Durante o evento habitual da Apple que por regra decorre em Setembro de cada ano, que desta vez aconteceu no dia 15 de Setembro de 2020, pouco se esperava pela apresentação oficial do mais novo smartphone da Apple, e no final do mesmo, teve-se a certeza de que, infelizmente não era o dia para se conhecer o iPhone 12.

Praticamente um mês depois, a Apple realizará mais um evento. Estranho, não? O que levaria a empresa a organizar um novo evento em tão curto espaço de tempo? Se a sua resposta tem a ver com a chegada do iPhone 12, entao está certo! A probalidade disto acontecer é de 99%, aquele 1% deixaremos para a margem de erro.
A Apple anunciou que o seu evento para iPhone acontecerá no dia 13 de outubro, com o convite provocando o anúncio com a frase “Hi, Speed”. Não é nenhuma surpresa que o evento do iPhone deste ano seja um pouco mais tarde do que o normal, já que a Apple garantiu em Julho que o iPhone perderia sua janela de lançamento usual em Setembro. O lançamento posterior é provavelmente devido a atrasos criados pela pandemia COVID-19.
Não se sabe ao certo como será o iPhone 12, mas segundo os rumores, o mesmo terá um novo design com bordas quadradas (talvez semelhante ao iPad Pro) e suporte para redes 5G. Ele também deve vir em quatro modelos diferentes, incluindo um novo tamanho de 5,4 polegadas (que seria menor que o iPhone 11 Pro) e um tamanho de 6,7 polegadas (que seria o maior iPhone de todos os tempos).



José Massano, que foi orador no webinar sobre “ Inclusão Financeira e Globalização” promovido pela Academia de Santa Catarina, justifica a necessidade da protecção, em primeiro lugar, dos clientes e pesquisas em torno dos benefícios que envolvem esta nova modalidade de troca de moeda. “Temos de ver se é uma modalidade aceitável.
Há sinais de que a expansão da cobertura de internet de alta velocidade em assentamentos e áreas rurais impulsionou a produção da agricultura localmente. Os agricultores usam a internet para acessar informações de mercado, implementos de produção agrícola e detalhes vitais que influenciam as decisões agrícolas.
Os programas potencialmente indesejados são programas que geralmente não são considerados maliciosos por si só. No entanto, eles geralmente estão a influenciar a experiência do usuário de forma negativa. Por exemplo, o adware preenche o dispositivo do usuário com anúncios; software agressivo de monetização propaga ofertas pagas não requestadas; downloaders podem baixar ainda mais vários aplicativos no dispositivo, às vezes maliciosos.

No âmbito do processo de seleção para participação do referido Curso, foi admitido um angolano e especialista do GGPEN (
