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Sábado, Março 7, 2026
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Tem a certeza de que está adequadamente protegido?

Na atual era de incerteza global e tensões geopolíticas aumentadas, a cibersegurança está a tornar-se mais importante do que nunca. Na esteira da guerra na Ucrânia, os ciberataques estão novamente em ascensão– sem mencionar as atividades do Lapsus$, grupo de hackers, que afetam empresas e agências governamentais em todo o mundo, refere a Eaton, especialista em energia.

Esses incidentes enfatizam a necessidade de estar vigilante e tomar medidas preventivas e de proteção, adequadas para garantir a continuidade dos negócios – embora os ciberataques não possam ser previstos, também não surgem do nada. Em muitos casos, o seu sucesso se deve a vulnerabilidades que podem ser identificadas e prevenidas. Portanto, as empresas e outras organizações devem rever continuamente as suas defesas e integrar as melhores práticas de cibersegurança em todos os aspetos das suas operações.

A Eaton preparou a lista das sete perguntas que qualquer empresa deveria fazer, para garantir que está a aplicar e a executar corretamente as práticas recomendadas:

  1. Faz backup de todas as informações críticas? Idealmente, um backup completo deve ser realizado semanalmente, e deve ser armazenado offline – e não se esqueça de testar a sua capacidade de implementar backups em caso de incidente.
  2. A sua organização realizou uma análise de risco de cibersegurança? Se não sabe a quais riscos pode estar suscetível, é difícil planear todas as eventualidades. Portanto, faz sentido realizar auditorias periódicas do sistema de acordo com os padrões e regulamentos internacionais e locais estabelecidos. Sempre que uma alteração é feita na sua infraestrutura ou configuração, uma possível vulnerabilidade é criada. É por isso que é importante monitorizar todas as modificações e executar uma extensa análise de risco que as leve em consideração – anualmente, se possível.
  3. Está a formar a sua equipa nas melhores práticas de cibersegurança? Dado que os ataques mais bem-sucedidos não se baseiam em métodos técnicos sofisticados, mas em engenharia social, phishing ou outras formas de exploração da fraqueza humana, a formação em segurança é absolutamente crucial. Ao mesmo tempo, os utilizadores do sistema devem receber apenas o acesso necessário para executar as suas funções, pois isso limita as ações que os hackers podem realizar se um determinado conjunto de credenciais for comprometido.
  4. Verifica regularmente os seus sistemas e redes em busca de vulnerabilidades? Uma das maneiras mais simples de evitar um ataque é implementar correções oportunas e regulares de apps e sistemas – e realizar atualizações assim que estiverem disponíveis.
  5. Implementou a lista de permissões de apps? Reduzir o número de programas e softwares em execução nas suas redes é uma maneira direta de limitar vulnerabilidades. Uma lista branca estipula quais as apps e os componentes de apps (como bibliotecas, cookies ou arquivos de configuração) são permitidos, incluindo as regras para o seu uso.
  6. A sua organização seria capaz de sustentar as operações em caso de ataque e, em caso afirmativo, por quanto tempo? Ataques de ransomware como os perpetrados pelo Grupo Conti oferecem uma boa oportunidade para rever e colocar em ação os seus planos de continuidade de negócios – e não apenas no papel. É melhor testá-los completamente para garantir que funcionam conforme o planeado quando os invasores realmente atacarem.
  7. Testou o desempenho das suas medidas de segurança no caso de um ataque real? Esse teste de penetração é essencial para determinar a robustez das suas defesas. Para reduzir o impacto de uma violação, os sistemas de informação crítica devem ser segmentados em diferentes zonas de segurança; no mínimo é recomendada uma arquitetura de três camadas– muito parecida com um castelo medieval com vários fossos e paredes, em vez de uma única linha de defesa.

Diz a especialista que também deve seguir outras etapas que incluem garantir que as suas configurações sejam seguras, que os sensores de rede tenham sido instalados e que a sua arquitetura e sistemas de segurança ofereçam suporte à deteção e isolamento de incidentes.

