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Quinta-feira, Março 12, 2026
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Queda da Bitcoin está a arrastar a economia de El Salvador

A aposta arrojada do presidente de El Salvador na Bitcoin está a ter impacto na economia do país. Com a cibermoeda a desvalorizar, as reservas nacionais estão a valer agora menos 51% do valor inicial.

Nayib Bukele, o presidente de El Salvador, comprou 2301 Bitcoins a um preço médio de 45908 dólares. Agora, com a cibermoeda a desvalorizar, as reservas do país neste formato que chegaram aos 105,6 milhões de dólares valem agora 51,6 milhões.

A aposta forte e arrojada do país foi recebida com muitas críticas e desaconselhada por instituições internacionais. O Fundo Monetário Internacional, por exemplo, recomendava em Janeiro que as autoridades de El Salvador vendessem as suas Bitcoin e abandonassem a decisão de manter a Bitcoin como moeda oficial do país. As declarações foram recebidas com desagrado pelo governo local, com o ministro do Tesouro, Alejandro Zelaya, a afirmar que “nenhuma organização internacional nos vai obrigar a fazer alguma coisa, nenhuma coisa”.

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Agora, mesmo com a desvalorização forte, Zelaya não parece preocupado, afirmando esta semana que o colapso do preço tem um risco fiscal “extremamente mínimo”, pois representa apenas meio ponto percentual do orçamento nacional.

Além de El Salvador, outras grandes carteiras também se estão a ressentir com esta desvalorização: a MicroStrategy detém 129218 Bitcoins compradas a valer quase quatro mil milhões de dólares e valem agora 2,9 mil milhões e a própria Tesla tem 2 mil milhões de dólares nesta moeda que valem agora menos 50% do que já valeram.

Facebook, Twitter, TikTok, Google e outros concordam com novas regras da UE para combater a desinformação

Nos últimos anos, vários governos têm estado atento ao combate da desinformação, onde já vimos países como a Turquia vai criminalizar a desinformação nas redes sociais, onde algumas plataformas como o Twitter, já contém ferramenta que combate a desinformação.

As empresas de tecnologia que operam algumas das maiores plataformas online do mundo – incluindo Meta, Microsoft, Google, Twitter, Twitch e TikTok, proprietárias do Facebook – assinaram um novo livro de regras da UE para combater a desinformação online. Essas empresas e outras terão que fazer maiores esforços para impedir a disseminação de notícias falsas e propaganda em suas plataformas, além de compartilhar dados mais granulares sobre seu trabalho com os estados membros da UE.

Ao anunciar o novo “Código de Prática sobre desinformação”, a Comissão Europeia disse que as diretrizes foram moldadas particularmente por “lições aprendidas com a crise do COVID19 e a guerra de agressão da Rússia na Ucrânia”.

O próprio código contém 44 “compromissos” específicos para empresas que visam uma série de danos potenciais da desinformação. Estes incluem compromissos para:

  • criar bibliotecas pesquisáveis ​​para anúncios políticos;
  • desmonetizar sites de notícias falsas, removendo sua receita de publicidade;
  • reduzir o número de redes de bots e contas falsas usadas para espalhar desinformação;
  • dar aos usuários ferramentas para sinalizar desinformação e acessar “fontes autorizadas”;
  • dar aos pesquisadores “melhor e mais amplo acesso aos dados das plataformas”;
  • trabalhar em estreita colaboração com verificadores de fatos independentes para verificar as fontes de informação.

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Muitas empresas de tecnologia dos EUA, como Facebook e Twitter, já adotaram iniciativas semelhantes após pressão de políticos e reguladores, mas a UE afirma que seu novo código de prática permitirá maior supervisão dessas operações e fiscalização mais forte.

Parlamentares lusófonos veem cibersegurança como “prioridade das prioridades”

O sector da cibersegurança foi considerado “prioridade das prioridades” no XVI encontro dos Quadros de Informática da Associação dos Secretários-Gerais dos Parlamentos de Língua Portuguesa (ASG-PLP), reunidos na cidade da Praia, em Cabo Verde.

