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Tek MenosFios: Raio-X ao Bitcoin (Episódio 02)

O bitcoin (BTC) é uma moeda criptografada, descentralizada e sem regulação de governos, com origem em meados dos anos 2000, através de uma discussão virtual entre programadores de diversas partes do mundo, que se utilizavam de uma lista de e-mail como meio de comunicação e debates.

O conceito por de trás de sua criação é que ela seja uma moeda virtual, onde as operações são protegidas com criptografia, e que as transações ocorram directamente entre os usuários, eliminando assim o controle dos governos e as instituições bancárias, que normalmente cobram taxas para cada operação de pagamento e recebimento em moedas convencionais.

A ideia da sua criação desenvolveu-se com mais naturalidade no final dos anos 2000, com a crise económica em grande escala, quando o programador Satoshi Nakamoto publicou um artigo com as ideias centrais do projecto. No ano seguinte, o mesmo desenvolveu o código principal do sistema, que veio assim revolucionar a forma como as pessoas se relacionam com o dinheiro.

O primeiro bloco de 50 moedas de bitcoin, commumente chamadas de “genesis block” na comunidade hacker, foi garimpadas em Janeiro de 2009, pelo próprio Nakamoto. De lá para cá, programadores e entusiastas da novidade passaram a vida a garimpar e a fazerem as primeiras transações utilizando a moeda, o que definitivamente chamou a atenção de muita gente.

O sistema de garimpar os Bitcoins funciona pela internet, usando criptografia de chave pública e um arquivo que registra todas as transações feitas para criar códigos, chamadas de moedas digitais. Uma outra especificidade, é que o conceito criado por Nakamoto tem a característica de se autorregular com base em um sistema de mineração informatizado, o que é considerado como uma solução para o futuro do dinheiro digital e alternativo às moedas convencionais.

Essas todas características dão ao “novo dinheiro” da internet um carácter descentralizado, permitindo transacionar com bitcoins em diversas partes do mundo com baixas taxas e livre da regulação dos Estados ou do controle dos bancos. Sendo assim, o bitcoin gera mais privacidade a seus usuários, visto que não há a necessidade de vincular informações pessoais à transação.

Isso tudo que falamos acima deram mais publicidade aos bitcoins e, na ideia de alguns entusiastas do assunto, isso foi complementado por uma série de vantagens teóricas da moeda em relação ao sistema bancário tradicional, como por exemplo: transferências de pessoa a pessoa sem o intermédio de bancos ou regulação central, taxas menores, abertura fácil de contas e poucos pré-requisitos para começar. Essas vantagens, para quem utiliza o bitcoin, são as responsáveis pelo aumento do número de usuários da moeda nos últimos sete anos.

De acordo com os últimos números da BitPay, empresa especializada em operaçõe com bitcoin, mais de 100 mil estabelecimentos comerciais no mundo aceitam bitcoins como forma de pagamento.

Fazem parte desses entusiastas do dinheiro virtual algumas startups e até grandes empresas de tecnologia, como WordPress, Mega, Reddit, Dell, Google e Microsoft, bem como um universo de milhões de pessoas de diversas nacionalidades interessadas no carácter inovador e revolucionário da criptomoeda, que compram e vendem legalmente bens e produtos pela internet ou em canais físicos, apesar que a maioria das transações ocorram no meio digital.

Talvez possa ser novidade, mas os bitcoins também podem ser trocados por prata ou ouro em câmbios especializados. Por exemplo, em Berlim, Alemanha, já é possível pagar bitcoins em cafés, bares, restaurantes e lojas de disco.

Eis os episódios anteriores:

Episódio 01.

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Esse foi o episódio Tek MenosFios: Raio-X ao Bitcoin dessa semana, onde esperamos que seja útil para todo e qualquer pessoa que queira saber mais essa moeda digital. Agora, pedimos que os nossos leitores a comentem e que contribuam com informações adicionais que julguem serem necessárias sobre esse mesmo tema.

Todas e quaisquer questões que gostassem de ver aqui respondidas devem ser colocadas no canal de comunicação exclusivo e dedicado ao Tek Menos Fios.

Falamos do e-mail criado para esse fim: [email protected]. Este é o único ponto de recepção das questões que nos enviarem. Usem-no para nos remeterem as vossas questões, as vossas dúvidas ou os vossos problemas. A vossa resposta surgirá muito em breve.

Especialistas exortam que exposição de crianças em redes sociais pode causar danos

O uso da Internet e das redes sociais, de forma indiscriminada, está a impactar negativamente na vida de milhares de crianças angolanas, fazendo aumentar os casos de desequilíbrio cognitivo e de transtornos de défice de atenção.

