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Maior feira de videojogos volta em formato digital em 2022 devido à Covid-19

Assassins Creed: Unity at the Xbox E3 2014 Media Briefing at the Galen Center on Monday, June 9, 2014 in Los Angeles. (Photo by Matt Sayles/Invision for Microsoft/AP Images)

A Entertainment Software Association anunciou nessa semana que a próxima edição da E3: Electronic Entertainment Expo vai voltar a ser totalmente realizada em formato digital, o que será pelo terceiro ano consecutivo que a organização cancela o formato presencial devido à evolução e restrições impostas pela pandemia da Covid-19.

 “Devido aos riscos em torno da COVID-19 e o seu potencial impacto na segurança dos expositores e visitantes, a E3 não será realizada de forma presencial em 2022. Continuamos muito excitados sobre o futuro da E3 e vamos anunciar mais detalhes em breve”, pode ser no comunicado oficial no website da ESA.

De informar que em 2020, primeiro ano da pandemia da Covid-19, a ESA não teve a capacidade de se adaptar rapidamente à mudança para o online e acabou por cancelar por completo a edição, tendo sido realizado eventos paralelos pelas editoras para mostrar os seus novos jogos.

Em 2021, a E3: Electronic Entertainment Expo realizou-se em junho no formato online, e onde para esse ano a ESA prefere não arriscar e por isso descarta por completo o conceito físico para se dedicar à organização no formato digital.

Essa decisão da realização em formato digital, segundo a midia especializada, vem depois da CTA, associação que organiza a CES ter sido criticada por ter avançado com a edição presencial em 2022, que decorre durante esta semana.

Devido ao  elevado risco de contágio entre os visitantes do certame tecnológico, várias empresas tecnológicas chegaram mesmo a cancelar a sua presença física, contribuindo com as suas apresentações em formato digital.

Governo polaco admite ter software de espionagem Pegasus

O líder do partido nacionalista e vice-primeiro-ministro da Polónia admitiu hoje que o seu país comprou o ‘software’ de espionagem israelita Pegasus, e onde acrescentou que não utilizou o aplicativo contra a oposição política, revela o Republic World.

Nas últimas semanas as acusações sobre a utilização do Pegasus abalaram a Polónia, o que a midia diz ser um escândalo comparado com a investigação ‘Watergate’, que levou à demissão do presidente norte-americano Richard Nixon, em 1974.

De informar que o aplicativo Pegasus foi descoberto por um consórcio de 17 órgãos de comunicação internacionais, onde denunciaram que jornalistas, activistas e dissidentes políticos em todo o mundo foram espiados através desse software desenvolvido por uma empresa israelita, nomedamente a NSO Group.

MAIS: Meta expõe empresas de espionagem que ameaçavam pessoas nas suas plataformas

A investigação com codinome de “Projecto Pegasus” e vários jornais mundiais, como o francês “Le Monde”, o britânico “The Guardian” e o norte-americano “The Washington Post“, baseiou-se numa lista obtida pelas organizações Forbidden Stories e Amnistia Internacional, que inclui 50 mil números de telefone selecionados pelos clientes da empresa NSO Group desde 2016 para potencial vigilância.

Uma vez instalado num telemóvel, o Pegasus pode aceder às mensagens e dados do utilizador, mas também ativar o dispositivo remotamente para capturar som ou imagem.

Seria mau se os serviços polacos não tivessem este tipo de ferramenta“, disse Jaroslaw Kaczynski, presidente do partido Lei e Justiça (PiS) e também vice-primeiro-ministro, ao semanário polaco Sieci.

Questionado sobre as acusações de que o governo tinha utilizado o programa para espiar a oposição, Kaczynski disse que o mesmo era “utilizado pelos serviços contra a criminalidade e a corrupção em muitos países”.

Na entrevista, a ser publicada na íntegra na próxima segunda-feira, o líder salientou que quaisquer utilizações de tais métodos estavam “sempre sob o controlo de um tribunal e do Ministério Público“, rejeitando também as acusações da oposição, qualificando-as como “muito barulho por nada“.

De referir ainda que várias organizações de direitos humanos enviaram uma carta a União Europeia, pedindo que a mesma deve aplicar sanções contra a NSO Group.

