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YouTube TV e Disney chegam a acordo na distribuição de conteúdos online

Depois de vários meses a negociarem, a Disney e o YouTube TV chegaram finalmente a um “acordo justo” na distribuição de conteúdos online, segundo o que revela uma das plataformas via Twitter.

Nos últimos tempos, o YouTube TV estava em negociações com a Disney com o intuito de a mesma continuar com a transmissão de canais pertencentes à Disney, mas que as duas plataformas estavam num grande impasse em chegarem num acordo.

Devido a esse impasse entre as duas empresas, no dia 17 de Dezembro o Youtube TV retirou da sua grelha vários canais de propriedade da Disney, como ESPN e ABC, bem como reduziu em cerca de 13 euros (8.300 kwanzas) a sua mensalidadel.

“Agradecemos a colaboração do Google para chegar a um acordo justos que seja consistente com o mercado e estamos entusiasmados porque o nosso alinhamento de desporto e notícias, bem como de crianças, família e programação de entretenimento em geral está em processo de restruturação para os assinantes do YouTube TV em todo o país “, revelou a Disney em comunicado no domingo(19).

De referir que a interrupção do acesso aos canais pertencentes à Disney levou a que muitos usuários reclamassem nas redes sociais.

Seedstars World revela os 6 vencedores do FTxSDG Challenge 2021

No último 17 de Dezembro teve a final da edição 2021 do FTxSDG Challenge, a competição do Seedstars World que dá aos empreendedores mundiais a oportunidade de levar as suas startups para o próximo nível.

Nessa edição, que teve uma parceria com a Financial Times, foram reconhecidas 6 startups como vencedoras, que automaticamente entram para o Fundo Internacional do Seedstars, e vão se beneficiar de um financiamento de 500 mil dólares para os seus projectos de empreendedorismo digital, tendo como base os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU.

Confira abaixo os seis vencedores do FTxSDG Challenge para 2021, concurso esse que foi criado para capacitar startups e empreendedores promissores no intuito de impactarem mais as oportunidades de aprendizagem e financiamento.

Anthem(Índia): Vencedora na categoria Educação, e que consiste em uma plataforma que rastreia a cobrança de taxas, despesas e fluxos de caixa de uma instituição de ensino. Através do seu portal, os utentes encontram um único sistema operativo, de modo a gerenciar todas as actividades de uma instituição educativa.

Duhqa(Quénia): Escolhida como vencedora na categoria reduzir as desigualdades, o Duhga é uma plataforma que permite que os retalhistas se conectem com fabricantes ou outras fontes dos seus produtos grossistas, não importando se é dentro ou fora do país. De referir ainda que a plataforma fica também encarregue da logística e transporte dos produtos até chegar ao vendedor retalhista.

Medl(Trinidade e Tobago):  Vencedora na categoria de Saúde, o Medl é uma plataforma tecnológica que faz a ligação entre médicos e pacientes, bem como sendo também a farmácia dos doentes, sem esquecer, é claro, da entrega dos medicamentos.

Pinky Promise(Índia): Vencedora na categoria de Igualdade do Género, o Pinky Promise é uma plataforma que pretende transformar os cuidados de saúde das mulheres na Índia, bem como tornar as mesmas livre de julgamentos, oferecendo a elas um aplicativo acessível que funciona como um chatbot, onde as mesmas podem apresentar quaisquer problemas ou sintomas médicos (desde períodos dolorosos, problemas de fertilidade, descarga anormal, etc…), dando-lhes respostas sobre as perguntas feitas.

Trii(Ilhãs Cayman): Vencedora na categoria Economia, permite os usuários investir em ações colombianas, isso tudo com muita facilidade, rápidez e segurança, desde que o mesmo tenha um smartphone.

Safearth Clean Technologies(Índia): Vencedora na categoria de Clima, consiste em uma plataforma que torna o processo de compra e gestão da sua central solar tão fácil como comprar um telefone online.

De referir que esses programas é olhando para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) das Nações Unidas, que tem como objetivo sensibilizar para os problemas globais, ao mesmo tempo que capacita os empreendedores que estão a criar soluções que possam abordar estas questões.