Esse alerta veio de vários especialistas nacionais, onde embora não haja dados concretos sobre o real impacto do mau uso destes recursos tecnológicos em Angola, informam que muitos menores já apresentam sinais claros, como ansiedade e problemas com a linguagem e comunicação.

Para esses profissionais, ouvidos pela ANGOP no quadro do Dia Internacional da Criança (1 de Junho), trata-se de um fenómeno que tem vindo a crescer no país, levando muitas crianças e adolescentes a enfrentarem problemas nas relações interpessoais, como solidão e diminuição das actividades físicas, sociais e familiares, por isso é imperioso que os pais e encarregados de educação redobrem os cuidados com as crianças e adolescentes em relação ao uso das redes sociais.

Segundo os últimos números do Instituto Angolano das Comunicações (INACOM), cerca de 17 milhões de cidadãos usam telemóvel, dos quais 60% acedem às plataformas digitais por via de telefones móveis, 43,3% o fazem através de computadores portáteis e de mesa e 1,7% através dos conhecidos tablets.

MAIS: Angola lança campanha Ciber Kid- Internet segura para crianças

Por outro lado, os números indicam que existem cerca de um total 7,2 milhões de subscritores de internet, que gastam, em média diária, 3 horas e 43 minutos na Internet, e onde o Governo ambiciona um crescimento de 85% de utilizadores de Internet, aproximadamente 12,8 milhões de utilizadores até ao final de 2022, o que corresponderá a quase o dobro de utilizadores de Internet em Angola em 2020.

Tendo como base esses números, os especialistas aconselham os adultos que tenham em casa menores de 18 anos a monitorar, permanentemente, os sites por eles utilizados, bem como recomendam que os pais orientem os seus filhos sobre os riscos de se relacionarem com as pessoas no mundo virtual, onde afirmam existirem pessoas de má fé, dispostas a prejudicar a vida e a imagem do próximo.

Para os especialistas, o exibicionismo e a busca por reconhecimento levam os adolescentes a exporem-se cada vez mais nas redes sociais, sublinhando que a participação dos menores no mundo virtual requer cuidados redobrados, para que esse ambiente não interfira de forma negativa na saúde dos mesmos.

Defendem que o uso excessivo das redes sociais pode criar imensos conflitos sociais, tanto familiares, quanto individuais, passíveis de alterar os seus relacionamentos.

Entretanto, sublinham que as redes sociais também podem trazer pontos positivos, possibilitando, principalmente, encontros virtuais entre pessoas que vivem distante.

Eis os smartphones que dominam o mercado mundial

A vida parece não estar fácil para as concorrentes da Apple no mercado de smartphones, a julgar pelos dados divulgados recentemente pela Counterpoint, que revela o Top 5 dos modelos preferidos em oito países: Alemanha, França, Reino Unido, EUA, China, Coreia do Sul, Japão e India.

Na infografia criada para mostrar os resultados registados em janeiro de 2022 salta à vista a primazia da Apple que consegue “limpar” os três lugares cimeiros em seis dos oito países analisados. Num dos casos, os modelos da fabricante norte-americana ocupam o Top 5 por completo – e não é nos Estados Unidos.

iPhone 13 foi o modelo que maior quota registou em janeiro deste ano nos mercados analisados, presente no top 5 de sete países e sendo líder em seis, Alemanha, França, Reino Unido, EUA, China e Japão. A versão Pro Max surge na vice-liderança e o modelo iPhone 13 Pro em terceiro, ambos em quatro países.

MAIS: Eis os smartphones Android mais poderosos de Dezembro de 2021

A concorrente Samsung assume o lugar cimeiro na Coreia do Sul, com o seu modelo Galaxy Z Flip 3 5G, e o Jio Phone Next conseguiu alcançar a mesma posição na Índia, percurso construído em apenas dois meses, já que tinha sido lançado em novembro de 2021.

Veja os tops 5 em cada um dos países analisados:

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Navegador da Apple ultrapassa a marca dos mil milhões de utilizadores

Existem atualmente diversas opções no que respeita aos navegadores de Internet. Alguns são mais populares do que outros, sendo que se destacam nomes como o Google Chrome, Mozilla Firefox, Microsoft Edge, Opera, Safari, entre muitos outras outras possibilidades.

E as notícias recentes indicam que o navegador Safari da marca da maçã já ultrapassou a barreira dos mil milhões de utilizadores.

Um recente relatório agora revelado mostra que o Safari da Apple já ultrapassou finalmente a barreira dos mil milhões de utilizadores. Com este resultado, o browser da empresa de Cupertino torna-se então no segundo mais popular de acordo com os dados recolhidos em abril de 2022.

