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Plataforma E-learning oferece programas de aceleração a empresas nacionais

Dez pequenas e micro-empresas nacionais passam, a partir do fim deste mês de Novembro, a estar conectadas à plataforma E-learning Mentor Day, que consiste em um programa de aceleração e crescimento sustentável das unidades de produção via online.

Essa informação foi prestada pelo director da Escola Nacional de Comércio (ENCO), Nasser Alexandre, onde informou que o Mentor Day é uma plataforma de origem espanhola que, numa parceria com essa instituição nacional, concordou em conceder a Angola a  oportunidade de conectar dez empresas do país, em experiência piloto.

A E-learning da Mentor Day é uma plataforma onde estão integrados mais de 600 investidores de alto nível, mais de três mil empresários, especialistas, assessores, instituições financeiras, incluindo bancárias, bem como mentores voluntários em Espanha e em outros países do continente europeu.

O seu sistema de formações consiste primariamente no desenvolvimento de acções de capacitação profissional, acesso a fontes de financiamento e facilidade de internacionalização das empresas,  segundo as palavras de Nasser Alexandre.

MAIS: União Europeia disponibiliza 5 milhões de euros para incubadoras nacionais

O responsável acrescentou ainda que as dez empresas angolanas terão de passar por um processo de selecção orientado pela ENCO, um processo que tem em conta o estado legal, condições tecnológicas e capacidade de geração de emprego, com a habilitação a envolver o valor  de 700 mil kwanzas.

Serão seleccionadas as empresas que estiverem  inscritas no edifício sede da ENCO, em Luanda, até o dia 29 desse mês onde o director adiantou que as mesmas recebem, por e-mail, um link e palavra passe de acesso à plataforma. Submetidas ao passo de inscrição, as empresas selecionadas serão submetidas a um programa de formação durante duas semanas, sujeitando-se à obrigação de cumprir até 70 por cento do programa, para terem acesso à fase final, onde ficam habilitadas ao financiamento dos projectos aceites na plataforma.

Na primeira fase de formação, que é denominada de pré-aceleração, os candidatos são capacitados com a ajuda de um mentor.

Po outro lado, na segunda fase e que é conhecida como etapa de aceleração, as empresas terão de demonstrar capacidade técnico-profissional adquirida durante o período de formação, apresentando o projecto a uma bolsa de mais de 500 investidores, incluindo bancários.

De referir que o valor de financiamento a ser concedido para cada empresa fica dependente da dimensão, amplitude e utilidade do projecto, e onde durante um ano, a empresa é acompanhada por um mentor voluntário, seleccionado de acordo com as necessidades de cada empresa.

Todo o processo comunicativo ocorre em língua inglesa e espanhola. Com vista a dar oportunidade de um maior número de empresas angolanas beneficiarem deste tipo de iniciativa, o director da Escola Nacional do Comércio indicou que a instituição já está a trabalhar para elaborar o projecto Mentor Day Angola, que é introduzido depois da fase de experiência piloto, envolvendo instituições financeiras do país e internacionais.

 

A Xbox original foi lançada há 20 anos. Veja os jogos mais marcantes da consola

Oddworld: Strangers Wrath

Foi há precisamente a 20 anos atrás, isto é, no dia 15 de novembro de 2001, que a Microsoft lançou a sua primeira consola de jogos na América do Norte, e mundialmente só em 2002.

Com a consola vieram a apresentação de grandes nomes de vídeos-jogos, que se tornaram famosos mundialmente, como o ‘Halo: Combat Evolved’, ‘Project Gotham Racing’ e ‘Dead or Alive 3’.

Embora que para os amantes das consolas a Xbox original pode não ter conseguido competir com a PlayStation 2 a nível de vendas, cravou o seu nome no segmento e foi a ‘casa’ de muitas e importantes séries para o futuro da divisão de jogos da Microsoft.

Tendo como base isso, mostramos na galeria abaixo alguns dos jogos mais emblemáticos da era da Xbox original. Se achas que a redacção do MenosFios esqueceu um vídeo-jogo em particular, é só escrever nos comentários .