Desde 2013, o Seedstars World Competition tem vindo a ser a maior competição de startups em mercados emergentes, embora que a pandemia da Covid-19 tenha adaptado o concurso para a via online, nos últimos dois anos.

O FTxSDG Challenge recebeu mais de 4.500 nessa edição de 2021,  onde a equipa da Seedstars e do Financial Times selecionaram 30 finalistas para competir pelos seis lugares vencedores globais de cada ODS. Para veres a lista completa, click aqui.

 

Especialistas nacionais reforçam a literacia financeira para evitar burlas

Vários especialistas e operadores do sector financeiro nacional são da opinião que a literacia financeira é chave para evitar burlas, algo que tem aumentado muito no país, nos últimos tempos, bem como reforçar a segurança e o número de utilizadores.

Esse modo de pensar veio na IV° Conferência sobre Transformação Digital, subordinada ao tema “Os Desafios da Aceleração Digital em Angola”,organizado pela revista Economia & Mercado, onde os experts foram unânimes em defender que a literacia é o caminho mais fiável para eliminar as burlas e a criminalidade no sector, pois, informam que a criminalidade que temos visto nos últimos meses, na sociedade angolana, está fortemente ligada a falta de conhecimento e informação sobre os processos e procedimentos.

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Segundo Eduardo Pinto, Director de Operações e Tecnologias da Unitel, que falava no evento sobre os meios de pagamentos, tendo como foco de tema o novo sistema de transferência instantâneas e o seu impacto na inclusão financeira no nosso país, diz que é “Só vermos a quantidade de pessoas que a boca dos «multicaixas» entregam o cartão a outros para levantar ou transferir” para entender a raiz do problema.

Por outro lado, Pedro Abreu, Administrador Executivo da EMIS, defendeu que a existência de uma marca única, ou seja, uma aplicação única, com a qual todos trabalhem e deem “inputs” pode ser solução para segurança, sem esquecer também da fiabilidade que oferecerá e não só.

Moçambique: Autoridade Tributária vai começar a cobrar as transações digitais

A autoridade tributária de Moçambique, AT, vai avançar com a cobrança de receitas nas transações feitas a partir de meios digitais, como o M-pesa, M-Kesh, E-Mola, e as compras online, revela o Jornal Notícias.

Segundo o governo do país, esse plano é para recuperar parte considerável da receita que circula no mercado informal, como também reforçar a base tributária nacional.

De acordo com  o Director-Geral das Alfâdegas, Taurai Tsama, essa medida vem também na ocasião das celebrações dos dez anos de implementação da Janela Única(JUE).

“A arrecadação sustentável da receita e protecção da economia é desafio da AT. O alcance desses objectivos passa pela automatização e melhoramento do sistema tributário, que garanta também o controlo e cobrança de recitas provenientes das compras realizadas pela internet” disse o gestor.

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Para Taurai Tsama, é nesse contexto que está actualmente em curso a actualização da JUE, com o objectivo que a plataforma abranja a totalidade de todo território moçambicano.

Sobre os 10 anos da implementação da JUE, o Director-Geral das Alfâdegas diz que essa plataforma contribuiu extensivamente para a simplificação do comércio do país, bem como para a harmonização do sistema tributário nacional, tendo como plano de fundo as boas práticas e recomendações dos organismos internacionais, noemadamente a Organização Mundial das Alfâdegas, Organização Internacional Marítima, Organização Mundial do Comercio, e outras entidades.

“Dez anos após a implementação, interagem na JUE, cerca de 4700 utilizadores, entre os quais funcionários das Alfâdegas, agentes de navegação, operadores portuários, despachantes aduaneiros e seus assistentes, bancos comerciais, algumas agênciais de controlo, banco de Moçambique…” revela o Director-Geral das Alfâdegas do país.

Por fim, Taurai Tsama acrescenta que a implementação da JUE Moçambique é um feito histórico para o país, visto que a receita passou a ser cobrada usando-se canais bancários, eliminando-se o constragimento no transporte de valores monetários.

Cabo Verde investe fortemente em cibersegurança depois de ataque cibernético

O governo de Cabo Verde investiu mais de 1,8 milhões de euros em um ano para proteger a sua rede privativa do Estado, depois de ter sofrido um ataque cibernético, que durante várias semanas condicionou os serviços públicos.

