O maior partido político de Angola, MPLA, vai recorrer às Tecnologias de Informação e Comunicação (Tic’s) para melhorar a abordagem dos assuntos políticos, económicos e sociais, tendo como base o interesse dos angolanos, defendeu o membro do Bureau Político do partido, Álvaro de Boavida Neto.
O militante que falava aos jornalistas no final da semana que terminou, em Lubango, Província da Huíla, defendeu que o seu partido MPLA deve acompanhar a dinâmica actual através das redes sociais, mas com uma abordagem cautelosa e ética, bem como pensado na análise objectiva em prol da manutenção da paz.
Boavida Neto, que é também também coordenador do grupo de acompanhamento do BP na Huíla, afirmou ainda que uma outra situação a ter em conta é saber aceitar as diferenças de opiniões e ouvir as diferentes frentes políticas.
De informar ainda que segundo o político, será através desses pressupostos que o partido no poder encontrará mais consenso para os assuntos que virão ajudar a mantê-lo na vanguarda, por mérito próprio, e renovar as esperanças do povo angolano.
Essas informações vieram na XII Conferência Ordinária Provincial de Balanço e Renovação de Mandatos, onde ainda foi defendida a ideia que o MPLA deve ter a capacidade de encarar os objectivos organizativos, tendo em perspectiva o futuro.
Para Boavida Neto, é necessário que o MPLA “saia da máquina pesada”, para tornar-se um partido inovador e adaptado à nova realidade tecnológica.
A operadora de telefonia móvel Unitel decidiu aumentar, a partir do mês de Outubro, em 50% a partilha de receita do seu serviço “Toques de Espera” com os Provedores de Conteúdos (Content Providers) e artistas nacionais.
De acordo com o comunicado da operadora, na qual a MenosFios teve acesso, a medida é um reconhecimento à importância da classe artística nacional para o desenvolvimento da nossa sociedade, bem como para ser um suporte à difícil fase que se vive devido à Covid-19.
Para servir de exemplo, anteriormente os artistas nacionais que recebiam 100.000 kwanzas mensais com as suas músicas nos “Toques de Espera, com o novo aumento vão receber agora 150.000 kwanzas.
De informar ainda que o serviço “Toques de Espera” é um serviço que permite personalizar e escolher a música para substituir o tom de chamada, enquanto se aguarda pelo atendimento do telemóvel, e que a disponibilidade das músicas nacionais nesse serviço é feita pelos Provedores de Conteúdos que detêm os contratos com os artistas, para a gestão, promoção e pagamento da difusão das músicas.
O comunicado ainda dá conta que parte do valor cobrado pelo serviço ao cliente Unitel é para os artistas, sendo esta uma relevante fonte de receita para os mesmos, e no último ano, devido as restrições impostas pela pandemia da Covid-19, foi possível verificar que este foi o único rendimento de muitos músicos, quando se viram impedidos de realizar eventos.
Outra das iniciativas desenvolvidas pela Unitel com este serviço é o Top Mensal, em que mensalmente são premiados os três artistas que mais crescem na plataforma, com um prémio financeiro no valor de 800.000 kwanzas. Este prémio é comunicado nas redes sociais da Unitel e aos Content Providers que representam os artistas na plataforma.
O serviço de “Toques de Espera da Unitel” existe há 11 anos e conta actualmente com mais de 4 milhões de usuários activos.
“A Unitel quer com este serviço continuar a contribuir para o desenvolvimento e consolidação da cultura nacional, em particular da música”, lê-se na nota.
De acordo com o Digital Chat Station (via GadgetsNow), indica que a tecnológica Huawei poderá lançar o seu próximo telemóvel de ecrã dobrável em fevereiro do próximo ano, isto é, em 2022.
Se a notícia for mesmo confirmada pela empresa, então significa que este smartphone será o sucessor do Mate X2 e poderá ser anunciado em Barcelona, durante o Mobile World Congress. O evento terá início no dia 28 de fevereiro e irá até ao dia 3 de março.
É hoje a final da 72ª edição da Feira de Ideias Invenções e Novos Produtos (iENA 2021), que decorre desde quinta-feira na cidade de Nuremberga, Alemanhã, e na qual a comitiva angolana está presente com 15 projectos, pelo que a redacção do MenosFios apurou.