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Instagram paga 35 mil dólares para influencers usarem o Reels

O Instagram tem vindo a sentir a pressão do TikTok, e parece que agora se encontra a testar algumas formas de tentar cativar mais utilizadores para a plataforma, nomeadamente para o Reels.

Em meados de Julho deste ano, Mark Zuckerberg, CEO da Meta, afirmou que iria pagar mais de mil milhões de dólares aos criadores para incentivar os mesmos a investir nos produtos da empresa – onde se inclui o Facebook e, claro, o Instagram.

E ao que parece, este incentivo começa agora a surgir para alguns criadores de conteúdos. De acordo com o portal TechCrunch, o Instagram começou a enviar notificações para os criadores de conteúdos de forma a estes poderem resgatar ganhos com base nos conteúdos que partilhem no Instagram.

O incentivo parece estar a ser enviado para um vasto conjunto de criadores, tanto de contas com milhares de seguidores como outras mais pequenas, embora o pagamento seja proporcional ao número de seguidores.

MAIS: Instagram testa novo sistema de subscrições para criadores

Para que os criadores possam receber o fundo, estes devem atingir um determinado valor de visualizações nos conteúdos do Reels até uma data especifica. O valor máximo do bónus também é indicado na mesma altura.

Ou seja, os criadores devem atingir uma meta para conseguirem resgatar a oferta. Mas ainda se desconhece exatamente qual a formula usada pelo Instagram para determinar estas ofertas. Existem utilizadores com perfis com mais de 52 mil seguidores que receberam bónus de 1000 dólares, enquanto outros de menores dimensões recebem mais.

O foco da mesma, no entanto, parece ser os conteúdos publicados no Reels, sendo que as visualizações contabilizadas serão dos vídeos partilhados nesse formato – um claro incentivo para atacar a popularidade do TikTok.

Startup Kubinga representa Angola na 2°edição da Feira Comercial Intra-africana

A startup Kubinga, que consiste num aplicativo móvel que visa suprir as necessidades de transporte decorrentes de um sistema de mobilidade urbana débil, interligando de forma directa passageiros e motoristas, é uma das representantes da comitiva angolana na 2° edição da Feira Intra-Africana de Comércio, uma iniciativa do Banco Africano para Exportações e Importações (Afreximbank), que começou hoje(15) e vai até ao dia 21 de Novembro.

Para este fórum de negócios, que o Afreximbank realiza em colaboração com o Secretariado  da Zona de Comércio Livre Continental Africana – ZCLCA e a União Africana (UA), a Kubinga leva consigo a marca “Made in Angola”, com foco na  busca do  estabelecimento de novas parcerias para o aumento das exportações dos negócios nacionais, além também do aumento da produção. Em suma, esse evento representa uma importante oportunidade de comércio e negócios para a startup vencedora do Seedstars Luanda 2018.

Nesse evento, a Kubinga tem também como objectivo partilhar comércio, investimento e informação de um mercado que é lider em território nacional com vários intervenientes, incluindo investidores, PMEs e o sector informal, além de identificar-se soluções para se enfrentar os desafios que afectam o comércio intra-africano, de acordo com que a redacção do MenosFios apurou.

De informar que a startup Kubinga tem registado uma tendência evolutiva positiva, nos últimos tempos, com um grau de tração elevado, correspondente a um crescimento de mais de 50% ao mês.

Além da Kubinga, o pavilhão de Angola prevê acolher, entre outros stands, o da Sonangol, Opaia, BAI, Catoca e Refriango, ZEE, Gulkis, Steel Door, Food Care, Sino-Ord, JPNM, Alltrans, Federação de Mulher Empreendedora de Angola (Fmea), Comunidade de Empresas Exportadoras e Internacionalizadas de Angola (CEEIA) e o da Agência de Investimento Privado e Promoção das Exportações (AIPEX).

MAIS: Kubinga revela dados da sua facturação após estado de emergência

O evento, que se realizará concretamente na região de KwaZulu-Natal, é uma iniciativa do Banco Africano de Exportação e Importação (Afreximbak), em colaboração com a União Africana e o Secretariado da Zona de Comércio Livre Continental Africana (AfCFTA).