Essa ideia de pensamento, defendida por 86 ONG’s, foi mostrada no final em uma carta enviada a responsáveis da diplomacia na UE.

Tecnologia reduz emissão de matrículas de sete para três dias

Os investimentos tecnológicos, bem como o programa do Executivo Angolano denominado Simplifica 1.0, reduziu o tempo de emissão de matrículas aos veículos automóveis de sete para três dias, de acordo com as palavras do Chefe de Departamento de Comunicação Institucional e Imprensa, superintendente chefe Adriano do Rosário.

O porta-voz daquele departamento proferiu essas informações no encontro que a sua instituição manteve com os responsáveis das representantes de marcas e concessionárias de automóveis.

Segundo Adriano Rosário, dentro do programa do Executivo (Simplifica 1.0), a DTSER fez vários investimentos tecnológicos de ponta para acabar com o processo burocrático, bem como a corrupção ou subornos (gasosa).

MAIS: DNVT afirma que novas matrículas vão permitir a prevenção e esclarecimento de crimes

O referido encontro serviu também para dar nota explicativa sobre os constrangimentos que poderão advir, mas acima de tudo ressalta os benefícios do sistema que acabou com o trabalho presencial dos agentes concessionários na tramitação dos documentos e dos pagamentos ao Estado.

Para Comissário Chefe, os processos actualmente são submetidos via on-line, como já acontece a alguns anos, mas a novidade é que agora os pagamentos são feitos na Conta Única do Tesouro via transferência em terminais automáticos, o que veio acabar com a presença física dos utentes.

O novo sistema permite o solicitante fazer tudo a partir do seu escritório ou residência, num processo que dura três dias até a entrega da matrícula, aos contrário dos sete dias anteriores quando se fazia o pagamento presencial”, disse o superintendente chefe .

Por outro lado, quanto aos novos modelos de matrículas para o país, disse, ser um processo em curso, que já tem quatro empresas aprovadas para a importação dos equipamentos e que neste momento decorre ainda o concurso público para as empresas que vão fabricar e aplicar as matrículas, a partir do próximo ano.

De referir que, como a redacção da MenosFios já tinha informado, a sociedade civil automobilística angolana vai receber em breve uma nova gama de chapas de matrículas, equipadas com código QR, onde a Polícia Nacional diz que as mesmas vão garantir maior fiabilidade no controlo do tráfego rodoviário no país.

 

Previsões de telecomunicações para 2022: preços de banda larga vão subir

Em 2022, as principais empresas de telecomunicações em todo o mundo enfrentarão políticas regulatórias mais rígidas e espera-se que os preços da banda larga aumentem, visto que as operadoras enfrentam dificuldades para criar valor para os seus acionistas.

Estas são algumas das previsões de telecomunicações para 2022 feitas pela consultoria independente Strand Consult, que analisa os altos e baixos da indústria de telecomunicações móveis em 2021 e faz previsões para 2022.

 

De acordo com a consultoria, o ano que passou se desenvolveu muito diferente dos outros anos, mas não foi tão diferente de 2020.

Em 2020, era um eufemismo dizer que o COVID-19 foi uma virada de jogo no setor de telecomunicações. Como resultado da pandemia, as redes de comunicação construídas e operadas por operadoras em todo o mundo tornaram-se mais importantes do que nunca, de acordo com a Strand Consult.

Os preços do telemóvel e da banda larga caíram ao longo do tempo, mas 2022 deve ser o ano em que os preços aumentarão em todo o mundo. Basta olhar para a Dinamarca, que em 2021 encontrou o regulador das telecomunicações em conluio com as empresas de energia para fixar o preço de atacado do acesso à fibra em níveis acima do que o mercado oferece.

Como tal, é garantido que os preços aumentem na Dinamarca e em outros países europeus devido aos esforços dos reguladores. Dado que o preço regulado da fibra aumentará, os preços da banda larga nas redes privadas seguirão.

A Strand Consult espera que muitas das operadoras que têm dificuldade em criar valor para os seus acionistas por meio do crescimento orgânico aumentem os preços em 2022. Essa é a lei da demanda e, sem aumentos de preços, será difícil investir em actualizações de rede.

