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Seedstars Africa Summit 2018: 1º dia de preparação intensiva.

Começou o evento tão esperado pelos empreendedores em África, o Seedstars Africa Summit 2018. De 11 à 13 de Dezembro , 17 Startups vencedoras das competições locais estão a ser preparadas para o evento principal que acontecerá na Suíça, em 2019, dando a chance de ganhar até 1 Milhão de dólares em investimento. Entretanto, no evento regional há ainda a interacção com mentores e investidores, dando a chance das startups melhorarem os seus produtos.

Hoje, 11 de Dezembro aconteceu uma sessão privada para os vencedores das competições locais e as startups da delegação que vem da Suíça.

A equipe de investimento da Seedstars foi responsável por essa primeira sessão, cujo objetivo foi o crescimento. As startups passaram pelo conteúdo teórico seguido de exercícios práticos sobre como melhorarem os seus produtos em todos os aspectos, desde à apresentação, angariar fundos até à comunicação com a imprensa e o público.

Algumas fotos dos 1º dia:

Amanhã, no segundo dia, as startups terão a chance de preparar a sua apresentação para o palco principal do evento (que acontece no dia 13 de Dezembro) e contarão com a presença dos mentores e investidores.

Fique atento ao MenosFios que partilharemos mais detalhes deste evento continental…

Quarta operadora de telefonia móvel em Angola ainda não foi definida

Há algumas semanas surgiu a notícia dando conta que a MTN tinha desistido da corrida para obter o titulo global unificado, que dará permissão, para a companhia seleccionada, operar como operadora de telefonia móvel. Entramos em contacto com a MTN  para apurar detalhes sobre a informação que tem sido veiculada, mas até ao momento não houve um esclarecimento oficial.

Segundo o ministro das Telecomunicações e das Tecnologias de Informação (MTTI), 17 empresas nacionais e oito internacionais concorrem para a obtenção do “Título Global Unificado” para a quarta operadora nacional de telefonia móvel. O ministro informou que o processo do concurso, lançado a 27 de Novembro de 2017, observa fases.

Não há ainda datas indicativas para esse anúncio, pelo que o Ministério apela à calma” – José Carvalho da Rocha.

Desde que iniciou o processo, o MTTI tem apontado a transparência como um dos pontos chave nessa contratação, no entanto a reclamação de vários intervenientes do processo tem sido a falta de detalhes precisos, como datas para revelar o vencedor do concurso. 1 ano depois, a incerteza permanece.

Quando será que o Ministério revelará a tão esperada 4ª operadora?

Instagram agora permite mensagem por áudio no Direct

O Instagram é uma das redes sociais que mais tem crescido. Esta segunda-feira os responsáveis pela plataforma anunciaram uma nova funcionalidade que permite o envio de mensagens de voz aos seus contactos, tal como acontece já no WhatsApp.

A actualização chega aos poucos para usuários em todo mundo. Quando a ferramenta estiver disponível, aparecerá um ícone semelhante a um microfone, ao lado esquerdo da opção de envio de imagens.

Tal como no WhatsApp, usar estar nova funcionalidade é muito simples. Para tal basta apenas ir para a interface de chat e carregar no ícone do microfone. Depois é só falar e para enviar basta “largar” o ícone.

As mensagens de áudio chegam como alternativa para as chamadas de vídeo, oficialmente lançadas em junho. Elas também devem ajudar a tornar o Instagram ainda mais popular em alguns países, onde os usuários buscam opções para escapar das tarifas de ligações.

A actualização ainda completa a oferta de mensagens de áudio nas principais plataformas de mensagens sob o comando de Mark Zuckerberg.

Os números da Kubinga, a Startup vencedora do Seedstars Luanda 2018

Kubinga” foi a vencedora da quarta edição do Seedstars Luanda, a competição para empreendedores de países emergentes, que culmina com a  disputa de até 1 milhão de dólares em investimento.

De 11 à 13 de Dezembro, a Kubinga representará Angola no Seedstars Africa Summit 2018.

O que é a Kubinga?

