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Moçambique: Lançada plataforma digital para controlo dos recursos florestais

O Governo de Manica, através do Serviço Províncial do Ambiente, criou uma plataforma digital para o Sistema de Informação Florestal (SIF), na qual tem como objectivo eliminar o abate ilegal de recursos florestais.

A referida plataforma foi inaugurada no princípio dessa semana, pelo Secretário do Estado em Manica, Edson Macuácua, em um evento que reuniu mais de 78 operadores florestais, como concessionários e portadores de licença simples, daquele território moçambicano.

As funcionalidades do SI é agrupadas em cinco módulos, nomeadamente, licenciamento, sustentabilidade, monitoria, planeamento e maneio comunitário, e visa principalmente ordenar a facilitação dos recursos florestais em Moçambique, através de um conjunto de utilidades que estão acessíveis por intermédio de um navegador ou aplicativo móvel, transformando da arena analógica para o sistema digital.

Ainda na cerimónia esteve presente o delegado provincial da Agência Nacional para o Controlo da Qualidade Ambiental (AQUA), Fidel Nobre, onde disse que a plataforma digital irá ajudar o sector florestal do país, visto que os operadores têm agora um espaço para as manobras de carregamento de quantidades não específicadas deste recurso, além das áreas não concessionadas.

O dirigente acrescentou ainda que com essa plataforma web o Governo Moçambicano vai poupar os custos, como combustíveis, alojamento e alimentação dos fiscais porque, a partir de agora a informação das áreas cortadas e o produto explorado serão reportados por via digital.

a plataforma vai melhorar os trabalhos do sector florestal, porque irá eliminar o abate indiscriminado de árvores, furtivismo e aumentar a vigilância contra operadores desonestos, que declaram muito abixo do que foi transportado. Também vai ajudar no reflorescimento das áreas desmatadas por meio de plantio de novas árvores”, disse Fidel Nobre.

Bazaar: A sua plataforma de vendas com pegadas de Rede Social

A economia colaborativa esta dando uma nova cara ao mercado mundial, onde Angola não tem ficado atrás. Aplicativos e sites que oferecem negociações P2P (peer to peer) estão ganhando lugar no mundo dos negócios, por isso uma grande ideia que  ganhou o mercado digital são os sites ou plataformas de classificados.

É nesse quesito que a sociedade civil nacional conta agora com o Bazaar, uma plataforma de Classificados com pegadas de Rede Social, trazendo ao público angolano um novo conceito, uma Rede Social de Vendas. Um local onde qualquer um pode Vender e/ou Comprar produtos e/ou serviços.

A redacção do MenosFios fez um “test drive” a plataforma do Bazaar, e pudemos notar que o mesmo é perfeito para que as pessoas anunciem seus produtos. Com um site bem desenvolvido, o Bazaar oferece todas as informações necessárias para que elas sejam encontradas. Permitindo que todos anunciem suas vendas, esse portal pode ser uma ferramenta útil para todo angolano que quer anunciar o seu produto.

O serviço ao utilizar a plataforma inclui todos os produtos, funcionalidades, apps, tecnologias e software, de modo a fomentar a missão do Bazaar: Trazer um mundo de possibilidades em torno da compra e venda, atuando como intermediário entre o comprador e o vendedor. O Serviço é composto pelos seguintes aspetos:

Então, para as pessoas que procuram comprar os mais variados produtos, o Bazaar pode ser também um espaço perfeito. Com todas as ferramentas necessárias, a plataforma permite fazer buscas baseadas em categorias e localização, encontrando tudo o que desejam da melhor forma.

 

Ténista Serena Williams investe nas startups africanas

Aug 25, 2020; Flushing Meadows, New York, USA; Serena Williams (USA) pauses during a match against Maria Sakkari (GRE) during the Western & Southern Open at the USTA Billie Jean King National Tennis Center. Mandatory Credit: Robert Deutsch-USA TODAY Sports/Sipa USA

A ténista norte-americana Serena Williams, juntamente com a Capital Partners, juntaram-se a uma equipa de investidores para financiar startups africanas, de modo a aproveitar o grande impacto tecnológico e inovador em África.

