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Angola vai contar com um centro de resposta de incidentes informáticos

Angola vai contar nos próximos tempos com um Centro de Resposta de Incidentes Cibernéticos, de modo a acabar com os efeitos do crime cibernético a nível das instituições públicas.

Essa informação foi revelada pelo Director Nacional das Políticas de Cibersegurança e Serviços Digitais, Hecdiantro Mena, falando no workshop sobre “Segurança Informática”, na última semana, evento esse que teve como objectivo consciencializar os técnicos que actuam no sector informático, realçando que a criação do referido centro faz parte das políticas para acompanhar e prevenir incidentes informáticos.

No seu discurso, o Director Nacional frisou que o centro vai facilitar a identificação e dar uma resposta rápida aos ataques cibernéticos que têm sido recorrentes no país.

“O país tem registado um número elevado de tentativas e não de sucesso desses ataques, por isso queremos mitigar os efeitos desses crimes a nível das instituições públicas”, disse Hecdiantro Mena.

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Por outro lado, o consultor de cibersegurança Varela Silva, que também esteve presente no workshop, frisou que o fraco grau de literacia digital entre os usuários das plataformas digitais é um dos motivos crucias que tem motivado o crescimento de crimes cibernéticos.

Para o especialista, muitos usuários das plataformas digitais financeiras facilitam os ataques cibernéticos por falta de domínio dos aplicativos, o que torna um risco para a instituição e empresas prestadoras de serviço. Por isso, acrescenta Varela Silva, as empresas que fornecem os aplicativos devem ter um pendor social para elucidar o uso correcto das plataformas, de modo a elevar a maturidade, factor esse que garante a redução dos ataques.

“É fundamental validar se a empresa tem contrato ou opera em parceria com a instituição financeira, nunca actualizar os dados pessoais a partir de links, evitar partilhar os telemóveis, tabletes, portáteis e senhas de acesso”, realçou o consultor.

Moçambique: Lançado projecto de ensino híbrido

Foi lançado recentemente um projecto denominado “ensino híbrido” na cidade da Beira, que tem como objectivo promover uma modalidade mista de ensino presencial e on-line, iniciativa que segundo os prelectores “veio para ficar” considerado a sua importância.

Para o Chefe do Departamento do Ensino Superior e Técnico Profissional de Sofala, Nilton da Fonseca, as instituições de ensino técnico em Moçambique devem criar ferramentas adequadas para poderem leccionar nos dois formatos, isto tudo sem dificuldade.

“É uma mais-valia porque permite que o estudante adquira conhecimentos mesmo que não esteja a 100 por ecento na sala de aula, mas desde que tenha os instrumentos necessários“, disse Nilton da Fonseca.

Segundo o que foi informado, esse programa vai abranger estudantes do ensino básico, médio e técnico-profissional em todo território moçambicano.

Por outro lado, para o Presidente da Associação Moçambicana de Educação Profissional Privada (AMEPP), Adelino Mathe, diz que com esse programa vai ser possível os alunos apreenderem os conteúdos em qualquer lugar que estejam.

“A expectativa é abranger todo o país(Moçambique) com formadores qualificados nos ensinos básico, médio e técnico-profissional“, explicou Adelino Mathe.

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Ainda no evento de lançamento, Mathe frisou que os técnicos do programa devem produzir conteúdos e inseri-los na plataforma através da qual o aluno possa acompanhar as aulas, e onde acrescentou que nessa primeira fase o sector pretende preparar um certo número de formadores, que depois vão dar continuidade ao processo quer na produção de conteúdos, bem como no funcionamento da plataforma e que contribua para uma educação de qualidade em Moçambique.

Hans Schoder, em representação da Cooperação Alemã e financiadora do projecto, disse que a sua instituição desembolsou mais de 10 milhões de meticais para garantir que esse projecto seja uma realidade em Moçambique.

“Sentimo-nos felizes em financiar o projecto porque vamos contribuir para que os alunos adquiram mais conhecimentos“, disse Schoder, acrescentando ainda que essa iniciativa surge à margem de um acordo de cooperação entre Alemanha e Moçambique.

De informar que devido a pandemia da Covid-19, o sector da educação de Moçambique teve que se reinventar e os alunos chegaram a estudar pelas redes sociais, como o WhatsApp, mas o que não era seguro, diferente agora com essa plataforma criada.

KixiCrédito vai habilitar à prestação de serviços digitais em parceria com a IFC

A instituição bancária KixiCrédito, em parceria com a Corporação Financeira Internacional (IFC, sigla em inglês),  vai fortalecer a prestação de serviços financeiros digitais no país, com base nos termos de uma parceria constituída entre as duas organizações.