Kubinga é um aplicativo móvel que visa suprir as necessidades de transporte decorrentes de um sistema de mobilidade urbana débil, interligando de forma directa passageiros e motoristas. A aplicação foi desenhada para tornar o acesso fácil, rápido e fiável – o utilizador faz o download, regista-se, de seguida escolhe o seu destino, recebe informação sobre o motorista, a rota a percorrer e o custo da viagem. O percurso pode ser partilhado em tempo real por amigos e familiares.

Em exercício desde Maio, a startup nacional regista uma tendência evolutiva positiva, com um grau de tração elevado, correspondente a um crescimento de mais de 50% ao mês – 4300 é o número de downloads atingidos até Setembro e mais de 4500 corridas foram completadas no mesmo período.

Para Emerson Paim, CEO, a Kubinga visa “a promoção do crescimento do sector dos transportes, dando resposta aos constrangimentos inerentes à mobilidade urbana e ao desemprego por intermédio das tecnologias de informação, o que possibilita aos provedores de transporte em exercício no mercado informal a entrada num ecossistema formal”.

Para além de conquistar o público pela qualidade dos serviços oferecidos ao nível do transporte, a captação de motoristas é o grande desafio que se coloca ao sucesso da startup, que prepara agora o lançamento de uma campanha de angariação. Quanto a estes, basta que sejam adultos e que disponham de viatura própria para se candidatarem a um processo de admissão que requer a inspecção e a apresentação de documentos que provem a legalidade da condução.

Aos motoristas admitidos é assegurado o acesso a inspecções regulares, a dispositivos móveis que permitam o funcionamento do aplicativo, entre outras vantagens.

Em 2019 a Kubinga pretende alcançar em média 750 corridas diárias, pela aposta na inovação e desenvolvimento de serviços adaptados à demanda de um universo de 4.5 milhões de angolanos que utilizam os dados móveis para aceder à internet.

Fique atento ao MenosFios para saber dos detalhes da participação da Kubinga no Seedstars Africa Summit 2018.

Mais de metade da população mundial está ligada à Internet

A Organização das Nações Unidas (ONU) divulgou nesta sexta-feira, (07/12), que cerca de 3,9 mil milhões de pessoas em todo o mundo estão ligadas à Internet, o que significa que, pela primeira vez, mais de metade da população mundial está conectada.

Segundo estimativas da União Internacional de Telecomunicações (UIT), uma agência da ONU, 51,2% da população mundial estará conectada à Internet até ao final de 2018. O secretário-geral da UIT, Houlin Zhou, declarou em comunicado que este é um passo importante rumo a uma sociedade de informação global mais inclusiva.

Segundo os dados da UIT, África é a região com maior crescimento, com 24,4% da população ligada, em comparação com 2,1% em 2005.

Segundo a UIT, os países mais ricos estão a registar um crescimento lento, mas regular, com 80,9% da população actualmente conectada, contra 51,3% em 2005. Os ganhos foram mais espetaculares nos países em desenvolvimento, onde actualmente 45,3% da população está conectada, comparativamente com 7,7% há 13 anos.

Houlin Zhou lembrou que “muitas pessoas em todo o mundo estão ainda à espera de colher os benefícios da economia digital e apelou para que “a revolução digital não deixe ninguém desconectado”.

O relatório mostra igualmente que o número de assinaturas de linhas fixas continua a diminuir em todo o mundo, enquanto a quantidade de assinaturas móveis é agora maior do que a população mundial. O número de assinaturas de banda larga móvel disparou de quatro por cada 100 habitantes em 2007 para as actuais 69,3.

Actualmente existem 5,3 mil milhões de assinaturas activas de banda larga móvel em todo o mundo, segundo a UIT, que indica ainda que 96% da população mundial está coberta por uma rede de comunicações móveis.

Facebook está a testar um modo de compras ao vivo na plataforma

A rede social  Facebook tem procurado adicionar novos recursos na plataforma, desta vez, o Facebook está a testar um novo recurso que permite que os comerciantes vendam itens com mais eficiência em uma transmissão ao vivo.

Como funciona?

Quando um vendedor estiver a mostrar itens do seu estoque para venda , os clientes terão a opção de clicar em um botão de captura de tela que permite que eles tirem fotos dos itens que desejam comprar e enviem uma mensagem directamente ao vendedor. O comerciante pode enviar solicitações de pagamento pelo Messenger para agilizar o processo.

