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Primeira-dama recomenda ferramentas e serviços digitais nas comunidades africanas

A necessidade de se dotar as comunidades de ferramentas e serviços digitais para acelerar a transformação e o bem-estar das populações rurais, bem como o papel ativo e a inovação dos jovens agricultores, é uma iniciativa defendida pela primeira-dama da República, Ana Dias Lourenço.

Ana Dias Lourenço que falava no debate sobre a influência das Primeiras-Damas no empoderamento de mulheres, no quadro da 6ª edição do Tropics Business Summit, que aconteceu na última semana na Cidade da Praia, em Cabo Verde, disse que a necessidade acima é um dos caminhos a trilhar, acompanhados pela doutrina internacional e pela crescente preponderância do mundo digital.

A Iniciativa 1000 Aldeias Digitais é paradigmática e está atualmente a ser testada em sete países africanos com o objectivo de equipar as comunidades com ferramentas e serviços digitais para acelerar a transformação e o bem-estar das populações rurais. Uma das medidas já implementadas consistiu na criação de uma aplicação para o registo eletrónico de terras e outra aplicação para a gestão de pragas e doenças”, reiterou a primeira-dama.

Quanto a situação em Angola, Ana Dias Lourenço rebate que se estão a dar passos firmes no sentido de muitos dos princípios e objetivos mencionados, com o intuito de se pretender dotar as comunidades de conhecimentos e competências técnicas e comportamentais, através do seu empoderamento económico.

Em 2020, criei a Fundação Ngana Zenza para o Desenvolvimento Comunitário, que se encontra totalmente comprometida com o desenvolvimento sustentável das comunidades, em particular, das comunidades rurais. A FDC atua junto dos grupos mais vulneráveis da sociedade, entre os quais estão as crianças, as jovens meninas e as mulheres, no sentido de promover valores basilares, como o respeito, a solidariedade, a ética, a inovação e a responsabilidade social”, revelou.

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De informar que o Tropics Business Summit é um evento anual pan-africano que tem como objectivo aproximar os empresários, decisores políticos e comunitários, inovadores e empresas, proporcionando-lhes uma ampla plataforma de contactos e de negócios, abrangendo todos os mercados africanos.

Pelo sexto ano consecutivo, o Tropics Business Summit reuniu mais de 350 oradores, cerca de 500 jornalistas e profissionais de media, mais de 350 startups e investidores e 50.000 participantes online.

O painel sobre “A Influência e Liderança Globais das Primeiras -Damas: como isso afeta o empoderamento da nova geração de jovens e mulheres africanas” pretendeu lançar um olhar global sobre a influência das Primeiras-Damas no processo de desenvolvimento de África e abordar a temática da igualdade do género e das lideranças femininas.

As Primeiras-Damas presentes no painel interagiram com um diversificado leque de mulheres líderes, representando uma variedade de conhecimentos e ideias, mas compartilhando um objetivo comum: acelerar a promoção da igualdade do género e o empoderamento das mulheres nas suas próprias comunidades e em todo o continente africano.

Recebeu e-mail sobre uma ”Convocação” da INTERPOL? Mensagem é “fraudulenta”

Está a circular um e-mail sobre uma suposta “Acção contra si” ou ” Convocação”, relativa à prática de algum crime, com o logótipo da Interpol (OIPC – Organização Internacional de Polícia Criminal) sendo falso.

O alerta é do Serviço de Investigação Criminal (SIC), informando que estas mensagens são uma tentativa de “Phishing” (que é uma técnica de fraude online para aceder de forma ilegítima, senhas de banco e outras informações pessoais), “scamming” (“golpe”, é um esquema ou ação enganosa para obter vantagens financeiras), ou seja, tentativa de Burla e Extorsão online.

Segundo o comunicado oficial daquela instituição de segurança nacional, a INTERPOL, enquanto Organização Internacional de Polícia Criminal, não notifica nenhum cidadão nacional ou estrangeiro residente em Angola de forma direta, pois, este ato de notificação em Angola, deve ser feito, através do Gabinete Nacional da Interpol de Angola (GNI), pertencente a Direção Geral do Serviço de Investigação Criminal, mediante a existência de um processo registado na PGR e no SIC, e se a notificação decorrer da existência de um alerta, a convocatória deverá ser assinada pelo Diretor do respetivo Gabinete.