Essas práticas demonstraram ser eficazes no combate a uma ampla gama de ameaças à cibersegurança – de acordo com o Departamento de Segurança Interna dos EUA, por exemplo, elas podem impedir até 85% dos ataques direcionados. E embora alguns deles possam parecer óbvios, eles não estão a ser implementados totalmente em todas as organizações, e é por isso que é sempre útil reiterá-los.

A cibersegurança está sempre a evoluir, exigindo atenção constante, revisões periódicas da eficácia das medidas e políticas existentes e atualizações e patches regulares do sistema – afinal, os hackers não se cansam de encontrar vulnerabilidades para desenvolver “exploits” que permitirão causar estragos nos seus sistemas, portanto, não ajude ao ser negligente.

Meta vai se desfazer da Giphy após decisão do Reino Unido

O regulador britânico da concorrência decidiu que a Meta, dona do Facebook, vai ter de vender a Giphy, empresa que tinha adquirido em 2020 por um valor estimado de 400 milhões de dólares. A decisão é o culminar de um processo de investigação ao negócio, onde se concluiu que trazer a Giphy para o universo da Meta teria um impacto prejudicial significativo para a concorrência.

A CMA (na sigla em inglês) tem vindo a defender que a integração da Giphy na Meta poderia ser usada para impedir que outras plataformas tivessem acesso aos GIFs da Giphy, o que teria como consequência um aumento de tráfego para as plataformas da Meta, incluindo o Facebook, o WhatsApp e o Instagram.

A Giphy criou e gere uma plataforma de imagens animadas. A sua integração na Meta foi considerada pelo regulador uma forma de lesar outras empresas no mesmo mercado e de tirar do mercado um potencial concorrente na área da publicidade.

Logo na investigação preliminar ao caso, a CMA alertava para a possibilidade do negócio vir a ser usado para pedir mais dados a outras plataformas, como condição para acederem aos GIFs. O regulador também sublinhava que os serviços de publicidade da própria Giphy já tinham sido afetados pela compra, ficando sem espaço para crescerem e competirem com outras empresas, nomeadamente a Meta.

MAIS: Mesmo com bilhões investidos, o metaverso da Meta não atrai usuários

A decisão, que acolhe agora um parecer do tribunal no mesmo sentido, já foi aceite pela empresa, que não pretende recorrer e vai anular a operação.

Estamos desapontados com a decisão da CMA, mas vamos aceitá-la como uma decisão final sobre o assunto”, referiu já um porta-voz da Meta.

De acordo com a mesma fonte, citada pela Reuters, segue-se um processo de desinvestimento na empresa, que vai desenrolar-se em colaboração com a autoridade britânica da concorrência

Esta é a primeira vez que o regulador britânico obriga uma grande empresa norte-americana a vender um ativo já adquirido. A decisão acaba, no entanto por não surpreender, uma vez que logo nas conclusões da investigação preliminar a CMA considerou que não havia forma de resolver os impactos negativos do negócio, a não ser impedindo-o.

Ao exigirmos ao Facebook que venda a Giphy estamos a proteger milhões de utilizadores de redes sociais e a promover a concorrência, assim como a inovação, na publicidade digital”, destacava na altura um responsável da CMA.

O que saber sobre satélites e o AngoSat-2

Antes de focarmos no AngoSat-2 o nosso “primeiro segundo” satélite, vamos saber mais sobre satélites 🛰️.

Satélite é um objeto no espaço que orbita ou circunda um objeto maior.

Quantos tipos existem?

Existem dois tipos de satélites, os naturais, que provém da natureza, tal como a terra e a lua. Exemplo, a terra órbita o sol e a lua órbita a terra.

O que da, a entender os satélites naturais, orbitaram-se entre si. O mesmo não sei se acontece nos artificiais.

