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Saiba qual é o sistema operacional mais usado do mundo

Um sistema operacional (SO) é o coração de um dispositivo electrônico inteligente, fundamental para o seu funcionamento. Entre telemóveis e computadores, há muitas opções para o usuário escolher, mas algumas se destacam pela imensa base de pessoas que utilizam-no todos os dias.

Você tem alguma ideia de qual SO é o mais usado na actualidade? E quais os softwares que completam o pódio do top 3? Um pequeno spoiler: Microsoft, Apple e Google estão entre as empresas com soluções mais populares do mundo.

Uma pesquisa feita pela StatCounter, considerada uma das maiores empresa de coleta de dados tecnológicos do mundo, apresentou dados que são referentes a julho de 2022, portanto alguma coisa pode ter mudado dali para frente, mas as posições no ranking dificilmente vão se alterar em tão pouco tempo.

Lista dos sistemas operacionais mais usados no mundo

  • 6. Linux (1,02% do mercado)

Querido dos desenvolvedores, o Linux e as suas milhares de variantes mal ultrapassa a marca de 1% do mercado. Vale lembrar que esta contagem considera apenas as distribuições, sem incluir o Android e o Chrome OS, ambos baseados no sistema de código aberto, mas mantidos como produtos com desenvolvimento próprio.

Nesse rol entraram os sistemas operacionais famosos como Ubuntu, Mint, Fedora, OpenSuse e Debian, além de outros menos conhecidos do grande público. O Linux também serve de base para servidores e bancos de dados, daí a sua popularidade no meio tecnológico.

  • 5. Desconhecidos/outros (2,29%)

A categoria “desconhecidos” outros engloba todos os softwares não listados aqui. Seria impossível realizar uma pesquisa que contivesse todos os SO do mundo, afinal muitos nascem e morrerem todos os meses, seja por falta de investimento, de usuários ou por vontade do desenvolvedor.

São sistemas que não possuem a base construída sobre soluções em Linux nem de empresas pagas como Microsoft e Apple. Exemplos de sistemas que entram aqui incluem FreeBSD, Solaris, DOS e KolibriOS, além de sistemas criados para electrodomésticos, máquinas industriais e outros usos profissionais.

  • 4. macOS (5,37%)

Com a popularidade nos iPhones, a Apple se tornou ainda mais famosa no segmento de computadores de mesa e notebooks. Os Macbooks, como são chamados, vem de fábrica com o sistema operacional macOS, o quarto mais popular do planeta.

MAIS: Apple alerta para graves falhas de segurança em iPhones, iPads e Macs

A vantagem do macOS é a integração com outros produtos e serviços da Apple, o que facilita a troca de informações e arquivos entre diferentes dispositivos. Além disso, há óptima variedade de aplicativos e jogos compactíveis, um incentivo para quem deseja adoptar a Apple de vez.

  • 3. iOS (17,85%)

Mesmo com apenas um único fabricante, o sistema operacional da Apple é medalha de bronze quando o assunto é popularidade. O software proprietário da Maçã embarca os telemóveis da empresa desde o primeiro iPhone e hoje já ocupa mais de 17% do mercado.

O iOS está à frente do Android em alguns países e é extremamente popular nos Estados Unidos, país com a maior base instalada. Na Europa, a briga é um pouco mais acirrada, mas alguns países do Velho Continente também possuem grande afinidade com o software da Maçã.

  • 2. Windows (27,92%)

O Windows é, de longe, o rei dos sistemas operacionais para computadores, mas é só o segundo quando se considera também os telemóveis e tablets. A ascensão da Apple e do Google é algo que incomoda a Microsoft, principalmente porque a companhia não tem nada para competir no mercado mobile.

A lista considera todas as versões disponíveis do sistema criado por Bill Gates, como o Windows 11, Windows 10, Windows 8, Windows 7 e até as mais antigas, como o XP e o Vista, ainda presentes em algumas máquinas. Muito do sucesso do SO vem da sua tradição no mercado, embarcado na maioria dos computadores desde a década de 1980.

Embora seja um software lançado em ciclos temporais, com a necessidade de aquisição de licenças pelos usuários, o Windows permanece como o querido do mercado. O sistema foi e ainda é muito afectado pela pirataria, mas também preza pela leveza, duas das razões que reforçam a sua popularidade.

