Angola Cables, empresa nacional de telecomunicações testou a primeira conexão de fibra óptica entre os EUA e África usando o cabo SACS.
Uma declaração divulgada pela Angola Cables e Nokia explica que o chipset Photonic Service Engine 3 (PSE-3) da Nokia foi testado para facilitar a conectividade, que, de acordo com as empresas, “fornece roteamento direto e de baixa latência e simplifica bastante a activação e os serviços para atender melhor os mercados de consumo de dados em rápido crescimento em África “.
O SACS, de propriedade e gerenciado pela Angola Cables, opera entre Fortaleza, Brasil e Luanda, Angola e está conectado ao AngoNAP Data Center. O MONET, de propriedade do consórcio, conecta Santos / Fortaleza no Brasil com a Flórida nos EUA.
“Os novos serviços alavancam a interconexão de dois sistemas de cabos submarinos existentes – SACS (South Atlantic Cable System) e MONET. A combinação de sistemas submarinos SACS e MONET permite 300 Gbps de tráfego entre Miami e Luanda”, afirma Angola Cables, acrescentando que o teste aumenta a capacidade de uma rede já de baixa latência.
Fernando Azevedo, director técnico da Angola Cables, disse que “com o PSE-3 da Nokia, a empresa pode interconectar opticamente os cabos de fibra óptica submarinos MONET e SACS, o que permite mais capacidade e uma redução adicional na latência entre os provedores de conteúdo da América do Norte e os mercados crescentes de consumo de dados em África”.
Sam Bucci, chefe de redes ópticas da Nokia, é de opinião que “África é um mercado de crescimento estratégico para a Nokia”. Em Novembro de 2019 , a Angola Cables e a Nokia confirmaram que o roteamento de fibra óptica entre Angola e Miami estava disponível para uso comercial.
Angola vai contar com o primeiro banco digital no decorrer do ano em curso. Denominado DUbank Angola, já conta com os requisitos legais, exigidos pelo Banco Nacional de Angola (BNA), desde o capital social, estrutura, balanço, transparência, entre outros.
De acordo com Sérgio Hirose, Director Executivo do DUbank, a instituição bancária vai ter um serviço de apoio ao cliente e, o facto de ser digital, este serviço poderá chegar em toda parte de Angola, onde tenha internet, e a partir de 2G pode ser feita a transacção bancária.
Instalado desde Dezembro último, o site do DUbank Angola já registou mais de cinco mil pedidos de pré-cadastros para a abertura de conta. Sérgio Hirose explicou que o banco digital vai funcionar através de um smartphone, mediante uma conta, terá um cartão multicaixa, cuja gestão das transferências estará a cargo da Empresa Interbancária de Serviços (EMIS).
Dentre os vários serviços, o banco digital terá o segmento de salário, guia de pagamento, pagamento de imposto, seguros, transferências, entre outros prestados pelos bancos convencionais.
Sérgio Hirose informou que o DUbank Angola estará vocacionado aos serviços, situação que vai atrair ao país muitos investidores estrangeiros. Para o efeito, disse ter já bancos correspondentes no Brasil, Estados Unidos da América disponíveis em materializar esta intenção.
A plataforma do Dubank dará a possibilidade de ter uma senha de acesso e outra de pagamento, sendo que qualquer transacção que ocorra o cliente recebe uma mensagem e dá a possibilidade de bloquear na hora, isto por questão de segurança.
Qual é a sua opinião sobre o pirimeiro banco digital em Angola?
Um dos eventos com capacidade de atrair vários jovens desenvolvedores, está de volta. A apresentação da 5ª Edição do Concurso Nacional de Criação de Jogos Digitais ( CNCJD) , está marcada para esta quinta-feira, dia 23 de Janeiro de 2020, às 8h30, no Centro Cultural Brasil/Angola, em Luanda.
A organização do evento é levada à cabo pela Universidade Metodista de Angola, Universidade Agostinho Neto e o Instituto Superior Politécnico Metropolitano de Angola .
“Numa parceria com o CCBA, a 5ª edição do concurso visa incentivar a criatividade e desenvolvimento de jogos digitais por meio da identificação, selecção e motivação de talentos para a promoção da cultura científica nacional, através da transferência de tecnologia e empreendedorismo de base tecnológica.“
Os candidatos poderão desenvolver os jogos em
diferentes dispositivos electrónicos que utilizem sistema operativo como
Android, IOS, Windows e outros, que agregam valores em questões relacionadas
com os modelos educacionais, inserção da ciência, tecnologia, diversão e
inovação no desenvolvimento da sociedade.
Os vencedores da competição terão a oportunidade de participar em concursos nacionais e internacionais como Feira do Inventor/Criador Angolano, Imagine Cup, Talentos Tecnológicos e outros eventos que decorrem em Angola.