Segundo Paula Lima, Secretária-Geral da Assembleia Nacional de Cabo Verde e que preside a instituição, o objectivo passa por “aumentar a troca de experiências, sobretudo no que tange à cibersegurança“, de modo a assinalar os desafios e as oportunidades das tecnologias de informação e comunicação (TIC) na administração parlamentar em tempos de crise.

A dirigente indicou que os países da comunidade, bem como o panorama mundial, está a sair de uma crise pandémica, sanitária, económica e social, momento esse que deu-se para ver o grande impacto das TICs, permitindo que o “mundo parasse” na sua totalidade, ressaltando ainda a guerra na Ucrânia, que também obriga os parlamentares a aumentar as suas trocas de experiências, no sentido de melhorar a agenda de trabalho.

Um outro sector discutido no encontro da ASG-PLP foi o armazenamento de dados em sistema de nuvens, isto é, cloud, que para Paula Lima, os parlamentos actuais tem “algum défice”, onde é urgente melhorar.

Portanto, nada melhor do que troca de experiências, investir no nosso capital humano no sentido de termos uma melhor performance“, disse Paula Lima, frisando também que o encontro serviu para debaterem sobre o teletrabalho, algo que os parlamentares não estavam habituados antes da eclosão da novo coronavírus.

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É neste sentido que estamos a ver uma forma de tirar proveito dessa nova dinâmica, não necessariamente numa conjuntura de pandemia, mas por que não para determinados serviços e isso traz outros benefícios em termos de produtividade“, frisou a Secretária-Geral.

De informar ainda que esse XVI encontro serviu também para discutir a questão da desmaterialização, deixando para trás o papel e fazer uso das tecnologias, de modo a melhorar toda a documentação parlamentar, para acesso dos serviços e em tempo útil para os cidadãos.

Esse XVI encontro dos Quadros de Informática da Associação dos Secretários-Gerais dos Parlamentos de Língua Portuguesa (ASG-PLP) decorreu sobre o tema ” Novos Paradigmas de Gestão dos Parlamentos em Tempos de Crise”, em uma altura em que Cabo Verde assume a presidência pro-tempore, e teve como plano de fundo promover o desenvolvimento da cooperação técnico-parlamentar entre os países de língua portuguesa, bem como contribuir para a modernização das instituições parlamentares.

A ASG-PLP foi criada em 1998 e é constituída pelos secretários-gerais ou cargos equivalentes dos parlamentos das repúblicas de Angola, Cabo Verde, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe, Timor-Leste, Senado e Câmara de Deputados de Guiné Equatorial, Câmara de Deputados da República Federal do Brasil e Guiné-Bissau.

Sistema de pagamento PAPSS vai poupar 5 biliões de doláres aos comerciantes africanos

O Sistema Pan-Africano de Pagamento e Liquidação (PAPSS) prevê que os comerciantes africanos economizem mais de cinco biliões de dólares norte-americanos/ano, em conversão cambial, bem como vai facilitar pagamentos de fronteira em moedas locais africanas, segundo o presidente da comissão executiva do PAPSS, Mike Ogbalu III.

O dirigente que falava em um Seminário de Alto Nível, na última semana, na capital do país, Luanda, informou que o PAPSS como instrumento geral de pagamento para alavancagem da Zona de Comércio Livre Continental Africana (AfCFTA) vai financiar o comércio para apoiar as pequenas e médias empresas (PME), especialmente as geridas por mulheres e jovens.

Para Ogbalu III, o PAPSS tem como um dos seus pilares o  “African Trade Gateway”, que é uma plataforma digital completa, com informações sobre as regras aplicáveis a milhares de produtos, procedimentos alfandegários, informações e tendências de mercado e transferências de pagamento.

