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Amazon está pronta para penetrar no mercado africano

A Amazon, empresa internacional de tecnologia de comércio electrónico, deve se expandir para países africanos, incluindo África do Sul e Nigéria em 2023, de acordo com notícias publicadas pelo Business Insider. 

Bélgica, Chile e Colômbia também estão entre os cinco mercados que a gigante empresa de comércio electrónico deve penetrar no próximo ano, de acordo com documentos vazados que foram vistos pelo Business Insider.

Esse desenvolvimento significaria uma concorrência séria para plataformas de comércio electrónico como Jumia e Takealot. Actualmente, a Amazon está presente em 20 países e pretende crescer no principal mercado dos EUA.

A África do Sul, terá um projecto com o nome “Project Fela”, também está prevista para fevereiro de 2023. O mercado na Nigéria deve ser lançado em abril de 2023. Esse projecto partilha o mesmo nome com a África do Sul”, revelou o relatório vazado.

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O primeiro projeto com o nome “Project Red Devil” será lançado na Bélgica em setembro de 2022. O marketplace da Colômbia “Project Salsa”, que partilha o nome com o Chile, será agendado para fevereiro de 2023. Por outro lado, o projeto no Chile levará em abril de 2023.

Os documentos também revelaram que todos os países estão a planejar lançar o seu próprio mercado e acessar o serviço de atendimento da Amazon chamado Fulfillment by Amazon. De acordo com o The Cable, o programa de associação principal da Amazon estará disponível no lançamento na Bélgica, enquanto outros países terão que esperar até a introdução.

A Amazon também está em processo de construção da sua sede africana na África do Sul. Houve, no entanto, contestação no processo depois que um grupo indígena no país alegou que a gigante da tecnologia não havia passado pelo processo adequado para adquirir o terreno em que seria construído.

Comitiva angolana lidera o programa espacial da zona da SADC

Angola está a liderar, por intermédio do Gabinete de Gestão do Programa Espacial Nacional (GGPEN), o programa espacial da zona da SADC, nomeadamente aquela que é a Iniciativa do Sistema Partilhado de Satélites, que passa por ter uma estratégia comum para a região e fazer o lançamento e gestão conjunta de satélites.

A partir do gabinete de gestão que está no centro da Funda, o nosso país está na liderança do programa espacial da SADC, ficando atrás apenas da África do Sul, que possui um programa estruturado melhor.

Essa liderança de Angola tem a haver muito com a criação do GGPEN, onde a partir dela criou-se um importante pilar de conhecimento na área espacial, que, apesar da contrariedade do Angosat-1, continuou a desenvolver-se e a crescer.

Segundo os últimos números do GGPEN, Angola conta actualmente com 5 doutorados, 22 mestres e 33 engenheiros licenciados nas mais diversas vertentes da engenharia espacial, e onde estão mais três a doutorar-se em França e um engenheiro que completou a formação na Rússia e que vai regressar ao País.

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Essa toda estrutura espacial nacional é reconhecida em termos internacionais, onde em 2020 e 2021 Angola venceu a categoria do Top em África para engenheiros com menos de 30 anos. O reconhecimento de uma classe de jovens formados, na sua maioria, em engenharias no nosso País, mas que depois vão complementar a formação na área espacial para o estrangeiro – Japão, Estados Unidos, França e Rússia são alguns dos países – durante um ano.

A estruturação da formação passa por um período de seis meses na academia e depois 7 meses nas empresas do sector, o que faz com que quando regressam estão para garantir um alto nível profissional no desempenho das suas funções.

Com este período de 4 anos e meio entre o desaparecimento do Angosat-1 e o lançamento do Angosat-2 foi possível consolidar esta equipa, sendo que Angosat-2 vai ser operado exclusivamente por angolanos a partir do centro da Funda. Uma realidade que muitas vezes não é reconhecida internamente, mas que é destacada em termos internacionais, e que possivelmente é o maior ganho de todo o programa espacial do País.