MAIS: Ministro das Telecomunicações diz que 2022 será um ano melhor no sector que dirige

A China e a Huawei enfrentarão um ano difícil

Quando Joe Biden se tornou presidente dos EUA em janeiro de 2020, muitos se perguntavam como a política dos EUA mudaria em relação à China e Huawei. A Strand Consult afirmou que a política provavelmente não mudará e, se houver alguma, poderá ser endurecida.

A Strand Consult acredita que este ano a Huawei continuará a enfrentar significativa pressão financeira, e não se espera que a opinião pública sobre a Huawei mude tão cedo.

Muitos países consideram inseguro e insustentável o uso de equipamentos Huawei em redes de telecomunicações. Algumas operadoras tiveram um risco maior de reputação e regulatório ao usar a Huawei, e os clientes corporativos não querem que os seus dados confidenciais e valiosos fiquem vulneráveis ​​ao governo chinês.

Será difícil para a Huawei convencer os compradores do sector público nos EUA e na Europa a comprar a sua solução de colocar dados em sistemas de TI chineses e na nuvem chinesa.

A nuvem explode em 2022

Os formuladores de políticas voltarão a sua atenção para as questões de privacidade relacionadas à nuvem pública – que contém uma quantidade cada vez maior de dados de cidadãos e empresas. Em 2022, os serviços em nuvem da Amazon, Microsoft e Google surgirão na consciência pública à medida que as operadoras de telefonia móvel armazenam partes das suas redes nos seus data centers.

Como as redes móveis estão cada vez mais integradas às nuvens, isso significa que os indivíduos e as empresas estão cada vez mais integrados à grande tecnologia. Não há como desligar a grande tecnologia e nem escolher não usá-la.

Isso aumenta a complexidade e a dificuldade da portabilidade de dados de uma nuvem para outra – assim, as empresas podem achar que é impossível migrar de uma nuvem para outra.

Isso continuará a disparar alarmes no mundo antitruste, e levantar mais questões sobre a proteção dos dados do consumidor.

Mercado para redes 5G privadas 

Em 2021, muito se escreveu sobre as redes 5G privadas: Quem as vai construir e quem as executará? É um mercado em que muitos querem entrar; todos, desde operadoras móveis a empresas de TI, integradores de sistemas e fornecedores de infraestrutura. Os jogadores do OpenRAN também querem entrar, embora ainda não se veja se eles podem atender às grandes demandas de uma rede móvel clássica.

Em 2022, a Strand Consult espera uma competição acirrada, margens muito baixas e um abalo inevitável no mercado 5G privado.

Secretário de Estado incentiva jovens angolanos a contribuírem para o desenvolvimento do país

O Secretário de Estado para as Telecomunicações e Tecnologias de Informação, Mário Augusto, incentivou, na capital do país, Luanda, os jovens angolanos a contribuírem para o desenvolvimento do país.

Mário Augusto deu esse impulsionamento durante a abertura do festival “ReMA For Tics”, no final de Dezembro, cerimónia essa que voltou a provar que os jovens do país têm se dedicado em desenvolver projectos e ideias em prol da erradicação da fome e da pobreza.

Segundo o que a redacção do MenosFios apurou, o “ReMA For Tics” (ReMA fomento das Tics), é um evento organizado pela Rede Nacional de Mediatecas de Angola, e que tem como objectivo sensibilizar sobre o impacto da valorização das capacidades intelectuais de todas as pessoas.

Ainda na abertura, o Secretário de Estado agradeceu a todos os parceiros nacionais e internacionais que têm dado um contributo significativo na promoção de actividades e formação, no sentido de oferecer maiores oportunidades aos jovens, em diversas áreas como empreendedorismo, inovação, artes e cultura.

O país tem uma juventude que quer o desenvolvimento da nação”, disse Mário Augusto.

MAIS: Governo prepara infraestrutura para assegurar assinatura digital

De informar ainda que “ReMA For Tics”  serviu também para despertar o interesse juvenil pelas Tecnologias de Informação e Comunicação (Tics), inovação social, bem como empreendedorismo sócio-cultural e o princípio de partilha de conhecimento entre jovens nacionais.

A Mediateca de Luanda foi o local escolhido para albergar a abertura, com presenças de mais duas centenas de jovens, onde puderam trocar impressões sobre diversos assuntos e áreas, obedecendo sempre as medidas de biossegurança que foram impostas no país, devido a pandemia da Covid-19.