Segundo o que foi revelado, essa parceria vai permitir que a sociedade de micro-crédito angolana obtém da IFC ajuda para avaliar o progresso na transformação digital e no desenvolvimento de um roteiro, de modo a fornecer produtos financeiros que apoiem empresas mais pequenas, a criação de empregos e a inclusão financeira.

O convénio ainda vai incluir uma análise do mercado de serviços financeiros digitais no país e do seu quadro regulatório, de modo a identificar os principais intervenientes no ecossistema digital e de fintechs para potenciais oportunidades de parceria.

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O estabelecimento destas operações surge ainda da constatação de que a maioria dos angolanos não está coberta pelo sistema bancário ou tem acesso apenas a alguns serviços bancários básicos, especialmente as camadas da população que vivem em zonas urbanas mais pobres ou em zonas rurais.

“A parceria com a IFC neste projecto é uma oportunidade única para melhorarmos os nossos canais de entrega, adicionando uma forte vertente digital e, no processo, tornarmo-nos mais eficientes e aumentarmos a inclusão financeira em Angola”, disse o presidente executivo da KixiCrédito, Joaquim Catinda, citado no comunicado.

Por outro lado, o representante da IFC para Angola, Carlos Katsuya, informou que “aumentar a inclusão financeira pode reduzir a pobreza, criar empregos e impulsionar o crescimento económico”.

Huawei lança programa LEAP para desenvolver competências digitais na África Sub-Sariana

A Huawei lançou recentemente o seu programa de desenvolvimento de competências digitais LEAP (Liderança, Empregabilidade, Progresso e Possibilidade, sigla em inglês), que tem como objectivo principal ajudar e promover a influência TIC em mais de 100.000 pessoas em toda a região da África Sub-Sariana, nos próximos três anos.

O programa LEAP, que foi anunciado na cerimónia de prémios do Concurso TIC,  destina-se inicialmente para promover uma rígida liderança digital e uma força de trabalho qualificada no sector das TICs, bem como construir uma reserva de talentos digitais no continente africano e promover a literacia digital entre os cidadãos. Destacar ainda que o LEAP vai incluir um grande leque de actividades, como cursos de formação e certificação em TIC, construção de capacidades digiatis do Governo e concursos de competências em TIC.

Leo Chen, Presidente da Huawei na África Austral, no lançamento da LEAP, disse que agora é importante a transferência de competências TIC e do desenvolvimento de talentos, bem como sublinhou a ênfase e consistente da sua empresa no mesmo.

“A digitalização está profundamente enraizada nas pessoas, porque digitalizamos para as pessoas e por pessoas. Quando as raízes estão profundas, não há necessidade de temer o vento“, disse Leo Chen, reforçando ainda que “através do programa(LEAP), esforçamo-nos em cultivar mais jovens líderes nas TICs, que podem explorar mais possibilidade para sí próprios, para as suas famílias, para a comunidade e em última para as suas nações“.

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Khumbunzo Ntshavheni, Ministra das Comunicações e Tecnologias Digitais da África do Sul, que esteve também presente no evento de lançamento do LEAP, informou que “é preciso que vocês, como participantes do LEAP, Sementes para o Futuro e o Programa da Academia Huawei TIC, nos levam para o futuro. A Covid-19 levou-nos a era digital, mas não devemos precisar de uma pandemia para fazer o futuro, precisamos de ser deliberados e intencionais para ajudar os nossos países. Precisamos de inovação, de apoiar os inovadores locais, e de promover as nossas próprias plataformas em todo o continente para atingirmos a escala e desenvolvimento as nossas economias. Só somos maiores quando o nosso mercado é maior e temos de caminhar juntos.“

De informar que o programa LEAP será lançado com base no investimento da empresa em cada país da região, e verá mais de 1.200 instrutores a facilitarem, bem como 3.000 cursos de TIC. O LEAP também vai financiar uma série de instalações incluindo centros de formação, bases de instalação de hardware, centros de inovação, laboratórios espelhos e academias TIC.

Startup MATHFIXE é a vencedora do concurso de empreendedorismo digital LISPA JumpStart

A startup MATHFIXE foi a grande vencedora da 1° edição do LISPA JumpStart, um programa nacional que apoia ideias inovadoras, organizado pelo Laboratório de Inovação do Sistema de Pagamentos de Angola (LISPA).

Segundo o que foi revelado, a MATHFIXE é uma startup que o “principal objectivo é facilitar o ensino da disciplina de matemática em toda a rede escolar do país, pública e privada. Ajudando a melhorar as médias de aproveitamento, individuais e colectivas, que são neste preciso momento, para lá de preocupantes”, pode ler-se no comunicado oficial.

