
A Sony anunciou que está a preparar adaptações televisivas de três propriedades intelectuais da PlayStation, nomeadamente ‘Horizon’, ‘God of War’ e ‘Gran Turismo’.

A Sony anunciou que está a preparar adaptações televisivas de três propriedades intelectuais da PlayStation, nomeadamente ‘Horizon’, ‘God of War’ e ‘Gran Turismo’.

Os aplicativos de mobilidade Heetch, Kubinga e Ugo Angola são os serviços de transporte mais baratos entre os seis aplicativos existentes cá no país, revelou o Jornal Expansão.
Segundo os números do semanário angolano, para um mesmo trajecto, o aplicativo libanês Ugo Angola tem a tarifa média económica mais barata, que é de 3.050 Kz e os carros que oferecem mais conforto cobram 4.400 Kz. O aplicativo nacional Kubinga aparece em segundo lugar, com 3.832 Kz para a classe económica e a classe confortável 4.678 Kz. No último lugar do pódio está a multinacional francesa Heetch, que cobra em média 4.600 para os carros mais económicos, enquanto os carros confortáveis para o mesmo trajecto cobra 5.200 Kz.
Falando dos valores das comissões que cobram aos donos das viaturas que se associam aos seus aplicativos, temos uma grande troca nos primeiros lugares, com o Heetch a ser o mais barato, visto que por corrida cobra uma taxa de 11,4%. Por exemplo, em um trajecto que custou 1.000 Kz, a multinacional fica com 114 Kz e o resto com o proprietário da viatura.
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A “novata” Yango aparece em segundo lugar, onde cobra 13% de taxa de utilização do aplicativo, onde 10% fica para sí e os outros 3% para os parceiros locais, que são aquelas empresas de gestão de frotas que se associaram à empresa. Em 3° lugar e de forma conjunta estão a Ugo e o aplicativo nacional Tirosa, que cobram 20% da corrida aos veículos associados. A Kubinga cobra 25% e a T’Leva tem carros próprios.
De informar que apesar de o serviço de “uber” não ser ainda acessível a grande parte da população angolana, pelo facto de se estar conectado à internet para pedir o serviço, o mercado angolano tem assistido a uma boa expansão desses serviços, com a entrada de operadores multinacionais que tentam melhorar o tempo de espera para a recolha do passageiro, bem como as tarifas e as comissões a cobrar aos motoristas têm sido as grandes “armas” para este negócio. E este é verdadeiramente apetecível para as empresas destes sector, tendo em conta os mais de 9 milhões de habitantes da capital do país, bem como a fraca capacidade de resposta das formas de transporte convencionais urbanas.

O Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior de Moçambique (MCTES) realizou no último mês uma reunião de validação do relatório das necessidades tecnológicas de todas instituições do país.
Segundo o que foi revelado aos jornalistas, essa avaliação das necessidades tecnológicas foi feita através de um inquérito via on-line, entre o MCTES com instituições de investigação científica e estabelecimento de ensino superior.
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Para Nilsa Miquidade, Ministra do Sector, esse relatório serve como uma oportunidade para a implementação de vários projectos, principalmente na área de transferência e desenvolvimento tecnológico.
“O Banco de Tecnologias das Nações Unidas identifica e protege o conhecimento, constrói parcerias e actua como um portal para a pesquisa, para as soluções e o treinamento“, disse Nilsa Miquidade.
A dirigente ainda apelou a colaboração dos pontos focais institucionais, de modo a capitalizar a iniciativa em cada um dos sectores envolvidos neste relatório.