Sendo também o dia de encerramento do evento, os projectos vão ser avaliados por decisão do júri, tendo como aspectos científicos e técnicos dos mesmos.
De informar ainda que o respectivo júri deve avaliar também aspectos como a viabilidade técnica, inovação tecnológica, responsabilidade social e ambiental, cientificidade, pesquisa e contribuição para o estado da arte, assuntos por eles questionados na fase em que passaram por cada stand.
O engenheiro Gabriel Patrício, falando aos jornalistas e que representa a Universidade Metodista de Angola, disse que a uma grande possibilidade de o nosso país conseguir algumas medalhas, embora atestar que a edição de 2021 está com uma comitiva de júris mais rigorosas, mas na sua opinião os trabalhos apresentados pelas instituições nacionais têm bases científicas sólidas.
De informar que a edição de 2021 é a 12ª participação de Angola, onde levou projectos ligados às áreas da Mecatrónica, Engenharia Eléctrica, Engenharia Informática, Saúde Pública, Educação, Cidadania, Responsabilidade e Ambiente, todos de carácter social.
Activar o modo escuro (ou noturno) nos aplicativos é, nos últimos tempos, uma alternativa bastante usada por qualquer pessoa que tenha um smartphone pelos utilizadores, onde a interface substitui os fundos originalmente brancos para preto ou cinzento. Mas agora surge a pergunta: Esta opção tem benefícios para a visão do utilizador?
Actualmente boa parte dos aplicativos já vem com a opção de colocar o modo escuro e a as últimas análises mostram que a maioria dos utilizadores prefere mais esse modo escuro, do que o anterior fundo branco. A Microsoft, só para servir de exemplo, já permite que todas as aplicações do Office, até mesmo o processador de texto “Word”, tenha essa alternativa.
Mas na hora de avaliar realmente os benefícios desse modo noturno, surgem algumas perguntas: este modo tem algum efeito na visão do utilizador, ajuda a consumir menos energia da bateria, ou é, apenas, uma escolha de estética?
De acordo com o oftalmologista espanhol Rubén García, falando para à “Maldita.es” diz que “o contraste e as cores utilizadas no modo noturno reduzem o encandeamento e ajudam os nossos olhos a adaptarem-se melhor e mais facilmente à luz envolvente, o que faz com que nos esforcemos menos e possamos ler mais confortavelmente”.
O especialista ainda recomenda que utilizar o modo noturno nos aplicativos quando se utiliza o telemóvel à noite ou em ambientes com pouca luz, isto porque qualquer luz que nos atinja à noite faz com que “o cérebro deixe de produzir melatonina, a hormona do sono”, o que provoca uma maior excitação e menos sonolência.
“O CONTRASTE E AS CORES UTILIZADAS NO MODO NOTURNO REDUZEM O ENCANDEAMENTO E AJUDAM OS NOSSOS OLHOS A ADAPTAREM-SE MELHOR E MAIS FACILMENTE À LUZ ENVOLVENTE, O QUE FAZ COM QUE NOS ESFORCEMOS MENOS E POSSAMOS LER MAIS CONFORTAVELMENTE”.
“As cores quentes do modo noturno não confundem o organismo em termos de tempo cronológico e tornam mais fácil adormecer do que se estivéssemos a olhar para um dispositivo com o ecrã no modo normal”, acrescenta o médico.
De informar ainda que relatório da Academia Americana de Oftalmologia (AAO) ressalta a grande redução das emissões de luz azul que acompanha o modo escuro. “Apesar de não causar danos à visão, a diminuição da exposição à luz azul e a limitação do tempo e do brilho do ecrã pode ajudar as pessoas a dormirem melhor e a sentirem-se mais confortáveis”.
E falando sobre o assunto da redução do consumo da bateria, um estudo da “AppleInsider” conclui que a utilização deste método reduz significativamente o consumo de energia nos visores OLED. Inclusive, é possível poupar “até 60% do nível de bateria” em três horas de utilização intensiva num iPhone X.