O evento vai contar com a presença da Ministra do Ensino Superior Ciência Tecnologia e Inovação, Dra. Maria do Rosário Bragança Sambo; do embaixador da República Federativa do Brasil, Dr. Paulino Neto; da Magnífica Reitora da Universidade Metodista, Dra. Martha Sambenge; representantes e patrocinadores do concurso, corpo docente e discentes das instituições mencionadas acima, membros da Comissão Organizadora e demais convidados.
A China ajudou o Zimbabué a estabelecer a primeira planta de montagem de computadores e laptops da Empresa de Tecnologia do Zimbábue (ZITCO).
A China já é um participante importante na esfera tecnológica do Zimbábue. Além de desenvolver a tecnologia de reconhecimento facial para o país, os financiadores chineses continuam a apoiar empresas estatais de telecomunicações, incluindo NetOne e TelOne.
O engenheiro da TelOne, Jeremia Munembe, disse que a expectativa é que o centro também crie empregos e intensifique a aceitação de bens produzidos localmente.”Também estamos a buscar oportunidades nas quais trabalharemos com outras pequenas e médias empresas e empresas de inovação em termos de componentes de software. Estamos a analisar vários produtos que alimentam laptops, desktops e dispositivos de TIC”
De acordo com a Autoridade Reguladora de Correios e Telecomunicações, o Zimbábue está a testemunhar uma digitalização crescente, como evidenciado pelo aumento das taxas de penetração activa da Internet e de telemóveis de 58,9% e 88,2%, respectivamente.
Yesterday I toured the new Zimbabwe Technology Company plant in Harare. ZITCO is the first company to assemble computers locally, with capacity to produce 150,000 annually. We are promoting & investing in technology as we modernise our economy & create opportunities for our youth pic.twitter.com/39hJw3EHnJ
Após visitar a fábrica, o presidente do Zimbábue Emerson Mnangagwa twittou “A ZITCO é a primeira empresa a montar computadores localmente, com capacidade para produzir 150.000 anualmente”.
Bongani Haliman, técnico e consultor de dispositivos de TIC em Harare, acredita que são necessários mais recursos para impulsionar esses centros de montagem de computadores para torná-los úteis e sustentáveis.
O continente africano tem números abaixo da média em relação ao resto do mundo no concernente à interconexão, sendo que aproximadamente 40 por cento da população acessa a Internet, segundo dados da AFRINIC (Organização Reguladora de Internet em África), que foram apresentados por Eddy Keyura (Director executivo da organização), durante a 31ª conferência da AFRINIC.
Quanto ao nosso pais, no âmbito da Conferência E&M “Transformação Digital na Banca e o Comércio Electrónico em Angola que aconteceu também nos finais de 2019, o consultor de telecomunicações, Abdul Santos, garantiu que Angola apresenta uma taxa muito abaixo da média africana em termos de acesso a Internet.
O especialista fez esta afirmação durante a apresentação do tema “Investimentos em Telecomunicações Enquanto Motor da Economia Digital”, que antecedeu três intensos debates que, entre outros intervenientes, contou com a participação de representantes do sector da banca e telecomunicações, com destaque para o PCA do Banco BIC, Fernando Duarte, e do director-geral da ITA, engenheiro Pinto Leite.
O âmbito da Conferência E&M “Transformação Digital na Banca e o Comércio Electrónico em Angola. O Presente e o Futuro”, o também engenheiro de telecomunicações referiu que o país ainda está muito abaixo da África do Sul, das Maurícias, da Namíbia e da Zâmbia, que têm as maiores taxas de tele-densidade no continente.
Para Abdul Santos, o sector das telecomunicações em Angola estagnou há cerca de quatro anos, considerando que “não há evolução tanto da tele-densidade como do aumento do usuários da Internet”. A situação não se alterou, acrescentou o especialista, referindo que estes indicadores pioram à medida em que a população angolana aumenta substancialmente. Por outro lado, referiu que não é fácil saber exactamente qual é o comportamento financeiro das empresas que operam no sector das telecomunicações, porque não há muita informação financeira disponível. Se existem dados, salienta, “são reservados apenas aos conselhos de administração das respectivas empresas”.
A JBL anunciou durante a CES 2020 novos auriculares wireless, TUNE 220TWS e LIVE 300TWS da linha Quantum que tem como objectivo disputar mercado com o Apple AirPod.
O TUNE 220TWS é claramente uma tentativa da JBL de competir com os AirPods da Apple. Estes fones de ouvido têm um design simples e cores atraentes. Eles possuem autonomia de três horas – um pouco menos que os AirPods de nível básico e o estojo de carregamento tem 16 horas adicionais para carregamento remoto da bateria.