Essa informação foi revelada pelo primeiro-ministro daquele arquipélago, Ulisses Correia e Silva, em um debate com os parlamentares do país, com o tema “Transformação Digital e Economia Digital“.

“Cabo Verde foi sim alvo de um ataque informático assim como vários países do mundo. O importante é que nós estamos a tomar medidas para reduzir as vulnerabilidades“, disse Correia e Silva, fazendo alusão  fatídico acontecimento no dia 26 de novembro de 2020, quando a Rede Tecnológica Privativa do Estado (RTPE) foi vítima de um ciberataque em larga escala, com impacto grave sobre os seus sistemas, tendo o Núcleo Operacional da Sociedade de Informação (NOSi) avançado que teve origem internacional e estava a ser investigado pela Procuradoria-Geral da República e pela Interpol.

Na reunião parlamentar, o primeiro-ministro revelou que, desde dezembro do ano passado o NOSi já investiu mais de 1,8 milhões de euros para uma “nova arquitetura” de proteção da rede do Estado.

O político prosseguiu dizendo que Cabo-Verde vai contemplar com uma segurança mais fluida e dedicada à deteção e de intrusão, monitorizando as ameaças em tempo real, implementando uma nova arquitetura de autenticação da rede, com alta disponibilidade e elevado nível de segurança, bem como novos serviços de correspondência através de e-mail, para garantir eficiência e transparência e segurança.

“Não estamos na mesma situação em que estávamos antes do ciberataque. Houve medidas e a situação vai permitir reduzir as vulnerabilidades“, continuou Correia e Silva, informando que o país está a melhorar o seu nível de compromisso com a cibersegurança.

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O ataque do ‘software’ malicioso ‘ransomware’ obrigou à suspensão temporária de alguns serviços públicos em Cabo Verde.

“É uma rede criminosa internacional que tem células espalhadas por vários países e, não temos essa evidência, mas está em aberto a possibilidade que poderemos, eventualmente, ter alguma célula em Cabo Verde“, assegurou na altura o presidente do NOSi, Carlos Pina.

Falando sobre a questão de haver necessidade de existir uma rede secundária, o líder organizacional reconheceu então que esse é um problema que será resolvido com a entrada em funcionamento do Data Center do Mindelo, propriamente na ilha de São Vicente.

De informar que a RTPE é uma plataforma tecnológica que permite o acesso dos agentes do Estado a serviços comuns como, por exemplo, a Internet e correio eletrónico, bem como a soluções aplicacionais de gestão nas mais diversas áreas da administração do Estado e da governação de Cabo-Verde.

Segundo o que foi revelado, o ataque de Novembro de 2020 foi através do ‘ransomware‘ apelidado de ‘WannaCry‘, famoso em atacar empresas e instituições.

Malanje recebe feira de reparação grátis de aparelhos tecnológicos

Imagem Ilustrativa

Mais de 120 pessoas beneficiaram-se de consultas e assistência grátis dos seus equipamentos tecnológicos diversos, na Província de Malanje, no último final-de-semana.

A iniciativa da feira foi do Instituto Superior Politécnico Dom Alexandre Cardeal do Nascimento (ISPCAN), presente naquela província do país, e onde o evento consentiu na reparação de equipamentos digitais, electrodomésticos, computadores, telefones e outros meios tecnológicos, por parte de estudantes, nomeadamente finalistas do curso de informática e telecomunicações, do mesmo Instituto.

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Falando aos jornalistas presentes, Milton Ângelo Adão Joveta, coordenador principal da feira tecnológica, disse que o objectivo da mesma foi dar a oportunidade de despertar interesse do mercado de emprego na área das tecnologias.

“Numa altura em que o país se lança ao desafio da diversificação da economia é necessário começar a prestar mais atenção às criações, de modo a optimizar as vantagens decorrentes de eventos como este”, acrescentou.

Milton Joveta exortou ainda a população daquela província no sentido de aderir à feira nas próxima secções, visto que a mesma constitui uma oportunidade para consultas tecnológicas e reparações grátis dos seus equipamentos.