Para que possam concorrer nas próximas eleições gerais de Agosto do ano em curso, os partidos políticos e coligações de partidos políticos podem agendar as suas inscrições a partir de um portal web disponibilizado pelo Tribunal Constitucional, nos próximos dias.
Essa informação foi revelada pela Presidente do Tribunal Constitucional, Laurinda Cardoso, na abertura formal do Centro de Processamento de Dados (CPD), ontem(25), com a presença de lideres de partidos políticos, comissários da Comissão Nacional Eleitoral (CNE), bem como juízes conselheiros deste Tribunal, magistrados judiciais, magistrados do Ministério Público, membros do Governo e membros do corpo diplomático.
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Segundo a magistrada, o objectivo é de evitar constragimentos na feitura de inscrições ou apresentação de processos de candidaturas, facilitando assim os que precisam destes serviços, com a instalação de um guichê único instalado no primeiro piso do edifício contíguo à sede deste Tribunal.
O Centro de Processamento de Dados que beneficiou de obras de benfeitoria, conta ainda com um sistema CCTV para monitorização do processamento de dados, arquivo e uma sala de imprensa.
Muitos governos em toda a África têm sido incrivelmente optimistas sobre os avanços tecnológicos serem a chave para puxar os africanos do espaço em desenvolvimento para o desenvolvido. Uma dessas tecnologias emergentes que tem muito peso e ênfase é a tecnologia 5G. Alguns analistas preveem que o 5G pode adicionar USD 2,2 trilhões à economia de África até 2034.
No entanto, os países em todo o continente estão a lutar para lançar a nova tecnologia devido aos desafios de infraestrutura, problemas de adoção, natureza cara da tecnologia e dos dispositivos necessários para utilizá-la e até mesmo preocupações de segurança em torno do 5G.
Muitos países africanos estão actualmente a testar o 5G como é o caso de Angola, por via da operadora Unitel e alguns lançaram com sucesso a tecnologia de natureza comercial.
Estes são os países que actualmente testam ou planejam o lançamento de serviços 5G:
A UNITEL S.A. (Angola) e a Ericsson (NASDAQ: ERIC) anunciaram a conclusão com sucesso da primeira chamada de dados 5G em Angola, utilizando um espectro de banda média alocado de 3,5 GHz.
A infraestrutura 5G utilizada é suportada por tecnologias de Core e Acesso de rádio 5G Ericsson, para redes NSA (Non Stand Alone). Estas soluções permitem um rápido lançamento no mercado do 5G, aproveitando a infraestrutura de rede existente e se concentrando na banda larga móvel aprimorada para fornecer maior largura de banda de dados e conectividade confiável, nomeadamente à Internet.
A MTN Gana anunciou no ano passado que planeja trazer serviços comerciais 5G para Gana em 2023. Actualmente, a telcom ainda está a envidar os esforços para cobrir o país em tecnologia e infraestrutura 4G, tendo alcançado 73% de cobertura do país nos últimos anos.
Uganda se tornou o primeiro país da África Oriental a começar a testar a implantação da tecnologia 5G em janeiro de 2020, mas o país ainda não lançou comercialmente nenhum serviço 5G ao público.
O Senegal realiza testes 5G desde novembro de 2020, com a Sonatel e a Orange Senegal liderando a frente de testes na região de Dakar. Os serviços comerciais 5G ainda não foram lançados.
A maior economia de África e o país mais populoso emitiram licenças de espectro para serviços 5G em março, após anos de negociações. Agora, o país parece pronto para lançar os seus primeiros serviços 5G comerciais em agosto deste ano, com a esperança de possuir a rede 5G mais ampla de África assim que for lançada.
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As ilhas das Maurícias ainda aguardam a implantação comercial do 5G depois que o governo do país anunciou que as redes 5G seriam implantadas para cobrir 4 zonas em julho de 2021 via Mauritius Telecom.
O país de Madagascar lançou a sua primeira rede 5G comercial em julho de 2020 por meio da Telma, seguindo o exemplo da África do Sul. No entanto, apenas três semanas após os primeiros anúncios, a Agência de Regulação de Tecnologia e Comunicação de Madagascar ordenou que a empresa de telecomunicações suspendesse seus planos de 5G.
Os paíse ainda estão a esperar por serviços 5G.
O pequeno país do Lesoto enfrentou uma ida e volta distinta quando se trata do seu lançamento comercial de 5G. Em 2018, o governo do Lesoto deu à Vodacom espectro temporário para realizar testes com a tecnologia. Até o momento, o povo do Lesoto ainda não desfruta de nenhum serviço 5G.
A potência económica de África Oriental está a testar a tecnologia 5G há mais de um ano, mas os assinantes no país ainda terão que esperar mais um ano para o lançamento comercial até que as operadoras móveis do país recebam as licenças de espectro pelo governo.
O Gabão vem a testar a tecnologia 5G desde 2019, mas a principal telcom do país, a Gabon Telecom, ainda não lançou serviços 5G comerciais. Actualmente, está de olho em 2023 para lançamento comercial.
A Orange Egypt recebeu espectro do governo egípcio para começar a testar serviços e redes 5G, juntamente com empresas como Vodafone Egypt, Egypt Telecom e E& Egypt.
Os testes de 5G ainda estão em andamento e os egípcios aparentemente terão que continuar em espera.
Os 5 países africanos que já lançaram serviços 5G comerciais:
A África do Sul foi a primeira a adotar os serviços 5G no continente, lançou a tecnologia em 2020 em um espectro temporário alocado para acomodar a mudança maciça da força de trabalho para as suas casas durante o auge da pandemia e subsequente bloqueio. As primeiras empresas de telecomunicações a lançar o serviço foram Rain , MTN e Vodacom.
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Em março de 2022, a África do Sul arrecadou quase USD 1 bilhão durante um tão esperado leilão de espectro 5G marcado por controvérsias e conflitos legais.
A telecomunicações do Zimbábue Econet anunciou em fevereiro que havia lançado a primeira rede 5G do país. Actualmente, existem 10 sites 5G activos situados em Harare, capital do país e nos arredores.
A empresa tem planos de activar mais 12 sites de infraestrutura 5G nos próximos meses.
Situadas no Oceano Índico, as ilhas das Seychelles acolheram o lançamento da quinta geração de internet móvel em novembro de 2020, no entanto muitos dos habitantes da ilha responderam negativamente ao lançamento alegando problemas de saúde.
Em 2021, no entanto, seis regiões nas Seychelles estão a constatar as velocidades de internet mais rápidas que 1,2 Gbps de certos provedores 5G.
Em 25 de fevereiro, a Mascom, telecomunicações de Botswana, lançou o 5G para os moradores de Gaborone, a capital do país. A implantação começou com apenas 4 locais na cidade, com planos de construir mais 100 estações até o final de 2022.
Em 9 de maio, a Etiópia anunciou que estava a lançar testes para a sua primeira rede móvel 5G na cidade capital. O país do Chifre de África começou recentemente a expandir as suas capacidades de telecomunicações para além das suas raízes governamentais.
No início deste mês, no entanto, a Ethio Telecom lançou serviços 5G em um grande evento cheio de pompa e circunstância em Adis Abeba.

