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Governo realiza fórum sobre tecnologias digitais denominado “Angola Tech Hub Forum 2022”

Tendo como base o o Dia Mundial das Telecomunicações e Sociedade da Informação, que é comemorado aos 17 de Maio, o Governo Angolano vai realizar um fórum denominado “Angola Tech Hub Forum 2022”, nesse mesmo dia.

O evento que será realizado em torno do tema “Tecnologias digitais para o envelhecimento saudável”, teve a sua apresentação aos jornalistas no dia de ontem(10), e onde incide no objectivo de enfatizar a conscientização sobre o importante papel das TIC no apoio às pessoas para que se mantenham saudáveis, conectadas e independentes, física, emocional e financeiramente, e prevê abordar questões em torno do potencial e desenvolvimento das tecnologias de informações (TIC) para as novas soluções de negócios, no âmbito da diversificação da economia.

Para Matias Borges, director Nacional das Telecomunicacões, Tecnologias de Informação do MINTTICS, e que apresentou a cerimónia de apresentação do Fórum, o evento vai reunir mais de 200 convidados, individualidades e instituições, entre nacionais e estrangeiros, que irão analisar questões pertinentes sobre o empreendedorismo digital enquanto elemento fomentador da diversificação da economia, inovação, bem como diversificação da economia, e o empreededorismo digital e seus desafios.

O papel das tecnologias digitais no desenvolvimento sustentável, os desafios e oportunidades dos avanços tecnológicos no contexto da economia, estarão em debate no fórum”, disse Matias Borges.

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Por outro lado, o director-geral da ITA, Francisco Pinto Leite, frisou a intenção de continuar a ser um parceiro do estado para o desenvolvimento das tecnologias no país, tendo lembrado que o ITA está em Angola há 16 anos como operador de telecomunicações a investir em infra-estruturas robustas e apostando no alastramento de redes de fibra óptica, na construção de datacenter, entre outros.

Estamos alinhados com aquilo que é a estratégia do governo de transformação de Angola enquanto líder em tecnologias de comunicação e informação em África”, referiu Pinto Leite, adiantando ser pretensão do ITA, cobrir o território nacional, estando actualmente a estender a rede de fibra óptica as zonas fronteiriças, destacando-se a chegada da fibra óptica na localidade do Nóqui, província do Zaire.

De informar que o Fórum Tech Hub é uma co-organização dos Ministério das Telecomunicações e Tecnologias de Informação e Comunicação (MINTTICS) e pela ITA (Internet Technologies Angola) e insere-se na assinatura da primeira Convenção Internacional do Telégrafo em 1865.

Caminhos de ferro vão recorrer as novas tecnologias para garantir segurança de pessoas e bens

O recurso a novas tecnologias, nomeadamente câmaras de vídeo-vigilância, drones e sensores, vão ser utilizados para a protecção das linhas férreas e equipamento circulante dos Caminhos de Ferro de Benguela (CFB), de Luanda (CFL) e de Moçâmedes (CFM).

Essa informação foi decidida na mais recente reunião de concertação sobre segurança ferroviária do CFB, CFL e CFM, realizada na cidade do Lobito, na última semana, entre os conselhos de administração destas empresas, Polícia Nacional e magistrados.

Segundo a nota oficial da reunião, os conselhos de administração das três companhias vão realizar campanhas de comunicação sobre a importância dos caminhos de ferro, voltadas à necessidade da segurança de todos os seus componentes.

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Uma das responsabilidades da Polícia Nacional será intensificar o controlo dos canais de compra e venda e reciclagem do material ferroso, segundo o comunicado.

Por outro lado, Manuel Kanda Kanda, secretário para Administração para as Infra-estruturas da Agência Nacional de Transportes Terrestres, também presente na reunião, frisou que se deve desenvolver acções que podem ser realizadas a curto prazo e envidar esforços de uma forma conjunta para a sua materialização.

O sucesso desta actividade só se vai reflectir, do ponto de vista qualitativo, quando as comunidades onde passam os comboios começarem a perceber que a preservação deste bem público satisfaz, em grande medida, a perspectiva económica das regiões, das empresas e sobretudo do país”, enfatizou.

De informar que além dos PCA das três companhias ferroviárias dos país, estiveram presentes na reunião, de dois dias, o segundo comandante-geral da Polícia Nacional, comissário-chefe António Pedro Candela, e os comandantes provinciais de Benguela, Huambo, Bié, Moxico, Luanda, Cuanza Norte, Malanje, Namibe, Huíla e Cuando Cubango.