Nave espacial russa com turistas japoneses aterrou no Cazaquistão

A nave espacial russa tripulada Soyuz MS-20, comandada pelo cosmonauta Alexandr Misurkin e com o bilionário japonês Yusaku Maezawa e o seu assistente Yozo Hirano a bordo, aterrou ontem no Cazaquistão, revelou a agência espacial russa Roscosmos.

A Soyuz MS-20 aterrou às 04:13(horário de Luanda), e a cerca de 150 quilómetros a sudeste da cidade cazaque de Zheskazgan, como era planeado na trajectória do voo.

“Parabéns pelo regresso à Terra, querido Alexander (Misurkin)“, disse o diretor-geral da empresa, Dmitry Rogozin, que também felicitou os primeiros turistas espaciais a voar para a Estação Espacial Internacional em 12 anos.

Esta foi a primeira vez que dois visitantes espaciais viajaram na mesma nave espacial para a Estação Espacial Internacional e o primeiro voo turístico para a plataforma orbital desde 2009, quando o canadiano Guy Laliberté, fundador do Cirque du Soleil, pôs os pés na estação.

A operação para assegurar a aterragem envolveu cerca de 200 salvadores e um grupo aéreo composto por 12 helicópteros Mi-8, dois An-12 e um An-26, bem como cerca de 20 veículos terrestres.

O homem de negócios japonês, também conhecido como “MZ” e que é o 30.º homem mais rico do seu país, de acordo com a lista da Forbes, permaneceu na plataforma orbital internacional durante 12 dias.

Maezawa, um colecionador de discos com 46 anos e arte moderna, adquiriu o maior retalhista de moda online do Japão, Zozo, no qual vendeu uma participação maioritária em 2019, num negócio multibilionário.

O seu assistente Yozo filmou a aventura do seu chefe na Estação Espacial Internacional, tornada possível pela cooperação da agência espacial russa Roscosmos com a empresa americana Space Adventure.

Durante o seu tempo na estação, Maezawa publicou cerca de 20 vídeos no YouTube, onde tem 1,43 milhões de seguidores.

Facebook(Meta) considerada como a pior empresa de 2021

ILLUSTRATION – 28.10.2021, Paraguay, Asunción: Das Logo von Meta, der neuen Dachmarke des Facebook-Konzerns, wird auf einem Smartphone angezeigt, im Hintergrund sind die Logos von Facebook, Messenger, Instagram, Whatsapp und Oculus zu sehen. Foto: Andre M. Chang/ZUMA Press Wire/dpa +++ dpa-Bildfunk +++

Como é habitual nos finais de cada ano, a Yahoo Finance voltou a fazer a sua lista das piores empresas do ano corrente, e onde a pior empresa do ano ficou com o Facebook(Meta).

Embora que o ano de 2021 foi marcante para a empresa Meta, muito por culpa da troca do nome, para os utilizadores dos produtos da mesma empresa  foi um ano turbulento, devido aos problemas que afetaram a maior rede social que já vimos. Por isso, a empresa foi eleita como a pior empresa do ano de 2021, o que não é naturalmente uma notícia positiva.

O estudo realizado pela Yahoo Finance, que veio trazer novos dados sobre o que o público pensa destas grandes empresas que existem no mundo, avaliou não só as piores empresas do ano, bem como também revelar as empresas mais bem cotadas do público.

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De acordo com o que foi revelado, 30% das pessoas que participaram no estudo revelou que seria simples ao Facebook e à Meta redimir-se e conseguir uma posição mais positiva. Para isso bastaria que a empresa reconhecesse os seus erros e que pedisse desculpa pelos mesmos.

Por outro lado, vários inquiridos foram da opinião que talvez uma contribuição monetária teria também um efeito positivo na posição do Facebook e da Meta.

Enquanto a Meta(Facebook) foi cotada como a pior empresa do ano, a Microsoft recebeu os créditos de a melhor empresa de 2021. Um dos motivos para que a dona do Windows fosse eleita como a melhor empresa, alegam os investigadores da Yahoo Finance, foi a sua capitalização de mais de 2 mil milhões de dólares, que mostrou aos concorrentes que ainda é uma das empresas mais importantes e mais interessantes para o público.