De acordo com o comunicado oficial da IATF 2021, na qual tivemos acesso, as projecções para este evento indicam negócios e investimentos avaliados em  40 mil milhões de dólares, contra os USD 32 mil milhões da primeira edição (2018).

Para este ano, espera-se uma participação de dez mil delegados na conferência, visitantes, comerciantes e jornalistas de 55 países, enquanto em 2018 o número de participantes cifrou-se em 2 500 participantes de 45 países.

Em relação ao numero de expositores, a II edição da Feira Comercial Intra-africana (IATF 2021) prevê acolher 1 100, mais 100  que em 2018.

Mobile Money um amigo para Agricultura e população rural

Este artigo foi enviado por Eric Martins. Quer partilhar conhecimento com os demais seguidores do MenosFios? Siga os passos.

O Mobile Money (dinheiro móvel ou chamado de pagamentos moveis) é uma tecnologia que permite ás pessoas receber, armazenar e gastar dinheiro usando um telefone celular. Apelidado em alguns fóruns como carteira móvel ou como nome de um serviço especifico como mPesa (já presente no Egipto, Ghana, Quénia, Moçambique, Tanzânia) EcoCash em alguns países é uma alternativa muito popular por ser fácil de usar, seguro e pode ser usado em qualquer lugar onde haja sinal de telemóvel. Só para termos uma ideia em 2018, 44% do PIB do Quénia foi processado por transações via Mobile Money.

Este serviço alem de ajudar na inclusão financeira (Outrossim inclusão Digital) é abrangente devido a disponibilidade quase universal dos telefones celulares na qual já permitiu que milhões aderissem os serviços. Em Angola não seria diferente, sabemos que existe uma percentagem mais acentuada de utilizadores de telefonia móvel (segundo INACOM aproximadamente 16 milhões) do que contas bancarias (segundo BNA apenas 30% da população angolana é incluída financeiramente).

MAIS: A Huawei, A Unitel, Mobile Money e inclusão financeira

Esta tecnologia possui vantagens de facilitação de transações bancarias por exemplo: Na comuna do Catofe, uma região do Cuanza Sul com bastante potencial agrícola, o agricultor que pretende realizar algum tipo de transação monetária no momento), seja para vender seu produto ou comprar terá de percorrer aproximadamente 30 km para chegar a região do Waku Kungo (onde se encontra maioria das instituições bancarias) e ainda corre o risco de poder ser roubado durante o caminho não obstante disto custo do combustível poderá ser levado em conta.

Segundo o Global Mobile Price o custo de dados moveis em Angola são de aproximadamente 5 USD por 1 GB, e precisamente o que esta tecnologia oferece é que não necessitamos ter um smartphone (ou seja, não iremos necessitar da rede de dados moveis) para usufruir basta termos um telefone (bombinha comumente chamado) com sinal de rede e assim podemos operar.

 Destacamos outras vantagens como:

  • Diminuição da corrupção pois esta tecnologia implicitamente diminui contacto face a face com as autoridades o que significa menos extorsão.
  • Caso ocorra alguma urgência, para regiões rurais onde o serviço de saúde é pago torna-se mais fácil proceder há um pagamento a horas impróprias.

Em angola este serviço já começa a dar os primeiros passos onde a Unitel e o projecto Kwenda encontram-se com uma estrutura e desempenho exponencial.

O Governo de Angola é peça fundamental na massificação do projeto onde a responsabilidade passa com a eletrificação das zonas tidas como potenciais agrícolas visto que caso não haja fontes de energia haverá um retroceder do mobile Money (por razoes obvias). O estado devera trabalhar perto destas comunas/municípios fazendo um aproximar com  a tecnologia passando confiabilidade as populações. Sendo uma tecnologia muito forte no ambiente rural o mobile Money devera constar em projetos de massificação da agricultura (PAC, PRODESI, etc.) com um teor de auxilio da massificação e otimização dos custos de comunicação.

Já é possível agendar publicações em redes sociais diferentes com a plataforma OneUp

Hoje em dia a maioria das pessoas tem perfis em mais de uma rede social, e onde fazer publicações nelas com frequência pode ser um problema sério. Mas felizmente, e para melhorar a nossa vida digital, existe o website OneUp, que permite com que um utilizador pode agendar as suas publicações nas principais redes sociais do momento.