Em concreto, o Safari marcou uma quantidade de 1.006.232.879 utilizadores, o que representa uma participação de 19,16%. Por sua vez, o Google Chrome ocupa isoladamente o primeiro lugar com 3.378.967.819 pessoas que o usam, ou seja, praticamente três vezes mais do que o rival da maçã.

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Estas estatísticas foram baseadas nas percentagens de participação de mercado do GlobalStats, tendo sido depois convertidas em números através das métricas de utilizadores da Internet constantes no Internet World Stats.

O terceiro lugar é ocupado pelo Microsoft Edge, que fica muito atrás do Safari, com apenas 212.695.363. Contudo, caso se considere apenas os utilizadores de computador desktop, o software da Microsoft supera o da Apple, passando a ser então o segundo browser para desktop mais popular.

Nos três últimos lugares deste gráfico surgem, por esta ordem, o Mozilla Firefox, o Samsung Internet e o Opera.

Por sua vez, o relatório também indica que o browser Safari estará presente em todos os novos iPhones e computadores Mac. Claro que esta situação já dá uma vantagem e avanço ao navegador da maçã. No entanto, muitos utilizadores de equipamentos Apple ainda continuam a usar browsers desenvolvidos por outras marcas.

Angola presente no Fórum Mundial da Sociedade de Informação

Desde o início dessa semana, Angola está a participar no Fórum Mundial da Sociedade de Informação (WSIS) 2022, que decorre de 30 de Maio a 4 de Junho, na sede da União Internacional das Telecomunicações (UIT), em Genebra, Suíça.

Em uma delegação angolana chefiada pelo secretário de Estado para as Telecomunicações e Tecnologias de Informação, Mário Augusto de Oliveira, o nosso país vai intervir durante duas sessões políticas de alto nível no fórum que decorre em formato físico com o tema “TIC para o bem-estar, inclusão e resiliência: cooperação WSIS para acelerar o progresso nos Objectivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS)“.

Segundo o comunicado oficial, a delegação angolana vai ter oportunidades estruturadas para interagir, aprender e participar em discussões e consultas com várias partes, igualmente interessadas na implementação do programa WSIS.

MAIS: Partilha das infra-estruturas entre as operadoras do sector das telecomunicações é uma obrigação

Com selo organizativo da União internacional de Telecomunicações (UIT), o Fórum mundial da Sociedade de Informação (WSIS) 2022, representa o maior encontro anual do mundo da comunidade das Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) para o desenvolvimento, evento esse que proporciona uma oportunidade de servir como plataforma para rastrear as realizações das linhas de acção WSIS em colaboração com as Agências da ONU envolvidas, bem como fornecer informações e análises da implementação das linhas de acção WSIS desde 2005,  por altura da primeira reunião.

De informar que o Fórum (WSIS) 2022, iniciado a 15 de Março de 2022, no formato virtual, culmina agora no formato presencial, baseando-se nos resultados da revisão geral da Assembleia-Geral da ONU sobre a implementação dos resultados da WSIS (Resolução 70/125 da UNGA), que reconhece a necessidade de manter esse evento anualmente e recomenda o alinhamento estreito entre a WSIS e a Agenda 2030 para o desenvolvimento sustentável.

África pode se beneficiar substancialmente com a adoção de criptomoedas

O continente africano poderá se desenvolver significativamente tecnologicamente e economicamente se abrir seus braços para a indústria de ativos digitais, e onde para isso as autoridades locais devem cooperar com os reguladores, convencendo-os dos benefícios da criptomoeda.

Essa ideia veio de James Mwangi, CEO do maior conglomerado bancário do Quênia, Equity Group Holdings, argumentando que os países africanos devem mergulhar na quarta revolução industrial para alcançar o resto do globo. Para o renomado gestor, as criptomoedas fazem parte dessa transformação e podem trazer certas vantagens para a economia doméstica, como “complementar o dinheiro móvel:”

A África se beneficiará substancialmente com o salto nas quartas tecnologias industriais, e a criptomoeda é uma delas. A criptomoeda também pode complementar a carteira de dinheiro móvel, mas, essencialmente, precisamos conversar com os reguladores”, disse James Mwangi em entrevista para a para Bloomberg.

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O financiador observou ainda que as transações de dinheiro móvel são mais populares do que os métodos de pagamento tradicionais no Quênia. Como tal, a incorporação desses novos tipos de tecnologia pode transformar a África em um mercado competitivo:

“Esperamos que o uso da tecnologia, principalmente dados e inteligência artificial, seja uma base importante para o salto, porque não estamos falando sobre a capacidade de fabricação existente, estamos começando de novo.”