Ataques DDoS aumentam em quase 24% no terceiro trimestre de 2021

A Kaspersky lançou o seu mais recente relatório de ataques DDoS (Distributed Denial of Service), que revelou que houve um aumento de quase 24% de ataques desse tipo em 2021, em comparação com o mesmo periodo em 2020.

Na investigação da empresa de cyber-segurança, mostrou ainda que o número de ataques DDoS “inteligentes”, mais sofisticados e direcionados e podem ser utilizados para perturbar serviços, tornar certos recursos inacessíveis ou para extorquir dinheiro, aumentou 31% no terceiro trimestre de 2021, o que refletiu um aumento face ao trimestre anterior.

Os Estados Unidos continuam a ser o país que mais sofre ataques de DDos, com 40,8% dos ataques, seguindo-se Hong Kong e China. Uma nota ainda muito importanete revelada nesse recente relatório, foi também que a Kaspersky detectou um número recorde de 8.825 ataques DDoS num só dia.

Para os engenheiros da empresa, informam que alguns dos ataques em larga escala registados no último trimestre envolveram uma botnet chamada Mēris, capaz de enviar um elevado número de pedidos por segundo e que foi detetada em incidentes que tiveram como alvo duas publicações online de cibersegurança, a Krebs on Security, do conhecido jornalista Brian Krebs, e a InfoSecurity Magazine.

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De referir ainda, que entre as tendências verificadas ao longo do terceiro trimestre deste ano destacam-se uma série de ataques com motivações políticas na Europa e na Ásia e contra criadores de videojogos.

Os cibercriminosos levaram também a cabo operações para impactar recursos de combate à pandemia em vários países, registando-se ataques contra fornecedores de telecomunicações no Canadá, nos EUA e no Reino Unido.

Falando em alusão ao relatório divulgado, Alexander Gutnikov, especialista em segurança da Kaspersky, diz que a empresa de cybersegurança tem visto nos últimos anos uma competição por recursos entre, por um lado, grupos de cibercriminosos especializados em ataques cripto, e por outro, atacantes que se dedicam a ataques DDoS.

“Enquanto anteriormente víamos um declínio nos ataques de DDoS à medida que as criptomoedas ganhavam valor, agora estamos a assistir a uma redistribuição de recursos. Os recursos de DDoS são procurados e os ataques são rentáveis. Esperamos ver o número de ataques DDoS a aumentar no quarto trimestre, especialmente porque, historicamente, os têm sido particularmente elevados no final do ano“, afirma o especialista.

BNA autoriza Unitel a realizar transferências móveis e instantâneas

O Banco Nacional de Angola (BNA) concedeu, através de um despacho do governador daquela instituição, José de Lima Massano, datado  de 16 de Outubro, a licença de Prestador de Serviços de Pagamentos à Unitel Serviços Financeiros Móveis.

Segundo o que é revelado por intermédio de várias plataformas informativas, com essa licença a Unitel estará autorizada a realizar transferências móveis e instantâneas, vulgarmente conhecidas como pagamentos móveis ou mobile Money.

De acordo com Banco Central angolano, a atribuição da licença vai ao encontro de uma das acções prioritárias do Plano Nacional de Inclusão Financeira da instituição, e que passa por garantir à sociedade civil angolana um maior acesso à rede de serviços financeiros.

Sobre a operadora telefónica, que recentemente lançou o serviço de pagamentos e transferências móveis e instantâneas por intermédio de terminais telefónicos, denominado Unitel Money, e que tá com uma taxa de crescimento de 25% ao mês, pelo que foi revelado, vai reforçar a estratégia de inclusão financeira da empresa.

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Por outro lado, as autoridades angolanas têm como objectivo, até 2022, que um mínimo de 50% da população adulta angolana tenha acesso aos serviços financeiros básicos. É ainda nessa mesma senda que  “tendo presente que a inclusão financeira é uma condição fundamental para o desenvolvimento económico sustentável, o Banco Nacional de Angola tem participado em acções conducentes à criação de um ecossistema de pagamentos moderno e inclusivo” diz uma fonte daquela instituição bancária.

De referir ainda, que a nova lei do sistema de pagamentos do BNA propiciará a entrada de novos tipos de instituições financeiras (fintechs) assim como o Laboratório de Inovação do Sistema de Pagamentos são algumas dessas acções.