Depois de três dias de grande azáfama, onde a frase “empreendedorismo digital” foi o tema sonante de conversa e com mais de 40.000 pessoas a circular pelos espaços da FIL e Altice Arena, Lisboa, Portugal, o Web Summit 2021 chegou ao fim.
Com presença de várias startups nacionais no evento(ver galeria acima), nomeadamente o Paga3, a Appy People e o Baika, um dos principais eventos mundiais de tecnologia, empreendedorismo e inovação teve uma perspectiva de balanço positiva, onde apesar das “limitações” de segurança impostas pela pandemia da Covid-19, o evento foi considerado como um sucesso, desde a organização até as pessoas que se fizeram presentes ao mesmo.
A boa disposição, a confiança e as boas expectativas foi algo que esteve presente nos quatro dias do Web Summit, onde os “Founders” estiveram cara-a-cara com potenciais clientes e parceiros, depois da “frieza” das videoconferências online, que marcaram a edição de 2020.
A equipa do MenosFios teve a oportunidade de falar com Garcia Monteiro, CEO da Paga3, que foi uma das startups nacionais presentes no evento, visto que foi a vencedora da última edição do Unitel Go Challenge, onde falou sobre a prestação da sua instituição no Web Summit.
“Tivemos uma prestação bastante positiva, falamos com alguns investidores de países como Inglaterra, Líbano, Brasil, Cabo verde, Brasil e Portugal que acharam potencialidades no nosso modelo de negócios, e mostram intenções não só de investir na Paga3 mais no país em geral. Tivemos também reuniões com algumas Startup Aphas e Betas cujo objetivo foi de estreitar parcerias. Tivemos ainda mentorias, com referências do mercado brasileiro em que o mesmo convidou-nos a participar em uma competição a ser promovido pela sua aceleradora na Europa. Tivemos várias entrevistas com a mídia Portuguesa a destacar a Forbes Portugal. Foi uma experiência super magnífica.” informa Garcia.
Team Paga3 + Unitel
Outra startup nacional que levou o nome do país no evento foi o Baika, projecto tecnológico criado por sete jovens angolanos, em Dezembro de 2019.
De acordo com comunicado oficial, o BAIKA é uma plataforma de serviços on-demand que conecta utilizadores de dispositivos electrónicos com alguma avaria a técnicos cadastrados na plataforma para efectuar o serviço. Tudo é feito através de um aplicativo, onde o cliente faz o self diagnóstico e pagamento, depois aguarda o técnico que vai ao seu encontro para efectuar o serviço desejado. A apresentação do projecto foi feita no dia 2 de Novembro, dia dedicado a mentoria e financiamento no evento de 2021.
Baika
Falando a plataforma Platina Line, o Founder Nilton mostrou-se feliz pelo feito e garantiu que a ideia do projecto serve para o benefício do país.
“É um projecto inclusivo com grande impacto na formação de jovens para as áreas digitais e, sobretudo, jovens com background de comunidades carentes. Também incentivamos a recolha do lixo electrónico através da nossa plataforma sem qualquer custo para o cliente. É e sempre será para nós uma honra participar neste tipo de evento e estar entre algumas das ideias que mudarão o mundo amanhã.”
O jovem angolano ainda mostrou-se também preocupado pelo facto do país não estar a apostar em quadros para o desenvolvimento na área das novas tecnologias:
“o mundo está a mudar a uma velocidade que não temos noção, enquanto fico preocupado por Angola estar ainda muito longe no fomento do ecossistema digital.”
Falando ainda dessa edição de 2021, a startup portuguesa Smartex.ai que usa Inteligência Artificial (IA) para resolver o desperdício têxtil e a produção defeituosa nesta indústria, foi a vencedora do “pitch” da Web Summit, o principal concurso de negócios deste mega evento de tecnologia e empreendedorismo.
Um total de 650 das 1.519 startups que expuseram os seus projetos na Web Summit participaram da competição Pitch durante os três dias da conferência.
E das 75 startups escolhidas para apresentarem os seus projetos no palco principal da Web Summit, que encerrou ontem em Lisboa, a Smartex.ai ficou entre as três finalistas, acabando mesmo por vencer.