Artificiais, sendo criados pelo homem (como a Estação Espacial Internacional orbitando a Terra) e o AngoSat-2.

A história mostra que a ideia de um satélite artificial em voo orbital foi sugerida por Isaac Newton, no seu livro “Philosophiae Naturalis Principia Mathematica”, de 1687. Ele apontou que uma bala de canhão disparada do alto de uma montanha, a uma velocidade suficiente e numa direção paralela ao horizonte percorreria a Terra antes de cair.

Como funcionam os satélites artificiais?

Para chegar até a órbita, são lançados por meio de um foguete e a sua permanência no espaço pode ser temporária ou definitiva. Algo importante a ser considerado é o local de lançamento, quanto mais próximo da linha do Equador, mais fácil e menos custoso é o lançamento, pois a velocidade de rotação da Terra é maior neste ponto, o que exige menos combustível para atingir a velocidade necessária. Alcançando a altitude desejada, o satélite é liberado.

Existem dois tipos mais comuns de órbita, sendo as geoestacionárias que segundo a Wikipedia é o tipo do AngoSat-2 e as polares. Um geoestacionário se move na mesma direção e na mesma velocidade que a terra. Por conta disso, visto da terra parece estar parado. Já os polares viajam de polo a polo, de norte a sul.

O tamanho, o design e outras características de um satélite dependem da sua finalidade, mas a maioria tem pelo menos duas partes em comum, que são:

  • Uma antena;
  • Uma fonte de energia.

A antena é usada para enviar e receber informações e a fonte de energia pode ser uma bateria ou um painel solar, que produz energia transformando a luz do sol em eletricidade.

Dentre os satélites artificiais, tanto os geoestacionários ou polares têm a fundão de:

  • Ajudar os meteorologistas a prever o tempo ou ver o que está acontecendo no momento.
  • A fazerem a distribuição dos sinais de telefonia, internet e TV em várias órbitas, sobretudo nas geoestacionárias.
  • Há também os de observação da terra, que verificam o planeta em busca de mudanças (temperatura, florestas, cobertura do lençol de gelo, atc) e é por meio desse tipo de satélite que a Pix Force obtém imagens para fazer as suas análises e processamentos.
  • Entre os outros tipos estão os científicos, como o Telescópio Espacial Hubble, os satélites de navegação (GPS) e os militares.

Segundo a Pix Force, temos 3 fatos curiosos sobre os satélites:

  • Os tipos de satélite que mais crescem em quantidade são os de telefonia, GPS e navegação de internet;
  • Os satélites de comunicação, sendo o nosso, encontram-se principalmente na órbita geoestacionária, a uma altitude de cerca de 36 mil quilômetros, enquanto satélites que fotografam a superfície do planeta ficam entre 100 e 200 quilômetros acima da superfície;
  • A altitude de um satélite geoestacionário é de cerca de 35.860 km e a sua velocidade é cerca de 11 000 km/h.

Segundo o Jornal de Angola, os especialistas que estão a tratar do lançamento basicamente calculam que poderemos ter os serviços disponíveis do AngoSat-2 dentro de sensivelmente 5/6 meses e 10 dias úteis após o lançamento, tendo 3 fases, que são:

  • 3 meses de espera para o primeiro contacto;
  • 2 a 3 meses para verificar as movimentações e o funcionamento em órbita;
  • E pelo menos 10 dias para chegar na sua posição operacional.

De salientar que o AngoSat-2 vai cobrir África e uma parte do Sul da Europa. E tem um prazo de vida útil de 15 anos.

Após o lançamento, muitos angolanos já têm escrevido nas redes sociais das operadoras do mercado angolano fazendo a seguinte pergunta ” Já temos satélite, o preço do saldo vai baixar quando?”

Na minha opinião e pelo conhecimento que tenho de telecomunicações ainda é muito cedo para termos essa resposta.