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O SIC acrescenta ainda que a Organização das Nações Unidas (ONU) não é um Órgão com funções de Polícia e não notifica ninguém.

Contudo, toda a informação que está a circular nas redes sociais sobre a INTERPOL é falsa e tão somente uma tentativa de fraude por internet”, pode ler-se na nota.

Por fim, o SIC aproveita a ocasião para alertar “os destinatários deste email fraudulento a não seguir as instruções contidas na mensagem, muito menos clicar nos links ou endereços e anexos delas constantes, bem como a não responder o referido email e bloquear imediatamente o remetente”, concluí a nota.

Conheça a quota de mercado de telefonia móvel de Angola do ano 2022

O mercado de telefonia móvel até o ano passado era apenas detido pela Unitel e Movicel, mesmo após do Governo Angolano ter atribuído a Angola Telecom, uma licença de operação para o sector de telefonia móvel, o que não sucedeu até o dia de hoje, e não se sabe em que pés andam esse projeto. No ano passado este tempo a Unitel acumulava 90 de quota de mercado de telefonia móvel em Angola, ficando assim a Movicel com os 10%.

Mas com a chegada de um novo player no mercado, em menos de um ano, o paradigma do sector já começou a mudar, apresentando um quadro totalmente diferente do anterior, onde temos agora a Unitel com 78%, Africell com 15% e por fim a Movicel com 7%.

No fundo, quem acaba por ganhar com isso tudo é o utilizador final que são os clientes, a concorrência de certeza vai continuar a trazer novos serviços, preços mais acessíveis, e opção de melhor escolha para os clientes. De certeza que se a terceira operadora de telefonia móvel (Angola Telecom) tivesse a operacional o cenário diferiria do atual.

Angola em destaque no Campeonato Mundial de Robótica FIRST Global

No último final de semana, propriamente de 13 a 16 de outubro, Angola esteve presente na edição de 2022 do campeonato mundial de robótica FIRST Global, em Genebra, Suíça, evento que visa procurar destacar os maiores desafios que o nosso planeta enfrenta, enquanto incentiva a próxima geração para construir as habilidades de ciência, tecnologia, engenharia e matemática necessárias para resolvê-los.

A comitiva angolana esteve representada por 7 estudantes vindo de escolas como IMPTEL, IPIL, IPDDF e que foram selecionados após participaram no campeonato nacional de robótica (CANAR realizado pela Arotec).

Na sua terceira participação nas competições mundiais de robótica, a equipa nacional começou a primeiro desafio contra as equipas do México e Hondura, onde perdeu o primeiro jogo por 258 a 86, mas vencendo o segundo jogo.

Angola teve uma máxima pontuação de 411 pontos, tendo jogado 12 jogos e ficado na posição 74 dos 163 países participantes do evento.

Confira abaixo algumas fotos da comitiva angolana.

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Numero de utilizadores ativos de telemóveis em Angola cresce 26%

Anteriormente o paradigma do sector de telefonia móvel era apenas controlado por dois players, estamos a falar da Unitel que até então tinha praticamente todo o bolo da quota do mercado e a Movicel que era a única concorrente. No I semestre de 2022 o número de utilizadores de telemóveis em Angola cresceu 26% para 19,4 milhões, o equivalente a mais 4 milhões do que dezembro de 2021. Um número que disparou com a entrada em cena da Africell, mas também com o acréscimo dos clientes da Unitel.

De acordo com cálculos do Expansão, com base nos dados do INACOM do II trimestre de 2022, dos 19,4 milhões de utilizadores de telemóvel 78% pertencem à Unitel, equivalentes a 15,1 milhões de utilizadores. Já a Movicel com 7%, mantém-se próximo dos 1,4 milhões de clientes, após ter perdido 1,3 milhões de clientes desde o início da pandemia. Quanto à Africell, que teve uma entrada de “leão” no mercado angolano, o regulador refere que a operadora tem 15% dos utilizadores de telemóveis do mercado angolano, o que é equivalente a 2,9 milhões de clientes.

