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Domingo, Março 29, 2026
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Angola precisa de um motor de busca nativo?

Este artigo foi enviado por Délcio Cabanga. Quer partilhar conhecimento com os demais seguidores do MenosFios? Siga os passos.

Responder à pergunta que dá o título ao artigo, sugere antes, fazer algumas considerações importantes.

Um motor de busca (Search Engine) é um mecanismo de pesquisa que agrega e apresenta de forma metódica conteúdos provenientes de uma ou mais. Estes apresentam várias classificações, todavia, interessa-nos o tipo GLOBAL – procura tudo existente na internet.
Dos motores de busca global, três são muito conhecidos e são todos Americanos (EUA); nomeadamente o Google, Bing e o Yahoo. Analisemos então estes mecanismos de forma simples e objectiva:

A Empresa Google, com o seu mecanismo Google Search que é extremamente poderoso, tenciona agregar todo conteúdo da internet (web visível), porém, a mesma atropela o conceito PRIVACIDADE. O Google search em comunhão com o navegador Chrome (Propriedade do Google) rastreia tudo que nele se faz, criando um perfil que é armazenado na base de dados do Google. As políticas de privacidade desse Gigante não garantem a isenção de partilha de informação com Governo Americano. Vale aqui lembrar, que, mesmo com essa falha (possivelmente intencional) grave, o Google é o Google!

Relativo ao Bing e ao Yahoo, que também são excelentes ferramentas de pesquisa, ambos apresentam a mesma filosofia no que toca a PRIVACIDADE. Ambos têm acordo na área de pesquisa; Muitos (se não todos) dos resultados do Yahoo search são fornecidos pelo robot (software de pesquisa) do Bing. Tal como o Google, o Bing é o Bing, e tem muito por dar.
Pelas referências acima, podemos ver que estes motores de busca modelam os usuários destes serviços, pondo em causa a PRIVACIDADE que é um aspecto literalmente essencial, principalmente quando o assunto for espionagem (Caso Facebook). A Europa e a Asia, observando este aspecto, decidiram investir na área de pesquisa com os mecanismos:

  • Yandex Search (Rússia);
  • Qwant (França);
  • Baidu (China);

No entanto, estes países estão preocupados com a PRIVACIDADE e com a tipologia de CONTEÚDOS a fornecer aos seus internautas, pois, eles têm a filosofia de que informação é PODER. Todavia, Angola não foge da possibilidade de ser um País OBSERVADO, os gigantes da web, com os seus mecanismos de pesquisa sabem o que fazemos, como pensamos e o que pensamos.

Portanto, a exemplo dos Países que tomaram a iniciativa em construir seus próprios motores de busca, Angola deve seguir os mesmos passos, não apenas pela PRIVACIDADE, também por ser independente e ter as suas PRÓPRIAS FILOSOFIAS (conteúdos próprios, linguagem própria.

Finalmente os usuários terão a opção de limpar os seus dados no Facebook

Recentemente o Facebook ficou com uma má reputação após o sucedido no caso da Cambridge Analytica, mas a rede social já garantiu que irá notificar os usuários cujos dados foram acedidos.

Para colmatar a situação Mark Zuckerberg (CEO do Facebook), anunciou ontem que o site apresentará um recurso que concederá aos usuários uma medida de controle sobre seus dados. especificamente, dando a eles o controle sobre o quanto de informações da sua história é compartilhada sem aplicativos de terceiros.

O recurso, apropriadamente denominado “Limpar histórico“, exibirá seu histórico de navegação no Facebook, incluindo quais sites o usuário visitou no Facebook e em quais anúncios clicou.

Essa informação foi avançada em primeira mão ontem na conferência F8 do Facebook, o aplicativo é uma resposta óbvia à reacção do Facebook  após o escândalo da Cambridge Analytica. O próprio Zuckerberg disse em uma publicação que deu uma resposta um tanto enevoada ao interrogatório no Congresso sobre a quantidade de informações que os usuários do Facebook conseguiam controlar seus próprios dados.

Assim que essa actualização for implementada, cada usuário poderá ver informações sobre os aplicativos e websites com os quais interagiu e poderá limpar essas informações da sua conta. O usuário poderá até mesmo desactivar essa informação armazenada na sua conta.