O recurso está a ser testado actualmente na Tailândia, onde uma comunidade de vendedores independentes levou recentemente ao Facebook Live para vender uma variedade de produtos, de cosméticos a bolsas e outros itens de moda. Os comerciantes programaram fluxos regulares para mostrar novos produtos e modelá-los para possíveis compradores, ou oferecer incentivos especiais para itens gratuitos se os usuários compartilhassem suas transmissões ao vivo em seus feeds de notícias.

Por enquanto, o Facebook diz que não vai cobrar uma parcela dos pagamentos feitos através de transmissões ao vivo. Também não foi garantido se o recurso sairia da Tailândia, se chegar a um lançamento completo.

Uber acabou de lançar um novo serviço no Egipto

Em Setembro de 2017, o ministro do Investimento e Cooperação Internacional do Egipto, Sahr Nasr, anunciou que o Uber lançaria um serviço semelhante ao matatus (Quénia), okadas (Nigéria) e táxis (África do Sul). No entanto, 2017 passou e isso não aconteceu.

Isso agora mudou no dia 4 de Dezembro de 2018, a empresa anunciou o lançamento do Uber Bus no Egipto.

A Uber indicou que, conforme os usuários se acostumaram com o UberX e o UberBLACK, a oferta do Uber Bus também seguirá os padrões específicos do veículo. A empresa garantiu aos egípcios que quando reservarem seus assentos em um Uber Bus usando o aplicativo Uber, eles conseguirão viajar em um autocarro limpo, com ar condicionado e de alta qualidade. Quando o usuário solicitar o seu passeio através do aplicativo, encontrá outros passageiros a viajar na mesma direção, para que o usuário possa chegar ao seu destino com menos paragens, o preço é acessível o suficiente para o uso diário, mantendo os padrões Uber. Mas dadas as lutas do Uber com motoristas de táxi no Egipto e em outros países africanos, sem dúvida haverá uma luta contra a indústria de pequenos autocarros no Egipto e outros países em África, caso o Uber estenda o serviço além do Egipto, seu maior mercado em África.

Conheça as 16 startups apuradas para o Seedstars Africa Summit 2018

Durante a próxima semana, no dia 13 de Dezembro acontecerá o grande evento regional que promete reunir as melhores Startups de África. O Seedstars Africa Summit 2018 acontecerá em Dar Es Salam, Tanzânia. O evento principal é antecedido por várias actividades de interesse, em que os empreendedores poderão conhecer investidores,mentores e jornalistas.

Angola estará representada pela Kubinga, vencedora do Seedstars Luanda 2018. A Startup “Academia Nzoji” conseguiu também um lugar para participar em todas as actividades que antecedem o evento principal. Um dos mentores garantidos para o evento é Joel Epalanga, director da KiandaHub.

A equipe do MenosFios estará representada no evento, caso pretendam conhecer mais sobre as startups vencedoras, podem enviar as perguntas.

Eis a lista completa das startups seleccionadas para o Seedstars Africa Summit 2018:

Kubinga (Mobilidade), Angola, um serviço de partilha de viagens entre pares que permite aos angolanos uma opção de mobilidade eficaz e segura.

Rera Online (Agritech), Zimbábue, é uma plataforma online que oferece aos consumidores de varejo a oportunidade de cultivar seus próprios produtos avícolas.

Cowtribe (Agritech), Gana, é a primeira plataforma de entrega de vacinas animais de última milha na África. Fundada em 2016, entrega as vacinas com segurança aos agricultores nas áreas remotas.

Benefactors (Fintech), Ruanda, ajudam as PMEs a administrar seu fluxo de caixa oferecendo serviços de financiamento sob medida, aumentando assim o crescimento das PMEs e criando novas oportunidades de emprego.

AgroSupply (Agritech), Uganda, desenvolveu uma plataforma móvel exclusiva que permite que os agricultores economizem dinheiro para as sementes e fertilizantes usando seu telefone celular.

SudPay (tecnologia cívica), Senegal, permite que os municípios aumentem suas receitas digitalizando a cobrança de impostos locais e financeiramente incluindo os comerciantes.