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Ainda falando como  justificativa para um pagamento em todo o continente, com o PAPSS,  o  presidente da comissão executiva defende que o sucesso do AfCFTA requer uma infraestrutura de pagamento integrada em todos os países, acrescentando que os sistemas de pagamento actuais são fragmentados e não podem apoiar o comércio intra-africano e o da Zona de Comércio Livre Continental Africana.

Os sistemas de pagamentos actuais resultam no desvio do comércio. As transações transfronteiriças são muito caras, levando a uma perda estimada em cinco biliões de dólares em encargos de pagamento anualmente“, reiterou Mike III.

Por fim, na sua abordagem, Ogbalu III acrescentou que a forte dependência de moedas estrangeiras em detrimento das africanas, inibe o comércio e desenvolvimento económico.

Por isso, advoga a necessidade de se eliminar atrasos que impedem o comércio no continente.

Constance Ventures cria fundo de 100 milhões de dólares para as startups da África Ocidental

A Constance Ventures (CV), uma subsidiária do Constance Group, criou um fundo de capital de risco de 100 milhões de dólares para investir no crescimento económico de startups ligadas nos sectores da saúde e na educação.

As startups de investimento originais do fundo estarão na Nigéria e no Gana, bem como o fundo tem planos de abranger também modelos de negócios inovadores de toda a África Ocidental.

Essa decisão da CV vem devido aos recentes avanços nas tecnologias digitais no continente africano, que proporcionam uma série de oportunidades para impulsionar e escalar soluções para várias dificuldades enfrentadas por milhões de africanos, incluindo a coalescência das cadeias de valor segmentadas, a formalização de segmentos-chave da economia do continente e a disponibilização de um acesso tão necessário ao capital para consumidores e empresas.

MAIS: Acelera Angola e Loftyinc Capital assinam acordos para impulsionar startups nacionais

A Constant Ventures tem ainda uma estrutura totalmente singular, que lhe permite fazer investimentos em inovadoras e talentosas startups de toda a África Ocidental, e através da sua rede de networking, que também funciona como um catalisador para reunir ideias, jovens empreendedores têm conseguindo construir rapidamente startups vencedoras.

De informar ainda que a CV lança também esse fundo como resultado do seu histórico em investimentos anjos e na promoção de empresas de tecnologia, onde actualmente já investiu acerca de 3,2 milhões de dólares em 9 startups nigerianas, o que resultou num retorno de 5,6x sobre o investimento e que deverá subir para 15x após a próxima ronda de angariação de fundos.

Estamos muito satisfeitos por apresentar este fundo“, disse Ike Echeruo, presidente do Grupo Constant e cofundador e sócio fundador da Constant Ventures.

Os últimos dez anos anos foram muitos beneficientes para as startups da África Ocidental, que fruto de uma extensa pesquisa e diligência no que realmente o continente precisa, variados projectos inovadores têm conseguindo responder às necessidades sociais reais das sociedades em que estão.

A tecnologia será sempre a resposta para muitos dos problemas com que milhões de indivíduos em África estão a lidar hoje, por isso e para muitos analistas, com os recentes desenvolvimentos nas tecnologias da informação, estamos à beira de uma mudança de paradigma, dando uma oportunidade única de investimento na vida. Agora desenhamos um fundo para investir em empresas que irão melhorar a vida de milhões de pessoas e gerar grandes retornos para os investidores, dinamizados e otimizados para África“, finalizou Echeruo.

Apple é a marca mais valiosa do mundo

Os gigantes da tecnologia Apple e Google foram coroados as marcas mais valiosas do mundo, destronando a multinacional de comércio eletrónico Amazon, segundo um estudo anual das 100 maiores empresas mundiais realizado pela Kantar.

Na 17.º edição da lista publicada anualmente pela empresa de consultoria, o valor da Apple subiu 55% em relação ao ano anterior, atingindo 947,06 mil milhões de dólares, o que lhe permite subir uma posição e ocupar o primeiro lugar.

O Google também melhorou um lugar em relação ao ranking do ano passado, depois de aumentar o valor da sua marca em 79% para 819,57 mil milhões de dólares.