  • 1. Android (44,66%)

A primeira posição é ocupada pelo sistema operacional do Google para telemóveis e tablets. O Android, outro sistema construído sobre o kernel Linux, passou todos os rivais há alguns anos e desde então mantém-se inabalável no topo, mais de 18 pontos percentuais à frente do segundo colocado Windows.

O Android opera sobre a base de código aberto, o que permite aos usuários e desenvolvedores fazerem modificações para entregar uma interface personalizada com recursos exclusivos. Em geral, as fabricantes de telemóveis como Samsung, Motorola e Xiaomi fazem as suas próprias alternativas ao Android puro.

Uma das vantagens é a leveza do sistema, o que o faz rodar em praticamente qualquer aparelho. As versões mais modernas são criadas com recursos novos que exigem mais dos telemóveis, mas ainda assim necessitam de poucos requisitos técnicos para funcionar, razão pela qual a maioria das fabricantes usa o Android embarcado nos aparelhos.

Projectos tecnológicos em Angola não chegam a ser negócio por falta de apoio

Vários projectos tecnológicos inovadores não chegam a avançar por falta de apoio empresarial e institucional por parte do do Estado Angolano, segundo o director-geral do Instituto de Telecomunicações (ITEL), Cláudio Gonçalves.

De acordo com o académico, que falava em entrevista ao Jornal Expansão, a falta de apoios é um velho problema em Angola, por existir ainda uma colaboração muito tímida entre as academias e os empresários. Mas acredita que, com o surgimento do Digital.ao, uma incubadora tecnológica nacional, será o início de uma nova era para os projectos.

Todo e qualquer país consegue desenvolver-se se juntar sector empresarial, académico e governamental. Os três precisam estar unidos, porque o governo vai trazer a regulamentação necessária, os benefícios e as facilidades para o sector empresarial apostar em iniciativas académicas. Então, quando os três caminharem juntos, os projectos terão outra dinâmica“, disse o Director-Geral.

MAIS: LISPA BOOST está a procura de startups inovadoras. Candidaturas abertas até 09 de Setembro

Cláudio Gonçalves frisou ainda que os que os estudantes jovens angolanos têm conhecimentos de empreendedorismo, mas precisam também amadurecer os projectos para que sejam comercialmente viáveis, embora seja a falta de apoio empresarial o grande problema.

Por isso, nas palavras do professor de engenharia informática do ISUTIC, Silva Vunda, o financiamento é dos aspectos mais delicados na transformação de um projecto em negócio,  onde os alunos devem ser ensinados a compilar a informação do mercado, estudar a viabilidade e possuir um bom plano de negócios, porque senão os projectos vão continuar sem pernas para andar.

É verdade que não é fácil, mas também os empresários precisam começar a olhar para estes projectos e acreditarem mais no que é feito e no que pode dar futuramente, porque se não existir essa ousadia, obviamente, que não haverá novos caminhos“, reiterou.

Facebook multado no Brasil por violar dados pessoais dos utilizadores

O Facebook continua a ser alvo de críticas respeitantes à privacidade dos utilizadores e dos seus dados, e agora as autoridades brasileiras são as mais recentes a tomarem medidas contra a plataforma.

O Ministério da Justiça do Brasil confirmou ter aplicado uma multa de 6.6 milhões de reais, o que corresponde a cerca de 1.3 milhões de euros, ao Facebook por ter, alegadamente, divulgado dados pessoais de 443.000 utilizadores no Brasil, como parte do caso com a Cambridge Analytica.

De notar que esta multa já tinha sido aplicada ao Facebook em Dezembro do ano passado, mas depois de um pedido da rede social para que se pudesse defender, a mesma foi levantada. No entanto, face às informações fornecidas pela rede social, as autoridades consideram não serem suficientes para levantar a multa.

Sobre o caso, o Facebook alegou que não existiam provas de que os utilizadores no Brasil tivessem sido afetados pelo caso da Cambridge Analytica, e como tal, a empresa não poderia ser penalizada. No entanto, a defesa não foi suficiente.

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As autoridades consideram ter sido dado como provado que dados de utilizadores do Brasil foram, efectivamente, usados sobre a Cambridge Analytica em 2018, quando toda a situação começou a ser reportada na rede social. Na altura, os dados pessoais de quase 87 milhões de utilizadores terão sido enviados da rede social para a Cambridge Analytica.