Presidente zambiano defende que África deve apostar mais nas tecnologias

O Presidente da Zâmbia, Hakainde Hichilema, informou que o continente africano tem todos os recursos para se industrializar e ser o continente do futuro, isto é, se apostar mais na formação de quadros e nas tecnologias.

O Chefe de Estado Africano que falava na abertura da Conferência Internacional sobre Mineração Mining Indaba, no início dessa semana, disse ainda acreditar que com a formação de quadros, aliada a aposta nas tecnologias, África vai se tornar num dos melhores continentes do mundo.

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De informar que a Conferência Internacional sobre Mineração Mining Indaba é um evento que Angola se faz presente, em um comissão ao leme do ministro angolano dos Recursos Minerais e Petróleos, Diamantino Azevedo, e onde participam mais de nove empresas angolanas do subsector de diamantes.

E onde nessa senda, Hakainde Hichilema, que é um dos principais convidados ao evento, pediu união e comprometimento dos países ricos em minerais, para se industrializar o continente e criar-se mais empregos e riquezas.

Detidos burladores que actuavam com recurso ao Multicaixa Express

O Serviço de Investigação Criminal (SIC) da Huíla, em parceria com a sua congénere de Cabinda, desmantelou um grupo de supostos burladores que actuavam com recurso ao aplicativo tecnológico Multicaixa Express, com o objectivo de retirarem valores monetários em contas bancárias de particulares.

Segundo o que foi revelado pelos agentes das forças de segurança nacional, o grupo é de Cabinda e foi detido nos arredores de Lubango, onde está a maior parte de suas vítimas. Com idades entre os 20 e 32 anos, os suspeitos burladores foram apresentados ontem(10), terça-feira, publicamente, na Huíla.

O referido grupo de burladores era constituído por três cidadãos, naturais e residentes em Cabinda, que no princípio deste ano, usando de artimanhas, movimentaram da conta de um cidadão nacional que vive no Lubango a quantia de sete milhões de kwanzas, mediante ao MCX Express e transferidos para a conta de um dos implicados.

De acordo com o chefe do Departamento de Estudos, Planeamento, Informação e Análise do SIC da Huíla, superintendente-chefe José Augusto Miúdo, falando aos jornalistas, disse que a detenção foi possível graças a uma denúncia anónima e à pronta colaboração da congénere de Cabinda.

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O efectivo frisou ainda que os acusados admitiram que lançam aplicativos nas redes sociais e fazem-se passar por funcionários da EMIS, detentota do Express, e as vítimas, ao aderir, fornecem dados pessoais, incluindo determinantes bancários (PIN e IBAN), e a partir daí conseguem, através do aplicativo, movimentar as contas.

Foi ainda revelado que com o valor subtraído, os três suspeitos adquiriram bens, como motorizadas, telemóveis de alto padrão, televisores plasma e outros, que já foram apreendidos pelo SIC.

Um dos acusados, por sinal o “cabecilha” do grupo, revelou ter sido a primeira vez que a acção “deu certo”, pois vinham tentando há já algum tempo, através de postes nas redes sociais com informações enganosas, mas sem sucesso.

De informar que as burlas através do Multicaixa Express têm sido recorrentes, pelo que levou a EMIS a denunciar as burlas por intermédio do aplicativo, na última semana. A última vítima “famosa” foi o actor angolano Silvio Nascimento, que perdeu milhares de kwanzas no aplicativo Multicaixa Express por conta de uma burla. Por intermédio de uma live, Sílvio Nascimento explicou que, na intenção de atualizar o aplicativo, os burladores pediram o seu número de telefone, que entregou, pois pensou estar a contatar o serviço de atendimento do Multicaixa Express. Dois dias depois, os burladores, fazendo-se passar de funcionários da EMIS, telefonaram para ver a atualização das notificações do aplicativo, ao que Sílvio Nascimento, estando um pouco distraído a fazer compras, cedeu-lhes o tempo para verificarem o assunto.

Videoclip de Kendrick Lamar tem deepfakes de Will Smith e Kanye West

O novo vídeo do rapper Kendrick Lamar mostra rostos criados por Inteligência Artificial (deepfakes) de estrelas da cultura negra colocados sobre o corpo do músico.

Kanye West, Will Smith, OJ Simpson, Kobe Bryant ou Nipsey Hussle são as figuras conhecidas que ‘emprestam’ o seu rosto para o novo videoclip de Kendrick Lamar. Na verdade, estes ícones não participam ativamente, mas as suas feições foram recriadas por um sistema de Inteligência Artificial e depois sobrepostas no corpo do músico, numa utilização alternativa da tecnologia que permite criar os chamados deepfakes.

