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Sexta-feira, Abril 24, 2026
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Comércio eletrónico continua em expansão em Angola

Pelo que tem sido visto nos últimos tempos, levando em conta a tendência crescente do comércio electrónico em Angola, o nosso país tem mostrado potencial para se tornar um eixo importante na movimentação e distribuição logística na África Austral.

Embora que a distribuição, logística e a realidade do sector no país, bem como o melhoramento das infraestruturas rodoviárias, de telecomunicações, aquisição de divisas e a celeridade processual sejam um dos muitos problemas neste sector, as empresas presentes no território nacional que trabalham com o comércio electrónico continuam confiantes na expansão do mercado nacional.

Empresas como DHL, Correios de Angola, Tupuca, Kubinga, Soba e-store, Mamboo, Buitanda e muitas outras acabam por desempenhar um “papel importante” na credibilização e distribuição das vendas feitas através das crescentes plataformas digitais, diz Bruno Monteiro, Director de Operações da DHL, falando para a revista Economia & Mercado.

Na ideia do gestor, o mercado nacional “é muito atractivo“, considerado aspectos como a estabilidade política, a sua posição geográfica, sem esquecer claro do bom caminho que empresas do comércio electrónico tem estado a percorrer.

Angola está geograficamente bem posicionada para se tornar numa plataforma logística na região” diz Bruno Monteiro, falando para a revista económica nacional.

Para vários analistas nacionais, o Corredor do Lobito é apontado como um exemplo evidente de tais potencialidades, onde para os mesmos, com o melhoramento das vias de acesso pelo executivo nacional vai aumentar exponencialmente a oferta de voos de carga, visto que é um investimento-chave e importante para o aumento da oferta de bens e serviços.

Emerson Paim, Diretor-geral da Kubinga, é outro gestor que considera o nosso país “geograficamente abençoado“, concernente ao comércio electrónico. A maturidade e a estabilidade política de Angola na última década, são coisas outros pontos importantes que dão mais garantia ao nosso país, na opinião do “Founder”, que deu exemplo do acordo que viabilizou a Zona de Comércio Livre Continental Africana, assinado em Novembro de 2020.

“acrescidos ao crescimento populacional superior a 3%, mais a aposta na produção nacional, apoiada por uma política eficaz de incentivos, são, com certeza, elementos muito positivos. Aqueles que conseguirem garantir um posicionamento consistente terão, com certeza, maiores oportunidades”, acrescenta o Director-geral.

MAIS: Pandemia impulsiona comércio electrônico

Nos últimos tempos a Kubinga tem dado grandes passos em território nacional, onde em Novembro de 2019 conseguiu o “Breakeven Operacional“, apenas com o produto denominado “Boleias“, que passa por transportar as pessoas de um ponto para outro. Nesse momento a Kubinga expandiu os seus serviços para o sector logístico e de distribuição, sem esquecer é claro que agora conta com uma carteira digital e marketplace, disponível para dispositivos Android e IOS.

Ainda falando das empresas que estão na principal senda do comércio angolano, destaque para a Sócia, plataforma digital que permite aos consumidores repartirem os custos de produtos comprados no mercado grossista, onde o seu Manager, Augusto Firmino, é da opinião que os preços das tecnologias desenvolvidas posiciona-se como factor de exclusão as soluções, sendo que, em sentido contrário, facilitariam a sua utilização por parte dos usuários e aumentaria o nível de educação tecnológica dos mesmos e elevaria o nível de reputação das empresas que as desenvolverem.

Embora todos esses aparatos, o gestor diz ainda sobre alguns factores que tornam o mercado angolano menos atractivo.

ainda a um longo caminho a percorrer, sendo que actualmente ainda é o Estado Angolano, maioritariamente, o gerador de empregos. Ainda estamos longe da qualidade que desejamos“, argumenta Augusto Firmino.