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A Amazon, que na última edição foi a empresa mais valiosa do mundo, caiu duas posições na lista, apesar do seu valor ter aumentado 3%, para 705,65 mil milhões de dólares (676,98 mil milhões de euros).

As dez primeiras posições no índice são completadas pelas empresas norte-americanas Microsoft (4), McDonald’s (6), Visa (7) e Facebook (8), as empresas chinesas Tencent (5) e Alibaba (9), e a empresa francesa de produtos de luxo Louis Vuitton (10), a primeira empresa europeia no ranking.

Espaço aéreo da Suíça esteve encerrado devido a falha informática

Durante o inicio desta quarta-feira, o espaço aéreo na Suíça esteve encerrado devido a uma falha informática, que afectou o sistema de controlo aéreo no pais. Esta falha terá deixado milhares de passageiros nos aeroportos da cidade de Zurich e Genebra, sem os voos que estavam previstos.

De acordo com a Skyguide, empresa responsável pelo controlo de tráfego aéreo no pais, as causas iniciais da falha não foram reveladas, mas várias fontes têm vindo a apontar as possíveis causas para o mesmo, que vão desde uma falha de software usado pela entidade, até problemas mais graves, como o caso de um ataque informático.

Face aos rumores que surgiram nas horas seguintes, a Skyguide foi obrigada a emitir um comunicado pelo Twitter, deixando claro que o problema terá ocorrido devido a uma falha num componente informático, associado a um sistema critico para o funcionamento da plataforma.

Por volta das 8H12, a entidade confirmava que a falha tinha sido corrigida e que o espaço aéreo encontrava-se novamente aberto.

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No entanto, esta falha terá obrigado vários voos agendados para o pais a terem de realizar a alteração das suas rotas para países vizinhos, deixando vários passageiros com alterações de trajetos. Os dados mais recentes apontam que cerca de 2000 pessoas terão sido afetadas por esta falha.

A Skyguide lamenta este incidente e as consequências para os clientes e parceiros, assim como para todos (os transtornos) que provocou aos passageiros que se encontravam nos dois aeroportos nacionais”, indica um comunicado da Skyguide.

Até ao momento não foram fornecidos mais detalhes sobre a “avaria informática”.

Unitel estende serviços 4G nas províncias de Cabinda e Lunda Norte

A Unitel estendeu  os seus serviços de voz e dados da tecnologia 4G a mais localidades do país, nomeadamente, em Buco-Zau(Cabinda) e Muxinda(Lunda Norte).

Segundo um comunicado da operadora, na qual a redacção da MenosFios teve acesso, essa extensão do sinal as referidas localidades ocorreu entre Janeiro e Abril, e onde a empresa informa também ter feito o mesmo em 11 outras localidades do país: Cahama(Cunene); Alto Hampa, Chipipa, Cachiungo e Calenga(Huambo); Tombwa(Namibe); Songo(Uíge), Waku Kungo e Libolo(Cuanza Sul); Cambambe(Cuanza Norte); Dinge(Cabinda).

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Na nota, a Unitel frisa que os serviços 3G e 4G já estão disponíveis em 345 localidades de Angola, tornando mais fácil e rápido a transmissão de voz e dados, bem como as 18 provincias do país já tem uma total cobertura 4G, implantada em 34,8% nos municípios e 15,4% nas comunas.

Com essa cobertura dos seus serviços nas localidades acima, e com mais de 14 mil quilómetros de fibra óptica, a Unitel mostra assim que tem sido “um verdadeiro motor do desenvolvimento tecnológico, ao proporcionar uma rede capaz de suportar a transmissão de chamadadas de voz e dados com qualidade, fiabilidade e velocidade de transmissão”, finaliza a nota da operadora de telefonia móvel.

Huawei é a empresa com mais licenças de patentes 5G do mundo

A multinacional chinesa Huawei é a lider mundial com mais patentes essenciais padrão 5G (SEPs), pelo quinto ano consecutivo, de acordo com o mais recente relatório da Clarivete, empresa em consultória e análise de PI.