E foi com esta realidade que Angola assumiu a liderança do programa espacial da região, depois de os países terem acertado uma estratégia comum para esta área. O gabinete de gestão está instalado no centro da Funda, que é também a mais moderna infraestrutura da região, é a partir da capital que se desenha e constrói o programa espacial da SADC

Instagram lança novos mecanismos de controlo parental

O Instagram lançou novos controlos parentais no Reino Unido, permitindo que os pais definam um limite de tempo diário e agendem intervalos de utilização para os seus filhos.

A Meta, proprietária da aplicação, informou que os pais e responsáveis ​​de utilizadores menores de 18 anos podem agora definir um limite de tempo diário entre 15 minutos a 2 horas antes de a aplicação ficar indisponível com um ecrã preto.

Os novos recursos de supervisão também vão permitir que responsáveis por crianças vejam as contas denunciadas pelos seus filhos e o motivo, além de terem acesso a quem os segue e quem eles seguem.

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Os pais podem agora iniciar estas ferramentas de supervisão enviando um convite ao filho, que antes apenas os filhos podiam enviar.

Estas funcionalidades entraram em vigor esta terça-feira no Reino Unido e em março já tinham sido implementadas nos EUA. A rede social vai agora adicionar esta capacidade no Japão, Austrália, Irlanda, Canadá, França e Alemanha durante este mês.

A gigante tecnológica, que também possui o Facebook e o WhatsApp, planeia lançar as ferramentas no mundo inteiro até ao final do ano.

Angola e Portugal assinam acordos de cooperação para ciberdefesa e outras áreas

Os ministros da Defesa de Angola e de Portugal assinaram na última semana um programa-quadro para até 2026, que renova os projetos atuais e aprofunda a cooperação em temas como a ciberdefesa, hidrografia ou as alterações climáticas.

O programa-quadro agora assinado vem renovar a cooperação antiga e muito frutuosa que temos entre Angola e Portugal neste domínio, renova os projetos e a cooperação existente, e reforça essa cooperação, designadamente procurando ampliar o nível de ambição ao nível político e estratégico do diálogo que poderemos ter“, disse Helena Carreiras, ministra da Defesa Nacional de Portugal.

Com o seu homólogo angolano ao lado, a ministra portuguesa falava no forte de São Julião da Barra, depois da assinatura do acordo para os próximos quatro anos, que aborda “um conjunto de temas de interesse comum, como a ciberdefesa, cartografia, hidrografia, as preocupações comuns no âmbito da segurança marítima, a agenda para a paz e segurança“.

Uma variedade de áreas e temas relacionados com o confronto das ameaças decorrentes de catástrofes naturais e alterações climáticas, que vai permitir desenvolver a cooperação que temos entre os dois países na defesa e no diálogo politico e estratégico“, frisou a ministra.

A ministra da Defesa Nacional deu ainda conta da assinatura de outro acordo entre as direções dos institutos de defesa nacional dos dois países, “no plano da investigação, formação e disseminação e da cooperação que já vem sendo desenvolvido e que muito tem enriquecido ambos os institutos“.

Por outro lado, o ministro angolano da Defesa, João Ernesto dos Santos, destacou “as condições de trabalho criadas que permitiram a assinatura do programa-quadro e o memorando de entendimento entre os institutos de defesa nacional dos dois países“.

Paddy Cosgrave: Web Summit chega a África em 2025

O presidente executivo da Web Summit, Paddy Cosgrave, revelou numa entrevista à agência Lusa que vai expandir as conferências tecnológicas regionais, após o Rio de Janeiro, para África em 2025.

A Web Summit em Lisboa é a conferência anual mais importante. Pensamos que um evento na América do Sul é uma grande oportunidade para fazer crescer a marca particularmente da Web Summit“, Paddy Cosgrave a imprensa portuguesa.

No seu devido tempo queremos ter uma conferência em África talvez em 2025 e no Médio Oriente em 2024. Estamos ansiosos por organizar mais eventos“, frisou o Presidente Executivo.

Recentemente, foi anunciada a realização de uma cimeira tecnológica no Rio de Janeiro em 2023, referido como um evento “regional” e uma “oportunidade” para crescer a marca fora da Europa.

