contribuirá para reduções nos custos de tráfego de dados entre a América do Sul e a África, oferece economias para as operadoras que, por sua vez, poderiam ser repassadas aos usuários finais e clientes.

O SACS é uma nova via para dados entre redes, grandes provedores de conteúdo e alguns dos mercados que mais crescem para o consumo de dados.

O cabo permitirá aos provedores de serviços de internet e usuários africanos um caminho mais direito e seguro para as Américas – sem ter que passar pela Europa. Os provedores de serviços de conteúdo na América Latina também poderão se beneficiar com a opção de usar a rota SACS para alcançar mercados em África e na Europa sem utilizar os tradicionais e de alto volume, rotas de tráfego de internet do Hemisfério Norte.

O SACS é detida e gerido em 100% pela Angola Cables, concebida com uma tecnologia WDM coerente de 100 Gbps numa solução de ponta à ponta. Com 4 pares de fibra, oferece uma capacidade total de projecto de 40 Tbit/s entre Fortaleza (Brasil) e Luanda (Angola).

O comissionamento do cabo SACS é um salto gigantesco na conectividade transatlântica e terá um impacto profundo na conectividade digital global e deverá acelerar a actividade comercial nos sectores das TICs e estimular as economias emergentes na América Latina e em África.

Luanda acolhe conferência internacional sobre “As TIC’s na Tributação”

Não deve ser novidade para ninguém que o sistema tributário angolano está a sofrer mudanças, e a nível de tecnologias de informação as mudanças também estão a acontecer, a prova viva disso é a existência de um Portal do Contribuinte moderno e eficaz, bem como um sistema aduaneiro automatizado.

Uma conferência internacional sobre “As TIC’s na Tributação” será realizada, nesta quinta-feira, em Luanda, no âmbito das tarefas da coordenação dos pareceres técnicos e dos Tratados Internacionais do Centro de Estudos Tributários. Os participantes ao encontro vão reflectir em torno da  tributação e a importância do uso das tecnologias de informação e comunicação no processo de arrecadação de receitas  em Angola.

O encontro,  que  aguarda a participação de diversas entidades nacionais e internacionais  envolvidos no processo de reforma do sistema fiscal,  prevê  anúncios  e  esclarecimentos  sobre  as  alterações  actuais introduzidas  no procedimento  tributário  angolano, em termos  tecnológicos.

Com este evento, de acordo com a informação avançada pela nossa fonte, as alterações ao sistema tributário angolano, que têm sido desenvolvidas ao longo dos últimos anos, pela  AGT, começam a entrar numa fase “crucial” de implementação, havendo  necessidades  da  introdução de mecanismos tecnológicos capazes de acompanhar a evolução do sistema tributário de outras congéneres.

A AGT entende que a aprovação e entrada em vigor de novos diplomas, como a Pauta Aduaneira – Versão 2017 e o IVA (Imposto sobre o Valor Acrescentado), entre outros, são um “potencial de tensão” com contribuintes, o que torna imperioso esclarecer alguns conceitos e  medidas  para  que o processo de pagamento  de impostos seja fácil,   rápido e  eficaz.

Cabo submarino SACS entra em funcionamento amanhã

Em tempos surgiu a informação de que, estava previsto a entrada de funcionamento do SACS em Agosto, mas por algum motivo o mesmo não aconteceu, mas segundo a nota de imprensa da Angola Cables, já encontra-se tudo preparado.

O SACS entra em operação a partir de quinta-feira, 27 de Setembro de 2018, altura em que a empresa construtora do sistema, NEC Corporation, procederá à entrega da empreitada, em Luanda, no Hotel Palmeiras, em Talatona, num evento que contará com a presença das autoridades do sector em Angola.

O Sistema de Cabos Submarinos do Sul do Atlântico (SACS) está pronto para entrar em funcionamento e aberto ao tráfego. O novo circuito de informação digital é a primeira e mais rápida ligação entre o continente africano e as Américas, com a menor latência e capacidade de fornecer um roteamento mais directo para o tráfego da Internet no Hemisfério Sul.

As velocidades de transferência de dados serão consideravelmente melhoradas (cinco vezes mais rápido do que as rotas de cabos existentes), reduzindo a latência de Fortaleza (Brasil) para Luanda (Angola) de 350 a 63 milésimos de segundo. Luanda, também se conectará a Londres e Miami com aproximadamente 128 milésimos de segundos de latência. Estes dois principais hubs de conteúdos, posicionarão Angola como um ponto estratégico para servir a região transatlântica com baixa latência e conexões resilientes.