Destes dados, as autoridades consideram que 443 mil eram associados a utilizadores no Brasil, e que terão sido usados para que os utilizadores recebessem conteúdos associados com a campanha de Donald Trump nos EUA.

A acusação afirma ainda que o Facebook terá usado aplicações dedicadas para estudos do mercado para recolher estas informações, mesmo de utilizadores que não eram ativos no Facebook.

O Facebook ainda pode recorrer desta decisão, no entanto, ao realizar essa medida, está também a deixar de lado a possibilidade de ter uma redução de 25% no valor da multa que será aplicada.

Google lança sistema Wallet na África do Sul

O Google lançou o seu principal sistema de pagamentos Google Wallet na África do Sul. Os sul-africanos que usam a Google Wallet agora poderão salvar e acessar cartões de pagamento, cartões de fidelidade e cartões de embarque pelo sistema, com suporte para itens adicionais sendo adicionados ao longo do tempo.

O acesso à tecnologia é vital para a prosperidade económica, pois milhões de pessoas usam os seus dispositivos móveis diariamente para tocar e pagar em lojas, pagar transporte público e utilizar uma variedade de passes”, diz o director nacional do Google na África do Sul, Alistair Mokoena.

“Ao incluir todos – um ecossistema dinâmico de fabricantes, desenvolvedores e usuários – queremos tornar as carteiras digitais acessíveis a todos por meio de acesso rápido e seguro aos itens essenciais do dia a dia.

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Usar o Google Wallet é simples, diz a empresa. Aqueles que já possuem um cartão de crédito ou débito salvo em sua conta do Google, ele aparecerá automaticamente na Google Wallet.

Tudo o que eles precisam fazer é configurá-lo para pagamentos sem contacto seguindo as etapas. Se os usuários não tiverem um cartão salvo e quiserem adicionar um novo cartão ao Wallet, eles poderão selecionar o prompt “Adicionar um cartão” no carrossel na parte superior da página do aplicativo de carteira e serão solicitados a revisar e aceitar os termos e condições do Emissor antes do uso.

A partir desta terça-feira, 23/08, os titulares de cartões do FirstRand Bank, Discovery Bank, Investec, Standard Bank, ABSA e Nedbank poderão adicionar os seus cartões à Google Wallet e pagar com os seus telefones Android ou dispositivos Wear OS onde pagamentos sem contacto são aceites (na loja, em aplicativos ou na web).

Seis startups graduadas na 4ª edição do “Startup Showcase” do Founder Institute Luanda

Seis startups formaram-se no mais recente programa “Startup Showcase” da 4ª edição do Founder Institute Luanda (FIL), que culminou com um pitch dos novos “founders”, bem como uma avaliação dos mentores e que contou com a presença de investidores, líderes empresariais angolanos e anteriores graduados numa cerimónia de graduação virtual.

Confira abaixo as startups graduadas:

  • Startup Blent / Samaila Kelo (Founder): É uma plataforma que utiliza a tecnologia blockchain, focada com o objectivo de apresentar investimentos a projectos na fase inicial, onde visa alcançar os jovens de 18 até aos 35 anos. O projecto utiliza ainda contactos inteligentes, onde o processo é executado de forma autónoma, cumprindo com os critérios que a mesma plataforma apresenta.
  • Kiapembe Energy / Deborah Almada (Founder): A startup é um projecto que visa acabar com um dos principais problemas da cidade capital, e não só, que é a problemática de gestão e reaproveitamento energético dos resíduos sólidos.  O projecto inovador tem como solução a implementação de uma planta em grande escala de biodegestor anaeróbico, bem como acabar com as emissões de gases e promover a energia circular.
  • KujoTech Lab / Kali Saboi (Founder): A startup é uma academia e laboratório de tecnologia, focada para promover habilidades do século XXI aos jovens dos 15 até 21 anos. Com base de trabalho nas novas tecnologias, engenharia e matemática, o projecto inovador vem para combater os ciberataques e a falta de segurança on-line, bem como a falta de informação e conhecimento sobre as novas tecnologias e falta de implementação do ensino STEM nas academias e escolas angolanas.
  • PitShop / Oscar Manuel (Founder): A startup é uma plataforma on-line que junta proprietários de veículos, pequenas oficinas e lojas de peças, facilitando assim o planeamento da manutenção automóvel e a comunicação das oficinas com o seu público-alvo.