Segundo os últimos números, uma proporção considerável dos residentes africanos não tem acesso básico a serviços financeiros, o que acelerou o uso de ativos digitais, revelando que 69% dos proprietários de criptomoedas locais investiram na classe de ativos para proporcionar uma vida melhor para suas famílias. 48% distribuíram sua riqueza para pagar os custos educacionais futuros de seus filhos, enquanto 43% disseram que queriam estabelecer um fundo para repassar a seus parentes.

A adoção de criptomoedas na África atingiu seu pico no mês passado, quando a República Centro-Africana declarou o bitcoin como uma moeda legal. Assim, tornou-se o segundo país depois de El Salvador, onde o principal ativo digital é um meio oficial de pagamento.

Angola vai contar com um sistema de “transferências instantâneas” já em Junho

A partir de Junho o sistema de transferências instantâneas vai entrar em funcionamento no país, permitindo transações entre entidades financeiras bancárias e não bancárias, segundo Pedro de Abreu, Administrador da Empresa Interbancária de Serviços (EMIS).

De acordo com o governante, que falava no Fórum de Inclusão Financeira para o Desenvolvimento, disse que a Emis vai ser um operador do sistema de transferências instantâneas, informando que o sistema encontra-se em fase de testes, devendo as primeiras operações iniciarem no final do próximo mês, “ainda num piloto controlado”, e onde esse sistema é uma iniciativa que assenta bem na inclusão financeira.

Trata-se de um sistema que irá agregar as entidades financeiras bancárias como as entidades financeiras não bancárias, ou seja, os prestadores de serviços de pagamentos, e a sua versão mais simples é permitir a transferência de fundos entre estes prestadores de serviços, ou seja, sejam bancos sejam não bancos, e dessa forma servir de plataforma de interoperabilidade”, explicou Pedro de Abreu.

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Para o Administrador da EMIS, esta iniciativa vem como uma base para se assistir ao desenvolvimento cada vez maior e o surgimento de cada vez mais iniciativas de pagamentos móveis, “a juntar às iniciativas dos bancos que são muito importantes”.

Sou de opinião que a banca tradicional de facto não dá a resposta que precisamos”, frisou o responsável, acrescentando que esta iniciativa vai trazer mais soluções para os prestadores de serviços que aderirem.

Com este sistema será possível, acrescentou Pedro de Abreu, o acesso à rede de ATM (caixas automátiaos) para levantamento de dinheiro de carteiras móveis, o acesso à rede de pontos de venda dos comerciantes, ter acesso a todos os sistemas de serviços e pagamentos ao Estado que a EMIS possui, entre outros benefícios.

Nós neste processo como operador, temos um desafio que é desenhar o regulamento deste sistema e ao desenhar o regulamento criarmos regras de como é que estes prestadores de serviços têm que se ligar, mas também como as pessoas de serviços têm que se relacionar com os seus clientes, também estaremos atentos a isso”, indicou.

Na sua apresentação, Pedro de Abreu frisou que o sistema de transferência instantânea e a plataforma de interoperabilidade vai ter custos muito baixos.

Precisamente porque sabemos para dar resposta ao desafio da inclusão financeira”, terminou.

A implementação desse novo sistema é de iniciativa do Banco Nacional de Angola, com o objetivo de dar maior segurança e eficiência aos sistemas de pagamento, mas também aumentar os níveis de inclusão financeira”, bem como desenvolver cada vez mais os pagamentos móveis, que contavam na altura com cerca de um milhão de aderentes em todo o país, disse o governador do banco central angolano, José de Lima Massano.

José de Lima Massano destacou que com este sistema vai ser possível realizar transações entre diferentes plataformas de prestações moveis, procedimento semelhante ao funcionamento dos cartões de débito da rede multicaixa, em que as operações são realizadas independentemente do banco emissor do cartão.

WhatsApp vai dar opção de editar mensagens enviadas

O WhatsApp está alegadamente a testar a capacidade de os utilizadores conseguirem editar mensagens e corrigirem erros depois destas terem sido enviadas pela app, conta o site WABetaInfo.

Consultório MenosFios: Conheça os hackers e as suas “categorias”

Dentro do universo hacker, é muito normal encontrarmos definições específicas. No episódio de hoje do Consultório MenosFios vamos mostrar algumas delas e prepare-se: eles não saem da Deep Web.

Cracker: é a denominação mais comum difundida pela cultura hacker, onde ela é usada para diferenciar aqueles que seguem uma postura ética dos outros, que invadem sistemas de segurança para fins criminosos. Em outros fóruns eles são chamados também de “black hat”, tradução literal de “chápeu preto” em inglês.