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O vídeo do tema The Heart Part 5 foi criado pelo estúdio Deep Voodoo, fundado pelos criadores de South Park Trey Parker e Matt Stone, e realizado pelo próprio Kendrick Lamar e Dave Free, noticia o Engadget. No clipe, as diferentes faces pretendem representar os diferentes aspetos de uma voz comum.

O objetivo de Lamar foi representar a experiência de se ser negro, além de conseguir também demonstrar que a ferramenta de deepfakes pode ser usada também para fins artísticos e não só para desinformação ou pornografia.

Casa em Portugal vendida por 3 Bitcoins: 1ª transação 100% em Criptomoedas

 

Actualmente a luta para o mercado das criptomoedas é a regulamentação bem como aceitação nos mercados oficiais em cada um dos países, tendo em conta que países como El SalvadorRepública Centro-Africana, já tem o Bitcoin como moeda oficial de pagamento, mas na maioria os cripto activos ainda continuam a ser um modelo de estudo.

Felizmente Portugal é um dos países da Lingua portuguesa que tem dado passos significantes no que concerne a aceitação as criptomoedas, a prova disso é que, recentemente o Projeto do Euro Digital teve a sua primeira discussão pelo Banco de Portugal, e agora pela primeira vez foi comprada, através de permuta, uma casa com criptomoedas sem ser necessária qualquer conversão para euros.

MAIS: Eis as 5 criptomoedas para se investir em 2022

O mercado imobiliário viveu mais um momento que marca a sua história em Portugal. A primeira casa vendida totalmente em criptomoedas aconteceu esta quinta-feira, dia 5 de maio de 2022. Trata-se de um apartamento T3 em Braga que foi comprado por três bitcoins, ou seja, cerca de 110 mil euros. Isto quer dizer que pela primeira vez em Portugal e na Europa, foi transacionada uma casa só com criptomoedas sem ser necessária qualquer conversão para euros.

Costa Rica entra em estado de emergência devido a ataques de ransomware

A Costa Rica encontra-se a ser alvo de uma forte vaga de ataques de ransomware, que levam agora o governo local a declarar Estado de Emergência nacional.

O presidente Rodrigo Chaves terá declarado o Estado de Emergência depois de várias entidades governamentais terem sido alvo de ataques de ransomware, por parte do grupo conhecido como Conti.

Segundo revela o portal BleepingComputer, o grupo terá já publicado mais de 672 GB de dados pertencentes a entidades do governo da Costa Rica. A decisão de passar para o Estado de Emergência foi tomada no mesmo dia em que Rodrigo Chaves se torna o 49º presidente do pais.

Os ataques de ransomware do grupo Conti a entidades na Costa Rica terá começado durante o mês passado, com vários sites e sistemas do governo local a serem alvo de ataques massivos – e dos quais resultaram bastantes roubos de dados.

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De acordo com o site do grupo, este já terá revelado publicamente cerca de 97% dos 672 GB de dados que foram roubados dos ataques. No entanto, este valor pode vir a aumentar consideravelmente, conforme os ataques também aumentem.

Um dos primeiros alvos do grupo terá sido o Ministério das Finanças, de onde o grupo terá exigido o pagamento de 10 milhões de dólares. Como o valor não foi pago, os conteúdos foram então publicados.

O presidente da Costa Rica considera que o ataque é considerado mesmo de ciberterrorismo, e encontra-se a colocar em risco várias infraestruturas do pais, bem como dos dados presentes nas mesmas.

Angola vai contar com um centro de resposta de incidentes informáticos

Angola vai contar nos próximos tempos com um Centro de Resposta de Incidentes Cibernéticos, de modo a acabar com os efeitos do crime cibernético a nível das instituições públicas.

Essa informação foi revelada pelo Director Nacional das Políticas de Cibersegurança e Serviços Digitais, Hecdiantro Mena, falando no workshop sobre “Segurança Informática”, na última semana, evento esse que teve como objectivo consciencializar os técnicos que actuam no sector informático, realçando que a criação do referido centro faz parte das políticas para acompanhar e prevenir incidentes informáticos.

No seu discurso, o Director Nacional frisou que o centro vai facilitar a identificação e dar uma resposta rápida aos ataques cibernéticos que têm sido recorrentes no país.

O país tem registado um número elevado de tentativas e não de sucesso desses ataques, por isso queremos mitigar os efeitos desses crimes a nível das instituições públicas”, disse Hecdiantro Mena.

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Por outro lado, o consultor de cibersegurança Varela Silva, que também esteve presente no workshop, frisou que o fraco grau de literacia digital entre os usuários das plataformas digitais é um dos motivos crucias que tem motivado o crescimento de crimes cibernéticos.