Bandim Online (Agritech), Guiné-Bissau, está a reduzir a perda de produtos do produtor para o cliente, fornecendo produtos no prazo e com os melhores preços.

Bluewave Insurance (Fintech), Quênia, cria produtos inovadores de microsseguro, que são acessíveis por meio de dispositivos móveis.

Schoolapp – Labes Key (Edtech), República Democrática do Congo, um aplicativo móvel que melhora a qualidade do ensino, dando acesso às aulas digitais.

Wenadata (Civic tech), Moçambique, uma plataforma de opinião integrada que permite obter os dados estatísticos para a tomada de decisões estratégicas.

Dropque(HR), Nigéria, a primeira troca de talentos interativa e inteligente da África, uma combinação de entrevistas em vídeo unidirecionais unidirecionais e um poderoso assistente de avaliação de inteligência artificial para levar as empresas ao melhor candidato.

REMA (Healthtech), Costa do Marfim, um serviço de medicina colaborativa dedicado a conectar médicos africanos, tomar melhores decisões e salvar mais vidas.

Diool (Fintech), Camarões, a plataforma fornece liquidez e uma solução que economiza tempo para os clientes, simplificando suas transações, usando qualquer método de pagamento, online ou em uma loja próxima.

MyFoodness (Food & Beverage), Botsuana, um aplicativo que utiliza a Internet para ajudar as pessoas a fazer pedidos de refeições na África Austral.

HiFranc (Fintech), África do Sul, um aplicativo que ajuda os clientes a tomarem decisões financeiras e de investimento inteligentes que aumentam sua riqueza.

Money Farm (Agritech), Gâmbia, uma plataforma de agro-negócios que conecta investidores-alvo a empreendedores africanos e gerencia os acordos entre as duas partes.

  • A Melhor Startup na Tanzânia será anunciada no dia 10 de dezembro, antes da Seedstars Africa Summit, em Dar es Salaam.

Seedstars Africa 2018 promete 3 dias únicos para empreendedores

A maior competição para empreendedores em mercados emergentes tem a sua agenda revelada.

Em Dar Es Salaam – Tanzânia, de 11 a 13 de dezembro de 2018 o Seedstars Africa Summit promete preparar os vencedores das competições nacionais em África para o evento principal que ocorre em Lausanne, Suiça, em 2019.

Seedstars Africa

Local dos eventos:

11 e 12 de dezembro: Seedspace Dar es Salaam

13 de dezembro:
Centro Internacional de Conferências Kisenga LAFP

Pontos chave do fórum

A Seedstars Africa Summit é uma oportunidade única para conhecer as principais partes interessadas de toda a região, participar de discussões para mudar a narrativa africana de forma positiva e ouvir palestras e argumentos de altos empresários na África.

Abaixo o programa completo da Seedstars Africa Summit, um fórum inovador, focado em tecnologia e empreendedorismo em mercados emergentes.

36 startups participarão de diferentes actividades no Seedstars Africa Summit deste ano:

  • 17 finalistas na turnê Seedstars World, nove finalistas locais da edição Seedstars World Tanzania, três startups da Suíça e uma delegação de três startups de Tanga, na Tanzânia.

Esta é a mais ambiciosa Seedstars Africa Summit de sempre”, diz Claudia Makadristo, Gerente Regional da Seedstars em África.

O BOOTCAMP DE CRESCIMENTO

O Seedstars Africa Summit começará com um Seedstars Growth Bootcamp com duração de um dia, onde 20 startups aprenderão mais sobre estratégia de crescimento e como dominar a arte do pitching. O objetivo do Bootcamp é que os participantes se preparem para a expansão e atraiam investidores. Entre outras contribuições teóricas e práticas, a equipe de investimentos da Seedstars orientará os participantes sobre modelos de crescimento e canais de aquisição.

O BOOTCAMP DE DELEGAÇÕES PARALELAS

O objectivo é promover as comunidades locais e ecossistemas jovens. Durante a tarde do dia 11, três startups da região da Tanzânia Tanga terão a oportunidade de participar neste bootcamp, patrocinado pela Foundation Botnar, incluindo sessões individuais de orientação sobre a arte do pitching, insights de crescimento e estratégia de dimensionamento mentores locais.