O grupo de investidores, constítuidos por Serena Ventures, AT&T Capital e a Distributed Global, já angariou 6,5 milhões de dólares para a Nestcoin, startup nigeriana criadora de produtos cripto, sem esquecer que no princípio de Fevereiro conseguiram também um investimento de 10 milhões de dólares para a Moove, parceira de fornecimento de veículos da Uber em África.

Essa actuação não é algo nova na vida financeira de Serena Williams, que já tinha investido na Andela, uma startup africana que dá formação a programadores de software.

A Nestcoin é uma startup focada no desenvolvimento de produtos de aplicações Web3, baseados em criptomoedas ou tokens digitais que são rastreados em blockhaisn. Os produtos da empresa incluem o Breach, uma plataforma de media que fornece informações educativas sobre ativos cibernéticos e promove a sua adoção.

MAIS: ‘Oracle for Startups’ abre inscrições para startups africanas

Segundo o que revela a Bloomberg, as startups em África levantaram mais de 125 milhões de dólares desde o início de 2022, o que mostra que o nosso continente está a atrair financiamento por parte dos “business angels” e de capitais de risco, com crescimento das startups em África –que representa actualmente uma população jovem e experiente em tecnologia– de modo a preencher uma lacuna na infra-estrutura financeira e na entrega de bens e serviços de última hora.

De acordo ainda com os relatórios divulgados da Briter Bridges Intelligence, em 2021 África assistiu mais de 500 negócios tecnologicamente inovadores, levantando cerca de 5 mil milhões de dólares e preparando o terreno para um aumento na procura por novo capital.

Ucrânia pede ao Twitter para eliminar a conta oficial da Rússia

A Ucrânia, através da sua conta oficial na rede social Twitter, apelou para que esta plataforma elimine a conta oficial da Rússia.

Vamos pedir ao @Twitter que elimine a Rússia daqui. Não há lugar para um agressor como a Rússia nas plataformas de meios de comunicação social do ocidente“, pode ler-se numa mensagem partilhada nas redes sociais.

MAIS: EM ATUALIZAÇÃO: Múltiplos sites governamentais russos foram alvo de ciberataques e estão offline

A conta oficial do país defende que a redes sociais não devem ser uma “plataforma para estes países se promoverem, enquanto matam as pessoas da Ucrânia”.

Feira de Inovação Tecnológica (FIT) do Uíge distingue jovens inventores nacionais

No último final-de-semana decorreu a primeira edição da Feira de Inovação Tecnológica (FIT) do Uíge, onde foram premiados vários inventores nacionais, como Gonçalves Álvaro, de 18 anos, inventor de um forno eléctrico e de Francisca Eduardo, de 21 anos, técnica de energias renováveis e inventora de jango comunitário.

Falando aos jornalistas presentes na feira, a dupla de inventores disseram que vão continuar a criar, inovar e prestar serviços às comunidades,  para o desenvolvimento da província do Uíge, e onde Gonçalves Álvaro explicou que fabricou o forno eletrónico à base de produtos reciclados, tendo transformado a energia térmica em calorificada, para gerar aquecimento no forno.

O jovem inventor disse ainda que pretende expandir a sua invenção nos 16 municípios da província, de modo a permitir o acesso da população as Tecnológias de Informação e Comunicação (TICs).

Por outro lado, Francisca Eduardo, informou que o jango comunitário é uma invenção que ajuda na eletrificação  das comunidades, visando também garantir o acesso à informação e a inclusão das novas Tecnologias de Informação e Comunicação.

De informar que o evento contou com a vice-governadora para o Sector Político, Social e económico da província, Maria Fernanda Cavungo, que encerrou a feira, e afirmou a aposta do Executivo local na formação de quadros, o que representa um desafio indispensável para melhoria dos indicadores de desenvolvimento humano e a qualidade dos serviços sociais, justificou.

A primeira edição da Feira de Inovação Tecnológica (FIT) do Uíge serviu para exposição várias soluções tecnológicas dos sectores da agricultura, energias renováveis, electrónica, prestação de serviços, gestão de recursos humanos e  transportes, bem como contou igualmente com soluções para a instalação de sistemas de cadastramento de Bilhete de Identidade, registo eleitoral, laboratórios, entre outros produtos.

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Em declarações à imprensa, o director do Centro Tecnológico do Uíge, Virgílio Cordeiro, explicou que a exposição visa descobrir talentos nas áreas das Tecnologias de Informação e Comunicação, assim como incentivar a juventude a apostar na formação profissional.