Paddy Cosgrave enalteceu as ‘suas’ conferências tecnológicas e o seu impacto impacto global nas eleições, nas liberdades, e também na própria comunicação social.

As conferências tecnológicas começaram só a focar-se em tecnologia, mas depois, algumas dessas empresas e a própria tecnologia, tornaram-se tão grandes, que começaram a ter um impacto nas eleições e começaram mesmo a mudar a imprensa“, defendeu.

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Nesse sentido, a Web Summit “tornou-se num local global de convívio, não apenas para encontro de pessoas ligadas ao ramo tecnológico, mas também para legisladores, Comissários Europeus, políticos de vários pontos do mundo, desde a NATO até ao Secretário-Geral das Nações Unidas.

A tecnologia impacta-nos a todos, quer a nossa sociedade, as nossas eleições, as nossas democracias, a nossa comunicação social. Tornou-se num lugar importante para pessoas interessadas no futuro que aí vem para aprendermos uns com os outros“, acrescentou o cofundador da Web Summit.

O responsável também defendeu que a Web Summit tem de uma forma indireta “contribuído para ajudar a tornar o mundo num melhor lugar” com a discussão de temas importantes nas várias conferências.

Paddy Cosgrave encontra-se em Toronto a preparar a Collision Conference, que terá lugar de 20 a 23 de junho, no Enercare Centre, evento irmão da conferência realizada desde 2016 em Lisboa.

Espera-se que o evento canadiano possa atingir o limite de 35 mil participantes, sendo que 340 ‘startups’ têm como diretores executivos mulheres.

Penso que algumas dos principais temas em análise em Toronto, serão as criptomoedas que se estão desvalorizar, as pessoas querem sabem o que se passa. Muitas das empresas tecnológicas perderam entre 70 a 90% do seu valor. As pessoas que ali vão querem saber quais as empresas pelas quais se devem animar dentro de três anos“, concluiu.

Moçambique. Estudantes têm dificuldades para usarem às TIC nas pesquisas

Um estudo feito pela Universidade Eduardo Mondlane (UEM) revelou que uma boa parte dos estudantes moçambicanos não dispõe de habilidades para pesquisarem com recurso às Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC).

Segundo a investigação daquela instituição do Ensino Superior no país, os estudantes com acesso aos equipamentos digitais não têm competências para operar e manusear as ferramentas, visto que não possuem capacidades para desenvolver pesquisas com recursos às novas tecnologias.

Com o nome de “Tentativas de melhorar os recursos de ensino – pesqueisa através do ensino remoto no ensino superior“, a investigação é de autoria do Docente na Faculdade de Educação da UEM, Adriano Uaciquete, que ainda mostrou que mesmo com estas limitações, os estudantes do país que receberam treinamento podem conseguir fazer pesquisas.

Num país como o nosso(Moçambique), sem grandes recursos em tecnologias, urge desenhar estratégias orientadas para o reforço de pesquisa, através da TIC“, disse o académico.

Por isso, Uaciquete defende a criação de novas políticas de trabalho nas instituições de ensino superior em Moçambique, como a introdução de ensino baseado em pesquisa, investimento na aquisição de equipamentos digitais e respectivos treinamento, de modo a fortalecer o ensino remoto.

Esta pesquisa tem grande vantagem porque enquanto decorra, os objectos da investigação estavam em processo de treinamento“, informou Adriano Uaciquete.

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De informar que essa investigação da UEM abordou como a tecnologia pode reforçar a relação entre o ensino e pesquisa, procurando o desenvolvimento de competências em investigação em um contexto real de sala de aula e abrangeu também estudantes de diferentes níveis de ensino.

Para Adriano Uaciquete, enquanto os países desenvolvidos efectuarem progressos assinaláveis nas TICs, através da adopção de um quadro legislativo adequado e integrado ao seu uso nas universidades, as práticas do ensino superior nos países subdesenvolvidos serão mais arbitrárias e desarticuladas.

Tendo como base esses intervenientes, e para responder as exigências provocadas pela pandemia da Covid-19 as instituições dependiam do ensino “on-line” não orientados aos aobjectivos, finaliza o investigador.

