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Terça-feira, Fevereiro 3, 2026
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Microsoft poderá lançar a segunda grande actualização do Windows 10 em 2017

Depois de terem vindo atona alguns os recursos que farão parte da próxima actualização do Widows 10, surge agora a informação da Microsoft, na qual garante que a segunda grande actualização do novo sistema operativo está previsto para o final de 2017.

A Microsoft  tinha revelado que, estava a planear duas grandes actualizações do Windows 10 para 2017 , mas em nenhum momento, a empresa chegou a compartilhar a previsão de datas da sua segunda actualização que ainda não tem nome. Enquanto a primeira actualização que está a ser testada actualmente pelos usuários do programa do Windows Insider, que poderá ser lançado em em Abril de 2017, e não em Março de 2017, como previsto anteriormente.

A empresa revelou esse timing para a segunda actualização do Windows 10 em um slide, que parece indicar que a actualização será disponibilizada no final do ano, com uma data de “produção” de 2018. Como o slide é voltado para clientes corporativos, é provável que o cronograma de 2018 seja uma estimativa de quando as empresas começarão a rolar A actualização, em vez de uma linha de tempo para a versão real.

Ansioso pela próxima actualização do sistema operativo?

Novo Crash Bandicoot estará de regresso ainda em 2017

De certeza que muitos lembra deste grande jogo denominado “Crash Bandicoot”, portanto está de regresso um dos heróis mais divertidos do universo dos jogos. A Activision revelou recentemente que o marsupial mais conhecido do mundo chega a tempo das férias do Verão.

Com praticamente mais de 20 anos de idade, o manterá a boa forma conhecida pelos usuários, e teremos a prova disso no próximo lançamento da trilogia Crash Bandicoot N. Sane que será oficialmente lançado no dia 30 de Junho de 2017.

Esta trilogia do jogo, traz consigo as seguintes remessas:

  1. Crash Bandicoot;
  2. Crash Bandicoot 2: Cortex Strikes Back;
  3. Crash Bandicoot: Warped.

Tal como ilustra trailer que está abaixo, todos os amantes do jogo irão encontrar na trilogia toda a loucura deste improvável herói em versões trabalhadas e com suporte para o Playstation 4 Pro. Com melhorias nos capítulos do som e imagem, foram ainda prometidos melhorias no sistema de checkpoints, e um modo com cronometro.

 Ansioso para o ter o jogo de volta? assista o trailer:

YouTube vai acabar com os anúncios obrigatórios de 30 segundos

Youtube, anunciou que a publicidade com 30 segundos de duração vai deixar de ser utilizada. O principal motivo, alega a empresa, consiste na introdução de um modelo que tanta agrada às marcas como, sobretudo, aos utilizadores.

De acordo com a informação do Youtube, A partir de 2018, esse formato de propaganda não vai mais existir. A empresa optou por formatos que funcionam melhor tanto para internautas quanto para anunciantes.

A taxa de visualização dos anúncios que veicula antes dos vídeos criados por internautas no Youtube, é de mais 90%, em comparação com a média de 66% do restante dos sites de vídeos.

Os anúncios com uma duração de 30 segundos sem possibilidade de serem ignorados podem tornar-se um transtorno para quem assiste. Para quem assiste os vídeos no YouTube, provavelmente já se deparou com um destes anúncios.

A Google, detentora da plataforma online, pretende focar-se em anúncios que possam ser recusados pelos utilizadores, sem prejuízo para estes ou para os anunciantes. Recentemente, a empresa adoptou um modelo de publicidade com duração de 6 segundos que não pode ser ignorada.

Por que motivo foi bloqueada a internet nos Camarões?

Parece que esta a tornar-se uma moda em alguns países de África, depois do governo da RDC solicitado às empresas de telecomunicações para bloquear as redes sociais, surgiram ainda relatos de que, o Quénia está com planos de desligar a Internet no dia das eleições.

Agora o sucedido foi em Camarões, recentemente o pais desligou a Internet em algumas regiões, neste corte, foram apenas afectados partes do país que falam a língua inglesa. As duas regiões afectadas, são o Sudoeste e Noroeste, onde tem acontecido muitos protestos contra o governo nos últimos tempos.