O FÓRUM DO INVESTIDOR

Os investidores mais proeminentes e activos da região estarão reunidos com os empreendedores, com acesso à reuniões privadas para permitir que obtenham um feedback aprofundado sobre seus modelos de negócios, além de criar possíveis oportunidades de financiamento.

A CONFERÊNCIA

O dia da Conferência começa com uma série de workshops apenas para convidados que abordarão uma vasta gama de tópicos concretos relacionados com a realidade dos empreendedores africanos, tais como “Caminhos para promover inovações e tecnologia para promover um engajamento cívico mais forte”.

Alavancar a inovação e a pesquisa acadêmica para criar empregos decentes para a juventude africana.

Especialistas da indústria e empreendedores experientes facilitarão as discussões e fornecerão informações sobre o contexto e principais pontos de bloqueio para os participantes das sessões, para que elaborem coletivamente soluções concretas a serem implementadas.

ECOSYSTEM TOUR

Startups, mentores, embaixadores de Seedstars e investidores também terão a possibilidade de se envolver com o ecossistema local em uma sessão de troca de conhecimento.

Conteúdo mais próximo do usuário em Angola

Este artigo foi enviado por Darwin Costa . Quer partilhar conhecimento com os demais seguidores do MenosFios? Siga os passos.

Várias pessoas já me questionaram sobre as vantagens de termos alojamento local de CDN’s (content delivery networks) ou em português provedor de conteúdos.  Há 6-7 anos atrás quando voltei para Angola, o país apenas tinha um servidor da Google (GGC) que não funcionava de forma optimizada ou não tinha capacidade suficiente para atender a demanda dos usuários locais.

Quais são as vantagens de alojar os conteúdos localmente?

A explicação sobre as vantagens de se alojar conteúdos globais localmente é bem simples. Antigamente a pesquisa de um usuário no território nacional tinha que percorrer longas distâncias (ida e volta) em (sistemas submarinos ou satélite) até poder aceder aos conteúdos / destino / IP desejado. Hoje o paradigma mudou, sendo que Angola conta com o alojamento local de grandes CDN’s como por exemplo:

Rede global da Cloudflare (Laranja: novo ponto de presença, Lilás: ponto de presença existente)

Logo, com conteúdo alojado localmente, o Provedor de Serviços de Internet do usuário final percorre menos distâncias para encontrar e entregar o serviço com melhor qualidade a um valor acessível. Quando digo valor acessível, de lembrar que cerca de 10 anos atrás o custo P/Mbit (1Mb) residencial rondavam a volta de ~700 USD e com menos qualidade.

Latência (ms) diminui 10x para um usuário da Internet em Luanda para a Cloudflare. Fonte: Cedexis

A figura acima demonstra que antes da entrada do CDN Cloudflare em Angola a distância percorrida para se chegar ao DNS 1.1.1.1 por exemplo era de ~150ms. Com a implementação dos mesmos localmente a figura é totalmente diferente, baixando para até mesmo <5ms. O grande benefício para o usurário final é de poder ter um acesso instantâneo e com qualidade a sua pesquisa quer seja na rede fixa ou móvel.

A figura acima demonstra que antes as pesquisas (solicitação do usuário) eram feitas numa certa localidade e encaminhadas para a origem do conteúdo (CDN / OTT) responsável pelo o alojamento do conteúdo em específico. Como a arquitectura anterior (before) afectava na qualidade e no tempo de envio e recepção de informação, foi pensado no deplyoment de servidores Edges próximos dos usuários em diversas regiões para minimização de latências. Óbvio que, os servidores Edges normalmente são alimentados pelos principais Data centers onde ficam alojados todos os conteúdos possíveis e imaginários das CDN´s / OTT´s. Angola registou um aumento de 280 vezes nos usuários da Internet nos últimos 15 anos, crescendo para 6 milhões de pessoas na Internet. Este número já é maior do que a Dinamarca e cresce dez vezes mais rápido. Dito isto, ainda hoje, menos de um em cada quatro angolanos estão online, pelo que existe um enorme potencial para mais crescimento à frente.