Início Site Página 594

Criador da Bitcoin (Satoshi Nakamoto) já é o 15º mais rico do mundo

Desde que surgiu, em 2008, até agora ninguém sabe a verdadeira identidade do criador da moeda digital, Bitcoin. Embora que muitos digam que Satoshi Nakamoto é o criador, até ao momento ninguém sabe se ele é apenas uma pessoa ou um grupo composto por quatro elementos.

Segundo informações recentes, o criador da Bitcoin é atualmente o 15º mais rico do mundo.

A primeira referência sobre o Bitcoin surgiu em 2008, em um livro escrito por um anónimo que se assumiu com o pseudónimo Satoshi Nakamoto – ainda que não seja claro se o nome representa um único indivíduo ou um grupo de pessoas. Na altura, o livro enunciou sobre a tecnologia que viria a estar associada à criptomoeda, que foi lançada no ano seguinte, isto é, em 2009.

Para os poucos aficionados, de referir que a moeda digital Bitcoin é uma moeda virtual que tem base no sistema peer-to-peer (P2P). O P2P é um sistema que não prevê a existência de uma autoridade centralizada que controle a moeda ou as transações, como acontece com as outras moedas (por exemplo, o Kwanza é controlado pelo Banco Nacional de Angola).

MAIS: El Salvador adopta Bitcoin como moeda oficial

O criador do Bitcoin, Satoshi Nakamoto, é atualmente uma das pessoas mais ricas do mundo, estando agora na na 15ª posição. De informar que esse dado já não é praticamente novo, visto que em Março Satoshi Nakamoto já tinha entrado para a lista dos mais ricos e em Outubro chegou mesmo a ser a 13ª pessoa mais rica do mundo.

Satoshi Nakamoto minerou a moeda durante o seu envolvimento com o projeto, embora que as noticias dão conta que o mesmo nunca movimentou os bitcoins. Tendo em conta o valor atual da moeda digital, e considerando que Nakamoto tenha 1.100.000 bitcoins, isso coloca-o no TOP 15 das pessoas mais ricas do mundo.

Até ao fecho desta matéria o Bitcoin está a cair mais de 7%, onde actuamente 1 bitcoin equivale aos 36 milhões de kwanzas.

“A Apple tem de ser parada”, diz CEO da Epic Games

O CEO da Epic Games, Tim Sweeney, marcou presença numa conferência na Coreia do Sul onde aproveitou para criticar publicamente a Apple e a Google – as donas das duas maiores lojas de aplicações para dispositivos móveis.

“A Apple prende milhares de milhões de utilizadores a uma loja e a um processador de pagamentos. Agora, a Apple obedece a leis opressivas estrangeiras, que vigiam os utilizadores e os privam de direitos políticos. Mas a Apple está a ignorar as leis que passam pela democracia coreana. A Apple tem de ser parada”, afirmou Sweeney ao público.

MAIS: Tribunal obriga Apple a permitir opções de pagamento externas na App Store

Sweeney ainda se referiu à recente lei aprovada na Coreia do Sul que pretende obrigar a Apple a usar plataformas de pagamento externas. Apesar de já ter passado o prazo de resposta da Apple, a tecnológica de Cupertino ainda não se pronunciou sobre o tema.

A Google também não foi esquecida pelo CEO, que considera a empresa como “louca” pela forma como processa pagamentos dentro das apps disponíveis na Play Store.

Spotify, Snapchat e outros populares aplicativos saem do ar

Os usuários do popular aplicativo de streaming Spotify reportaram vários erros generalizados e problemas de acesso, durante a tarde de hoje, 16 de Novembro. De acordo com as reclamações dos utilizadores, o erro no aplicativo se deu por volta das 16:00 horas de Angola e só viu-se como resolvido as 18:00.

Pelo que se sabe até ao momento, e de acordo com a plataforma The Verge,  esse “down”  foi por causa de um problema de networking com o Google Cloud, e onde por causa desse mesmo erro outras aplicações populares, como o Snapchat, o Discord e o Etsy também tiveram problemas de acesso por parte dos seus usuários.

Na conta oficial do Spotify no Twitter, a empresa publicou recentemente uma atualização dizendo que está “ciente de alguns problemas” e está  nesse momento a analisá-los.

Até ao fecho dessa matéria, não houve mais qualquer atualização do Spotify, mas boa parte dos usuários já conseguem ter acesso ao aplicativo.

MAIS: Em breve vai poder ouvir livros no Spotify

De referir ainda, que nas redes sociais muitos utilizadores relataram que não conseguiam reproduzir as suas músicas ou aceder completamente ao aplicativo.