MAIS: Founder Institute Luanda e INNASA incubadora assinam acordo para fortalecimento das startups

  • Scratch For Kids / André Manuel Paulo (Founder): Plataforma de inovação e tecnologia que proporciona experiências de aprendizagem em Literacia Digital para crianças e adolescentes.
  • Luanda Digital Lab / Marcelo Gomes (Founder): A startup consiste em um Indie Game Studio focado em criar experiências interativas e contar histórias através do desenvolvimento de videogames.

Após a graduação, as seis startups vão ter acesso à maior rede global, bem como programas de pós-graduação gratuitos e ede networking durante toda a vida da empresa.

De informar que o FIL é uma instituição que pertence a maior aceleradora de startups em fase inicial, presente em mais de 90 países, com mais de 5.000 startups registradas e com presença de 200 mentores.

Gostas de robótica e programação? Inscreve-se na 2ª Edição do “Unitel Code Robótica”

Em uma sociedade cada vez mais robotizada e cheia de máquinas, é compreensível que em algum momento elas chegassem ao ambiente educacional, isto é, o aprendizado de robótica pode serbenéficopara o desenvolvimento das crianças.

É nessa senda que a operadora de telefonia móvel Unitel e a Arotec, startup angolana no sector de robótica, abriram as candidaturas da edição de 2022 do Unitel Code Robótica,  que consiste em um ciclo formativo que tem como objectivo transmitir conhecimentos básicos sobre programação, ciência, tecnologia, engenharia, artes e matemática.

Segundo o comunicado oficial, na qual a redacção da MenosFios teve acesso, essa 2° edição do concurso tem ainda o plano de fundo de incentivar as crianças angolanas o interesse pela robótica, através de metodologias inovadoras à crianças e adolescentes, propriamente dos 07 aos 16 anos de idade.

As aulas serão realizadas no formato presencial e com duração de três dias, reforça a nota, com duas horas de aulas por dias, em quatro províncias do país, Luanda, Cabinda, Benguela e Malanje.

Os requisitos para quem queira fazer parte do ciclo formativo são:

  • Ter entre 07 e 16 anos;
  • Ser residente em Angola;
  • Saber ler e escrever;
  • Ter noções básicas de Matemática (soma, subtração, multiplicação e divisão);
  • Conhecimentos básicos de informática na óptica do utilizador;
  • Ter noções básicas de uso da internet;
  • Curiosidade e vontade de aprender;

MAIS: Angola presente no campeonato mundial de robótica “First Global” 2022

O início das aulas estão agendadas para as seguintes datas:

  • Luanda – 07 de Setembro e 12 de Setembro;
  • Benguela – 14 de Setembro e 19 de Setembro;
  • Cabinda – 28 de Setembro e 03 de Outubro;
  • Malanje – 12 de Outubro e 17 de Outubro;

As inscrições vão até ao dia 30 de Agosto, onde podes submeter a sua candidatura clicando em aqui.

De informar que a Arotec é um projecto inovador angolano que torna dispositivos e softwares inteligentes da próxima geração uma realidade por meio de engenharia criativa e colaborativa, combinando as melhores mentes com a melhor tecnologia.

Hashtags foram criados há 15 anos. Qual é o seu # preferido?

Lembra-se da primeira vez que viu um hashtag? Ou que usou um? Se pensarmos apenas no cardinal, a história deste símbolo será bem mais antiga, mas se considerarmos a sua utilização enquanto forma de categorizar publicações online, então teremos apenas de recuar 15 anos.

Foi em 2007 que Chris Messina, um utilizador do Twitter, “inventou” o hashtag, apresentando-o como um símbolo que se coloca junto a palavras ou frases para filtrar as publicações por tópicos. Seria também uma forma de facilitar a pesquisa destes conteúdos.

Hoje, parece algo óbvio, uma vez que os hahstags estão presentes no Twitter, mas também noutras redes sociais como Instagram ou TikTok. Mas, há 15 anos, a ideia não foi bem recebida por todos.

Segundo a CNBC, Chris Messina, que na altura era designer de produto numa empresa tecnológica, teve mesmo de convencer o Twitter de que esta não era uma ferramenta “demasiado nerdy”. A intenção era utilizar um símbolo que criasse uma espécie de canal instantâneo e aberto a todas as pessoas, isolando grupos de mensagens sobre determinado tópico.