Falar de comércio electrónico em Angola é falar também da Tupuca, que desde 2015 é uma das startups nacionais que mais cresce, que com a pandemia da Covid-19, teve uma subida vertiginosa na sua facturação mensal. De acordo com os dados disponibilizados pelo jornal “Valor Económico”, a Tupuca teve um aumento de 100% das suas vendas, onde a empreza liderada por Erickson Mvezi, tem como plano nos próximos meses atingir a marca de um milhão de entregas.

Pelos números que foram disponibilizados, no corrente ano a Tupuca fez mais de 250 mil entregas, número que supera estratosfericamente os 10 mil registados em 2016, ano que começou as suas operações.

A Tupuca ainda informa que nos últimos meses teve mais de 150 novas empresas registadas na sua plataforma, totalizando 1.300 empresas no seu aplicativo, sem esquecer também dos 150 novos colaboradores que contratou. Mvezi ainda conta que a sua startup lançou um programa de expansão dos negócios, nesse ano, que tem como  plano de fundo as províncias do sul de Angola, iniciando as actividades em Benguela e Huíla.

Confira agora os números dessas empresas nos últimos anos.*

DHL

Produtos Distribuídos em 2019: Mais de 200.000

Produtos Distribuídos em 2020: Mais de 1.000.000

Colaboradores: Mais de 100

 

TUPUCA

Produtos Distribuídos em 2021: Mais de 250.000

Produtos Distribuídos em 2016: Mais de 10.000

Colaboradores: 250

 

KUBINGA

Produtos Distribuídos em 2019: Mais de 145.000

Produtos Distribuídos em 2020: Mais de 222.000

Colaboradores: 21

 

SÓCIA

Produtos Distribuídos em 2020: Mais de 100 itens por mês(Média)

Produtos Distribuídos em 2020: Mais de 3.000 itens por mês(Média)

Volume de Negócios/Mês: Mais de 100.00

*Informação disponibilizada pela revista Economia & Mercado

Lixo no espaço poderá vir a dar à Terra anéis iguais aos de Saturno, diz professor

Devido ao crescente interesse e consequente exploração espacial, já não é novidade que a Terra está a ficar rodeada de lixo espacial. Tendo como base esse infortúnio, um professor da University of Utah afirmou que o planeta Terra está a ter anéis semelhantes aos de Saturno, mas constituídos por lixos espaciais.

O lixo espacial tornou-se um problema sério e actual do mundo, que de acordo com o que foi relatado pela WEE fórum, cada um de nós vai deitar fora ou reciclar em média 7,6 kg de telefones, computadores, torradeiras e outros aparelhos elétricos ou eletrônicos. Continua o relatório que em todo o mundo haverá 57,4 milhões de toneladas de lixo electrónicos, um acumulado que supera o peso do maior objeto artificial construído pela humanidade: a Grande Muralha da China

MAIS: Estudo mostra outro método para limpeza do lixo espacial

Por isso, várias empresas privadas tem tentado desenvolver soluções para a sua eliminação, mas mesmo assim, torna-se complicado tratar dele, pela quantidade de satélites e de outros objetos que são enviados para o espaço para a sua exploração, por forma a amplificar o conhecimento. Mais do que isso, também as naves espaciais, as sondas e até os turistas que se pretendem enviar para o espaço são uma ameaça para o ambiente espacial.

Falando ao The Salt Lake Tribune, o professor universitário Jake Abbott disse que o cenário actual é muito preocupante, onde prevê que a Terra poderá, em breve, começar a assemelhar-se a Saturno.

A Terra está no caminho para ter os seus próprios anéis. Eles serão apenas feitos de lixo.” diz o Abbott.

Segundo ainda a Agência Espacial Europeia, estima-se que existam 170 milhões de lixos espaciais com mais de um milímetro de largura, em órbita, onde esse mesmo lixo espacial já colocou em perigo a segurança da Estação Espacial Internacional, bem como a de satélites e outros objetos espaciais que ainda estão ativos.