O Spotify é uma das aplicações mais populares do mundo, com mais de 380 milhões de utilizadores activos, incluindo mais de 170 milhões subscritos à oferta premium da empresa.

Rússia é um parceiro estratégico de Angola no espaço sideral

Angola escolheu a Rússia como parceira no domínio da utilização do espaço sideral com a construção do satélite Angosat-2, por ser uma potência mundial neste sector e por que quem o controla tem vantagem na terra, afirmou Augusto da Silva Cunha em entrevista à agência noticiosa RIA Novosti, no inicio dessa semana.

Augusto da Silva Cunha , que é também embaixador de Angola na Federação Russa, acrescentou ainda que a Comissão Intergovernamental identificou esta área como uma das principais que precisam ser desenvolvidas, e que a implementação bem sucedida do projecto permitirá ao país avançar, rapidamente, no domínio das telecomunicações e ultrapassar as dificuldades existentes.

MAIS: Quanto tempo falta para o lançamento do AngoSat-2?

Quando perguntado sobre a previsão de outras iniciativas conjuntas no espaço entre Angola e Rússia, por aquela estação de noticias, o embaixador disse ter certeza que sim e exemplificou que, após cooperação no Angosat-1, um grupo de estudantes angolanos chegou à Rússia para estudar especialidades relacionadas com este projecto.

Isso continuará no futuro. Estamos a falar sobre o desenvolvimento de todo um ramo da ciência. Isso é muito importante para Angola. Os projectos de satélite com a Rússia devem continuar. Mas o mais importante agora é lançar o Angosat-2, pois em 2017 perdeu-se o contacto com o Angosat-1. Temos certeza de que tudo dará certo e o lançamento será um sucesso”, rebate o dirigente.

Por fim, o embaixador confirmou ainda o interesse de Angola em desenvolver a cooperação no domínio da energia nuclear com a Rússia, referindo que foram assinados acordos na vertente pacífica, e onde diz que “A Rússia é nosso parceiro estratégico nesta área”.

Explosão do satélite Russo, colocou em risco uma estação espacial

O lixo espacial é uma preocupação que tem estado a ser debatido na Comunidade Geospacial, onde uma das grandes preocupações é a quantidade atualmente do lixo espacial existente, bem como os métodos para limpeza do mesmo. De lembrar que recentemente um estudo elaborado por um grupo de engenheiros mecânicos liderado por Jake J. Abbott, professor da University of Utah que apresentaram um método para limpeza do lixo espacial.

A Rússia lançou um míssil terrestre para destruir um dos seus satélites nesta segunda-feira (15 de Novembro de 2021). A explosão gerou mais de 1.500 fragmentos rastreáveis e milhares detritos menores impossíveis de localizar, que se espalharam pela órbita da Terra, segundo o Departamento de Estado dos Estados Unidos.

MAIS: Semana Mundial do Espaço marcada com vários eventos organizados pelo GGPEN

A notícia surgiu em meio a relatos da agência espacial russa Roscosmos de que os astronautas que vivem a bordo da Estação Espacial Internacional tiveram que se abrigar no local esta manhã devido a uma nuvem de detritos espaciais que parece passar pela estação a cada 90 minutos, tempo que leva para a ISS orbitar a Terra. No principio, não estava claro se os destroços que ameaçavam a estação espacial vieram do teste anti-satélite da Rússia, ou ASAT. O Departamento de Estado simplesmente indicou que o campo de destroços é um perigo para a estação espacial.

A empresa privada de rastreamento espacial LeoLabs confirmou no Twitter que observou vários objetos que agora estão no local de um antigo satélite russo chamado Kosmos 1408, que agora foi confirmado como o alvo do teste ASAT. O Departamento de Estado dos EUA está a condenar veementemente o teste ASAT feito pela Rússia.

Check Point Research: Trickbot é o malware mais usado pelos cyber-criminosos

A Check Point Research lançou o seu mais recente relatório do Índice Global de Ameaças, compreendendo o mês de Outubro de 2021, onde revelou que o Trickbot é o malware mais usado pelos cyber-criminosos nos últimos tempos, e onde ainda foi também revelado que os sectores da Educação e Investigação são os preferidos dos criminosos para atacar.

O Trickbot é um botnet modular e trojan bancário, que tem estado no topo da lista de malwares mais frequentes dos hackers, nos últimos meses, onde tem afetando 4% das organizações em todo o mundo, enquanto o “Apache HTTP Server Directory Traversal” é agora umas das dez principais vulnerabilidades exploradas por esses mesmos criminosos.