A Rede de Mediatecas de Angola é um projecto do Governo Angolano, com o objectivo de dotar o país de um conjunto de infraestruturas que permitam apoiar a população ao nível da educação, tecnologia, ciência, cultura e arte.

A ReMA abriu já 8 Mediatecas, em Benguela, Huambo, Soyo (província do Zaire), Lubango (Huíla), Saurimo (Lunda Sul), Cunene e Luanda com duas Mediatecas.

Conceituado site pirata de streaming Popcorn Time é encerrado

Um dos sites de pirataria e de streaming ilegal mais conhecidos do mundo, o Popcorn Time, acabou de encerrar e onde essa decisão terá sido da inteira responsabilidade dos responsáveis, que adiantam que o serviço tem perdido popularidade nos últimos tempos.

Para quem navegar actualmente no site, vai encontrar apenas uma imagem com dados do Google Analytics e que mostram o interesse no Popcorn Time a diminuir ao longo dos últimos tempos.

Um dos principais motivos para a encerração do site pirata tem sido a falta de interesse neste serviço, bem como o aumento de popularidade de serviços de streaming(Netflix, Amazon Prime Video, Apple+, Disney+…) que ditou o fim do conceituado projeto.

De informar que o Popcorn Time foi lançado em 2014, e teve vários formatos e nomes ao longo dos últimos anos.

China pretende controlar apps que podem influenciar opinião pública

O regulador do ciberespaço da China anunciou na quarta-feira que as aplicações que têm a capacidade de influenciar a opinião pública devem ser submetidas a uma fiscalização de segurança. A medida marca mais um passo de Pequim para controlar e monitorizar informações na já altamente censurada internet da China.

Pelo comunicado feito, não ficou claro o que os reguladores consideram como aplicações que podem influenciar a opinião pública. Ainda assim, foi divulgado que que esta medida integra um projecto emitido pela Cyberspace Administration of China (CAC), que procura estabelecer regras para a forma como os programadores das aplicações operam.

Segundo esta nova medida, os programadores não devem contribuir para uma desordem nacional. A China também anunciou que todas as aplicações que dão notícias deverão ter uma licença especial para continuarem a existir. Esta medida surge depois de todo o panorama noticioso na china já ser alvo de censura, contudo, agora passar a ser necessária esta licença.

MAIS: Bing obrigada a suspender sugestões automáticas na China a pedido do governo

Assim, foi feito um novo documento pelo CAC que reúne leis e regulamentos anteriores, bem como estas novas regras. De acordo com o que foi divulgado pelo regulador do ciberespaço, estas leis vão entrar em vigor durante o decorrer deste ano, contudo, ainda não existe uma data oficial.

Recorde-se que no ano passado, a China já tinha feito novas leis que regulamentam o sector tecnológico, nomeadamente no que dizem respeito à segurança interna. A National Press and Publication Administration deixou de aprovar jogos a julho de 2021, proibiu a Steam e anunciou uma nova repressão à quantidade de tempo que as crianças podem jogar online, com o novo limite definido para apenas três horas por semana. A Bloomberg, reportando de fontes de notícias locais, diz que plataformas como a Tencent agora podem oferecer jogos para crianças entre 20h e 21h nas sextas-feiras, fins de semana e feriados.

DNS público: o que é, por que usar e quais são os melhores servidores gratuitos

Os servidores DNSDomain Name System ou ainda Sistema de Nomes de Domínios, são os responsáveis por localizar e traduzir os endereços dos sites que digitamos nos navegadores em números IP. Por exemplo, são os serviços DNS que traduzem o IP 8.8.8.8 em google.com.

Por padrão, utilizamos o serviço de DNS oferecido pelo provedor de acesso ou a empresa responsável por manter a nossa conexão a funcionar, mas é possível optar por serviços que ofereçam mais performance e/ou segurança, como é o caso do OpenDNS e Google Public DNS – serviços que também mencionaremos daqui a pouco.

Além de poderem deixar a navegação mais rápida, muitos servidores DNS oferecem detecção de sites falsos ou infectados com malwares e até sistema de proteção parental para bloquear sites de conteúdo adulto.