Aplicação Kionect facilita vida de comerciantes do Quénia

A aplicação “Kionect” está cada vez mais a facilitar a vida dos comerciantes no Quénia. Foi inventada pela empresa Mastercard e pela Fundação Bill Gates. A Mastercard está a pesquisar no Quénia novas tecnologias para o mercado mundial.

O Kionect é um sistema de pedidos digitais que possibilita que pequenos proprietários de quiosques em Nairóbi possam encomendar e pagar produtos via SMS.

O objectivo é o pagamento digital em vez de dinheiro. A empresa quer ganhar 500 milhões de clientes em todo o mundo até 2020. Uma vantagem para a Mastercard e também para os comerciantes.

Cerca de 1.500 comerciantes nos bairros de lata de Nairóbi já estão cadastrados no Kionect.

Michael Elliott, um dos executivos da Mastercard avança que, criou-se uma plataforma que permite aos pequenos comerciantes gerenciarem seu negócio com mais eficiência. Ao mesmo tempo, ao disponibilizarmos essas informações para os bancos, eles podem usá-las para pontuar os comerciantes. E assim os bancos podem conceder empréstimos para os comerciantes que mantêm pagamentos regulares.

O Quénia tem condições para a implementação desse projecto. Quatro em cada cinco quenianos têm telefones celulares ou smartphones. Mesmo nas pequenas aldeias, há bom acesso à internet.

Utilizadores poderão pagar uma taxa para usar as redes sociais no Uganda

Já imaginou que além de pagar para usar a Internet, ter de pagar uma taxa para usar as redes sociais? pois é o Uganda pretende aplicar uma nova taxa aos utilizadores das redes sociais já a partir de Julho de 2018, com o objectivo de aumentar a receita do Estado.

A taxa será aplicada a usuários de serviços “incluindo plataformas como WhatsApp e chamadas de vídeo do Facebook”, garantiu  a Assembleia Nacional de Kampala, que ainda precisa aprovar qualquer plano.

Segundo  Matia Kasaija (Ministro das Finanças do Uganda), afirmou que os assinantes de telemóvel que usam plataformas como o Facebook, o Twitter e o WhatsApp deverão pagar 200 xelins por dia, o equivalente a 0,027 dólares. o mesmo garantiu que o objectivo é conseguir dinheiro, para “aumentar a segurança do país e ampliar a rede eléctrica, para as pessoas poderem usufruir das redes sociais com mais frequência”.

Os activistas dos direitos humanos discordam e alguns criticaram a medida nas redes sociais. “Trata-se de uma tentativa mais ampla para restringir a liberdade de expressão”, salientou Rosebell Kagumire, um conhecido activista dos direitos humanos no Uganda. Dos 41 milhões de habitantes do Uganda, cerca de 17 milhões são utilizadores de Internet.

Concorda com a aplicação desta taxa?

Microsoft lançou a versão Preview do Office 2019

Recentemente surgiu a informação de que a Microsoft está a preparar o lançamento do Office 2019, mas pelos vistos nem todos usuários do sistema operativo Windows ficarão felizes com as novas informações disponibilizadas pela Microsoft, garantindo que o Office 2019 só irá funcionar no Windows 10.

A Microsoft está a dar a chance de verificar recursos e as alterações no Office 2019. A fabricante de software começou por disponibilizar a sua primeira pré-visualização do Office 2019 para clientes corporativos, com recursos que normalmente são encontrados na assinatura do Office 365 da Microsoft. O Office 2019 incluirá os aplicativos clientes Word, Excel, PowerPoint e Outlook comuns, juntamente com as versões de servidor do Exchange, SharePoint e Skype for Business.

E os usuários do Mac?

Um Office 2019 separado para a versão Mac também estará disponível para o macOS. As actualizações incluem recursos de tinta novos e aprimorados nos aplicativos, como o estojo de lápis móvel, sensibilidade à pressão, efeitos de inclinação e repetição de tinta; análise de dados mais poderosa no Excel, como novas fórmulas, novos gráficos e integração com o Power BI; e sofisticados recursos de apresentação no PowerPoint, como Morph e Zoom.

A Microsoft planeja lançar o Office 2019 ainda este ano, e objectivo será atingir clientes corporativos que não estão inscritos no Office 365. As empresas podem se inscrever para experimentar essa versão seguindo o link.