E foi em Agosto de 2007 que Chris Messina perguntou aos seus seguidores no Twitter o que achavam de utilizar o cardinal com este propósito. A publicação conta, actualmente, com mais de 10 mil likes e quase 5 mil retweets, mas, na altura, nem todas as reacções foram positivas. A solução era apresentar o projecto directamente a quem de direito:

«Entrei pela porta da frente, porque não tinham segurança, e dirigi-me a Biz Stone, um dos co-fundadores, e meio que lhe apresentei a minha proposta», conta.

Nesta primeira fase, a ideia não avançou dentro da equipa do Twitter, mas Chris Messina continuou a insistir e a criar hashtags nas suas publicações, incentivando também amigos e seguidores a fazerem o mesmo. Embora estes hashtags não tivessem ligações e não levassem os utilizadores a parte alguma, mostravam o início de um movimento e uma vontade na comunidade que o Twitter não poderia evitar para sempre.

Em 2009, depois de algumas experiências com programadores externos que desenhavam aplicações para o Twitter, a rede social do passarinho azul lançou uma ferramenta de pesquisa automática que permitia precisamente procurar conteúdos com base num hashtag específico. Um ano mais tarde, o Instagram era lançado e os hashtags já andavam por lá também.

Avançamos até 2022 e torna-se impossível contabilizar o número de hashtags já criados nas redes sociais. São utilizados nos mais variados contextos, incluindo acções publicitárias, mas também iniciativas de âmbito social ou solidário com #BlackLivesMatter, #MeToo e #JeSuisCharlie, entre outros.

Tek MenosFios: Raio-X ao iPhone (Episódio 14)

O Bluetooth é um sistema de comunicação sem fio embutido no iPhone (bem como no iPad e no iPod Touch) usado para conectar dispositivos com uma grande variedade de equipamentos, incluindo fones de ouvido, alto-falantes e até mesmo teclados.

A tecnologia envia sinais por ondas de rádio para a maioria dos dispositivos capazes de transmitir e receber o sinal Bluetooth em até 10 metros de distância, mas é normalmente utilizado com acessórios localizados não mais do que a distância de um braço esticado.

Para usar qualquer kit de Bluetooth com o iPhone, os dois precisam estar necessariamente “emparelhados” e autorizados a conversar um com o outro. No entanto, é necessário emparelhar um dispositivo Bluetooth com o seu iPhone, iPad ou iPod Touch somente na primeira vez em que você for utilizá-lo. Depois disso, quando esse acessório Bluetooth estiver ligado e dentro do alcance de seu dispositivo iOS, ele deverá se conectar automaticamente e ficar disponível para o uso.

Tenha em mente, contudo, que, embora o seu dispositivo iOS possa ser emparelhado com qualquer número de dispositivos, ele só poderá estabelecer a conexão com um de cada vez – o que faz sentido, porque impede o iPhone de enviar a comunicação para a saída Bluetooth errada; por exemplo, para as suas caixas de som Bluetooth, em vez de seus fones de ouvido. Você pode, às vezes, somente selecionar o acessório com o qual você deseja se conectar, mas é melhor simplesmente desligar os demais que não serão utilizados. Se você não quiser usar um dispositivo em particular novamente, você pode desconectá-lo para sempre. Veremos como fazer tudo isso mais adiante.

Escolha o acessório certo

Comece escolhendo os acessórios corretos. Toda vez que você estiver interessado em comprar um kit Bluetooth, é necessário conhecer as suas necessidades para poder escolhê-lo corretamente. Isto é importante porque os acessórios precisam suportar diferentes “perfis” de Bluetooth, a fim de executar funções diferentes. Se você quiser usar um acessório para tocar música, por exemplo, então ele deve suportar o perfil A2DP, que é usado para a transmissão em modo aúdio, projectado especificamente para música. O Perfil de Controle Remoto de Áudio/Vídeo (AVRCP) trabalha em conjunto com o A2DP para que você possa usar o dispositivo Bluetooth para controlar a reprodução de música em seu iPhone ou iPod touch. Para o caso de chamadas, é necessário o Hands-Free Profile (HFP).