Dos dados avançados pelo INACOM, é possível ainda constatar que existem no país 187.982 utilizadores que utilizam o serviço móvel pós-pago, e 19.196.714 utilizadores que utilizam o serviço móvel pré -pago. Entretanto, desde que a Africell entrou em “cena” que as operadoras baixam os preços dos seus serviços através de campanhas, algumas delas agressivas. A Unitel lançou o “Bazza” que, numa tradução livre, significa “vamos”. Já Movicel trouxe recentemente a campanha “Fezada” que se traduz, entre outras coisas por “sorte por conseguir algo”.

G20 propõe regulamentação internacional de criptoativos

O Financial Stability Board (FSB), que reúne os países do G20, recomendou uma regulamentação internacional de criptoativos, que muitas criptomoedas estáveis, incluindo a Terra e a sua ‘token’ Luna, não cumpririam.

Numa carta, o presidente do Conselho de Estabilidade Financeira (FSB), Klaas Knot, dos Países Baixos, diz aos ministros das Finanças e governadores dos bancos centrais do G20 que “um quadro regulamentar eficaz deve assegurar que as atividades dos criptoativos estejam sujeitas a uma regulamentação abrangente, proporcional aos riscos que representam“.

Os ministros das Finanças e os governadores dos bancos centrais do G20 reúnem-se em Washington, a partir de hoje e vai até o dia 14 de outubro.

A Luna e Luna classic, ‘tokens’ de Terra, caíram em meados de setembro depois de um Tribunal sul-coreano ter emitido um mandado de captura contra Do Kwon, o fundador da rede, e outros.

O ecossistema Terra já entrou em colapso em maio após vendas maciças e uma grande retirada de capital após a sua moeda estável UST, ligada ao dólar, ter perdido a paridade com o dólar face à subida iminente das taxas de juro da Reserva Federal dos EUA (Fed).

Os criptoativos e os mercados devem estar sujeitos a uma regulação eficaz“, porque estão a crescer rapidamente e pode chegar um momento em que representam uma ameaça à estabilidade financeira global devido à sua dimensão, problemas estruturais e ligações ao sistema financeiro tradicional, acrescenta o FSB.

Adverte também que os riscos podem aumentar rapidamente e portanto, são necessárias respostas políticas atempadas.

A regulamentação deve assegurar que os criptoativos e intermediários que têm uma função económica equivalente à dos instrumentos financeiros tradicionais e intermediários sejam regulamentados de uma forma semelhante, segundo o princípio de “atividade igual, risco igual, regulamentação igual”.

O FSB quer que os mercados de criptoativos sejam regulados devido aos riscos de contágio às finanças tradicionais, especialmente aos mercados de financiamento a curto prazo.

A proposta de regulamentação da União Europeia (UE), conhecida como MiCA (Markets in Crypto-assets), também considera que a proporcionalidade é necessária e prevê um tratamento especial para as moedas digitais estáveis (“stablecoins”).

A MiCA obriga as plataformas de compra e venda de criptoativos a avisar explicitamente os consumidores para o risco de perda.

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Além disso, todas as empresas que oferecem serviços de criptoativos necessitarão de uma autorização para operar dentro da UE.

As autoridades nacionais serão obrigadas a emitir as autorizações no prazo de três meses.

O FSB vê a MiCA como um passo importante e uma mudança no panorama regulamentar.

O secretário-geral da FSB, Dietrich Domanski, disse numa conferência de imprensa virtual que consultou as partes interessadas e que as respostas serão incorporadas nas recomendações finais que irão publicar em meados de 2023.

O organismo supervisor insta à cooperação e coordenação entre países e ao intercâmbio de informações.

Reconhece o progresso feito no estabelecimento de uma regulação e supervisão robusta dos criptoativos, mas diz que ainda há muito a fazer.

O FSB, com sede na cidade suíça de Basileia, foi criado na reunião do G20 em Londres, em 2009, em resposta à crise financeira e tem vindo a supervisionar a estabilidade financeira desde então.