O OneUp é uma plataforma que acabou de chegar, mas que devido a sua funcionalidade fantástica tem vindo a aumentar o número de utilizadores, visto que ela permite que os seus usuários possam agendar múltiplas publicações nas redes sociais que façam parte, isso tudo de forma rápida e muito simples.

MAIS: Já é possível enviar ficheiros de até 10 GB com a plataforma Cowtransfer

Para começar a usar o OneUp primeiramente terás de criar uma conta, onde na versão gratuita poderás associar até duas contas de redes sociais diferentes, enquanto que na versão paga poderás associar um inúmero elevado de contas.

Sobre as publicações, podes escolher publicar um de cada vez ou definir intervalos ou frequências de publicação e pode publicar imediatamente ou agendar para mais tarde.

Na sua lista de redes sociais podemos encontrar o Facebook, Instagram, Twitter, LinkedIn, Pinterest e Google My Business.

WhatsApp estreia nova e útil opção de privacidade

O WhatsApp encontra-se a trabalhar de uma forma de lhe permitir esconder a informação de quando foi a última vez que entrou na app de mensagens. Como conta o WABetaInfo, a versão beta do WhatsApp para Android conta agora com esta funcionalidade que, de momento, se encontra a ser desenvolvida.

Até aqui o WhatsApp só permite três opções para esta funcionalidade: partilhar com todos, com os seus contactos ou com ninguém. Como conta a página WABetaInfo, a plataforma de mensagens encontra-se agora a testar a nova opção na última versão beta da aplicação (2.21.33.14).

De acordo com a publicação, a funcionalidade tem estado a ser desenvolvida ao longo dos últimos meses, sendo que esta disponibilização na versão beta é o último passo antes que seja lançada na versão final do WhatsApp. No entanto, ainda não se sabe quando é que será lançada oficialmente.

E segundo a informação agora revelada, se o utilizador escolher ocultar a última vez que esteve online para contacto específico, vai deixar de ver de forma automática a última vez que esse contacto esteve na aplicação.

Sem data prevista para estar disponível na versão pública do WhatsApp, outras plataformas de mensagens instantâneas já se anteciparam e implementaram uma funcionalidade semelhante. O Telegram, ao contrário do WhatsApp, permite fazer uma lista e escolher os contactos com quem o utilizador deseja partilhar a última vez que entrou na aplicação, por exemplo.

Novas chapas de matrículas, equipadas com código QR, vão garantir maior controlo no país

A sociedade civil automobilística angolana vai receber uma nova gama de chapas de matrículas, equipadas com código QR, onde a Polícia Nacional diz que as mesmas vão garantir maior fiabilidade no controlo do tráfego rodoviário no país.

Essa ideia de palavras veio do Director do Trânsito e Segurança Rodoviária da Polícia Nacional de Angola (DTSER/PNA), Comissário Elias Livulo, na província da Huíla, onde inteirou aos jornalistas sobre o andamento do projecto de implementação das novas chapas de matrículas, assegurando que as mesmas irão permitir maior fiabilidade no controlo da segurança rodoviária no País.

O director da DTSER falava durante o encontro com o 2° Comandante Provincial da Huíla, Subcomissário Florenço Ningui, no âmbito do programa de visita de trabalho de Ajuda e Controlo, que a Polícia Nacional está fazendo desde o princípio do mês na zona sul do País,  concretamente nos Departamentos provinciais do Cunene, Namibe e Huíla.

MAIS: Aplicativo da Polícia Nacional permite infractores do Código de Estrada pagar multas na hora

De referir ainda que na sala de reuniões do Comando Provincial da Huíla, Elias Livulo afirmou que as novas chapas de matrículas, a entrar em vigor, nos próximos tempos, serão mais seguras, tendo em conta a conjuntura de dados que elas apresentam, nomeadamente: o mês, o ano de registo, a bandeira da República de Angola, um leitor de número uniformizado, com descrição das empresas de fabrico.