Os usuários receberam um aviso do governo um dia antes dos serviços de Internet serem cortados, o Ministério dos Correios e Telecomunicações emitiu uma declaração na qual advertiu os usuários de redes sociais de sanções criminais se “emitirem ou disseminassem informações, inclusive por meio de sistemas de comunicações electrónicas ou tecnologia da informação, sem qualquer evidência“.

 A declaração também confirmou que as autoridades haviam enviado mensagens de texto directamente aos assinantes de telefones celulares, notificando-os de sanções, incluindo longas penas de prisão, por “difundir notícias falsas” através das mídias sociais.

Infelizmente até ao momento não houve nenhum comentário oficial sobre a internet desde então (ou quaisquer relatórios credíveis de falhas técnicas) levando muitos a concluir que o bloqueio dos serviços em alguns locais, é parte das tentativas do governo de reprimir a dissidência.

O que as empresas de telefonia móvel dizem acerca do assunto?

No momento das ocorrências,  alguns Cameroneses criticaram ou colocaram a culpa nas companhias de telefonia móvel que fornecem os serviços com que muitos acedemm o Internet.

Mas como sabemos, estas empresas podem não ter sido capazes de evitar a interrupção, uma vez que todos eles dependem de infra-estrutura de fibra óptica fornecida por uma empresa estatal, mas nem têm se opor publicamente sobre a interrupção de seus serviços.

Alguns usuários dizem que desde então receberam mensagens referentes ao assunto com a seguinte mensagem: “circunstâncias fora do nosso controle“.

O maior provedor, a MTN Camarões, negou ter violado a privacidade do cliente enviando os textos de advertência do ministério e acrescentou que todos os seus serviços permaneceram acessíveis. Isso foi no dia 15 de Janeiro e desde então não comentou.

[Rumor] Sucessor do Microsoft Hololens sairá em 2019

Há praticamente três anos a Microsoft apresentou oficialmente o Microsoft Hololens ao mundo, que infelizmente até ao momento ainda não começou a ser enviado aos desenvolvedores que já compraram o kit que custa 3.000 USD.

Segundo um relatório apresentado pela Thurrott, salienta que a Microsoft decidiu deixar de lado seus planos para uma segunda versão do Hololens em favor de uma terceira versão que também está a ser preparada. O relatório sugere que a Microsoft pode concentrar-se em maiores mudanças para o seu dispositivo como resultado, e que a falta de concorrência permitiu que a empresa tomasse essa decisão.

Portanto, o sucessor de Hololens chegará em 2019, não há certezas do que a Microsoft planeou para essa nova versão do dispositivo, mas pode-se supor, que a empresa vá reduzir tamanho do dispositivo e vai melhorar alguns aspectos, tal como a autonomia da bateria, a capacidade de processamento, e talvez até mesmo o campo de visão.

Óculos do Snapchat agora podem ser comprados online

No ano passado o SnapChat decidiu inovar os seus serviços, lançando assim um hardware denominado Spectacles (podiam ter encontrado um nome melhor), uns óculos capazes de gravar vídeos e fazer o compartilhamento automático na Internet.

Finalmente os óculos do SnapChat já estão disponíveis para serem comprados via online através do site oficial dos óculos da empresa, custando apenas 129,99 USD. Mas infelizmente até ao momento, essa compra está disponível apenas para os EUA.

O gadget está disponível em três cores diferentes e traz uma lente capaz de gravar em um ângulo de 115 graus. Quanto à gravação, os óculos são capazes de gravar um vídeo de até 30 segundos. A grande vantagem desse acessório é a conectividade, o Spectacles traz Wi-Fi e Bluetooth e pode transferir automaticamente fotos e vídeos para o aplicativo do SnapChat.

Paya, a solução que promete revolucionar o comércio electrónico em Angola

O comércio electrónico sempre representou um desafio para os utilizadores Angolanos. Desde as questões de segurança aos métodos de pagamento, vários obstáculos têm sido postos para que as vendas online não estejam tão difundidas em Angola, um país com 4 milhões de pessoas conectadas à internet.