Enquanto o LIVE 300TWS, que será vendido por US$ 150, representa um grande avanço em relação aos 220TWS em termos de recursos. A classificação de resistência à água IPX5 o torna mais adequados para exercícios, e os auriculares têm menos probabilidade de cair durante o exercício. O Google Assistente e a Amazon Alexa também são compactíveis, para que usuário não precise confiar exclusivamente na inteligência artificial do seu dispositivo.
O LIVE 300TWS também traz o modo TalkThru da JBL, que reduz o áudio do telefone e amplifica as vozes para que não seja necessário tirar os fones de ouvido ao conversar com outras pessoas. Há ainda o modo AmbientAware, que permite ouvir ruídos ao redor do usuário.
A previsão é de que ambos sejam lançados durante o período entre março e junho. Ainda não há informações a respeito do lançamento em outros mercados, como Angola.
Já no quarto trimestre do ano passado, Disruption Lab powered by ATLANTICO, em parceria com a Bantu Makers, organizou Pré-evento do Hackathon Fintech 2020, com o objectivo de informar e preparar os interessados em participar no evento a ser realizado dias 24 e 25 de Janeiro de 2020.
Entre 24 e 25 de Janeiro de 2020 realizar-se-á a maratona de programação, Hackathon Fintech 2020, promovida pelo Disruption Lab powered by ATLANTICO, em parceria com a Bantu Makers, NCR Angola, Mercado 3.0 e Red Bull Angola, organizarão uma maratona de programação, com o objectivo promover o desenvolvimento de soluções tecnológicas financeiras.
Espera-se que no final da maratona, os participantes desenvolvam protótipos de novas soluções fintech, melhorem as suas habilidades de raciocínio e resolução de problemas, despertem o espírito empreendedor e impulsionem os seus currículos.
As maratonas de programação (hackathon) reúnem programadores, designers, gestores de projectos, especialistas em UX/UI entre outros, para desenvolverem produtos financeiros e descobrir novas tecnologias. Para o Disruption Lab faz todo o sentido fomentar esta iniciativa, pois as soluções financeiras tecnológicas (fintech) trazem inovação à indústria de serviços financeiros tradicionais.
A Angola Cables, multinacional de telecomunicações e a Companhia de Telecomunicações de Macau (CTM), provedora líder de serviços de telecomunicações em Macau, anunciaram a assinatura de um Memorando de Entendimento para melhorar as oportunidades digitais e de negócios entre Macau, China Continental, Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP) e Brasil.
A CTM prevê alavancar a sua rede internacional aproveitando a sua posição privilegiada na Grande Baía de Macau, como um centro essencial para a digitalização da região Ásia-Pacífico. Macau e as regiões vizinhas têm condições e oportunidades para serem o ponto de atracagem de sistemas internacionais de cabos e o local ideal para hospedar de data centers, a fim de promover o ecossistema digital da região.
A parceria visa promover estratégias e oportunidades para vincular a área da Grande Baía à África, às Américas e aos países de língua portuguesa.
Alavancando o status de Macau como uma plataforma privilegiada para conectar a China aos países africanos de língua portuguesa até as Américas. A CTM acredita que, com os crescentes níveis de integração na Grande Baía, Macau desempenhará um papel significativo na promoção da cooperação comercial entre empresas chinesas e países africanos de língua portuguesa e das Américas (Brasil), possibilitando a exploração conjunta de novos investimentos e oportunidades de negócios e mercados.
We are helping Apple all of the time on TRADE and so many other issues, and yet they refuse to unlock phones used by killers, drug dealers and other violent criminal elements. They will have to step up to the plate and help our great Country, NOW! MAKE AMERICA GREAT AGAIN.
Os problemas entre a Apple e o governo americano relativamente a desbloqueios de iPhones não é de hoje, o Presidente Donald Trump publicou um tweet que pode transformar uma situação complicada em um confronto directo entre a Apple e o Departamento de Justiça dos EUA – afirmando efectivamente que a Apple se recusa a cumprir seu dever patriótico de desbloquear dois iPhones relacionados ao tiroteio do mês passado em uma base naval em Pensacola, Flórida.
O procurador-geral dos EUA, William Barr, acusou a Apple da mesma coisa, dizendo que a empresa de tecnologia não havia prestado “assistência substantiva” ao FBI para desbloquear os telefones dos atiradores.
A Apple diz que, desbloquear um iPhone significa enfraquecer todos os iPhones.
Para começar, a Apple alega que tem ajudado continuamente o FBI com os telefones do referido tiroteio, fornecendo dados armazenados em backup dos telefones para os servidores iCloud e informações da conta, como relatamos ontem. A Apple diz que entregou gigabytes de dados aos investigadores e responde a cada solicitação em questão de horas. A Apple também sugeriu que o FBI parecia estar satisfeito até apenas oito dias atrás, dizendo que “o FBI só os notificou no dia 6 de Janeiro que precisava de assistência adicional – um mês após o ataque“.