Perfis Bluetooth

Em suas pesquisas, você pode se deparar com outros perfis Bluetooth também. O iPhone suporta todos os principais perfis, mas note que nem todos os acessórios Bluetooth possuem tal suporte – muitos fones de ouvido não fazem A2DP, por exemplo, e, portanto, não podem reproduzir música bem. Nem todos os fones de ouvidos estéreos Bluetooth incluem um microfone, mas somente aqueles com um microfone e suporte para Hands-Free Profile (1.5) podem ser usados para fazer e receber chamadas. O Siri e o Controle de Voz (Voice Over) Bluetooth requerem suporte para o perfil BVRA. É um pouco complicado mesmo, por isso, leia a especificação com um cuidado antes de comprar, para garantir que você obtenha o que você precisa.

Usando um dispositivo Bluetooth

É muito fácil usar um acessório Bluetooth. Em seu iPhone, vá em “Ajustes > Bluetooth” e habilite o recurso. Ligue, então, o acessório Bluetooth e coloque-o em “modo de descoberta” ou de “emparelhamento” – às vezes, o próprio dispositivo pode fazer a solicitação tão logo ele seja ligado. Feito isso, o dispositivo agora deve surgir listado na tela do seu iPhone. Toque nele para parar e, se necessário, digite a senha (você deve encontrá-la na documentação do acessório Bluetooth).

Depois que o acessório estiver emparelhado, ele deve se conectar automaticamente quando estiver ativo e dentro do alcance. Às vezes, no entanto, você pode querer ignorar um acessório emparelhado, por exemplo, usar o áudio do próprio iPhone, em vez de usar caixas de som compatíveis – nesse caso, você pode desligar fisicamente o dispositivo Bluetooth, ou ir na tela “Ajustes” de seu iPhone e desabilitar o recurso Bluetooth. Vale lembrar que esse recurso é bastante faminto de energia, de modo que, se você ligá-lo somente quando necessário, irá economizar a carga da bateria.

Quando você quiser usar uma cessório emparelhado em vez de um outro, você pode acessar “Ajustes > Bluetooth” e tocar no nome respectivo. Para os acessórios Bluetooth de outros tipos, como saídas de alto-falantes, para evitar quaisquer potenciais conflitos, a melhor prática é ligar apenas o dispositivo que deseja emparelhar e desligar os demais. Se você não quiser usar um dispositivo em particular novamente, você poderá desconectá-lo: vá para “Ajustes > Bluetooth” e selecione “Esquecer Este Dispositivo” – se você, futuramente, quiser utilizá-lo novamente, basta emparelhá-lo, como já explicamos.

Eis os episódios anteriores:

Episódio 01.

Episódio 02.

Episódio 03.

Episódio 04.

Episódio 05.

Episódio 06.

Episódio 07.

Episódio 08.

Episódio 09.

Episódio 10.

Episódio 11.

Episódio 12.

Episódio 13.

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Esse foi o episódio Tek MenosFios: Raio-X ao iPhone dessa semana, onde esperamos que seja útil para todo e qualquer pessoa que tenha um iPhone. Agora, pedimos que os nossos leitores a comentem e que contribuam com informações adicionais que julguem serem necessárias sobre esse mesmo tema.

Todas e quaisquer questões que gostassem de ver aqui respondidas devem ser colocadas no canal de comunicação exclusivo e dedicado ao Tek Menos Fios.

Falamos do e-mail criado para esse fim: [email protected]. Este é o único ponto de recepção das questões que nos enviarem. Usem-no para nos remeterem as vossas questões, as vossas dúvidas ou os vossos problemas. A vossa resposta surgirá muito em breve.

Namibe. Central fotovoltaica entra em funcionamento no primeiro trimestre de 2023

A primeira fase do projecto da Central Fotovoltaica de Caraculo, localizado na província do Namibe, vai entrar em funcionamento no primeiro trimestre de 2023, com o objectivo de aumentar a produção de energias renováveis e redução do défice energético em Angola.

Segundo o Presidente do Conselho de Administração (PCA) da Solenova Limited, gestora do projecto, Germano Sacavumbi, a Central Fotovoltaica de Caraculo vai permitir a redução de consumo de gasóleo para as centrais térmicas e, nomeadamente, a diminuição das emissões do dióxido de carbono.

O PCA que falava em conferência de imprensa aos jornalistas, na capital do país, disse que o aumento da electrificação e a melhoria do ambiente de negócio na região sul, através da atracção de novos investimentos como outras vantagens do Caraculo.