Para o especialista, muitos usuários das plataformas digitais financeiras facilitam os ataques cibernéticos por falta de domínio dos aplicativos, o que torna um risco para a instituição e empresas prestadoras de serviço. Por isso, acrescenta Varela Silva, as empresas que fornecem os aplicativos devem ter um pendor social para elucidar o uso correcto das plataformas, de modo a elevar a maturidade, factor esse que garante a redução dos ataques.

É fundamental validar se a empresa tem contrato ou opera em parceria com a instituição financeira, nunca actualizar os dados pessoais a partir de links, evitar partilhar os telemóveis, tabletes, portáteis e senhas de acesso”, realçou o consultor.

Moçambique: Lançado projecto de ensino híbrido

Foi lançado recentemente um projecto denominado “ensino híbrido” na cidade da Beira, que tem como objectivo promover uma modalidade mista de ensino presencial e on-line, iniciativa que segundo os prelectores “veio para ficar” considerado a sua importância.

Para o Chefe do Departamento do Ensino Superior e Técnico Profissional de Sofala, Nilton da Fonseca, as instituições de ensino técnico em Moçambique devem criar ferramentas adequadas para poderem leccionar nos dois formatos, isto tudo sem dificuldade.

É uma mais-valia porque permite que o estudante adquira conhecimentos mesmo que não esteja a 100 por ecento na sala de aula, mas desde que tenha os instrumentos necessários“, disse Nilton da Fonseca.

Segundo o que foi informado, esse programa vai abranger estudantes do ensino básico, médio e técnico-profissional em todo território moçambicano.

Por outro lado, para o Presidente da Associação Moçambicana de Educação Profissional Privada (AMEPP), Adelino Mathe, diz que com esse programa vai ser possível os alunos apreenderem os conteúdos em qualquer lugar que estejam.

A expectativa é abranger todo o país(Moçambique) com formadores qualificados nos ensinos básico, médio e técnico-profissional“, explicou Adelino Mathe.

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Ainda no evento de lançamento, Mathe frisou que os técnicos do programa devem produzir conteúdos e inseri-los na plataforma através da qual o aluno possa acompanhar as aulas, e onde acrescentou que nessa primeira fase o sector pretende preparar um certo número de formadores, que depois vão dar continuidade ao processo quer na produção de conteúdos, bem como no funcionamento da plataforma e que contribua para uma educação de qualidade em Moçambique.

Hans Schoder, em representação da Cooperação Alemã e financiadora do projecto, disse que a sua instituição desembolsou mais de 10 milhões de meticais para garantir que esse projecto seja uma realidade em Moçambique.

Sentimo-nos felizes em financiar o projecto porque vamos contribuir para que os alunos adquiram mais conhecimentos“, disse Schoder, acrescentando ainda que essa iniciativa surge à margem de um acordo de cooperação entre Alemanha e Moçambique.

De informar que devido a pandemia da Covid-19, o sector da educação de Moçambique teve que se reinventar e os alunos chegaram a estudar pelas redes sociais, como o WhatsApp, mas o que não era seguro, diferente agora com essa plataforma criada.

KixiCrédito vai habilitar à prestação de serviços digitais em parceria com a IFC

A instituição bancária KixiCrédito, em parceria com a Corporação Financeira Internacional (IFC, sigla em inglês),  vai fortalecer a prestação de serviços financeiros digitais no país, com base nos termos de uma parceria constituída entre as duas organizações.

Segundo o que foi revelado, essa parceria vai permitir que a sociedade de micro-crédito angolana obtém da IFC ajuda para avaliar o progresso na transformação digital e no desenvolvimento de um roteiro, de modo a fornecer produtos financeiros que apoiem empresas mais pequenas, a criação de empregos e a inclusão financeira.

O convénio ainda vai incluir uma análise do mercado de serviços financeiros digitais no país e do seu quadro regulatório, de modo a identificar os principais intervenientes no ecossistema digital e de fintechs para potenciais oportunidades de parceria.

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O estabelecimento destas operações surge ainda da constatação de que a maioria dos angolanos não está coberta pelo sistema bancário ou tem acesso apenas a alguns serviços bancários básicos, especialmente as camadas da população que vivem em zonas urbanas mais pobres ou em zonas rurais.

A parceria com a IFC neste projecto é uma oportunidade única para melhorarmos os nossos canais de entrega, adicionando uma forte vertente digital e, no processo, tornarmo-nos mais eficientes e aumentarmos a inclusão financeira em Angola”, disse o presidente executivo da KixiCrédito, Joaquim Catinda, citado no comunicado.

Por outro lado, o representante da IFC para Angola, Carlos Katsuya, informou que “aumentar a inclusão financeira pode reduzir a pobreza, criar empregos e impulsionar o crescimento económico”.