[Cabo Verde] Governo vai unir as três operadoras de telecomunicações do grupo estatal

CV Multimédia e CV Móvel vão ser incorporadas na CVTelecom após aprovação em assembleia-geral. A intenção da CVTelecom é comercializar de forma integrada diferentes serviços de telecomunicações, como voz, dados e televisão.

A Cabo Verde Telecom (CVTelecom) concluiu o processo de aprovação da fusão das três operadoras do grupo estatal de telecomunicações móveis e fixa, Internet e televisão por subscrição, conforme informação oficial.

De acordo com editais publicados pelo grupo estatal de telecomunicações, consultados hoje pela Lusa, os acionistas, incluindo o Estado cabo-verdiano, “conforme despacho ministerial de autorização”, aprovaram em assembleia-geral e “sem quaisquer condições” o “projeto de fusão das sociedades CV Multimédia e CV Móvel, por incorporação na CVTelecom”.

A intenção da CVTelecom de fundir as empresas daquele grupo estatal prevê comercializar de forma integrada diferentes serviços de telecomunicações, como voz, dados e televisão, contrariamente ao que ainda acontece e que já é feito pela concorrência.

Esta intenção também já tinha sido avançada à Lusa, em janeiro último, pelo presidente da CVTelecom, garantindo que o processo não envolverá despedimentos. “O nome ainda não se sabe, mas haverá uma só empresa do lado da CVTelecom”, afirmou então o presidente do conselho de administração do grupo estatal, João Domingos Correia.

Nós estamos a prever que dentro de seis meses teremos uma só empresa com os seus negócios”, acrescentou na ocasião, garantindo que esta opção vai permitir “ganhar eficiência operacional” e terá “repercussão positiva nos preços aos consumidores”.

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A fusão “vai representar uma grande facilidade na vida do cliente consumidor, que passará a ter uma única fatura, que passará a ter um único interlocutor e quando tiver de resolver os seus problemas não têm de se dirigir às seis empresas separadamente, mas sim a uma única empresa”, garantiu.

Por outro lado, o presidente do conselho de administração do grupo CVTelecom, que conta com cerca de 400 trabalhadores, assumiu que não estão previstos despedimentos com esta fusão.  “Seguramente que não. A CVTelecom vai ter de recrutar mais pessoas, com o perfil tecnológico adequado, e nós estamos em processo de reorganização, fazendo reciclagem das pessoas que ainda são recicláveis e trabalhar no processo de reforma antecipada para aqueles que pretendam ir para casa mais cedo”, acrescentou João Domingos Correia.

O grupo CVTelecom conta com participações avaliadas em 1.028 milhões de escudos (9,6 milhões de euros) em várias empresas, nomeadamente na CV Móvel (rede de telecomunicações móveis, 100%), CV Multimédia (televisão por subscrição e Internet, 100%) e a Directel Cabo Verde (Páginas Amarelas, 40%).

A maioria do capital social do grupo CVTelecom é detida pelo Instituto Nacional de Previdência Social (instituto público que gere as pensões cabo-verdianas), em 57,9%, contando ainda com a estatal Aeroportos e Segurança Aérea (20%), a Sonangol Cabo Verde (5%) e o Estado de Cabo Verde (3,4%) entre os acionistas, como privados nacionais (13,7%).

Os lucros do grupo estatal Cabo Verde Telecom (CVTelecom) aumentaram 36,5% em 2021, para 284 milhões de escudos (2,6 milhões de euros), e pelo terceiro ano consecutivo as vendas voltaram a crescer, apesar da crise provocada pela covid-19.

De acordo com o relatório e contas de 2021 da empresa, o ano passado voltou a ser de crescimento de vendas, 7,9%, com 4.907 milhões de escudos (45,9 milhões de euros) de receitas consolidadas, influenciado pelo crescimento do teletrabalho e recursos associados, apesar das quebras em setores tradicionais.

[Moçambique] Ensino híbrido é aliado da aprendizagem

A redução de casos da Covid-19 e a vacinação da população tem vindo a permitir o relaxamento de muitas medidas restritivas, incluindo no sector da educação.