Através de um programa intensivo de 5(cinco) dias, a MATHFIXE mostrou-se o melhor projecto tecnológico, entre as 12 startups finalistas, que durante o programa acelerador aprenderam a validar, criar modelos de negócio, protótipos, a fazer o pitch e muito mais.

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Sendo a vencedora do LISPA JumpStart, a MATHFIXE leve para casa um prémio económico no valor de 1.000.000.00 (Um Milhão de Kwanzas), bem como vai fazer parte do ecossistema de empreendedorismo digital do LISPA.

De informar que o programa LISPA JumpStart esteve aberto para todas as pessoas que tinham uma ideia para uma Startup Digital e anseiam solucionar problemas reais da sociedade angolana.

 

“Doutor Estranho no Multiverso da Loucura” atinge novo recorde no cinema

Apesar de algumas críticas, o mais recente filme da Marvel, “Doutor Estranho no Multiverso da Loucura”, obteve um lançamento nos cinemas que pode ser considerado um sucesso.

De acordo com os dados mais recentes, o filme obteve receitas de 185 milhões de dólares, nos EUA e no cinema, tornando-o o segundo filme mais lucrativo na estreia durante a era da pandemia. Se tivermos em conta os dados respeitantes ao lançamento global, o filme encontra-se em top em praticamente todos os países, com receitas de quase 450 milhões de dólares.

No entanto, ainda se encontra longe de atingir o sucesso de outro filme da Marvel, “Spider-Man: No Way Home”, que também obteve um dos melhores lançamentos nos cinemas de sempre – era também consideravelmente mais aguardado pelos fãs.

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Curiosamente, os formatos em IMAX e 3D corresponderam a 36% de todas as receitas do lançamento, o que demonstra que os utilizadores estão mais abertos a verem os filmes em formatos de elevada qualidade.

É também importante ter em conta que o filme não estreou em alguns países, como é o caso da Ucrânia, Rússia e na China – que neste último, tendo em conta o histórico recente das autoridades bloquearem os filmes da Marvel, será improvável que venha a ser lançado.

O que são CC e BCC em emails?

Os emails fazem parte do dia a dia de muitos utilizadores, e certamente que, se já usou os mesmos, deve ter reparado em dois campos algo “estranhos” sobre os cabeçalhos das mensagens: CC e BCC.

Estes campos surgem na mesma zona onde os utilizadores podem colocar os destinatários das mensagens, assunto, entre outros detalhes. Mas o que são exatamente?

É isso que vamos explicar neste artigo, e quem sabe, poderá ser algo que até terá vantagens para o futuro quando enviar mensagens de email neste formato.

  • O que é o CC?

CC é uma sigla do inglês “carbon copy”. Esta faz referência à prática de se utilizar papel de carbono para criar cópias de mensagens, na altura das cartas. Isto era feito para permitir que fossem rapidamente criadas cópias de mensagens, sem que se tivesse de escrever novamente os conteúdos.

A ideia aplica-se na mesma aos emails. O CC é usado para quando se pretende enviar uma cópia das mensagens de email para diferentes contactos, sendo que os endereços ai colocados recebem as mensagens que forem enviadas na conversa.

De notar que isto é diferente do colocar o endereço no “Para”, onde por norma, se uma pessoa responder, vai enviar essa mensagem para todos os endereços desse campo. No caso do CC, a resposta de alguém à conversa será enviada apenas para o remetente da mensagem – a menos que se escolha a opção de “Responder a todos”.

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A principal vantagem do CC será exatamente para evitar que, durante uma conversa, alguém possa responder ao email e enviar essa mensagem para todos os intervenientes da mesma.

  • O que é o BCC?

O BCC pode ser traduzido como “Blind Carbon Copy”. A funcionalidade é basicamente idêntica à do CC, mas com a particularidade que os endereços colocados neste campo não vão surgir para os restantes utilizadores.

Ou seja, quando se envia uma mensagem com os endereços no campo CC, os restantes utilizadores podem ver os emails para os quais as mensagens foram enviadas. No caso do BCC isso não acontece.

O BCC é muitas vezes usado para envio de emails promocionais em empresas, uma vez que permite o envio das mensagens sem que todos os utilizadores tenham acesso aos restantes emails da empresa.

Obviamente, isso não impede que se tenha acesso a mensagens que possam ter sido enviadas na conversa de email bem como aos anexos. Ou seja, os conteúdos das mensagens ainda podem ser transitados para outros contactos se não forem manualmente removidos pelos utilizadores.