UNITEL realiza 2ª edição da conferência GO Investor´s Club

A UNITEL volta com a sua conferência online GO Investor´s Clubonde nessa 2ª edição do evento volta a ser dirigida a empreendedores, potenciais investidores e startups presentes em território angolano.

Trata-se de um fórum para discussão de temas ligados ao investimento em startups, empreendedorismo, tendências internacionais e indústrias emergentes.

Para essa edição, que vai acontecer no dia 02 de Dezembro de 2021, às 14:00 locais, vai reunir 12 oradores em 4 painéis, que vão abordar vários temas do ecossistema de empreendedorismo digital, como Tendências Internacionais, Processo de Compra, Scouting em Angola, Veículos de Investimento, Ser Anjo em Angola e Investiment Readness para Startups.

Nas 4 horas do evento, vão estar presentes grandes nome de analistas e conhecedores da matéria, que vão abordar os temas acimas, como João Quipipa (Administrador da Unitel), Haymée Cogle (Co-Fundadora e Directora Founder Institute Luanda), José Carlos (CEO da Acelera Angola), Joel Epalanga (Managing Director da KiandaHub) e Jofre Karymba (Director Geral da Kainvest, Lda).

MAIS: Huawei Angola e a Unitel apresentaram o programa Sementes para o Futuro 2021

De referir ainda que o evento vai contar com 4 masterclass, como “TENDÊNCIAS INTERNACIONAIS” com Tiago Cardoso (Nguzu Project), “INVESTMENT READINESS PARA STARTUPS” com Walter Pacheco (BODIVA), “PROCESSO DE COMPRA” com Antonella Costa (Hemera Capital Partners) e “COMO SER UM INVESTIDOR ANJO” com Sérgio Povoas (Gesventure).

O Go Investor´s Club (GIC) é uma conferência que pretende plantar a semente do Investimento de Capital de Risco em Angola, servindo como aglutinador dos diferentes players com intervenção relevante no ecossistema financeiro e de empreendedorismo em Angola.

O GIC reúne Regulador, Fundos de Investimento, Venture Capital, Experts nacionais e internacionais, Empreendedores, Ecosystem Builders, Startups e Entusiastas.

Para participar no evento clica aqui.

Premiados do IENA 2021 pedem mais aproveitamento dos projectos por parte do Governo Angolano

Os participantes e premiados na 72ª edição da Feira de Ideias, Inovação e Novos Produtos (IENA), realizado de 4 a 7 do corrente mês, na cidade de Nuremberga, Alemanha, são de opinião que os projectos de carácter científico e tecnológico, criados e desenvolvidos individualmente e em co-autoria por investigadores e universidades angolanas, devem ser melhor aproveitados pelo Estado Nacional.

Esse modo de pensar foi manifestado pelos docentes e estudantes que representaram Angola na última edição do evento, onde conquistaram oito medalhas, sendo duas de ouro, três de prata e três de bronze.

A comitiva angolana premiada no evento pediram maior acompanhamento das criações e inovações premiadas no exterior do país e não só, sem qualquer distinção, desde que apresentem bases científicas sólidas, para o desenvolvimento tecnológico do país e benefício das populações.

Para o representante da Universidade Metodista de Angola, o engenheiro informático  Gabriel Soares Patrício, é de opinião que deve haver mais valorização das invenções e criações dos angolanos e dos seus autores. Segundo ainda o responsável da UMA, instituição que conquistou três medalhas no IENA 2021, defendeu que os projectos devem ser aplicados no país, sendo para tal necessário maior investimentos na investigação científica e tecnológica.

MAIS: Angola conquista oito medalhas na Feira de Ideias, Inovação e Novos Produtos (iENA 2021)

Soares Patrício argumentou não entender o facto de a maior parte dos projectos premiados internacionalmente não serem aproveitados no país, tanto pelas instituições bem como o Governo Angolano.

Já demos o nosso contributo científico, agora é necessário que se dê sequência aos projectos, pelo que é necessário investimentos para o bem do desenvolvimento económico do país”, disse o Engenheiro.