De referir que o Trickbot pode roubar detalhes financeiros, credenciais de conta e informações pessoalmente identificáveis, bem como espalhar-se lateralmente dentro de uma rede e largar o ransomware. Desde a captura do Emotet em Janeiro último, o trickbot se tornou o malware mais usado, tendo subido na escala por mais cinco vezes.

MAIS: Relatório da Check Point Software destaca o impacto do cyber-crime ao redor do mundo

De acordo com os analistas, o Trickbot continua a ser constantemente atualizado com novas capacidades, funcionalidades e vetores de distribuição que lhe permitem ser um malware flexível e personalizável e que pode ser distribuído como parte de campanhas multiusos.

Confira abaixo(foto) os malwares mais usados pelos piratas informáticos, nos últimos meses.

Eis os 8 malwares mais usados pelos hackers

Por fim, o mesmo relatório mostrou as secções que os piratas informáticos gostam mais de atacar, que são: Educação, Pesquisa, Telecomunicações, Governo e Militar.

Saiba o porque que os iPhones demoram mais a receber novas funcionalidades

A maioria das pessoas, e não precisa ser um expert na matéria, já notou que os smartphones de marca iPhones se atrasam sempre quando se trata de introduzir novas funcionalidades nas máquinas da Apple, isto é, os smartphones Android parecem obter sempre as novas funcionalidades a toda a hora – e onde até fica difícil de acompanhar todas elas.

Mas agora surge a pergunta: porque é que os iPhones são tão lentos a introduzir novas funcionalidades? A redacção do MenosFios trás agora a resposta dessa pergunta.

Uma das maiores razões pelas quais os iPhones são tão lentos a introduzir novas funcionalidades é que cada nova funcionalidade introduzida não está limitada ao próprio iPhone, isto é, a nova função tem de encontrar o seu lugar em todo o ecossistema Apple – precisa de funcionar bem em quase todos os produtos Apple.

MAIS: Cofundador da Apple não consegue distinguir iPhone 13 do iPhone 12

Então, para que a nova função possa funcionar corretamente nos aparelhos da Aple, são necessários testes rigorosos de modo a garantir que não existem problemas antes da funcionalidade ser aprovada. Cada nova funcionalidade precisa de ser adaptada de modo a funcionar em completa sinergia com outros dispositivos e funcionalidades da marca, de acordo com a Apple.

De informar ainda que as decisões para um novo iPhone são tomadas com meses de antecedência, por vezes anos. E, enquanto os fabricantes de Android parecem lançar constantemente novas funcionalidades, fazê-lo é mais difícil para os iPhones devido ao seu ecossistema profundamente integrado e congruência com outros produtos e serviços Apple.

Embora o Android seja conhecido por dar aos utilizadores a possibilidade de escolha e a liberdade de fazer com que os seus telefones sejam mais pessoais, os iPhones estão mais concentrados na padronização e na oferta do que funciona melhor para a maioria das pessoas.

Por isso, para que tem um Iphone ou um produto da Apple tem consigo uma maior vantagem e facilidade de utilização, maior integração, melhor consistência, e maior segurança e privacidade. Mas todas estas vantagens têm o custo de perder a liberdade de personalizar as suas máquinas ou desfrutar regularmente de novas funcionalidades inovadoras, infelizmente.

Em todos os seus produtos, quer seja um iPhone ou um MacBook, a Apple dá prioridade à facilidade de utilização e simplicidade em relação à personalização. É por isso que os iPhones são tão fáceis de operar e não têm tanta curva de aprendizagem como alguns smartphones Android podem ter.

Revolução das fintech em África é ciclo de palestras pela GSMA

Nos últimos 15 anos, o sucesso do serviço M-Pesa tem sido um catalisador para grandes melhorias tecnológicas e de conectividade na região da África Subsariana, e onde com o impacto da pandemia da COVID-19 esse tipo de serviço acelerou ainda mais, levando a um aumento significativo da utilização dos smartphones para serviços financeiros online. A oportunidade de transformação bancária nunca foi tão grande como agora, e neste período de mudança sem precedentes, a colaboração continua a ser fundamental.

Tendo como base essa linha de pensamento, a instituição GSM Mobile Money África está a realizar uma série de webinar, durante essa semana, com o intuito de explorar as mais recentes inovações e discutir as oportunidades para novas parcerias e alavancar tecnologias emergentes.