WhatsApp. Reveladas mais novidades focadas na privacidade do utilizador

A cada dia que passa o WhatsApp tem brindado os seus usuários com muitas novidades, e onde foi revelado que mais algumas para melhor a operacionalidade ao utilizar o aplicativo de mensagens. Estas estão já prontas a ser usadas e trazem muitas novidades para este serviço de mensagens, que cada vez tem mais utilizadores.

Estas novidades focam-se em duas áreas cada vez mais importantes e onde os utilizadores querem melhorias. Falamos da privacidade e das chamadas de grupo, que cada vez são mais usadas para os utilizadores comunicarem.

Uma das mais recentes novidades vem tratar de parte do problema de privacidade do WhatsApp. Os utilizadores podem a partir de agora escolher a quem querem mostrar a sua foto de perfil, a última hora ligado e o seu perfil.

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Passa a existir uma nova opção para mostrar esta informação, chamada Os meus contactos exceto…. Esta garante que a informação de quando “esteve online”, a fotografia de perfil, a biografia ou o estado estarão disponíveis para os contactos da sua lista de contactos, exceto os que excluir.

Além disso, há outra melhoria, agora para as chamadas de grupo, cada vez mais usadas no WhatsApp para comunicar. Estas passam a ter a possibilidade de dar aos utilizadores a capacidade de colocar em silêncio um utilizador que esteja a abusar do microfone.

Além disto, e nas mesmas chamadas, passa a ser possível enviar mensagens diretamente para os intervenientes dessa chamada. Por fim, e para mostrar os presentes, os utilizadores podem agora ser notificados de novas entradas na conversa se a lista de participantes for demasiado extensa.

Com estas novidades, o WhatsApp recebe novas funcionalidades, que vão elevar ainda mais este serviço. Cobrem duas áreas em que os utilizadores mais se centram e querem melhorias, para assim poderem usar o WhatsApp de forma ainda melhor.

Fraca oferta bibliográfica e preços altos dos livros leva jovens angolanos a optar pela internet

A fraca oferta bibliográfica e o alto preço dos livros convencionais têm sido um dos factores que contribuem para o baixo índice do hábito de leitura na sociedade civil angolana, fazendo com que a mesma recorre como a opção pela internet, isto é, os livros digitais.

Essa linha de pensamento veio do escritor angolano Bonifácio António, em entrevista à ANGOP por alusão ao último Dia Mundial do Livro e dos Direitos Autorais, onde disse que para além de ser mais rápido, o digital é mais barato, e onde atesta a questão de um novo paradigma, uma vez que se vive na quarta revolução, marcada pela era da tecnociência, cibernética e da era digital.

Hoje, já existem mercados digitais, onde os lançamentos e vendas estão a ser feitos. Certamente, excluí aqueles que não têm acesso”, referiu Bonifácio António.

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O renomado escritor nacional atesta que o convencional ainda é o mais seguro e melhor, apesar de ser mais caro devido aos custos inerentes, acrescentando que, com o impulso da era digital, perde-se bastante o hábito de leitura e a absorção de conhecimento.

Ainda na opinião de Bonifácio António, considera o facto acima como um dos principais motivos com que muitos jovens deixem de frequentar as bibliotecas convencionais, uma vez que nas bibliotecas digitais, onde há maior facilidade de fazer “downloads” gratuitos ou pagar uma obra  original, é a baixo custo.

Falando do impacto das políticas do livro e protecção dos direitos autorais, o escritor diz não ser o esperado, uma vez que se assiste um aumento do fenómeno da pirataria ou plágio dos trabalhos de outros autores.

Por vezes, o autor ainda não lançou publicamente o livro, mas já o encontramos nos mercados paralelos”, frisou.

Para minimizar esse fenómeno, o escritor defende a necessidade de se aplicar assertivamente as políticas, bem como uma fiscalização séria e isenta de qualquer corrupção.

Advogados dos países lusófonos criam uma plataforma digital conjunta: OneLegal

Os advogados dos países lusófonos juntaram-se e criaram uma plataforma digital, denominada OneLegal, para formarem assim, uma relação profissional já existente entre todos, de modo a potenciar a prestação de “um serviço único e agregador” nas jurisdições onde estão presentes.