O AngoSat-2 é um satélite de comunicação quem vem para ajudar nas seguintes áreas:

  • Tv
  • Rádio
  • Internet
  • Telefonia

Mas tudo é um processo, estabilização do satélite em órbita, preparação a todos os níveis dos operadores no mercado angolano para beneficiar dos serviços do AngoSat-2 para poder melhorar a qualidade, e claro o tão também desejado preço e expandir os seus serviços de Cabinda ao Cunene.

O nosso governo não vai só ganhar dinheiro a vender os serviços do AngoSat-2 para dentro do país, tal como já se sabe, temos alguns países africanos que já manifestaram desejo de adquirir os serviços do nosso satélite. Que é uma boa forma de recuperar o valor investido no mesmo. Vender serviços para dentro e fora do país.

Lembrar que no ranking dos países africanos com satélite ocupamos a posição 7.

É com esses 7, que esperamos que os 7 meses de teste do AngoSat-2 seja um sucesso e comecemos a usufruir tanto dos serviços tal como do início do retorno financeiro investido.

WhatsApp começa a liberar links de convite para chamadas

O WhatsApp começou a lançar uma das novas funcionalidades anunciadas no mês passado, nomeadamente a capacidade de criar ‘links’ de videochamadas que, quando enviados para outra pessoa, permite que se juntem à conversa.

Para criar um ‘link’ de chamada, deverá ir ao separador dedicado a ‘Chamadas’ e, no topo do ecrã, encontrará uma opção com o nome ‘Criar ligação para chamada’. Premindo esta área, será levado para um novo ecrã onde poderá encontrar este ‘link’, sendo possível escolher se quer uma chamada de voz ou de vídeo.

MAIS: WhatsApp vai dar opção de editar mensagens enviadas

Da mesma forma, poderá escolher neste ecrã se deseja partilhar o ‘link’ via WahstApp, se quer copiá-lo ou se prefere partilhá-lo diretamente para outras aplicações.

Facebook é alvo de nova versão de malware que rouba contas

Nem mesmo o Facebook está a “salvo” de esquemas maliciosos e, depois de serem descobertas mais de 400 aplicações que estavam a comprometer contas, há uma nova ameaça que recorre a malware para afetar utilizadores da rede social do universo da Meta.

Os investigadores da Zscaler detetaram uma nova versão do malware Ducktail que é capaz de recolher todos os dados relativos a contas qualquer conta do Facebook que esteja num equipamento infetado.

Embora se acredite que exista, pelo menos, desde 2021, a versão original do software malicioso, detetada em julho deste ano, focava-se apenas em contas do Facebook para empresas, sendo disseminada através de uma campanha de phishing no LinkedIn, com os cibercriminosos a fazerem-se passar por profissionais da área de recursos humanos ou marketing.

Já a mais recente versão do malware Ducktail é disseminada através de plataformas de partilha de ficheiros, fazendo-se passar por versões pirateadas de programas e aplicações, jogos, pornografia ou até ficheiros de legendas para filmes.

MAIS: Será mais fácil recuperar contas no Facebook e Instagram

Ao descarregarem e extraírem um destes ficheiros, que surgem no formato .zip, as vítimas infetam os seus equipamentos com o malware. Para minimizar a hipótese de serem detetados, os cibercriminosos recorrem a um script PHP.

Além de contas do Facebook, os atacantes roubam também qualquer informação sensível armazenada em browsers, assim como cookies, dados relativos a carteiras de criptomoedas e informação do sistema.

Os investigadores de cibersegurança recomendam aos utilizadores que se mantenham atentos não só às mensagens que recebem no LinkedIn, uma vez que os cibercriminosos ainda se podem aproveitar deste canal para atingir mais vítimas, mas também aos ficheiros que descarregam da Internet.

Empresa ugandesa lança projeto de blockchain e transferência de dinheiro para refugiados

A CryptoSavannah, uma empresa de criptomoeda e blockchain do Uganda, anunciou recentemente um projeto que visa fornecer soluções de identificação baseadas em blockchain para promover o empoderamento económico e a inclusão financeira para refugiados e comunidades anfitriãs do Uganda.