Por sua vez, a vice-governadora do Uíge para o sector Político, Social e Económico, Maria Cavungo, considerou a feira como um espaço para apresentar as potencialidades tecnológicas da província,  para o estabelecimento de contactos com potenciais investidores do sector das TICs.

A feira, que decorreu sob o lema “Criar, inovar e implementar para o desenvolvimento da província do Uíge, na era da pandemia da Covid-19”, vai premiar  os vencedores das categorias de energias renováveis, eletrónica, softwares de gestão, solução de problemas de automóveis.

O Centro Tecnológico do Uíge, que funciona desde Dezembro de 2021, já lançou no mercado de trabalho 125 finalistas nos diversos cursos ligados às TICs, sendo 27 formações com certificações internacionais.

A infra-estrutura conta com cinco salas de treinamento equipadas e 13 incubadoras para instalar 12 empresas que pretendem prestar serviços naquele espaço.

EM ATUALIZAÇÃO: Múltiplos sites governamentais russos foram alvo de ciberataques e estão offline

Vários sites institucionais russos, como o site do Kremlin e o State Duma (o parlamento russo), foram alvo de ciberataques e que esta seja a razão para estarem em baixo, de acordo com o twitter oficial do Netblocks.

MAIS: Ucrânia alvo de ciberataque em grande escala

Spotify celebra um ano em Angola com recordes “musicais” em evidência

Nesse mês de Fevereiro, o serviço de streaming Spotify completou um ano em território nacional, onde para comemorar esse feito a empresa divulgou os números desse último ano, onde mostra que temos um garnde leque de amantes de música em Angola, sem esquecer que os artistas nacionais consideram o serviço um grande impulso ao seu trabalho.

Segundo os dados revelados, na qual a redacção do MenosFios teve acesso, nesse primeiro ano do serviço em Angola teve um aumento de 22% no número de artistas angolanos, e 3.061 músicas foram adicionadas à plataforma pelos criadores, onde os generos vibes, rap, trap, e love são os nomes que a sociedade civil nacional mais tendem a dar às suas listas de reprodução.

Confira abaixo mais detalhes do principal serviço de streaming do mundo em Angola:

As principais cidades de onde os angolanos ouviram são Luanda, Benguela, Lubango, Lobito, e Huambo.

MAIS: Spotify ultrapassa marca dos 400 milhões de utilizadores mensais

O cantor do género Kizomba Gerilson Insrael é o artista local mais ouvido em Angola, seguido por Trinity 3nity, e Anna Joyce. Kelson Most Wanted vem em quarto e a seguir os MOBBBERS. Os mesmos artistas também garantiram um lugar na lista das músicas globais mais tocadas no país.

A música INDECIFRÁVEL do grupo de Hip hop Trinity 3nity ocupa o primeiro lugar das músicas locais mais tocadas. Africana e Minha Vida de Gerilson Insrael ocupam a segunda e Terceira posições. Eu Esperei de Anna Joyce ocupa a quarta posição, seguida por Ye Ye de Gerilson Insrael.

Os utilizadores no estrangeiro também estão a desfrutar de sons de Angola, com Deejay  Telio e Bonjr a ocuparem os lugares cimeiros. Bonga vem em terceiro, seguido por C4 Pedro e Anselmo Ralph.

O Rap Angolano é o género local mais ouvido, tendo-se verificado um aumento de 20% no número de vezes que este género foi tocado desde o lançamento do Spotify em Angola. Os artistas deste género musical receberam um enorme impulso em termos de audiência, estando os artistas de Rap Angolano a dominar a lista de artistas emergentes.

O semba e o Kuduro estão também entre os géneros de dança mais difundidos. O Kuduro, em particular, ganhou tracção entre o público angolano, com um aumento de 62% desde o lançamento.

Os angolanos criaram 186,7 mil listas de reprodução geradas por utilizadores. Dancing Kizomba, Today’s Top Hits e Soft Pop Hits foram as listas de reprodução mais populares do Spotify.

Fora de Angola, os géneros locais têm o maior número de ouvintes em Portugal, França, e no Reino Unido.

MAIS: Spotify continua a ser o líder mundial no streaming de música

Seguem-se os detalhes das listas de topo.