Outro ponto principal aqui é que o DNS pode “deixar a sua conexão mais rápida ou mais lenta” tanto no computador quanto no telemóvel. Trocar o servidor DNS geralmente é uma recomendação para quem quer acelerar carregamento de páginas, downloads e até jogos online. Os DNS realizam uma série de optimizações para diminuir o máximo a rota entre o computador e a saída com o número de IP.

No entanto, que fique claro: usar outro DNS não mudará o plano de internet que você contratou e os megas que você recebe. Mas a requisição de ida e volta que essa tradução dos domínios requer será mais rápida, faz com que os sites apareçam no seu ecrã “mais rápido”. Assim, você terá a impressão de que a sua internet está a funcionar melhor.

Sendo assim, vamos listar aqui alguns dos DNS mais populares, sendo alguns dos melhores para o uso geral.

  • O Cloudflare desenvolveu o 1.1.1.1 para ser o “serviço DNS mais rápido do mundo”. Ele também promete alto nível de segurança e privacidade . Além disso, existe um aplicativo 1.1.1.1 para Android e iOS que facilita a configuração em dispositivos móveis.– DNS primário: 1.1.1.1

    – DNS secundário: 1.0.0.1

  • O serviço DNS do Google 8.8.8.8 é bastante popular e gratuito. De acordo com a empresa, ele se concentra na velocidade, segurança e validade dos resultados.– DNS primário: 8.8.8.8

    – DNS secundário: 8.8.4.4

  • O OpenDNS é propriedade da Cisco e tem duas opções gratuitas: Family Shield e Home. O primeiro é interessante para o controle parental, ou seja, ter segurança de que as crianças não tem acesso a conteúdos impróprios. Já o Home foca em segurança e desempenho da internet, e você pode criar uma conta de usuário para definir configurações personalizadas.– DNS primário OpenDNS Home: 208.67.222.222

    – DNS secundário OpenDNS Home: 208.67.220.220

    – DNS primário OpenDNS FamilyShield: 208.67.222.123

    – DNS secundário OpenDNS FamilyShield: 208.67.220.123

  • A Level 3 é a empresa que cuida da infraestrutura do Google Public DNS, mas tem o seu serviço próprio.– Servidor principal primário: 209.244.0.3

    – Servidor principal secundário: 209.244.0.4

  • O Quad9 não filtra conteúdo, mas funciona contra domínios que são phishing ou contêm malware.– DNS primário: 9.9.9.9

    – DNS secundário: 149.112.112.112

Como trocar o DNS?

O Windows permite alterar o DNS nas configurações do adaptador de rede. No Mac, o ajuste é realizado nas preferências de rede do sistema.

Para quem vai fazer essa mudança em um smartphone iOS (iPhone), basta desativar o DNS automático e inserir os dados manualmente. Já no Android, a informação pode ser acessada e alterada nas modificações avançadas da conexão Wi-Fi.

Pay Pay África: A nova plataforma de pagamentos digitais em Angola

Ocorreu no dia de ontem(06), na capital do país, Luanda, a apresentação oficial da Pay Pay África, uma plataforma digital e totalmente interativa, utilizável em telemóveis e que permite efectuar pagamentos, transferência e receber dinheiro com recurso ao número de telefone e código QR, bem como consultar saldo da conta bancária e permitir, igualmente, associar a uma carteira digital.

O projecto tecnológico inovador é de autoria de vários jovens empreendedores nacionais, na pessoa da Conectando-Sociedade Prestadora de Serviços de Pagamentos, LDA, e onde a referida plataforma pode ser utilizada por pessoas que possuam conta bancária domiciliada em território nacional, nomeadamente, Banco Sol, Atlântico e BAI.

De informar que todas as transações efectuadas na Pay Pay África pelos utentes são confirmadas desde que tenham fundos suficientes na conta bancária cadastrada ou na carteira do aplicativo do referido usuário. Com o aplicativo da plataforma, os usuários  vão poder efectuar pagamentos em vários serviços presentes na sociedade digital nacional, como Tupuca, T´Leva, MacBurger, Bem-Me-Quer da Ingombota, Restaurante Tia Any, FoodLab e South Side Bar.