Próxima grande actualização do Windows 10 será no dia 30 de Abril

Desde o seu lançamento oficial, o Windows 10 teve duas grandes actualizações. Há muito que se fala da próxima grande actualização que estará disponível no dia 30 de abril e incluirá vários recursos criados para tornar o tempo da tela mais eficiente.

Quais são os novos recursos que teremos?

Uma das grandes novidades é o recurso Timeline, que permite voltar no tempo até 30 dias para encontrar as coisas em que o usuário esteve a trabalhar. Ele funciona em todos os dispositivos, contanto que o usuário  esteja conectado à sua conta da Microsoft, para que o mesmo possa fazer alguma pesquisa no seu telefone enquanto estiver fora, e depois buscá-lo na sua área de trabalho posteriormente.

Outro recurso importante é o Focus Assist, projectado para eliminar as inúmeras distrações na Web que atrapalham a produtividade. Activa e bloqueia e-mails, actualizações e notificações, depois de desligado ele lhe dará um resumo do que o usuário perdeu. É personalizável, por isso, se estiver à espera de um email específico, pode escolher qual a informação que pode encontrar.

Outros recursos notáveis ​​incluem ajustes no Microsoft Edge, como tabulação e preenchimento automático em formulários de pagamento da Web, além de actualizações no Dictation. Em vez de procurar o aplicativo de entrada de voz, o usuário poderá capturar a palavra falada em qualquer campo de texto simplesmente pressionando Win + H. O usuário também poderá usar os recursos de voz para gerenciar sua casa inteligente a partir do seu PC, se tiver um termostato compatível.

Outras adições incluem ferramentas simplificadas de gestão de Tecnologias de Informação para clientes corporativos, novas experiências com fotos, 3D e Realidade Mista, melhorias de segurança e aprimoramentos em jogos. A atualização estará disponível gratuitamente como download na segunda-feira 30 de abril de 2018.

BNI lança serviço que permite levantar dinheiro no Multicaixa, mesmo sem cartão

No ano passado muito se falou sobre o serviço que permitiria o levantamento de dinheiro nos ATMs (Multicaixa), mesmo sem possuir um cartão. Depois de algum tempo sem novidades relacionadas a este serviço, eis que o BNI anunciou que o serviço estará disponível a partir de segunda feira, 30 de Abril de 2018.

O serviço poderá ser utilizado até por quem não tiver uma conta no BNI. No entanto, estará activo nos Multicaixas com selo BNI, ou seja, que se encontram instalados em agências do BNI.

O serviço será bastante útil para quem não tem um cartão multicaixa e não quer enfrentar as habituais filas para fazer levantamentos nas agências.

Como funciona o serviço?

O banco descreveu o funcionamento em 3 passos simples:

  1. O Cliente BNI gera um código no ATM com o seu Cartão Multicaixa;
  2. O Cliente BNI envia o código para o Cliente ou não Cliente que pretende levantar o dinheiro sem o Cartão Multicaixa;
  3. O Cliente ou não Cliente, após recepção do código gerado, poderá deslocar-se até um ATM mais próximo para introduzir o código e realizar o levantamento do dinheiro.

Para os clientes, o banco promete maior controlo, segurança e conforto sobre a transacção “Levantamento sem o Cartão Multicaixa”, com os alertas nos canais oficiais:

  • Serviço BNI SMS/E-MAIL Alertas
  • Internet Banking
  • Contact Center BNI
Agora resta saber se os outros bancos em Angola seguirão o mesmo rumo…

Quando é que a fibra substituirá o satélite em África?

O crescimento de redes de fibra terrestre está cada vez maior, tanto os cabos submarinos internacionais, bem como as redes nacionais e metropolitanas, criou uma expectativa de que as redes de fibra e conectividade de fibra em breve serão a opção padrão para serviços de banda larga e acesso em África.

Capacidade Internacional

Ao considerar que a África atingiu quase 6Tbps de largura de banda de acesso internacional no início de 2017, o que é quase um aumento de 30% em relação aos 4,5Tbps em 2015, o crescimento é realmente exponencial (consulte Hamilton Research, Africa Telecom Transmission Map). Nessa perspectiva, é compreensível que as redes de fibra estejam a se tornar na opção preferencial para fornecer serviços de interligação.

Crescimento de Rede de Fibra Terrestre

O mais recente Mapa de Transmissão da África Telecom oferece uma visão do forte crescimento das redes de fibra terrestre superior a 1 milhão de rotas em 2015. Em 2014, foi de 958,901 km e em 2013 foi de 905,259 km, indicando um forte ano-a-ano crescimento anual que deverá continuar no futuro próximo.