A BayQi, plataforma de comércio eletrónico que tem como objectivo de estabelecer a ligação entre o vendedor e comprador por toda Angola, recebeu autorização do Banco Nacional de Angola (BNA), para operar no mercado financeiro angolano como instituição financeira não bancária.
Segundo uma nota oficial, o BNA atribuiu licença à startup angolana recentemente para prestar serviços de pagamentos móveis em todo o território nacional através da sociedade PagaQi – Sociedade Prestadora de Serviços de Pagamentos, onde informa que brevemente será lançado o aplicativo móvel que vai enquadrar duas unidades de negócios; comercio electrónico e serviços de pagamentos.
“Com a carteira acentuada, o cliente-BayQi, seja particular ou empresa, vai poder fazer compras on-line com maior segurança, com maior praticidade, custos baixos e terá acesso a outros serviços de pagamentos, como compras, pagamento de serviços e transferências”, pode ler-se no documento oficial.
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Para Fátima Almeida, CEO e fundadora da BayQi, citado na nota, estas operações vão permitir, também, à classe não bancarizada, ter uma carteira digital e fazer compras seguras na internet.
De informar que a um ano atrás, o BayQi inaugurou, na sede dos Correios de Angola, no centro da cidade de Luanda, o seu primeiro Balcão de Apoio ao Cliente, com vista a dinamizar e tornar mais fácil a distribuição de mercadorias adquiridas na sua plataforma, e que representou mais um passo significativo no plano de expansão da startup, permitindo assim que muitas empresas, clientes particulares e famílias, sobretudo os que não têm endereço bem definidos, tenha um ponto para receberem mercadores adquiridas através do site ou do aplicativo da empresa.

O cofundador e ex-líder do Twitter, Jack Dorsey, está de saída do conselho de diretores da empresa – um momento que já era esperado desde que Dorsey abandonou o cargo de CEO em novembro.