Além de ser a apresentação oficial da Pay Pay África, a cerimónia serviu também para informar a comunicação social os primeiros embaixadores da plataforma: Neurite Mendes, Marco Santos e Hélio Baiano, figuras bastantes conhecidas no seio artístico angolano.

MAIS: Executivo Angolano lança plataforma web da Bolsa de Solidariedade Social

Segundo o que foi revelado, cada um dos embaixadores terá, entre várias outras, a responsabilidade de promover conteúdos sobre a funcionalidade do aplicativo através das acções implementadas pela PayPay, de suas actividades e redes sociais.

Obrigada por fazer parte deste elenco de influenciadores e, sem sombra de dúvidas, vamos expandir a PayPay e fazer as pessoas aderirem cada vez mais, obviamente, transformar as formas de pagamento em Angola e não só”, disse a apresentadora Neurite Mendes.

Por outro lado, o modelo Marco Santos declarou-se orgulhoso por se juntar a PayPay África, visto que na sua ideia é uma plataforma que veio para facilitar a vida dos angolanos.

É sempre bom começar o ano com pé direito, neste caso, estamos a começar bem com este contrato com a PayPay África. Todos nós sabemos da debilidade no nosso país em termos de sistema de pagamento, e a PayPay veio facilitar a vida dos angolanos, que é, praticamente, na criação de um sistema de pagamento digital. Pode fazer vários tipos de pagamentos e consultar saldo. Tudo aquilo que veio facilitar a nossa vida, todos nós usamos”, frisou Marco Santos.

De ressaltar ainda, que a Pay Pay África é uma plataforma autorizada pelo Banco Nacional de Angola, e como foi ressaltado pelos criadores do projecto, toda a operacionalidade na plataforma é assegurado por uma forte equipa de engenheiros informáticos, bem como são apoiados pelo provedor principal do aplicativo. As manutenções ao sistema e actualizações estão igualmente asseguradas por essa mesma equipa de engenheiros, e onde a segurança física e lógica dos produtos criptográficos respeitam os requisitos de segurança relevantes da empresa.

Aumento do acesso à internet em África pode gerar 44 milhões de novos empregos

O aumento do acesso à internet a 75% da população africana, nos próximos tempos, poderá criar mais de 44 milhões de empregos, revela a revista Economia & Mercado(E&M), na sua edição de Janeiro.

Segundo a revista angolana, um aumento de até 10% na penetração da internet móvel em África poderia significar, olhando para os números, um volume económico de mais de 180 mil milhões de dólares norte-americanos até ao ano de 2025, bem como 700 mil milhões USD até 2050.

Olhando ainda para o nosso país, os últimos relatórios mostram que o desemprego da sociedade civil adulta é de 35%, onde a aceleração digital é sempre apontada como o melhor caminho para promover os novos negócios e impulsionar a economia nacional, que tem sofrido fortes abanos devido à forte dependência do petróleo.

Para os especialistas angolanos, a economia digital não só pode gerar novos empregos, mas também a consolidação do e-commerce, dos serviços digitais, bem como melhorar os serviços e aumentar a transparência, contribuíndo um crescimento económico nacional.

MAIS: Aumenta a lacuna de acessibilidade de Internet em África

De referir que a economia digital foi um dos assuntos mais falados na IV Conferência sobre Transformação Digital, subordinada ao tema Os Desafios da Aceleração Digital em Angola”com a presença da redacção da MenosFios, onde o gestor do programa AceleraNet da AngolaCables, Crisóstomo Mbundu, diz que “o mundo hoje é cada vez mais digital e hiperconectado, sendo que a Covid-19 acelerou a economia digital e não haverá mais recuo”.

Olhando para as palavras acima do especialista, vê-se uma clara necessidade do Governo Angolano investir em infra-estruturas de telecomunicações, para que só assim, possa se abrir mais espaço para que o digital contribua mais para a economia real.

Ainda falando sobre a Conferência sobre Transformação Digital, organizado pela revista E&M, contou com um grande e extensivo leque de prelectores, que juntos voltaram a concordar que os custos de investimentos no sector das telecomunicações infelezmente é caro, pelo que, os preços praticados pelas operadoras presentes em território nacional são alto, e embora dessa contrapartida, o “caminho é o investimento, seja público ou privado”.