Segundo António Nunes (CEO da Angola Cables), estima-se que as comunicações directas entre a África e as Américas geram várias vantagens em todo o mundo para provedores de serviços de Internet (ISPs), provedores de serviços em nuvem (CSP’s) e provedores de conteúdo superiores (OTTs) que usam essas conexões. Esta nova rota mudará a dinâmica do tráfego da Internet no Hemisfério Sul e, combinado com o Monet e o WACS, alterará drasticamente as opções globais de roteamento de tráfego digital, sobretudo, porque o SACS é uma nova via para dados entre redes, grandes provedores de conteúdo e alguns dos mercados que mais crescem para o consumo de dados.

O cabo permitirá aos provedores de serviços de Internet e utilizadores africanos um caminho mais directo e seguro para as Américas – sem ter que passar pela Europa. Os provedores de serviços de conteúdo na América Latina também poderão se beneficiar com a opção de usar a rota SACS para alcançar mercados em África e na Europa, sem utilizar os tradicionais e de alto volume, rotas de tráfego de Internet do Hemisfério Norte.

Os co-fundadores do Instagram demitiram-se do Facebook

Depois do responsável responsável pela segurança do Facebook ter decidido abandonar a empresa, agora os co-fundadores do Instagram decidiram seguir pelo mesmo caminho, lembrando ainda que, o Instagram é até ao momento, a aquisição de maior sucesso do Facebook.

Kevin Systrom e Mike Krieger, co-fundadores do Instagram, renunciaram ontem à empresa de compartilhamento de fotos. Segundo uma mensagem deixada pelos mesmos, garante que ambos estão a planear tirar um tempo para explorar novamente as suas  curiosidades e criatividade, e dizem ainda que, “Construir coisas novas requer que recuemos, entendamos o que nos inspira e combinamos com o que o mundo precisa; é o que planeamos fazer“.

O crescimento da rede social em questão desde 2012 é em grande parte um produto da visão de Systrom e Krieger, o uso estratégico dos recursos do Facebook e a disposição de competir agressivamente com o Snapchat. O Instagram cresceu de 13 funcionários para mais de mil, com escritórios em todo o mundo.

Agora, a saída de Systrom e Krieger pode afectar a capacidade da rede social de gerenciar suas crises contínuas em torno da interferência eleitoral, notícias falsas e uma percepção geral do público de que o Facebook não é mais saudável para a sociedade ou a democracia.

Vale aqui frisar que, o Instagram tem sido posicionado como uma alternativa de rápido crescimento e sucesso para o Facebook para usuários adolescentes e para aqueles desiludidos pelas violações de privacidade do Facebook e seu maior impacto na vida digital. Sem Systrom e Krieger no comando, o Instagram pode lutar para continuar a crescer no ritmo anterior.

Microsoft Office 2019 para Windows e Mac será lançado hoje

Recentemente a Microsoft lançou a versão preview do Office 2019, mas hoje, a empresa irá lançar oficialmente a a versão completa do pacote Office. A actualização foi criada para empresas e consumidores que não optaram pelo serviço Office 365 da Microsoft com actualizações de recursos mensais. O Office 2019 é essencialmente um subconjunto de recursos que foram adicionados ao Office 365 nos últimos três anos e inclui actualizações para o Word, Excel, PowerPoint, Outlook, Project, Visio, Access e Publisher.

Novidades:

A Microsoft também está a trazer o modo de foco para o Word, juntamente com um novo tradutor e melhorias de acessibilidade. Transições morfológicas, suporte ao modelo SVG e 3D, execução na sequência de cliques e exportação de vídeo em 4k estarão disponíveis ao PowerPoint.

Juntamente com essas actualizações de recursos individuais, o Exchange Server 2019, o Skype for Business Server 2019, o SharePoint Server 2019 e o Project Server 2019 também serão liberados para empresas nas próximas semanas. O Office 2019 em si estará disponível primeiro para clientes de licença de volume comercial hoje, seguido por consumidores e outros clientes corporativos nas próximas semanas.

Ansioso para testar essa nova versão?