White Hat: é, como podem deduzir, um grupo de hacker do “do bem”. Sempre dentro dos limites da lei, eles procuram encontrar brechas em sistemas de segurança e onde depois comunicam os responsáveis. Na sua maior parte eles trabalham em empresas dedicadas a isso. Os mais antigos e lendários também são chamados de “gurus”.

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Newbie: é a primeira categoria dos hackers. São os aprendizes, que ainda não têm todas as capacidades de invasão para agir de forma rápida e eficiente. Normalmente aparecem nos fóruns, fazendo perguntas simples com intuito de encontrarem as melhores respostas. Certas pessoas os chamam também de “wanabe”, em inglês algo como  “querer ser”.

Hacktivist: é uma junção dos termos “hacker” e “ativista”, ondem actuam a partir de uma ideologia politica, promovendo sempre o “ciberativismo”. O grupo de hackativistas mais famoso do mundo é o Anonymous.

Lamer: esse termo veio através de uma brincadeira criada por grupos mais experientes para “trolar” aqueles que contam histórias incríveis de “invasões”, “ataques”, entre outras formas de phishing, mas apenas navegam pela web como qualquer um e não sabem nada. São também chamados de “hackers de araque”, isto é, um “aracker”.

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Essa foi a análise da nossa redacção sobre as categorias dos hackers. Agora, pedimos que os nossos leitores as comentem e que contribuam com informações adicionais que julguem serem necessárias sobre esse mesmo tema.

Todas e quaisquer questões que gostassem de ver aqui respondidas devem ser colocadas no canal de comunicação exclusivo e dedicado ao consultório Menos Fios.

Falamos do email criado para esse fim: [email protected]. Este é o único ponto de receção das questões que nos enviarem. Usem-no para nos remeterem as vossas questões, as vossas dúvidas ou os vossos problemas. A vossa resposta surgirá muito em breve.

Angola debate inclusão financeira para o desenvolvimento

Decorreu no dia de hoje(31) um fórum onde foi debatido a inclusão financeira para o desenvolvimento, que veio como uma oportunidade para que decisores políticos, especialistas do sector financeiro, reguladores, académicos e instituições internacionais reflictam em conjunto sobre estratégias que visam a definição de políticas claras e mais inclusivas que favoreçam o acesso ao financiamento e assistência técnica para as pequenas e médias empresas (PMEs).

Organizado pelo Ministério da Acção Social, Família e Promoção da Mulher (MASFAMU) e o Ministério da Economia e Planeamento (MEP), através do Instituto Nacional de Apoio às Micro Pequenas e Médias Empresas (INAPEM), o evento que teve como tema “Fórum sobre Inclusão Financeira para o Desenvolvimento -Uma ferramenta poderosa para alcançar os Objectivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS)“, proporcionou uma oportunidade para abordar variadas questões, como a importância da educação financeira e da consciencialização financeira entre os jovens e mulheres e como os diferentes actores (instituições financeiras, autoridades públicas, organizações da sociedade civil e associações de consumidores) trabalhar em conjunto, e desenvolver parcerias para criar medidas e vias para prevenir e combater a exclusão financeira, prestando especial atenção aos cidadãos mais vulneráveis, como mulheres e jovens.

MAIS: Primeira edição do fórum de “Empreendedorismo Emergente” dá impulso aos projectos juvenis

Com palavras de aberturas da Ministra da Acção Social, Família e Promoção da Mulher, Faustina Fernandes Inglês de Almeida Alves e do Ministro da Economia e Planeamento, Mário Augusto Caetano João, foi revelado que a inclusão financeira constitui uma ferramenta para alcançar os ODS porque o maior acesso aos serviços financeiros é um factor fundamental para o alcance deles. Por exemplo, quando as pessoas são incluídas no sistema financeiro, estão mais bem equipadas para investir em negócios ou educação para escapar à pobreza (ODS 1).

O fórum ressaltou ainda que o ODS 9, que apela à inovação empresarial, pode ser garantido através do acesso mais amplo ao crédito, e onde a promoção da paz e estabilidade (ODS 16) é mais fácil quando as pessoas são economicamente bem-sucedidas.

A inclusão financeira dos pequenos produtores agrícolas incentiva maiores investimentos na época de plantio. Como resultado: maiores rendimentos – e progressos no sentido de uma maior segurança alimentar (ODS 2). Ao longo dos últimos anos, muitos países em desenvolvimento, especialmente em África, foram submetidos a extensas reformas financeiras.