Uma startup angolana decidiu dar um passo para resolver alguns dos problemas envolvendo as compras online. É assim que surge a plataforma “Paya” destinada para o E-Commerce cujo objectivo é permitir a criação de uma loja online que pode ser facilmente integrada às redes sociais onde os clientes poderão efectuar os pagamentos através dos seus cartões multicaixa pelo ATM.

Paya que vem de “Payar” que é uma gíria angolana que significa “vender”, surgiu no final do ano 2016 numa altura em que para criar um negócio de E-Commerce é bastante dispendioso. Segundo a informação fornecida pelos desenvolvedores do serviço, o Paya elimina a necessidade de contratação de uma empresa para a criação de uma loja online, hospedagem da mesma e outros aspectos técnicos complexos para utilizadores comuns.

Os angolanos já começam a estar preparados para comprar online e o E-Commerce j á é tendência” — Firmino Changani, CEO na LoopLab.

Segundo o CEO, com a plataforma Paya os empreendedores poderão criar lojas online, gerir produtos, clientes e acompanhar as vendas por intermédio de relatórios inteligentes gerados pela plataforma e com os mesmos é possível tomar decisões mais acertadas sobre vendas e posicionamento de mercado a fim de atingir mais clientes. O Paya aproveita-se do número crescentes de angolanos no Facebook ao permitir a integração de uma loja criada no Paya com uma página do Facebook.

As inscrições e mais detalhes sobre o serviço estão disponíveis no endereço oficial da plataforma: www.paya.co.ao .

A lei contra os ciberataques já está em vigor em Angola

A legislação angolana relacionada à tecnologia nunca foi muito clara. O que acontece com um criminoso que o utilize as tecnologias de informação para provocar danos a outrem?

No âmbito de proteger os cidadãos e as organizações de ciberataques, com vista os novos desafios que o mundo digital apresenta, a Assembleia Nacional aprovou a Lei de protecção das Redes e Sistemas Informáticos, que inclui o ciberterrorismo.

A Lei 7/17, de 16 de Fevereiro, aprovada pela Assembleia Nacional, não é apenas focada na proteção do espaço cibernético de Angola contra os riscos associados. É uma lei que tem ainda como objectivo facilitar o acesso ao conhecimento através das plataformas digitais.

No seu Artº 2, o alvo do legislador é o ciberespaço angolano, que pretende proteger, entre outros, contra qualquer acto ou ataque, roubo informático e ciberataque. É importante perceber que, os criminosos cibernéticos usam métodos diferentes segundo suas habilidades e seus objectivos.

Os ciberataques são efectuados geralmente através da internet, no qual são violados sistemas informáticos, com o objectivo de espionar, provocar danos, roubar dados,etc.

A lei contra os ciberataques em Angola possui uma abrangência na qual os crimes cometidos em território nacional por cidadãos angolanos, estrangeiros ou por pessoa colectiva com domicílio em território angolano, mesmo que visem alvos localizados foram de Angola, ou na situação inversa, onde o crime é cometido fora de Angola mas visando dados localizados no país.

Nos últimos anos, os cibercriminosos têm investido grande parte dos seus ganhos no desenvolvimento de recursos mais sofisticados, com o uso de tecnologias mais avançadas. A lei chega em uma altura em que o mundo digital tem registrado muitos casos de invasões, desde sistemas bancários, roubos de informações confidenciais, entre outras.

Angola tem tido um certo crescimento em termos de tecnologias de informação e com isso é importante que existam leis como esta para que se puna toda aquela pessoa que utilizar as ferramentas digitais para uso inapropriado na sociedade.

O imparável crescimento do Facebook no mundo das redes sociais

Desde que foi lançado em fevereiro de 2004 que o Facebook só sabe crescer. Treze anos depois a empresa continua a surpreender investidores, acionistas, utilizadores e aficionados da tecnologia.

Actualmente a versão para desktop do Facebook conta com 1,86 mil milhões de visitas mensal enquanto que, a versão mobile chega aos 1,74 mil milhões de visitantes activos que entram na sua página pelo menos uma vez por mês. Muitos fazem isto a partir dos smartphones ou tablets.