Conheça a quota de mercado de telefonia móvel de Angola do ano 2017

No ano passado, demonstramos a quota de mercado do segmento de telefonia do ano 2016 tendo assim apresentado que a Unitel deteve 73%,  deixando assim a Movicel com apenas 27%.

Segundo dados fornecidos pelo Instituto Nacional das Comunicações (INACOM), no ano de 2017, a “Unitel teve uma quota de mercado de 75%”, com cerca de dez milhões de clientes espalhados pelas 18 províncias, enquanto a “Movicel teve uma quota de 25% do mercado”.

Com essas estatísticas do INACOM, a Unitel mostrou mais uma vez que, continua ainda a ser o grande líder do mercado de telefonia móvel de Angola, visto que em relação as estatísticas do ano 2016, a Unitel teve um crescimento de 2%. É importante ainda salientar que este cenário poderá mudar nos próximos anos, visto que teremos mais duas operadoras de telefonia móvel a funcionar em Angola. 

Será que este cenário irá mudar em breve?

Operadoras de telecomunicações em Angola podem reduzir custos

O Comité de Coordenação de Infra-estruturas de Comunicações Electrónicas (INFRACOM) considera que o processo de partilha de equipamentos de telecomunicações tem resultado e visa reduzir os custos de investimentos e operacionais das operadoras.

Infracom

O presidente do conselho de administração do Instituto Angolano das Comunicações, Leonel Inácio Augusto, disse durante o Fórum Económico da Semana do Brasil, em Luanda, que existe o INFRACOM, presidido pelo INACOM, e no âmbito desse órgão têm sido realizados encontros mensais com as operadoras para avaliar formas de optimizar a infra-estrutura existente e também da mesma a ser utilizada pelas várias empresas do sector.

De forma a garantir o controlo e coordenação do respectivo regulamento, aprovado pelo Decreto Presidencial n.º 166/14, de 10 de Julho, as operadoras não podem fazer duplicação de investimentos, sendo que, em zonas onde já há infra-estruturas de telecomunicações boas para partilha, as empresas devem repartir o espaço para reduzir os custos de investimentos e aumentar a cobertura pelo País.

Leonel Augusto sublinha que, o investimento na área de telecomunicações é sempre de muito alto montante, é um sector de capital intensivo para garantir as comunicações electrónicas para as populações, com necessidade de se investir na parte de energia, transmissão e noutros itens que vêm do exterior do País.É necessário perceber que as antenas estão ligadas aos equipamentos activos, e aí não é necessária a partilha, mas a obrigatoriedade de uso conjunto recai nos equipamentos passivos, como as torres e o espaço, numa primeira fase. 

Está a ser feito um estudo para perceber os custos operacionais das empresas de telecomunicações, e com base nisso será publicado um documento com informações com base ao modelo actual, explica o PCA.

conheça app que permite aos pais desligarem os smartphones dos filhos à distância

O aplicativo Family Link, desenvolvido pela Google, permite que os pais possam gerenciar o uso do smartphone dos filhos, criar uma relação mais saudável com a tecnologia e até desligá-los à distância.

Lançada em 2017 nos Estados Unidos, a aplicação permite aos pais “criar regras básicas digitais”, como temporizadores e barramentos para aplicativos, e até saber onde o menor está (desde que esteja com o smartphone).

O app foi lançado, inicialmente, para crianças com menos de 13 anos, mas também pode ser usado com adolescentes, com a diferença de que eles são livres para desligar a supervisão se quiserem, mas deixa os pais informados sobre a decisão. 

A forma como a Family Link funciona é simples

Os pais que se preocupam mais com a actividade digital das crianças, podem instalar num sistema iOS ou Android a aplicação para pais e, depois, sincronizar esta com a conta que utiliza nos dispositivo utilizado pelos filhos.

O Family Link também disponibiliza recursos como acesso a relatórios de actividades que mostram o tempo gasto em aplicativos, gerenciamento dos aplicativos onde o responsável recebe solicitações de aprovação para que o usuário faça downloads na Play Store, recomendações e a possibilidade de instalação de aplicativos diretamente no dispositivo do usuário.

O lançamento desta aplicação e estas novas ferramentas de controlo têm sido uma das soluções apresentadas pelas empresas de TI para os perigos a que os mais jovens estão expostos online e ao “vício” dos smartphones.