Por fim, abordando sobre a realidade da situação rodoviária no país, Elias Livulo apontou o homem como o elemento principal das causas dos acidentes no país, destacando os atropelamentos como a maior cifra dos registros da Corporação.

Após o encontro na sala de reuniões do Comando Provincial da Huíla  da PNA, o Comissário deslocou-se ao Departamento de Trânsito e Segurança Rodoviária onde constatou os níveis de funcionamento e organização do órgão e manteve contacto com os efectivos da especialidade em parada.

Em breve vai poder ouvir livros no Spotify

O Spotify anunciou a adesão de livros em formato de áudio (audiobooks) ao serviço de streaming, após a aquisição da empresa de distribuição Findaway. Esta última, e através do seu negócio Findaway Voices, distribui audiolivros para várias plataformas e oferece serviços de criação, juntando autores e narradores.

Além da música e dos podcasts, o Spotify quer “inovar” e “democratizar” a plataforma para este novo serviço, investir na descoberta de livros em formato de áudio e permitir que mais pessoas criem e publiquem audiolivros, sendo “o que torna plataforma tão poderosa do ponto de vista do criador”, disse Nir Zicherman, chefe de audiolivros no Spotify, à publicação The Verge. Embora ainda não seja certo, a plataforma poderá ter planos de assinatura como tem para a música, o que vai ajudar a contabilizar o consumo de audiolivros.

A nova aquisição vai permitir à empresa lucrar, dado que receberá uma comissão sempre que alguém comprar um livro distribuído pelo Findaway na plataforma. Por sua vez, também o Spotify terá de pagar comissões a outros distribuidores e autores de audiolivros sempre que as pessoas comprarem um livro em formato de áudio na plataforma, tal como acontece em relação à música.

MAIS: Conheça o Blend, novo recurso do Spotify que permite localizar pessoas com o mesmo gosto musical

Zicherman reforça a vontade que a plataforma tem em oferecer todo o tipo de conteúdo de áudio aos seus utilizadores, revelando que já no início de 2022 estarão disponíveis mais audiolivros através de uma parceria com o Storytel, também conhecido pelos seus serviços de livros em áudio. Em janeiro deste ano, o Spotify trabalhou com o Youtube na distribuição de leituras de livros clássicos como Frankenstein e com a escritora J.K. Rowling – autora de Harry Potter e a Pedra Filosofal para distribuição deste mesmo livro em formato de áudio.

Três táticas para conter ataques de ransomware

A prevenção de ataques de ransomware está no topo da agenda de todos, de administradores de TI, CEOs e Governos. Embora não seja um problema novo, uma série contínua de ataques de ransomware devastadores em todo o mundo chamou a atenção para esse problema. Ao mesmo tempo, os ciberataques estão a ficar mais sofisticados a cada dia. Portanto, é mais importante do que nunca para as organizações desenvolverem uma estratégia abrangente de prevenção e segurança, antes que danos irreparáveis ​​sejam causados.

  • Como os invasores inicialmente obtêm acesso

Para evitar um ataque de ransomware e outros ataques de malware, as tentativas dos invasores de obter uma posição segura na rede devem ser repelidas. A prevenção, detecção e remediação na segurança do endpoint, portanto, torna-se uma parte crítica da estratégia de segurança.

Em geral, os invasores usam uma dessas duas táticas para inicialmente obter acesso a uma rede:

  1. Os invasores exploram com êxito uma vulnerabilidade na rede da vítima: isso pode ser encontrando um defeito de software ou bug que pode ser manipulado para implantar código malicioso ou expor uma configuração incorreta que dá a um invasor um ponto de entrada para implementar o seu próprio código. Essas vulnerabilidades ocorrem, por exemplo, por meio da configuração incorreta dos recursos da nuvem ou por meio de vulnerabilidades de terceiros que podem levar a um ataque à cadeia de suprimentos.
  2. Os invasores conseguem obter acesso não autorizado a uma conta válida: o acesso não autorizado a uma conta válida é realizado roubando-se as credenciais da conta do usuário por meio de engenharia social.