O projeto que conta com a parceria da Coinbase e da Mercy Corps, visa abordar os desafios críticos que os refugiados enfrentam, como a dificuldade em acessar serviços financeiros, atrasos no recebimento de ajuda financeira, no registo para educação, emprego, serviços médicos e financeiros. Tudo devido a morosidade no sistema de identidade, facto que se constitui como barreiras ao acesso a serviços móveis do Uganda.

A nossa solução visa digitalizar as identidades de refugiados já existentes por meio da nossa plataforma blockchain, que atuará como uma camada de atestado para os bancos de dados dos emissores de identidade de refugiados”, pode ler-se no twitter.

Os testes inicias do projeto serão aplicados em 35 pessoas usando dois programas pilotos.

MAIS: BNA autoriza bancos nacionais a usarem blockchain

O primeiro será feito numa plataforma de identificação digital construída em uma blockchain para verificar a identidade e facilitar as transações digitais. Assim, os refugiados poderão provar a sua identidade, facilitando a sua inclusão digital, financeira e económica.

Alguns dos serviços que uma fonte verificável de identificação pode ser usada para acessar incluem:

  • Desembolsos de ajuda
  • Serviços governamentais
  • Serviços financeiros formais
  • Integração na sociedade em geral

O segundo programa piloto visa em fornecer uma carteira digital em cada participante para que estes usarem para receber, armazenar e gastar fundos. As transferências em criptomoedas serão distribuídas para as carteiras móveis e todas registadas em uma blockchain imutável que aumentará a transparência e a segurança.

Espera-se que os participantes do segundo piloto obtenham os seguintes benefícios:

  • Redução do potencial de desvio, corrupção e fraude
  • Maior segurança pessoal para funcionários e destinatários
  • Maior transparência nos fluxos de financiamento para doadores e organizações de ajuda

Lembra-se do Hi5? Vai poder associar uma música ao perfil de Instagram

Lembra-se do Hi5 e do MySpace? Pois bem! A Meta está aparentemente a trabalhar numa funcionalidade para o Instagram que será reconhecível por todos os que tenham utilizado estas redes sociais.

De acordo com a página de Twitter do consultor de redes sociais Alessandro Paluzzi, o Instagram dará aos utilizadores a capacidade de associar uma música ao respetivo perfil. A julgar pelas imagens partilhadas por Paluzzi, a música será apresentada na página de perfil (por baixo do ‘link’) e poderá até ser reproduzida para quem visitar o perfil.

Serve recordar que a Meta ainda não anunciou oficialmente esta funcionalidade, pelo que ainda se pode tratar de um pequeno teste que não chegará à versão final da aplicação.

MAIS: Instagram e Facebook ligam-se para facilitar consulta de notificações e transição entre perfis…

Startup fintech PalmPay atinge 10 milhões de usuários na Nigéria

A PalmPay, uma fintech inovadora com o objetivo de tornar o pagamento digital mais acessível e flexível, anunciou que atingiu 10 milhões de usuários na Nigéria.

Isso representa uma duplicação na sua base de usuários em apenas seis meses e coloca os seus números de clientes na mesma liga que as grandes instituições apenas 3 anos após o lançamento da empresa no mercado.

A fintech, que opera sob uma licença de Operadora de Dinheiro Móvel do Banco Central da Nigéria, ganhou tração significativa com o aplicativo de pagamento e a rede bancária de agências nacionais.

A sua proposta de criação instantânea de contas financeiras, transferências bancárias sem taxas e recompensas de cashback no tempo de transmissão e pagamentos de contas atrai os consumidores millennials e gen-z, que estão procurando opções bancárias mais acessíveis e preferem a conveniência de um serviço digital-primeiro.