“A OneLegal é uma plataforma inovadora de serviços jurídicos que integra sociedades de advogados e advogados em nome individual, com presença há muitos anos no mercado lusófono, nomeadamente em Portugal, Angola, Moçambique, Cabo Verde e Timor-Leste“, informou a nota oficial da comunidade.

Essa plataforma digital é criada assim num ambiente já pós pandemia, ondee surge pela necessidade de os advogados “formalizarem uma relação profissional existente entre todos, potenciando a prestação de um serviço único e agregador de todas as jurisdições onde estão presentes“, frisa o comunicado.

A OneLegal “vem dar corpo a uma atividade conjunta, desde há muito vocacionada para prestar um serviço de alta qualidade a nível legal na advocacia empresarial, com uma visão abrangente das várias jurisdições lusófonas onde estão presentes”, e permite “responder aos desafios exigentes” dos clientes em vários setores, “em tempo real e de maneira inclusiva“, indica.

Rui Amendoeira, advogado e um um dos fundadores da plataforma OneLegal, citado no comunicado, revela a importância de apostar nestas “jurisdições históricas e linguisticamente unidas“, e informa que os membros da plataforma estão “vocacionados para um trabalho junto de investidores internacionais“, em setores de desenvolvimento económico, como infraestruturas, banca, energia, oil&gas, imobiliário e construção, transportes, projetos, contratos comercias, societário, direito público, restruturações, insolvências e recuperação de dívidas e clientes privados.

Conseguirmos prestar um serviço de assessoria legal, por via digital, aproxima os clientes dos advogados e facilita o fluxo de trabalho, garantindo parcerias eficazes, com marcações de reunião por meios digitais através do nosso site, ou webinars que promovem debates sobre questões importantes a estes países de língua oficial portuguesa“, diz o advogado na nota.

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Acrescenta o comunicado que os advogados que fazem parte da OneLegal pertencem ainda a diversas associações e redes profissionais e setoriais de “importância vital para a economia dos países onde estão presentes“.

Assim, para Rui Amendoeira “uma das grandes vantagens deste projeto, e razão da sua existência, é tornar real um modelo de prestação único. A plataforma OneLegal agrega sociedades de advogados e advogados com grande experiência nas suas áreas de prática e nas várias jurisdições onde prestam assessoria, conhecendo profundamente as realidades socioeconómicas dos países onde trabalham“.

Cada projeto de cliente é único e requer a combinação perfeita de experiência e ‘know-how’. Por isso, nossos advogados são todos independentes e, portanto, a nossa oferta não se restringe a uma marca, a um modelo, ou uma forma de atendimento ao cliente“, finaliza Rui Amendoeira.

MIREX realça a facilitação nas transacções com o sistema de pagamento PAPSS

O Ministro das Relações Exteriores, Teté Antonio, defendeu que à implementação do sistema de pagamento e liquidação PAPSS, cuja experiência piloto está em execução nos países da África do Oeste, tem como objectivo facilitar as transacções transfronteiriças.

Segundo o governante, que falava em um encontro com o secretário-geral da Zona de Comércio Livre Continental Africana, Wamkele Mene, considerou benéfico o papel de Angola na implementação PAPSS e referiu ainda que o nosso país foi um dos primeiros países a aderir à  Zona de Comércio Livre Continental Africana.

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Teté Antonio reforçou ainda o facto de que com o PAPSS termos a vantagem de os pagamentos serem feitos em moeda nacional de cada país, evitando, assim, a necessidade de se recorrer a terceiros para a aquisição de divisas.

Por outro lado, Wamkele Mene, considerou que o principal problema que o continente enfrenta está relacionado com as transacções  transfronteiriças, porque acarretam custos elevados aos diversos países, onde o PAPSS vai facilitar as transacções transfronteiriças entre os funcionários e operadores económicos, permitindo ao continente poupar elevadas somas monetárias que podem ser utilizadas na melhoria das condições de vida dos cidadãos.