Artista angolano mais tocado em Angola

  1. Gerilson Insrael
  2. Trinity 3nity
  3. Anna Joyce
  4. Kelson Most Wanted
  5. MOBBERS
  6. C4 Pedro
  7. Paulelson
  8. Anselmo Ralph
  9. Trx Music
  10. Rui Orlando

 

Música local mais tocada

  1. Trinity 3nity – INDECIFRÁVEL
  2. Gerilson Insrael – Africana
  3. Gerilson Insrael – Minha Vida
  4. Anna Joyce – Eu Esperei
  5. Gerilson Insrael – Ye Ye
  6. Mulatooh, Trinity 3nity – SUPERSTAR
  7. C4 Pedro, Zara Williams – Posa
  8. Anna Joyce, CEF Tanzy – Ta Falar Ta Fazer
  9. Trinity 3nity – Bater Torto
  10. Calema, Manecas Costa, Pérola, Soraia Ramos – Kua Buaru

Artista angolano mais ouvido fora de Angola

  1. Deejay Telio
  2. Bonjr
  3. Bonga
  4. C4 Pedro
  5. Anselmo Ralph
  6. Rui Orlando
  7. Bruno Castro
  8. Matias Damásio
  9. Cubita
  10. Landrick

MAIS: Spotify: Veja as músicas angolanas mais tocadas em 2021

Músicas mais tocadas em Angola

  1. Jack Harlow, Lil Nas X – INDUSTRY BABY
  2. Daniel Caesar, Giveon, Justin Bieber – Peaches
  3. Lil Nas X – MONTERO (Call Me By Your Name)
  4. Matuê, Teto – M4
  5. Justin Bieber, The Kid LAROI – STAY
  6. Giveon – Heartbreak Anniversary
  7. Trinity 3nity – INDECIFRÁVEL
  8. Doja Cat – Woman
  9. 6LACK, Lil Tjay – Calling My Phone
  10. Matuê – Quer Voar

 

Artistas mais ouvidos em Angola

  1. Drake.
  2. SundayLove
  3. Justin Bieber
  4. The Weeknd
  5. Travis Scott
  6. Pop Smoke
  7. Doja Cat
  8. XXXTENTACION
  9. Matuê
  10. Gerilson Insrael

MAIS: Spotify: Eis as músicas e os artistas mais ouvidos em Angola no ano de 2021

Principais géneros locais

  1. Rap Angolano
  2. Musica Angolana
  3. Semba
  4. Hip-Hop Tuga
  5. Kuduro

Moçambique ganha primeira plataforma de livros digitais

A editora moçambicana Ethale Publishing lançou o ETHALE Books App, que é a primeira plataforma de livros digitais no país e que ainda vai traduzir para a língua portuguesa os inúmeros livros digitais africanos.

Actualmente o aplicativo contém nove títulos literários, desde clássicos africanos de ficção e novas obras de literatura infanto-juvenil, sem esquecer de audiobooks.

O ETHALE Books App já está disponível na Google Play Store, e onde os ouvintes terão que aderir a aos pacotes existentes do serviço para que possam ouvir ou ler os livros.

Falando de obras literárias moçambicanas, o aplicativo contém as obras “O Voo dos Fantasmas”, de Mélio Tinga, “Matigari” do queniano Ngugi wa Thiongo, “A Greve dos Mendigos”, da senegalesa Aminata Sow Fall.

MAIS: Kioxke: A Startup angolana que aproxima-nos aos livros digitais

Essa inovação tecnológica da Ethale Publishingvem com o objectivo de a editora enquadrar-se nas actuais dinâmicas de um mundo dominado pelas novas Tecnologias de Informação e Comunicação, onde os relatórios mostram que em “em 2019 havia 192 milhões de usuários de dinheiro móvel em seis paises africanos e meio bilião de africanos terão um smartphone até 2025”.

Com base nisso, os livros desempenham um papel fundamental na busca de ferramentas para o desenvolvimento do continente africano, e onde por isso o Ethale Talks, canal da editora no Youtube criado em 2020, tenta explorar os tópicos mais importantes da cultura, literatura em comunidades africanas.

produzimos pouco menos de 50 shows, até agora, e este conteúdo estará disponível no nosso aplicativo”, diz um comunicado da editora.

De referir ainda que em 2021, a Ethale Publishing foi uma das responsáveis pela criação da primeira página do wikipédia com conteúdos em emakhuwa, um idioma do norte de moçambique, e que é uma das línguas mais faladas do país.