Estamos muito satisfeitos em poder celebrar esse marco de crescimento e estamos orgulhosos do histórico da PalmPay de tornar os serviços financeiros de ponta acessíveis a todos os nigerianos – incluindo os não financiados. A pandemia acelerou a mudança de dinheiro para pagamentos digitais e estamos ansiosos para continuar trabalhando em conjunto com reguladores e os nossos parceiros para inovar para atender às necessidades financeiras dos consumidores. O nosso crescimento significativo na Nigéria demonstra a capacidade da PalmPay de inovar para atender às necessidades financeiras dos consumidores, e estamos ansiosos para replicar esse sucesso à medida que escala em mais mercados em toda a África“, disse Sofia Zab, CMO Global da PalmPay.

MAIS: Startup fintech nigeriana de mobilidade expande os seus serviços para a Índia

Hoje em dia, o PalmPay está processando milhões de transações por dia. E cerca de 20% da base de clientes da empresa relatam que o aplicativo foi sua primeira conta financeira, demonstrando que a Operadora de Dinheiro Móvel está contribuindo para impulsionar o progresso em direção às metas de inclusão financeira na Nigéria, onde 36% da população permanece desbancarizado.

Nigerianos sem smartphones podem visitar um dos 200.000 agentes de dinheiro móvel da PalmPay em todo o país, que podem transacionar no seu nome ou emitir um cartão QR inovador que pode ser usado para manter um equilíbrio.

Os consumidores também podem usar agentes do PalmPay para depositar dinheiro nas suas contas e tirar dinheiro usando os seus cartões de débito através de máquinas da marca PalmPay.

Google lança atualização para melhorar Chrome nos tablets

A Google lançou uma nova atualização para o Chrome que facilitará utilizar o navegador em tablets. Um sinal de que a empresa está empenhada em melhorar a experiência de utilização antes do lançamento do seu Pixel Tablet, previsto para 2023.

Como conta o site The Verge, a atualização introduz uma série de novidades na navegação, sobretudo na forma como é possível alternar entre diferentes separadores. Os utilizadores também poderão arrastar imagens, texto e ‘links’ quando têm o ecrã dividido com duas páginas abertas do Chrome.

MAIS: Google aprova que rede Truth Social, de Donald Trump, apareça na Play Store

A atualização começou por ser lançada para um pequeno número de utilizadores na semana passada, mas, como acontece com este tipo de lançamentos de software, ficará disponível para a grande maioria ao longo dos próximos dias.

Analistas exploram impacto da transformação digital nos recursos humanos

Começou ontem(20) a 2ª edição do fórum RH Angola, com o tema “Transformação Digital nos RH”, que tem como objectivo a dinamização de soluções inovadores para a gestão e liderança de pessoas nos principais sectores de atividade no país.

O evento que acontece em formato híbrido, vai reunir a intervenção e partilha de experiências de mais de 30 oradores nacionais e internacionais, e tem como missão reunir líderes e gestores de pessoa, discutir soluções inovadoras para a gestão e liderança de pessoas, a nível nacional, nos sectores público e privado e associar-se aos objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas, contribuindo para o trabalho digno e para o crescimento económico de Angola

A conferência foi ainda também concebida por e para profissionais que acreditam que podem criar impacto e contribuir de forma positiva para o sucesso das organizações.

MAIS: Angola Tech Hub Fórum: Evento abordou a liderança de Angola na transformação digital em África

Para Marlene Sousa, fundadora do Fórum RH, pensa que o evento vem para contribuir na amplificação do que de melhor se faz em Angola, quanto ao assunto de gestão de pessoas.

Além de consolidar o seu lugar no calendário de eventos anuais dedicados aos players e às organizações que atuam neste mercado, o Fórum RH Angola vem viabilizar a partilha e a reflexão em torno de temas que, totalmente, e nos mais distintos contextos, impactam o sector dos recursos humanos“, frisou a gestora.

De informar ainda que o Fórum RH é uma plataforma criada no ano de 2018, em Moçambique, tendo chegado agora em Angola e Cabo Verde.