Por outro lado, o engenheiro agropecuário Hangalo Bernardo Caritoco, que representou a província do Cunene, em nome da Universidade Mandume Ya Ndemufayo, disse que para continuar a haver progressos na agricultura é necessário o contributo de todos, devendo-se apostar na cientificidade.

O Vencedor da medalha de bronze no certame, com o projecto “Programa de Extensão Rural e Assistência Técnica”,  informou que tem desenvolvido um conjunto de iniciativas que visam ajudar a encontrar soluções para o desenvolvimento da agricultura e pecuária sustentáveis em todo território nacional. Bernardo Caritoco é também da opinião que a necessidade de haver mais apoio, vindo do executivo angolano, para que só assim os projectos premiados possam ser expandidos em outras localidades do nosso país.

De informar ainda que o engenheiro agropecuário é também o detentor do projecto “Adubo Orgânico (fertilizante natural, sem uso de químicos)”, que, em 2019, arrecadou medalha de prata na Feira de Nuremberga, na Alemanha.

As bases estão lançadas, mas faltam investimentos para que os nossos projectos sejam implementados de facto e em larga escala”. diz Bernardo Caritoco.

WhatsApp vai aumentar limite de tempo para apagar mensagens

O aplicativo de mensagens WhatsApp está a ponderar aumentar o tempo em que é permitido apagar mensagens para todos os participantes de uma conversa, revela o WABetaInfo.

Segundo a prestigiada plataforma, atualmente os usuários do aplicativo da empresa Meta só conseguem apagar uma mensagem, seja numa conversa em grupo ou individual, até 1 hora 18 minutos e 16 segundos. Mas agora, de acordo com as noticias, o WhatsApp quer alargar esse tempo para 7 dias e 8 minutos.

MAIS: WhatsApp estreia nova e útil opção de privacidade

De informar que está ideia ainda está a ser desenvolvida, pelo que nem ainda está disponível para os utilizadores da versão beta do WhatsApp. Por isso, os utilizadores do famoso aplicativo de mensagens terão que esperar um pouco mais para terem acesso a essa nova funcionalidade.

13 mil utilizadores em Angola têm acesso à Internet gratuita em banda larga

O Angola Online é um projecto social, sem fins lucrativos com o objectivo de criar pontos de acesso público e gratuitos a Internet em diversos locais do país, estando já implementados nas províncias do Bengo, Benguela, Bié, Cuanza Sul, Cunene, Huambo, Huíla, Luanda e Namibe. O projecto é uma iniciativa do Instituto Nacional de Fomento da Sociedade de Informação (INFOSI) aprovado pelo Ministério das Telecomunicações e Tecnologia de Informação.

No país existem já instalados 111 pontos de distribuição de internet, “espalhados” pelas províncias supracitadas, facilitando o contacto directo com notícias e informações privilegiadas, actualizadas ou em tempo real, através de um click. Com isso, o Executivo pretende contribuir, de forma significativa, para que a população destas localidades, sobretudo a comunidade estudantil, encontre condições favoráveis para trabalhos de pesquisa, uma vez que a informação constitui-se “arma poderosa para o desenvolvimento de uma nação”.

Pelo menos 13 mil angolanos, de nove das 18 províncias do país, têm acesso diário livre e gratuito à internet, através dos pontos de distribuição deste serviço – o “Angola on-line”, considerado hoje pelas Nações Unidas como uma necessidade básica dos cidadãos, tendo em conta que o acesso a informação é um direito fundamental.

Nesta conformidade, o Ministério das Telecomunicações, Tecnologias de Informação e Comunicação Social (MTTICS) projecta expandir os serviços às demais províncias do país, com a instalação de mais pontos, principalmente nas escolas, universidades e locais de acesso público.  Esta estratégia, tem como pano de fundo, melhorar o acesso dos cidadãos nacionais à internet, cujos indicadores apontam para números muito baixos, em Angola, com sete milhões de usuários dos serviços fixos e perto de 15 milhões para os móveis, num universo de cerca de 32 milhões de habitantes.