A reabertura dos estabelecimentos de ensino presencial em Moçambique foi gradual. Inicialmente, as escolas adotaram o modelo híbrido, uma metodologia que alia os métodos “online” e presencial.

De acordo com Elias Majante, Diretor Pedagógico da Universidade Eduardo Modlane, o período prolongado de encerramento dos estabelecimentos de ensino levou o sector da educação, em todo o mundo, ao uso intensivo da tecnologia.

As suas metodologias foram adaptadas de acordo com o relaxamento das medidas restritivas.

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Para Majante, o ensino híbrido pode ser aplicável nas universidades de Moçambique, mas é necessário expandir as tecnologias digitais e aprofundar, para que sejam de qualidade.

O diretor fez saber que, apesar de se ter retomado a 100% às aulas presenciais, esta metodologia continua a ser aplicada na UEM, como complementar ao ensino presencial.

Este modelo veio para ficar, não pode ser abandonado. A situação atualmente está a melhor, mas não sabemos o que pode acontecer no futuro. O país pode voltar a estar numa situação de emergência. O modelo híbrido é um aprendizado e aliado da educação“, frisou o académico.

Todas as instituições de ensino devem estar preparadas para prováveis vagas da Covid-19 ou eclosão de outras doenças, de forma a garantirem continuidade da aprendizagem em diferentes contextos e realidades.

Amazon começa a testar sistema de internet por satélite em 2023

O Project Kuiper, a iniciativa da Amazon para competir com a Starlink e a OneWeb no fornecimento de acesso à Internet na Terra por satélite, está em marcha. A gigante tecnológica planeia lançar dois satélites de teste, os Kuipersat-1 e Kuipersat-2, no início do próximo ano. O objetivo destes primeiros lançamentos é testar a tecnologia com dados obtidos na órbita terrestre, dados esses que “vão ajudar a finalizar os planos de design, de lançamento e operacionais para o nosso sistema comercial”.

No ano passado, a Amazon tinha anunciado a intenção de fazer estes lançamentos com os foguetões de uma empresa chamada ABL Space Systems, prevendo-os para o último trimestre deste ano. Agora, os planos mudaram para a United Launch Alliance (ULA) e tiveram de ser adiados para o início de 2023, noticia o The Verge.

A construção dos satélites ainda não está finalizada, com a Amazon a comunicar que terminará antes do fim do ano. Por outro lado, também o foguetão Vulcan da ULA só deverá estar concluído em novembro e deverá realizar alguns testes em dezembro.

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A ULA tem alguma pressão para fazer dois lançamentos do Vulcan até ao fim do próximo ano, de forma a poder provar que é um parceiro confiável para a Força Aeroespecial dos EUA (US Space Force). Do lado da Amazon, a pressão surge do regulador americano das telecomunicações, com a empresa a ter de colocar metade dos satélites previstos para a constelação até 2026, se quiser manter a licença emitida pelas autoridades. A constelação de satélites que irá fornecer internet do Espaço, recorde-se, será composta por 3.236 equipamentos.

Além dos Vulcan, a empresa vai contar com foguetões da Arianespace e da própria Blue Origin – empresa do fundador da Amazon, Jeff Bezos –, mas a rival SpaceX não está na lista dos parceiros.

ByteDance, dona do TikTok, planeia expansão de streaming de música

O The Wall Street Journal está a avançar com a notícia de que a empresa responsável pelo TikTok, a ByteDance, já iniciou negociações com algumas das maiores editoras discográficas para transformar a app num serviço de ‘streaming’ de música.

Um dos grandes fatores de distinção do TikTok em relação a outras apps de vídeos de curta duração sempre foi a integração de música, com este elemento a também ter contribuído para tornar a aplicação uma referência no que diz respeito a tendências musicais.

MAIS: TikTok com novas funcionalidades de edição e partilha de fotografia

Agora, o TikTok espera aproveitar esse estatuto para oferecer um serviço capaz de rivalizar com o Spotifyaté aqui o líder indiscutível deste mercado.

Serve recordar que, enquanto o Spotify conta com 433 milhões de utilizadores mentais, os últimos números indicam que os utilizadores ativos mensais do TikTok chegam aos 488,2 milhões.