O seu iPhone é um smartphone tão confiável que facilmente podes esquecer que há um computador portátil complexo dentro dele.
Falhas de conectividade são de longe os problemas mais comuns, seja do Wi-Fi ou do Bluetooth, onde a resolução consiste simplemente em apenas desligar e ligar esses recursos novamente.
Mas os problemas não param por aí, onde podem vir de aplicativos mal instalados. Por isso, no episódio dessa semana do Tek MenosFios: Raio-X ao iPhone vamos mostrar como podes resolver os problemas que o seu dispositivo apresentar, e onde aconselhamos a seguir a ordem de solução que a redacção da MenosFios inumerou.
Então, vamos lá
1 ENCERRE O APLICATIVO
Se tiveres problemas com um certo aplicativo, o primeiro passo é encerrá-lo. Toque duas vezes no botão Home para entrar no modo multitarefa. Em seguida, é só localizar o aplicativo que queres encerrar e deslize o dedo sobre ele para encerrá-lo. Depois disso, volta a tocar no botão Home para retornar para a Tela de Início e reabra o aplicativo normalmente, se for preciso, é claro.
2 FORCE O ENCERRAMENTO
Em algumas certas ocasiões, poderá não consiguir sair de um aplicativo através da função multitarefa. Então, deves fazer o encerramento forçado da aplicação. Segure o botão Power por sete ou dez segundo até que o controle “Deslize Para Desligar” apareça; o passo seguinte é segurar o botão Home também por sete ou dez segundos. Automaticamente a Tela de Início será devolvida e o aplicativo será encerrado.
3 DESLIGUE E LIGUE NOVAMENTE
Se o encerramento forçado não resolver o problema pretendido, a solução passa por desligar e religar o aparelho. Para fazer isso, tens que manter pressionado o botão Power por sete ou dez segundo até que o controle “Deslize para Desligar” apareça. Agora, deslize o dedo para desligar o despositivo. Espera alguns segundos e, depois, pressiones o botão Power por apenas um segundo, para ligares o iPhone novamente.
4 DÊ UM REBOOT
O problema continua? Então, pressione simultaneamente os botões Power e Home até que o logotipo da Apple apareça na tela. Essa combinação vai obrigar o iPhone a reiniciar, situação em que na sua maioria resolve eventuais problemas. Mas, se isso não resolver, então recomendamos uma solução mais drástica, no passo seguinte.
5 RESTAURE O APARELHO
Se todas as opções que apresentamos acima não surtiu efeito, a redacção da MenosFios então recomenda a restauração do aparelho a partir de um backup. Conecte o dispositivo a um computador, através de cabo ou Wi-Fi, abra o iTunes e clique no nome do dispositivo. Na guia “Resumo” clique em “Restaurar” e confirme. Em seguida o iTunes irá restaurar o software e as configurações do iPhone e perguntará se desejas realmente restaurar o aparelho a partir de um backup, onde terás que selecionar o mais recente.
6 OBTENHA AJUDA
Caso tenhas restaurado o seu iPhone e continua com o mesmo problema, então infelizmente terás que pedir ajuda. A nossa redacção recomenda a levares o seu aparelho a um tecnico especializado, para saber o que se passa realmente com o dispositivo.
CORRIGINDO FALHAS DE WI-FI
O metódo mais certo de resolver problema problema de conexão de Wi-Fi (ou mesmo Bluetooth) é por ativares e desativares o Modo Avião, na Central de Controle. Se essa maneira não restabelecer a sua conexão, então vá em Ajuste> Wi-Fi, toque na seta virada para a direita, seleccione a rede em questão e toque em “Renovar Concessão“. Não resolveu o problema? Então, vá em “Ajustes> Geral> Redefinir> Ajustes de Rede” e reinsira os dados de sua rede Wi-Fi. Caso o problema não tenha sido resolvido, seleccione “Esquecer esta Rede“, reinicie o seu dispositivo e, em seguida, refaça as configurações de sua rede.
Eis os episódios anteriores:
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Esse foi o episódio Tek MenosFios: Raio-X ao iPhone dessa semana, onde esperamos que seja útil para todo e qualquer pessoa que tenha um iPhone. Agora, pedimos que os nossos leitores a comentem e que contribuam com informações adicionais que julguem serem necessárias sobre esse mesmo tema.
Todas e quaisquer questões que gostassem de ver aqui respondidas devem ser colocadas no canal de comunicação exclusivo e dedicado ao Tek Menos Fios.
Falamos do e-mail criado para esse fim: [email protected]. Este é o único ponto de recepção das questões que nos enviarem. Usem-no para nos remeterem as vossas questões, as vossas dúvidas ou os vossos problemas. A vossa resposta surgirá muito em breve.
O Gabinete de Gestão do Programa Espacial Nacional (GGPEN) vai ministrar, no próximo dia 27 de Maio, um workshop gratuito com o tema “Como criar um negócio na área espacial”.

O evento irá decorrer no ISPTEC, e terá como palestrante Temidayo Oniosun, Director Administrativo da Space in Africa, Karman Fellow de 2020 e vencedor do prêmio Forbes Africa 30 under 30 em 2021.
Segundo a nota oficial, esse Workshop vem pelo facto de a indústria espacial ter se tornado uma área de negócio cada vez mais relevante, atraindo vários bilhões de dólares de investimento, valor esse que espera-se aumentar nos próximos anos devido ao crescente apoio de entidades governamentais e do sector privado.
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O evento gratuito e com vagas limitadas irá decorrer às 14h do dia 27 de Maio, no ISPTEC, localizado em Talatona (Luanda), e tem ainda como objectivo apresentar a indústria espacial, bem como as oportunidades existentes nesta área, tanto para quem já actua no sector, como para quem deseja obter mais informações.
Sobre o palestrante, de informar que Temidayo Oniosun é também membro do TEDx e aparece regularmente em vários meios de comunicação comentando sobre o Programa Espacial Africano. Sobre a sua formação académica, Oniosun tem mestrado em aplicações de satélite pela Universidade de Strathclyde, Glasgow, Reino Unido e, actualmente, é estudante de doutorado na Universidade de Delaware, EUA.
Para que possas garantir o seu lugar na formação gratuita click em aqui.