Baixa taxa de penetração de internet no país

Face aos dados apresentados, o Executivo esmera-se para aumentar substancialmente o número de subscritores de internet em todo o território nacional, segundo projecções do Instituto Nacional de Estatística (INE). À semelhança do mundo, em Angola, perto de 23 em cada 100 habitantes tem acesso ou faz uso desta ferramenta. A procura pelos serviços de internet no país abriu um mercado apetecível e disputado por vários provedores, sendo que, nesta praça, concorrem, entre outros, a Angola Cable, Angola Telecom, Infrasat, Unitel, Movicel, NetOne, ITA, TS2, Quantis, Business com Network, Tikona Digital Networks, TVCabo e ZAP.

Qual é o pulso de medição da resiliência da Internet em Angola?

Segundo os dados da Internet Society Pulse a situação do nosso país é a seguinte:

Ao olhar para esses dados, nota-se claramente que nos quatros aspectos que são monitorados por essa organização, nenhuma delas Angola chega aos 50%, isso mostra mais uma vez que, muito ainda precisa melhorar no nosso país, a nível de infraestrutura, performance, segurança e prontidão para o mercado.

Especialistas do GGPEN participam em formação sobre Big Data

Desde o dia 08 de Novembro, especialistas do Departamento de Desenvolvimento de Aplicações Espaciais do Gabinete de Gestão do Programa Espacial Nacional (GGPEN), estão a participar na formação  “Data Science & Big Data Analytics”, disponibilizada pela Embaixada da Índia, tendo como âmbito da cooperação internacional.

Os representantes do nosso país, visto que a formação reúne técnicos de vários países, vão obter conhecimentos que os ajude compreender e implementar vários Big Data e abordagens de aprendizagem da máquina, estudar as mais recentes tecnologias de Big Data, como hadoop, spark, compreender e aplicar algoritmos de aprendizagem da máquina de acordo com a necessidade da indústria.

MAIS: Técnicos do GGPEN recebem formação da AIRBUS em montagem e testes de grandes satélites

Pelo que foi informado da Embaixada da Índia, a formação que termina no dia 07 de Dezembro tem como objectivo principal habilitar os participantes a analisar sistematicamente e extrair informações de conjuntos de dados que são muito grandes ou complexos para serem oferecidos por softwares de processamento de dados tradicionais.

Segundo ainda o que foi divulgado pela GGPEN, a formação profissional contínua é uma das soluções para elevar os níveis de produtividade e rentabilidade e é importante para também fazer uma actualização dos conhecimentos adquiridos, contribuir de forma positiva para a capacidade de inovação, adaptação e até mesmo para fomentar a interação de grupo entre os funcionários.

Samsung pretende abandonar construção da série Galaxy Note

A gigante tecnológica Samsung pretende abandonar por completo a série Galaxy Note, passando a dedicar a segunda metade do ano inteiramente a telemóveis dobráveis, de acordo com o GSMArena.

Segundo o que conta a prestigiada plataforma, a Samsung vai remover a série Galaxy do plano estatégico para 2022, o que para vários analistas é encarado como um forte sinal de que a empresa suspenderá novas iterações para esse aparelho.

MAIS: Reveladas as primeiras imagens do Samsung Galaxy S21 FE

Mais as noticias não param por aí, onde revelam ainda que a empresa deixará de produzir o Galaxy Note 20 e o Galaxy Note 20 Ultra no próximo ano.

Essa decisão da Samsung, de acordo com os economistas, é relacionada com a maior procura que os telemóveis dobráveis têm tido nos últimos meses, com o Galaxy Z Flip 3 em particular a ser o modelo mais acessível entre os que estão disponiveis no mercado, nesse momento.

[Vídeo] Confira as principais notícias tecnológicas que marcaram a última semana #07

Bem-vindo a mais uma edição de As Melhores da Semana, a publicação exclusiva da redacção da MenosFios que mostra as 5 noticias que tiveram o maior “feedback“ por parte dos nossos leitores, desde a plataforma até aos nossos perfis oficiais das redes sociais.