No último relatório fiscal divulgado, relativo ao quatro trimestre de 2016, o CEO da plataforma, Mark Zuckerberg e a sua equipa voltaram a apresentar números estrondosos. No que diz respeito a receita, o Facebook conseguiu 8,8 mil milhões de dólares, ao mesmo tempo conseguiu um lucro a rondar os 3,56 mil milhões de dólares. A publicidade continua a ser uma das maiores fontes de receita da empresa, segundo as informações os anúncios mobile são responsáveis por 84% do total de receitas.

“A nossa estragégia está a funcionar e temos muitas oportunidades pela frente. Por isso, vamos continuar a investir para conseguir resultados ótimos a longo prazo.” Mark Zuckerberg.

É difícil ficar indiferente à quantidade de pessoas que utilizam o Facebook, inclusive numa base diária. É impossível não reconhecer o mérito dos feitos alcançados pela rede social, mesmo para quem não gosta do conceito de plataformas sociais.

O Facebook não só se pode orgulhar do crescimento do número de usuários e anunciantes, mas também do aumento da quantidade de publicidade. Embora a rede procure não exagerar com anúncios. A empresa promete continuar a seguir esta estratégia ao publicar anúncios segmentados, concretos e actuais que se encaixem bem no conteúdo geral dos feeds de notícias.

O Facebook como rede social é uma das plataformas online mais completas de sempre: junta pessoas, empresas, marcas, anunciantes, suporta fotografias, vídeos, vídeos imersivos, tem uma ferramenta de mensagens instantâneas, tem ferramentas de analítica, permite criar eventos, permite criar grupos, permite avaliar restaurantes e outros estabelecimentos, permite fazer chamadas de voz e de vídeo, permite fazer compras… o Facebook é uma plataforma como nenhuma outra.

O analista James Cakmak da Monness Crespi Hardt & Co, chegou a afirmar que, “se você é um anunciante que pretende abranger o público-alvo máximo possível, tem apenas duas opções: Facebook e Google. O Facebook permanece a plataforma com o maior crescimento para as despesas de publicitários, e com o lançamento de novos canais para os usuários, isto não vai mudar.”

O Facebook tem uma grande abrangência de propósitos e tem também um grande número de utilizadores. Estes dois factos estão correlacionados, tudo porquê as pessoas usam o Facebook porque de facto há lá algo que lhes interessa enquanto utilizadores da internet.

Para além da principal rede social, hoje o Facebook conta com uma série de aplicações, como, por exemplo, o WhatsApp, Instagram e Messenger. O Instagram  já conta com 600 milhões de utilizadores mensais, o WhatsApp com mais de 1,2 mil milhões de utilizadores mensais, e o Facebook Messenger com mais de 400 milhões de utilizadores mensais.

Acontece que o Facebook não tem um verdadeiro rival à sua altura e muito por mérito próprio. E ainda estamos longe ter uma rede social capaz de enfrentar directamente o crescimento imparável da plataforma do Mark Zuckerberg.

Primeiro vencedor africano na competição anual de codificação do Google ficou sem acesso à Internet

De certeza que essa história está a deixar as pessoas admiradas,  a pergunta que surge como é possível?

Pois é, o primeiro vencedor africano na competição anual de codificação do Google ficou sem acesso à Internet. Para ele conseguir concluir todos objectivos estabelecidos no concurso, teve de deslocar-se cerca de 370 Km para ficar na casa dos seus familiares na capital de Camarões.

O Jovem de nome Nji Collins Gbah de 17 anos, teve de completar um série de exercícios técnicos complexos para o concurso da Google, entre Novembro 2016 e meados de Janeiro 2017. O jovem programador, terminou completamente as 20 tarefas, cobrindo as cinco categorias definidas pelo Google. Uma tarefa que levou uma semana inteira para ser finalizada.

O grande sacrifício do jovem programador aconteceu quando a Internet foi cortada em camarões. O rapaz vive em Bamenda, no noroeste de Camarões, uma viagem de cerca de sete horas por estrada da capital . Um dia apenas após o prazo final para o envio dos trabalhos, a Internet foi desligada nos camarões, o que levou o rapaz a ter de ir até a cidade para poder enviar os seus trabalhos.