Entre os jurados do Pitch deste ano estavam Sarah Kunst (da Cleo Capital), Wesley Chan (da Felicis Ventures) e Alf Franzoni (da Siemens).
Smartex.ai
A edição deste ano começou na segunda-feira e terminou na quinta-feira, onde as estatísticas dão conta a presença de cerca de 43 mil pessoas de 128 países. O Presidente de Portugal, Marcelo Rebelo de Sousa, afirmou, na quinta-feira, durante o discurso de encerramento da Web Summit, que quer 100 mil pessoas a praticar na cimeira tecnológica em 2022 – mais 60 mil do que este ano e mais 30 mil do que no período antes da pandemia, em 2019.
O WhatsApp começou a disponibilizar para todos os usuários a possibilidade de realizar login nas versões web ou desktop em até quatro aparelhos simultâneos. Essa novidade estava em fase beta para testadores, mas agora deve chegar de forma ampla para quem usa a aplicação via web.
O recurso, prometido em julho, chegou primeiro ao WhatsApp Beta e agora desembarca em mais smartphones como uma actualização na versão estável da aplicação. Ele pode ser visto na seção de aparelhos conectados do aplicativo.
Ao activá-lo pela primeira vez em sua conta, o WhatsApp mostra uma notificação de que todos os dispositivos previamente logados serão desconectados, e você terá que realizar um novo login usando o código enviado para o telemóvel. Posteriormente, o uso não dependerá mais de uma conexão com a internet no smartphone.
É sem qualquer dúvida uma excelente notícia para quem usar o WhatsApp de forma intensiva e em várias plataformas. Abandonamos finalmente o smartphone e podemos usar melhor este serviço na Web e no Desktop.
O login integrado do WhatsApp, apelidado de “múltiplos dispositivos 2.0”, já estava em fase experimental desde setembro (e liberado para telemóveis antes disso), mas ainda não haviam detalhes de como funcionaria na versão web. Até então, cada conta só podia ser conectada em um único aparelho, e, a partir dele, o usuário poderia gerenciar todos os outros aparelhos vinculados.
FILE PHOTO: A Twitter logo is seen outside the company headquarters in San Francisco, California, U.S., January 11, 2021. REUTERS/Stephen Lam
O Twittertornou mais fácil pesquisar tweets específicos de um usuário pelo seu aplicativo. Anteriormente, a ferramenta de pesquisa poderia ser ajustada manualmente se você quisesse filtrar os tweets de uma pessoa em particular, mas o Twitter adicionou um botão que facilita o acesso à opção.
O botão foi descoberto pelo consultor de ‘social media’ Matt Navarra, que adiantou no mês passado que a funcionalidade estava a aparecer para um pequeno número de utilizadores. No entanto, parece que este pequeno teste está limitado a utilizadores com a versão iOS da app.
Twitter 🔍 search user’s tweets button on profiles is now available (for some users)
A ideia passa por dar aos utilizadores uma forma mais fácil de pesquisar ‘tweets’ específicos ou artigos partilhados por determinadas páginas. Dada a utilidade desta botão é fácil presumir que possa vir a chegar à versão final do Twitter, incluindo a app Android.
Em uma nota relacionada, o Twitter está a expandir ao público potencial do Espaços (Spaces), por isso está a abrir os chats de áudio ao vivo para qualquer pessoa — mesmo para aqueles que preferem não se inscrever na plataforma.
have friends not on Twitter? that's weird but now you can share direct links to your Spaces and they can listen in via web without being logged in
Agora, hosts e ouvintes podem enviar a qualquer pessoa um link directo para uma transmissão de áudio do Spaces, e aqueles sem conta no Twitter podem acompanhar sem nenhum empecilho. Essas pessoas não poderão participar da conversa, mas ainda é uma possibilidade para expandir a audiência das conferências de áudio.
Como nem todos podem participar das transmissões ao vivo, o Twitter também lançou a capacidade de gravar áudio do Spaces para um número limitado de hosts no iOS. Ao gravar suas sessões, os mediadores terão 30 dias para compartilhar o áudio.
Angola conta actualmente com mais de seis milhões de utilizadores de internet, revelou nessa semana o ministro das Telecomunicações, Tecnologias de Informação e Comunicação Social, Manuel Homem, falando no Fórum dos Ministros das TIC de África.