Google abre inscrições para 3° edição do programa que financia projetos jornalísticos

Estão abertas as candidaturas para a terceira edição do  Google News Initiative, para Médio Oriente, Turquia e África, programa da empresa tecnológica que trabalha lado a lado com editores e jornalistas para construir um ecossistema de notícias mais sustentável, diversificado e inovador, promover a prática do jornalismo digital e fortalecer os modelos de negócios de veículos jornalísticos, e onde os projectos selecionados vão ganhar um financiamento de 150.000 euros (cerca de 83 milhões de kwanzas).

O NB Innovation Challenge tem como objectivo judamos a fortalecer o trabalho de redações com poucos recursos, oferecendo ferramentas digitais, treinamento e recursos que auxiliam seus esforços para encontrar, verificar e contar histórias envolventes, bem como colaborar com veículos jornalísticos de todos os tamanhos à medida que elas transformam o negócio de notícias, oferecendo programas e produtos que apoiam o crescimento estratégico, a escalabilidade e a sustentabilidade de receita.

O programa tem também como objectivo estabelecer parcerias com líderes do sector, acostumados a lidar com as questões mais urgentes enfrentadas pelo jornalismo, cultivando uma comunidade diversificada, inovadora e inclusiva com um objetivo comum: construir um futuro mais forte para as notícias, onde as duas primeiras edições(2019 e 2021) premiaram 43 projectos, espalhados em 18 países, onde os escolhidos variaram entre esquemas de adesão digital a ferramentas de pesquisa em língua árabe.

Nos últimos três anos, vimos fornecedores de notícias na região avançarem uma gama diversificada de tópicos, desde o jornalismo de dados e novos modelos de receitas de leitores até ferramentas digitais de redação destinadas a combater o relato de alterações climáticas“, disse Ludovic Blecher, Head of Google News Initiative Innovation.

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Todas as plataformas de noticias estão habilitadas a se candidatarem, onde os projetos serão avaliados com base em cinco critérios: inovação, impacto no ecossistema noticioso, diversidade, equidade e inclusão; inspiração; e viabilidade.

As candidaturas devem ser feitas online através do site do GNI Innovation Challenge e estão abertas até terça-feira, 5 de abril de 2021, às 23:59 GMT.

Como parte do processo de candidatura, os candidatos são obrigados a produzir um vídeo explicativo da sua plataforma noticiosa. Haverá uma câmara municipal online na terça-feira, 8 de março, às 10:00 GMT. Para se registrares com uma apresentação ao vivo e a oportunidade de fazer perguntas click em aqui.

Actividade laboral em regime de teletrabalho já é regulamentada em Angola

A actividade laboral em regime de teletrabalho em Angola já está regulamentada com a sua ascensão em Diário da República, decreto presidencial 52/22, que determina, entre vários aspectos, que a visita pela entidade patronal ao local de trabalho, quando realizado no domicílio, deve ser realizada com aviso prévio de 24 horas.

O teletrabalho é a prestação laboral realizada com subordinação jurídica, habitualmente fora do local da empresa e através de recurso as novas tecnologias de informação e comunicação, onde comummente pode ser teletrabalho domiciliário, em escritório satélite, um centro de trabalho comunitário e em nómada.

Segundo o diploma, na qual a redacção do MenosFios teve acesso, é aplicável para os funcionários públicos e agentes administrativos até não houver aprovada uma legislação específica.

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No documento fica referenciado que as mulheres grávidas com situação de saúde atendível podem recorrer ao sistema jurídico de teletrabalho, bem como as pessoas que tenham ao seu cuidado individual ou partilhado de crianças menores de cinco anos e pessoas com necessidades especiais dependentes com deficiência ou incapacidade atestada igual ou superior a 60%.

De referir ainda que o decreto presidencial do teletrabalho também está determinado as pessoas que tenham um estado de saúde incompatível com o trabalho presencial, desde que tenha comprovado com um documento emitido por uma entidade de saúde.

O horário de teletrabalho ainda foi referenciado no documento, estabelecendo que deve ser o previsto na Lei Geral do Trabalho, e onde acrescenta que durante as horas de trabalho, o teletrabalhador deve estar disponível para contactos de clientes, colegas e superiores hierárquicos.