Segundo o relatório “Desmistificar o panorama de patentes essenciais da norma 5G: A Fase 3“, que compreende um estudo sistemático sobre patentes 5G, mostra que a Huawei ainda ocupa o primeiro lugar com 6.566 patentes e com a taxa de crescimento muito rápida, em relação aos seus concorrentes, em termos de pedidos de acordo de Coperação em Matéria de Patentes.

A investigação ainda mostrou que os SEPs continuam comuns na área das telecomunicações, onde nehuma empresa pode evitar as mesmas se queiser fazer produtos que cumpram com as normas 5G. O estudo da Clarivete indicou também que os paises africanos continuam a se beneficiar das patentes 5G da Huawei, onde Angola é um exemplo, visto que várias operadoras já começaram a lançar 5G com equipamento da marca chinesa, de modo a fornecer banda larga de alta velocidade para casa e escritório, além de soluções específicas para a indústria mineira, turismo e outras críticas para o continente.

MAIS: Unitel e Huawei assinam acordo para transmissão de serviços inovadores

Para os investigadores, esse domínio da Huawei na propriedade intelectual 5G é atribuído à gestão activa da carteira de propriedade intelectual da empresa, realçando que a empresa em 2021 realizou mais de 110.000 patentes activas, em mais de 45.000 famílias de patentes.

De informar ainda que a Huawei é também o 2° maior investidor mundial em I&D, segundo as informações do Painel de Avaliação do Investimento em I&D Industrial da UE, para o último ano, sem esquecer que nesse mesmo periodo de tempo a tecnológica tinha 107.000 empregados em I&D, bem como investiu mais de 22% das suas receitas nesse sector.

Estamos ansiosos porlicenciar as nossas patentes e tecnologias para partilhar as nossas inovações com o mundo“, disse Song Liuping, Director Jurídico da Huawei, no Fórum da Inovação e Propriedade Intelectual.

Internet Explorer! Browser da Microsoft chega ao fim hoje, 15 de Junho

Definitivamente  Internet Explorer é um browser que marco da Internet e fez parte da sua construção ao longo dos anos. Esta proposta da Microsoft está presente há muito tempo e sempre foi uma das mais usadas pelos utilizadores em muitas situações.

O Internet Explorer teve o seu fim anunciado há algum tempo, com data definida e tudo. Esse momento chega esta semana e por isso é hora de dizer adeus a este browser. As alternativas não faltam e até a Microsoft tem uma nova proposta que todos estão a experimentar.

Não é normal um software ter uma vida útil tão longa como o Internet Explorer. A Microsoft manteve o seu browser ativo por 27 anos, nem sempre da maneira mais lógica e atualizada. Ainda assim, foi capaz de se atualizar e navegar na Internet todos estes anos.

O seu fim era uma certeza e isso mesmo foi anunciado pela Microsoft há algum tempo. Após ter parado os seus desenvolvimentos, limitou-se a manter apenas as atualizações de segurança, enquanto tentava limitar a sua presença no Windows, com o novo Edge.

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Pois o momento anunciado em maio do ano passado está mesmo a chegar e esta semana chega ao fim o Internet Explorer. É no dia de hoje, 15 de junho, que este browser da Microsoft perde o suporte da bem conhecida criadora de software.

Desse momento em diante, o browser que marcou a Internet vai perder todo o suporte da Microsoft. Isto significa que deixa de ter novas versões, atualizações de segurança e qualquer outra atividade associada para se manter livre de problemas.

Naturalmente que a Microsoft não vai deixar os seus utilizadores sem uma solução para navegar na Internet. Falamos do Edge, o substituto do Internet Explorer, que esta está já a ser usada por muitos e está até presente no Windows 10 e no 11.

Este é um momento importante e que marca o fim de uma era no mundo da tecnologia. O Internet Explorer foi um dos browsers que abriu a World Wide Web para muitos utilizadores, muito antes da Google e de muitos outros gigantes existirem e serem os pesos pesados que são hoje.