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Recentemente aconteceu uma avarias nos cabos submarinos SAT-3 e WACS que deixou a Internet lenta em Angola. Propriamente no dia 16/01/2020 foram reportadas várias interrupções a nível de serviços de Internet em estações submarinas e cabos submarinos ao longo da Costa Oeste Africana. Países como Mauritânia, Costa do Marfim, Gabão Congo e Angola foram afectados.
Cada país teve um “Hit Ratio”, ou seja, “impacto” com maior ou menor criticidade. No período da manhã em Angola notou-se com maior criticidade pois aparentemente tanto o SAT-3 e o WACS tiveram problemas
O que realmente aconteceu?
Dando sequência a nota introdutória e olhando de fora do país, conseguiu-se notar quem por volta das 9:46 da manhã no dia 16/01/2020 só Gabão e Congo países mais próximos de Angola e localizados na Costa Oeste Africana encontravam-se afectados conforme ilustrado na imagem abaixo.
Imagem 1.0 – Países afectados pelo corte nos cabos submarinos
Ao longo do dia após mais monitorização utilizando a “Oracle Intelligence Tool” foi possível ver na imagem 1.1 (apanhado feito as 11:15) que a Costa do Marfim estava com impacto de 0.3%, Angola já aparecia no mapa como um dos países afectados e com impacto de 0.6%, e o aumentou a criticidade no Congo e Gabão (Em comparação com a imagem anterior).
Imagem 1.1 – Angola afectado
Outro apanhado feito por volta das 12:23, demonstra que o problema alastrou-se e a Namíbia passou a fazer parte dos países afectados ao longo da Costa com um “hit ratio”, ou seja, impacto de 4.7%, menos 4.1% na mesma hora que Angola na imagem 1.1.
Imagem 1.3 – por voltas das 12:23 o impacto visto em Angola aumentou exponencialmente e saiu de 0,6% para 7%.
Imagem 1.2 – Demostra um problema gravíssimo no Congo com 27% de criticidade (apanhado feito as 13:03).
Suposições
SAT-3 corte no Sistema Submarino;
WACS problemas no sistema submarino? Problemas em estações submarinas?
Nitidamente que o Congo aparenta ter um problema com maior impacto em relação aos outros países na região;
Problemas em grande Escala
Sabendo que o país conta com (3) sistemas submarinos onde (1) termina em Cacuaco e é gerido pela Angola Telecom e os outros (2) terminam em Sangano e são geridos pela Angola Cables é “CRITICO” olharmos para os seguintes pontos:
É fundamental a entrada de um novo cabo submarino em Angola e que o mesmo termine em Cacuaco / Angola Telecom (exemplos: ACE, SIMBA e ou EQUIANO);
A resposta ao ponto (2): Neste momento Sangano esta bem servido em termos de amarração de sistemas submarinos. Problema são os caminhos terrestres de Luanda até Sangano que apesar de serem fibras redundantes o caminho / percurso é o mesmo.
Imaginando que haja um problema grave na barra do Kwanza – será impossível chegar-se até o WACS & SACS.
Sequência do ponto (2): Logo se um dos cabos acima amarra-se em Cacuaco teríamos total redundância a nível de sistemas submarinos levando em consideração o “tempo de vida útil” do SAT-3 em relação os anos remanescentes para se chegar ao nível obsoleto.
Aspectos a se ter em conta:
O tempo de vida útil de um sistema submarino vai de 20 a 25 anos;
O SAT-3/WASC/SAFE foi implementado em 2001 – logo são 19 anos de utilização actual e de aproximadamente de 6 anos de tempo de vida útil remanescente. “E todos nós sabemos como o tempo VOA”.
Recomendações:
Entrada de um novo sistema submarino (prioridade altíssima);
Alojamento de informação e dados “LOCALMENTE” (prioridade altíssima);
Ligações terrestres aos países vizinhos Sul, Este e Norte (prioridade altíssima);
Utilização do SACS por parte de operadores regionais a Sul de Angola (Namíbia e África do Sul);
Notas:
Relativamente ao ponto número (2) já existe serviços de Cloud locais como: AZCloud da Multipla, ACloud Angola Cables, ITACloud; Mstelcom Cloud etc..
Dado sequência ao ponto acima é importante mencionar que até negócios de Startups que tenham a sua informação e ou sites alojados no exterior possam estar com problemas para poder aceder a sua informação;
Não se pode negar que problemas desta dimensão já podem ser evitados, que as recomendações acima mencionadas sejam levadas em consideração pelos tomadores de decisão bem como as empresas que operam no mercado Angolano para bem servir os utilizadores finais.
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Cliente Tv Cabo em Angola para a Europa (Lisboa):
Caminho >>> Angola – Brasil – Estados Unidos – Europa
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