Africell atinge dois milhões de clientes em apenas um mês de operação

A operadora de rede móvel Africell, que iníciou os seus serviços em território angolano no passado dia 07 de Abril, já adquiriu actualmente mais de dois milhões de assinantes, de acordo com o que foi revelado pela Sub-Secretária dos Estados Unidos, Wendy Sherman.

De acordo com a diplomata, que falava ao encerrar a sua viagem em Angola, disse que “esta é uma empresa que está no mercado há um mês e tem dois milhões de assinantes”, ressaltando ainda que tem havido um melhor ambiente de negócios para se investir no país.

Nessa mesma senda, o Director não-executivo da Africell, Peter Pham, previu em 2021 que a sua empresa iria tornar o “ambiente de negócios excessivamente aconchegante”, dando ainda mais relance as palavras de Wend Sherman, de que as empresas norte-americanas que operam em Angola elogiam o bom ambiente de negócios que reina no país, em uma economia rica em petróleo.

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“Ainda há questões a serem trabalhadas, mas eles viram uma mudança positiva, vêem oportunidades que não existiam antes e sentem-se mais confiantes”, disse a Sub-Secretária norte-americana.

De informar que nesse período promocional, a Africell está a permitir chamadas grátis entre usuários dentro da sua rede, que abrangerá os próximos três meses.

Moçambique: Educação desafiada a introduzir literacia financeira no plano curricular

Vários analistas manifestaram a ideia de que o sector de educação de Moçambique deve introduzir conteúdos de literacia financeira nos currículos escolares do ensino primário e secundário.

Segundo a Directora do Banco de Moçambique (BM), em Sofala, Ruthe da Pátria, com a presença de conteúdos financeiros no currículo escolar, as crianças e jovens moçambicanos estarão melhor preparados para fazer face às condições económicas e fiannceiras mais complexas.

A especialista que discursava no âmbito das comemorações da semana Internacional do Dinheiro, cujas as cerimónias tiveram lugar na Escola Secundária Samora Machel, na Beira, adiantou que os serviços financeiros estão cada vez mais digitalizados devido ao desenvolvimento das tecnologias de informação e comunicação, pelo que, tendo como base a sua exposição, agora é importante alertar os mais jovens sobre os riscos associados aos mesmos.

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Ruthe da Pátria apontou que a literacia financeira, no mundo de hoje, é apontada como a primeira linha de defesa do consumidor, visto que permite que o mesmo tome decisões sábias, onde vai conhecer os seus deveres e obrigações, bem como os riscos envolvidos nas transações financeiras.

Ainda no seu discurso, a Directora do BM referiu que as pessoas com níveis de literacia financeira elevada tendem a ler os contratos de créditos antes de assinar, e em casos de problemas na implementação, sabem onde apresentar as reclamações.

De referir ainda que o evento serviu também para selecionar três escolas secundárias da cidade da Beira, que vão se beneficiar de palestras de conscialização sobre matérias de educação financeira.

Huambo: Biblioteca Provincial sem computadores e internet para pesquisa virtual

A Biblioteca Provincial do Huambo está nesse momento sem computadores e de serviços de acesso à internet, para que possa proporcionar aos leitores condições para a pesquisa digital, de acordo com directora da Biblioteca, Herodina Afonso.

Segundo a Directora, que falava diante a ANGOP, disse que é urgente mudar essa situação para que a instituição possa evoluir para a pesquisa virtual, tendo em conta os desafios impostos pelo desenvolvimento tecnológico actual era digital.

Embora que não tenha falado os números de computadores que a Biblioteca Provincial precise, Herodina Afonso informou que a infra-estrutura possui uma sala de informática mas que se encontra inoperante, para oferecer melhores serviços aos utentes, visto que devido a essas dificuldades os leitores com necessidade são obrigados a dirigir-se Mediateca do Huambo.

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Então, para se ultrapassar a situação, a Directora diz que a solução passa por criar uma fonte de financiamento para a instituição, de modo a permitir a aquisição de equipamentos informáticos necessários para o efeito. E para minimizar as dificuldades financeiras, fez saber que a Biblioteca tem ministrado alguns cursos de curta duração dirigidos aos jovens, com vista a garantir a sua auto sustentabilidade, serviços que têm sido acoplados com o arrendamento das salas para as actividades recreativas  promovidas por instituições privadas.

De informar que a Biblioteca Provincial do Huambo foi inaugurada em 2016, com a missão de incentivar o hábito pela leitura, e onde recebe diariamente, entre 70 a 85 cidadãos acima dos 18 anos de idade, que solicitam livros de diversas áreas do saber, como economia, comunicação, direito, filosofia, entre outros.