“Nos últimos dois anos, o país cresceu, saindo dos quatro milhões de utilizadores para seis milhões“, afirmou o ministro, dando conta que isso é um sinal claro de que o nosso país tem de se fazer muito mais nesse sector, embora esteja a acontecer um acesso cada vez mais acelerado à internet no país.
De acordo ainda com as palavras de Manuel Homem, isto propicia a necessidade de se continuar a trabalhar para a massificação do acesso à Internet no país, onde tendo isso como objectivo tem surgido e desenvolvidas várias acções, com destaque para os programas de acção digital, de massificação e acesso à Internet e tecnologias de informação que vão permitir o incremento do número de utilizadores.
Manuel Homem ainda considerou que o facto de se ter no país mais de 14 milhões de utilizadores de telefonia móvel acelera o acesso à Internet, e onde o seu ministério está a desenvolver um conjunto de programas, tendo destacado a entrada da nova operadora móvel no sector das telecomunicações e o acesso às novas infra-estruturas de rede de fibra óptica ou de acesso ao sistema de Internet por satélite.
De informar ainda que o ministro disse que Angola tem um conjunto de diplomas legais que permitem não só a utilização das infra-estruturas, mas o posicionamento na utilização dos meios tecnológicos, istoé, a Lei 22/11, da Protecção dos Dados Especiais e a 23/11, relacionada à utilização das redes e sistemas no país. Indicou também que estes diplomas permitem ao cidadão a protecção, acesso à informação, qualidade e, acima de tudo, garantir que todos tenham um ambiente estável, usando as TIC.
Manuel Homem explicou que o desenvolvimento das tecnologias está a mostrar que é preciso que as instituições se adequam às mudanças tecnológicas, uma vez que os novos formatos digitais vão obrigar as empresas a encontrarem novos modelos de realização do seu serviço.
O Fórum dos Ministros das TIC de África foi organizado pela UNESCO, em parceria com o Ministério da Namíbia, e teve como objectivo destacar a relevância da informação como um bem público, chamando a atenção aos ministros para o acompanhamento da Declaração Windhoek+30.
O encontro dos ministros, de dois dias, destacou também a importância da media livre, independente e pluralista como chave para os actuais tempos, a importância do acesso à informação após os resultados do 28 de Setembro, “Dia Internacional de Acesso Universal”.
O evento analisou, ainda, a importância do desenvolvimento da política de Inteligência Artificial, vinculada às necessidades de analise da África.
Nos últimos tempos o Facebook tem estado a efectuar mudanças significativas na sua plataforma, e parece que prevê adicionar mais recursos ainda. Para a mais recente novidade, o Facebook está a trazer recursos de monetização para outra parte de seu serviço: grupos. A rede social está a testar novas ferramentas que permitem aos administradores de grupo ganhar dinheiro, com novos recursos de compras, arrecadação de fundos e assinatura.
Os ‘subgrupos’ pagos trarão receita de assinatura para os administradores do grupo.
A empresa anunciou as atualizações em seu evento anual de Cúpula das Comunidades, onde disse que os novos recursos ajudarão as pessoas que administram grupos a “sustentar” as comunidades que construíram. Com as mudanças, o Facebook é um grupo de administradores de três maneiras de monetizar suas comunidades:
Os dois primeiros, lojas da comunidade e arrecadadores de fundos, refletem recursos em outras partes da plataforma. As lojas da comunidade são uma extensão dos recursos existentes do Facebook e permitem que os administradores de grupos vendam mercadorias temáticas ou outros produtos. Da mesma forma, a arrecadação de fundos permitirá aos administradores financiar projetos específicos por crowdfund (Financiamento colaborativo) ou de outra forma “compensar os custos de funcionamento do grupo”.
Mas o terceiro recurso é totalmente novo: subgrupos pagos. Os subgrupos são essencialmente grupos menores dentro de um grupo, onde os membros pagam uma taxa mensal para participar.
Embora o Facebook também esteja a permitir que administradores de grupos configurem subgrupos gratuitos, a versão paga do recurso é o esforço mais recente da empresa para criar produtos baseados em assinatura.