Estima-se que cerca de 1/5 dessa rede esteja nas cidades, conectando consumidores empresariais e residenciais a velocidades de até 100Mbps.

Alcance da População

Em 2015, a expansão da rede de fibra africana trouxe mais de 176 milhões de pessoas para serviços de alta capacidade. Em junho de 2015, 45,8% da população estava dentro da faixa de 25 km, e 341,0 milhões de pessoas estavam além do alcance da fibra terrestre.

Porque é que ainda dependemos dos satélites em África?

Com apenas 48% da população africana agora atendida, deixa mais da metade da população sem conectividade. Somando-se a isso o facto de que o business case da fibra exige altas densidades de assinantes, pode-se esperar que até 30% da população da África esteja fora do alcance viável das redes de fibra.

Nesse contexto, fica claro por que a indústria de satélites continuou a se desenvolver e crescer para ser um meio alternativo de conectividade. Espera-se que a fibra seja sempre a opção preferida, apenas não estará disponível sempre e em todo o lado.

Mas a real pergunta é: Quando é que a fibra substituirá o satélite em África?

Segundo o autor deste artigo  Dr Dawie de Wet (CEO da Q-KON), não devemos pensar “Quando a fibra substituirá o satélite“, mas sim compreender as limitações de ambas as tecnologias e permitir o mercado em conformidade. Deste modo não podemos deduzir quando uma delas substituirá a outra.

Twitter registra lucro acima das expectativas

O Twitter alcançou receitas de 664,9 milhões de dólares no primeiro trimestre, o valor mais elevado em dois anos e que representa um crescimento de 21%. A companhia responsável pelo microblog finalmente começa a respirar aliviada com números muito mais optimistas.

A rede social obteve lucros de 61 milhões de dólares, o que compara com prejuízos de 61,6 milhões de dólares no período homólogo. Foi apenas o segundo trimestre em que o Twitter alcançou resultados líquidos positivos, sendo que estes ficaram acima do esperado.

O CEO da rede, Jack Dorsey, disse que as mudanças recentes ajudaram a aumentar o “engajamento” dos usuários, uma medida do quão regularmente as pessoas voltam a usar a rede e por quanto tempo permanecem conectadas.

Embora os EUA permaneçam como uma das principais regiões de atuação do Twitter, onde  representam US$ 347 milhões em receita total, o Japão segue com um retorno muito forte para a companhia, e é o segundo mercado mais lucrativo, com crescimento de 61%.

A reacção a estes números está a ser positiva, com as acções do Twitter a dispararem 14% no mercado que funciona antes da abertura da sessão regular em Wall Street. Os dois trimestres consecutivos com lucro confirmam a saúde financeira do Twitter, que no ano passado dobrou o limite de caracteres dos tuítes, a 280, e que nunca tinha sido rentável antes.

Coreia do Sul testa a impressão de comida em 3D

A Coreia do Sul começou a testar a impressão de comida em 3D em alguns laboratórios, uma proposta futurista que está a dar os primeiros passos.

A ideia vai ser apresentada em San Diego, nos Estados Unidos da América, onde a investigadora Jin-Kyu Rhee, da universidade feminina de Ewha descreverá a “plataforma que usa impressão a três dimensões para criar microestruturas que permitem personalizar a textura da comida e a sua capacidade de ser absorvida pelo corpo”.

Os investigadores usaram um protótipo de impressora 3D para criar as microestruturas que reproduzem as propriedades físicas e textura observada em amostras de alimentos reais. Com esta plataforma, conseguiram transformar hidratos de carbono e proteínas em comida, controlaram a textura e a maneira como pode ser absorvida pelo organismo.

Jin-Kyu Rhee, afirmou que “pensaram que um dia as pessoas possam ter cartuchos com a versão em pó de vários ingredientes que podem ser combinados numa impressora 3D e cozinhados de acordo com as necessidades e preferências do utilizador”.

A investigadora defende que, além de permitir personalizar a comida, a capacidade de imprimir comida em 3D em casa ou em grande escala pode reduzir o desperdício de comida e os custos com armazenamento e transporte, além de poder satisfazer as necessidades alimentares de uma população mundial que cresce constantemente.