Essa série de webinars vem do ciclo de sessões da GSMA desde o final de Setembro, com o Mobile Economy Report, e vai até ao dia 15 de Dezembro com a live “Caminhos Digitais para uma África Resiliente Climática”.

MAIS: Conheça as 50 startups Fintech mais promissoras de 2021

Para a série de sessões programada para hoje, 16 de Novembro, terá como relance a FinTech Keynote, com contribuições de Amnah Ajmal, executivo da MastercardAwa Gueye Ba da MowaliBrian Gorman da GSMA e Lesley-Ann Vaughan da Mojaloop Foundation. De referir ainda que se espera também a presença dos palestrantes Cedric N’guessan , Muhammad Nana (Mastercard), Ngozi Megwa (Mastercard), Olugbenga GB Agboola (Flutterwave). Por fim, nessa mesma sessão vai ainda ser abordado a implementação das redes 5G em todo continente africano, tendo como oradores gestores da ZTE.

Para poder fazer parte das sessóes click aqui.

 

 

Pirata informático usa perfil falso do administrador para burlar cidadãos em Benguela

Um pirata informático, nas redes sociais, até então desconhecido, é acusado da prática de burla, em dinheiro, a vários cidadãos, em nome do administrador municipal do Cubal, Paulino Banja.

A informação foi prestada pelo próprio administrador do Cubal, que adiantou ter se apercebido da grave situação graças aos seus amigos com quem mantém comunicação por via WhatsApp e Facebook, que confirmaram terem transferido, por meio de IBAN, valores em dinheiro para a conta bancária orientada pelo indivíduo.

Paulino Banja referiu ainda que uma das vítimas, que foi burlada pelo perfil falso, chegou a transferir 25 mil kwanzas, enquanto uma segunda vítima tranferiu 50 mil, para uma conta sugerida pelo burlador.

De referir que o administrador do Cubal perdeu a mãe no passado no dia 7 deste mês, o que levou a uma grande manifestação de carinho por parte de muitas pessoas que manifestaram solidariedade, sendo que por causa disso estiveram sensiveis ao golpe informático.

MAIS: Cantor Bass tem sua página do Facebook hackeada, e oferece recompensa a quem conseguir recuperar

Paulino Banja aumentou ainda que no Facebook, o seu perfil, é alvo de falsificação, há mais de dois anos, o que o levou já a efectuar mudanças, e que no caso da rede social WhatsApp, apenas a cerca de três meses é que passou a notar a circulação de um número estranho com o seu perfil e uma imagem sua.

Acrescentou também que, para provar a falsidade da conta, dirigiu-se a uma zona sem cobertura e de regresso recebeu informações junto dos seus colegas de serviço, que a conta estava online.

Liguei de imediato para o número em causa, chamou e, de seguida, atendeu um indivíduo, fazendo-se passar mesmo por Paulino Banja. Para o meu espanto, o indivíduo não prosseguiu com a conversa e desligou o telefone“, disse.

Segundo o que a redacção do MenosFios apurou, o governante já denunciou às autoridades locais, nomeadamente à Procuradoria Geral -da República (PGR) e ao Serviço de Investigação Criminal (SIC) que já trabalham para a possível identificação e responsabilização do suposto criminoso.

Ataque aos servidores do FBI resulta em centenas de milhares de emails de spam

O sistema de emails do FBI foi hackeado durante o último fim-de-semana, onde  foram enviado centenas de milhares de mensagens de spam que alertavam aos utilizadores sobre a suposta possibilidade de terem sido vítimas de uma fuga de dados.

Segundo a nota de imprensa oficial, o governo dos Estados Unidos confirmou que as mensagens enviadas eram falsas, onde momentos depois o FBI informou que devido a uma “má configuração de software” permitiu acesso temporário por parte dos atacantes ao Law Enforcement Enterprise Portal (LEEP), que é a infraestrutura usada pela agência para comunicar com autoridades e parceiros.

Embora o email ilegítimo tenha originado de um servidor operado pelo FBI”, o servidor afetado “era dedicado a enviar notificações para o LEEP e não fazia parte do serviço de email corporativo do FBI”, avança a agência, onde ainda acrescentou que não foram comprometidos dados, que a vulnerabilidade de software foi corrigida e que a integridade das redes esteve e está intacta.

Pelo que foi reportado pela Spamhouse, uma organização internacional que monitoriza casos de spam e ameaças associadas, o incidente terá sido parte de uma campanha para manchar a reputação de Vinny Troia, especialista de cibersegurança da NightLion Security, que, nos emails falsos é apresentado como um cibercriminoso associado ao grupo The Dark Overlord.