Germano Sacabumbi frisou ainda que o aumento da capacidade energética no Namibe, em particular, vai melhorar as condições de vida das populações, por ser um dos factores de produção essencial para o desenvolvimento socioeconómico da região.

MAIS: Namibe. Moçâmedes ganha mediateca móvel

De informar que a Central Fotovoltaica de Caraculo é um investimento que vai custar cerca de 42 milhões de dólares norte-americanos aos cofres do Estado Angolano, onde a referida central prevê ter um tempo útil de 25 anos, sendo o retorno do financiamento previsto para 10 anos.

A primeira pedra foi lançada no último mês de Maio, onde a empresa gestora informou que o projecto vai empregar pelo menos 350 trabalhadores, além do factor multiplicador que surgirá, após a conclusão da obra.

Sob gestão da Solenova, joint venture da Eni e da Sonangol, para o desenvolvimento de projectos de energias renováveis, Caraculo surge na sequência da assinatura de um contrato de Engenharia, Aprovisionamento e Construção (EPC) entre as partes envolvidas. A Central Fotovoltaica de Caraculo está a ser projectada para uma capacidade total de 50 megawatts, sendo prevista a produção de 25 MW para a primeira fase.

Investimentos em soluções digitais na África Subsaariana vem com cyberextorção

A ciberextorção continua sendo uma ameaça contínua na África subsaariana com vazamentos de dados e ataques direcionados, revelou o mais recente relatório KnowBe4 de IDC Impact of Cyberextortion on Africa.

O estudo mostrou um complexo cenário de crimes cibernéticos na África subsaariana (SSA) com vazamentos de dados, ameaças internas, e-mails maliciosos e ataques direcionados que continuam a afetar seriamente a segurança dos negócios na região, na qual Angola faz parte.

Essas ameaças são agravadas por restrições orçamentárias e que quase 60% das organizações da SSA planejam aumentar os casos de conectividade e uso de IoT nos próximos 12 meses. Investimentos crescentes em nuvem, Internet das Coisas (IoT), conectividade e soluções digitais aumentam os riscos ao lado dos benefícios digitais.

Segundo a investigação, o volume de ameaças enfrentadas pelas organizações na África cresceu exponencialmente nos últimos anos e há uma relação linear claramente visível entre o Produto Interno Bruto (PIB) e o cibercrime do continente – à medida que um aumenta, o outro também, mas apenas cerca de um terço (17) dos 54 países africanos completaram uma estratégia nacional de cibersegurança, onde isso abre consideravelmente o cenário de ameaças e coloca as organizações em maior risco.

As principais ameaças enfrentadas pelas organizações na SSA em 2022 são vazamento de dados (61%), ameaças internas (43%); ataques direcionados usando phishing (37%); ataques relacionados à nuvem (34%); e ataques de ransomware (30%).

As cinco principais ameaças globais são compromisso de e-mail de negócios, configurações erradas na nuvem, ataques à cadeia de fornecimento de software e não conformidade.

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Phishing ou ataques de engenharia social continuam sendo o segundo tipo mais comum de crimes cibernéticos e estão evoluindo em termos de técnica e taxas de sucesso.

Esses desafios estão influenciando a estratégia de segurança para as organizações daqui para frente, com 43% focando na segurança para migração em nuvem, 40% no fortalecimento do acesso garantido para uma força de trabalho distribuída e 36% focados no fortalecimento da confiança do cliente nos serviços digitais.

De acordo com o relatório, 56% das organizações na SSA estão nos dois primeiros estágios de maturidade de segurança de dados, o que significa que muitos ainda estão lutando para encontrar sua segurança nesse cenário em mudança.

A exploração cibernética tem sido muito lucrativa nos últimos tempos, onde os cibercriminosos não esperam muita retaliação dos estados africanos. Isso significa que é improvável que pare e muito provavelmente se torne ainda mais prevalente no continente.

Por isso, aconselha a KnowBe4, as organizações têm que se concentrar em investimentos e estratégias de segurança que permitam combater essa ameaça com mais agilidade e resiliência. Isso significa priorizar um modelo de defesa em profundidade com segurança na nuvem; privacidade e conformidade; escolher os provedores de serviços de segurança certos e construir uma cultura de segurança entre tomadores de decisão e funcionários.