As organizações sobrecarregadas com estratégias e medidas de segurança desactualizadas lutam para manter os seus dados seguros em um mundo onde os ataques de ransomware se espalham rapidamente devido à fácil acessibilidade. Se essas organizações não mudarem a sua abordagem, os invasores engenhosos continuarão a encontrar vulnerabilidades para explorar e enganar os usuários.

  • Prevenção de incidentes de segurança com uma abordagem em várias camadas

A identidade da última geração e a proteção de endpoint baseada em Inteligência Artificial oferecem uma solução melhor contra ransomware. As soluções anteriores, como autenticação baseada em senha ou proteção de endpoint construída em assinaturas de antivírus, têm sérias deficiências para impedir o ransomware moderno. Uma vez que o objectivo da prevenção é interromper a primeira infiltração, analisamos a seguir como as soluções de segurança modernas podem oferecer os novos meios na luta contra o ransomware.

MAIS: Ransomware: quão perigoso é e o que pode ser feito a respeito?

  • Tática nº 1: Implementar autenticação de usuário resistente a ataques

Muitos ataques de ransomware bem-sucedidos inicialmente obtêm acesso à rede da vítima ao decifrar ou roubar credenciais de uma conta válida. Impedir efectivamente que isso aconteça requer credenciais de autenticação do usuário que são difíceis de copiar, roubar ou quebrar.

A autenticação multifactor (MFA) tradicional ajuda a abordar as vulnerabilidades de segurança no uso de senhas. No entanto, esse método ainda depende fundamentalmente de algo que um usuário humano precisa lembrar e saber, e as abordagens por telefone não são 100% seguras. Além disso, a implantação da segurança MFA tem um custo significativo, tornando-a pouco atraente para o uso de muitas organizações.

O MFA sem uma senha evita o roubo de credenciais e impede que os invasores adivinhem a senha. Essa forma de MFA usa vários factores de autenticação, mas exclui as senhas tradicionais. Sem as senhas tradicionais, a segurança é instantânea e inerentemente aprimorada, a experiência do usuário é simplificada e os custos são reduzidos ao mínimo.

  • Tática nº 2: Detecção, quarentena e remoção instantânea de ransomware

Realisticamente, ter medidas preventivas em vigor não garante que os invasores nunca vão invadir uma rede e obter acesso ao dispositivo de um usuário. A próxima melhor linha de defesa é um mecanismo autônomo de segurança, detecção e resposta que pode detectar e conter actividades suspeitas no nível do endpoint na velocidade da máquina. Isso evita perda de dados, perda financeira ou investimento de tempo desnecessário.

As soluções modernas de Detecção e Resposta Estendida (XDR em inglês) monitoram os processos locais em tempo real e analisam o seu comportamento, torna possível identificar com precisão o código malicioso e tomar medidas imediatas. Dessa forma, o ataque é interrompido no momento em que começa, antes que os invasores possam acessar os seus alvos desejados, independentemente do ataque ser executado da memória local ou remotamente.

  • Tática nº 3: Danos reversos de ransomware

O terceiro elemento nesta abordagem em várias camadas, e talvez o mais crucial para aqueles afectados pelo ransomware, é a capacidade de voltar no tempo e retornar todos os activos e configurações ao estado em que estavam antes do ataque. Essa etapa crítica garante uma rápida recuperação e continuidade dos negócios, independentemente da amplitude e da profundidade do ataque.

Malwares desconhecidos ou táticas de ataque podem não ser detectados e bloqueados automaticamente pelo componente de detecção; portanto, desfazer as ações executadas pelo malware é a única maneira de manter a rede segura.

A reversão automática de todas as alterações feitas por código malicioso ou suspeito fornece às organizações uma rede de segurança contra as terríveis consequências de ataques cibernéticos bem-sucedidos.

  • Uma pilha de segurança abrangente para evitar ransomware

Em resumo, a prevenção é a meta número um para arquitetos de segurança cibernética e defensores de redes corporativas. Uma estratégia eficaz se concentra em mitigar ataques que visam a autenticação do usuário, detectam e removem ameaças imediatamente e, finalmente, revertem todas as ações executadas por atacantes e o seu malware em ataques indetectáveis.