É como sempre, trazemos notícias especiais e que causaram um grande rebuliço de vossa parte, e que por causa disso mereceram um “affair“ do nosso “host“ Sued de Oliveira, em um vídeo totalmente interativo no nosso canal oficial do Youtube.

Mas vamos por partes, embora que não vamos falar de todo conteúdo do vídeo, na semana que passou a noticia sobre as primeiras fotos do provável carro da Apple teve um grande interesse dos nossos leitores, que mereceu estar no Top 5.  Ainda falando das noticias que os nossos leitores mais curtiram e partilharam nas redes sociais está a noticia que dá conta de mais uma edição do concurso de startups da TotalEnergies, o que mereceu estar no Top 5.

MAIS: Confira as principais noticias tecnológicas que marcaram a última semana #04

Infelizmente paramos por aqui, onde convido o nosso leitor ir agora na nossa página oficial do Youtube, e veja o vídeo completo contendo as 5 noticias que tiveram mais partilha dos nossos seguidores. Podes ver o vídeo clicando em aqui.

E não te esqueças… próxima Sexta-Feira temos mais um As Melhores da Semana. Então, isso é um Até JÁ!!!

Japão pretende criar a sua própria moeda digital

Um consórcio de mais de 70 empresas japonesas estão a trabalhar nesse momento para que o país tenha uma moeda digital, e onde vão começar a fazer testes com a DCJPY já nos próximos meses.

Segundo o que conta a Reuters, projeto está a ser desenvolvido há já um bom tempo, onde o plano desse grupo empresarial é trabalhar em conjunto para a criação de uma moeda digital baseada no yen.

Durante essa semana o grupo informou que o projeto está pronto para entrar numa nova fase, e onde o objetivo é lançar a moeda, que para já tem a designação de DCJPY, durante o próximo ano, com os testes a começarem nos próximos meses.

Continua o prestigiado jornal que uma das particularidades do consórcio está no facto de reunir também três dos maiores bancos do país, noemadamente o Mitsubishi UFJ, Mizuho e Sumitomo Mitsui, que participaram na conferência de imprensa de apresentação do projeto e adiantaram que, ao longo do último ano, têm trabalhado para criar uma infraestrutura partilhada para pagamentos digitais.

De referir que a criação dessa moeda digital é paralelo a outro projecto, que o Banco Central daquele país tem em marcha.

MAIS: Popularidade de Bitcoin em Angola vai revolucionar pagamentos?

O Japão já a um bom tempo que tem estudado a possibilidade de lançar a sua própria moeda virtual, emitida pelo banco central. Em abril do próximo ano vai realizar um teste nesta área, que pretende validar questões como a fixação de limites para o montante que cada entidade pode deter.

O diretor executivo do Banco do Japão, falando aos jornalistas, disse nos últimos dias que, a existir, uma moeda digital do banco central deve ter um design simples e que permita ao sector privado, a partir daí, desenvolver serviços e potenciar a sua utilização. Pelo que se sabe até agora, o trabalho do Banco Central do Japão nesta área tem passado por debater com o sector privado as orientações que devem presidir ao desenvolvimento de uma moeda digital oficial do país, onde a grande maioria das transações financeiras continuam a ser feitas em dinheiro.

Embora que o consórcio esteja a trabalhar nesse momento, de referir que o lançamento de uma moeda digital oficial do Japão, no entanto, não tem data e pode até nem vir a acontecer, como têm frisado as autoridades daquele país.

Vários países estão a estudar o lançamento de moedas digitais controladas pelos seus bancos centrais, como o Reino Unido ou a China, que é uma das geografias mais adiantados no processo e que simultaneamente ilegalizou todas as transações com moedas digitais “privadas” no país, enquanto que países como Nigéria e El Salvador já tem em acção a circulação de moedas digitais em seu território.